Deus existe? Você consegue conciliar fé e razão?


Em pleno século 21, a humanidade continua tentando conciliar fé e razão. Mas será que algum dia a ciência terá condições de provar que foi mesmo Deus (ou alguma outra entidade superior) quem criou o Universo e determinou os rumos da evolução?

O zoólogo Richard Dawkins e o paleontólogo Simon Conway Morris têm muito em comum: lecionam nas mais prestigiadas universidades da Grã-Bretanha (Dawkins em Oxford e Morris em Cambridge) e compartilham opiniões e crenças científicas quando o tema é a origem da vida. Para ambos, a riqueza da biosfera na Terra é explicada mais do que satisfatoriamente pela teoria da seleção natural, de Charles Darwin. Os dois também concordam que, caso a história do nosso planeta pudesse ser reproduzida em outro lugar, a evolução provavelmente seguiria um rumo bem parecido ao observado por aqui, inclusive com o aparecimento de animais de sangue quente, como nós. Num encontro realizado na Universidade de Cambridge em outubro, porém, eles protagonizaram um novo round de um debate que divide a humanidade desde que o mundo é mundo: Deus existe? Morris, cristão convicto, afirmou na palestra promovida pela Fundação John Templeton (cuja missão é “explorar as fronteiras entre teologia e ciência”) que a “misteriosa habilidade” da natureza para convergir em criaturas morais e adoráveis como os seres humanos é uma prova de que o processo evolutivo é obra de Deus. Já o agnóstico Dawkins disse que o poder criativo da evolução reforçou sua convicção de que vivemos num mundo puramente material. O debate entre Dawkins e Morris, como já foi dito, não é novo, longe disso. De um lado, é óbvio que sempre haverá bilhões de pessoas que acreditam em Deus. Ao mesmo tempo, dificilmente vamos viver para comprovar Sua existência (ou inexistência). Entender alguns laços que unem ciência e religião e mostrar como essa relação vem mudando ao longo dos tempos é o tema desta reportagem.

Durante muitos séculos, Deus (e só Ele) foi apresentado como o principal responsável pelo sucesso da aventura humana sobre o planeta – nas artes, nos livros, nas escolas e nas igrejas. Até que a ciência começou a mostrar que isso não era necessariamente verdade. Na década de 1860, a teoria da seleção natural e da evolução das espécies, de Charles Darwin, lançou as primeiras dúvidas consistentes acerca da influência divina sobre a ordem da vida na Terra. Com o passar dos anos, mais e mais pesquisadores passaram a defender que o destino da humanidade era abandonar gradativamente a fé e a religião em nome da crença em explicações “objetivas” para os fenômenos naturais. “No fim do século 19, os cientistas acreditavam estar muito próximos de uma descricão completa e definitiva do Universo”, escreveu o físico britânico Stephen Hawking.

No século 20, Nietzsche, Marx, Freud, Sartre e outros chegaram a apostar na “morte” de Deus e no início de uma “era da razão”. Não é preciso ser um especialista para saber que esse triunfo não se concretizou. Ao contrário. O que se observa hoje é uma revalorização da fé, inclusive entre os cientistas, como Simon Morris. “Ao longo da história, a relação do homem com o sagrado tem se mostrado um traço extremamente persistente”, diz Oswaldo Giacoia Júnior, professor de história da filosofia moderna e contemporânea da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp. “Nos regimes socialistas em que a religião era proibida as pessoas substituíam a fé por uma ideologia.”

Cabe, então, à ciência provar a existência de Deus? O paleontólogo americano Stephen Jay Gould acredita que nenhuma teoria (nem mesmo a da evolução) pode ser vista como uma ameaça às crenças religiosas, “porque essas duas grandes ferramentas da compreensão humana trabalham de forma complementar, e não oposta: a ciência para explicar os fenômenos naturais e a religião como pilar dos valores éticos e da busca por um sentido espiritual para a vida”. É por pensar assim que ele sempre se colocou do lado dos pesquisadores que são contra misturar ciência com religião (leia mais no quadro da página ao lado).

Quem é Deus?
O cabelo e a barba grisalhos denunciam a idade, mas o corpo é forte e musculoso. Os traços da face transmitem a autoridade de quem não hesitará em agir sobre o mundo caso seja necessário. Para bilhões de ocidentais, a pintura de Michelangelo no teto da capela Sistina, no Vaticano, é a síntese perfeita de Iavé, o Deus bíblico, aquele que “criou tudo em 6 dias”. Como diz o escritor americano e ex-jesuíta Jack Miles, autor de Deus, uma Biografia, mesmo quem não acredita continua moldando seu caráter por influência dessa imagem. Miles faz uma análise surpreendente da Bíblia, ao tratar de Deus como um personagem literário. O resultado é que, como protagonista do livro mais influente da história, Iavé revela uma personalidade que oscila bastante em relação à sua criação – como no momento em que ordena o dilúvio, para tentar “consertar” tudo.

Mas esse Deus é apenas uma entre inúmeras concepções de divindades. Não há sequer consenso em torno do número de deuses. Para mais de 750 milhões de hindus, existem centenas deles, como Brahma, Shiva e Krishna, para ficar nos mais conhecidos. Em rituais xamânicos de origem indígena, os deuses incorporam até em plantas e animais. E para mais de 350 milhões de seguidores do budismo, não há sequer uma divindade a cultuar – apenas Buda, um homem que atingiu a iluminação e virou guia espiritual. Como, então, a ciência pode encontrar Deus?

Apesar disso, os estudiosos sabem que há algo em comum entre essas crenças. Sem exceção, elas acreditam que há uma ordem, uma espécie de propósito (ou, se você preferir, sentido) no Universo. Nenhuma religião trabalha com o pressuposto de que o acaso e a indiferença regem as nossas vidas. Curiosamente, foi a busca por essa ordem que acabou impulsionando o avanço da própria ciência.

Da geometria ao acaso
No século 18, a maioria dos filósofos e cientistas acreditava piamente que a humanidade estava prestes a decifrar (integral e definitivamente) a ordem do Cosmos. Na época, havia motivos de sobra para tamanho otimismo: fazia mais de 100 anos que Isaac Newton publicara Princípios Matemáticos da Filosofia Natural, considerada até hoje a obra mais importante da história da física. Nela, Newton não apenas descreveu como os corpos se deslocam no espaço e no tempo, mas desenvolveu a complexa matemática necessária para analisar esses movimentos. Segundo essa teoria, as leis do Universo eram estáveis e previsíveis, como se tivessem sido projetadas por um craque da geometria. Em 1794, o escritor, poeta e artista plástico inglês William Blake resumiu essa idéia ao desenhar Deus (um velho barbudo, como o de Michelangelo) criando o mundo com um compasso na mão. “A metáfora do Deus geômetra deriva da velha idéia platônica de um Universo dualista, em que há a necessidade de existir uma ordem, mas continua influenciando a ciência até hoje”, diz o brasileiro Marcelo Gleiser, autor de O Fim da Terra e do Céu e professor de física e astronomia da Faculdade de Dartmouth, nos EUA.

A imagem de Deus, nesse sentido, era perfeitamente compatível com a visão científica do mundo da época. Os problemas só surgiam quando alguém tentava juntar as mais recentes descobertas da ciência com a história bíblica da Criação. Afinal, o estudo das camadas geológicas que formaram a Terra já provava que nosso planeta tinha milhões de anos – e não 5 mil, de acordo com os cálculos de Santo Agostinho. Mas bastava esquecer “detalhes” como esse para que todos fossem dormir felizes, conscientes de que o Universo tinha sido mesmo obra do Criador. Até que…

Se havia uma ordem no Universo, nada mais natural que ela comandasse todas as forças da natureza. E o homem, é claro, era visto como o exemplo máximo da perfeição da vida sobre a Terra. Mas Charles Darwin apresentou sua teoria sobre a seleção natural das espécies e colocou em xeque a idéia de que Deus era o responsável por tudo isso que está aí. Vale lembrar que Darwin nunca disse que o homem descendia dos macacos – apenas que homens e macacos eram parentes evolutivos com um ancestral comum (os paleantropólogos estimam, hoje, que esse “tataravô” viveu em algum momento entre 4 milhões e 6 milhões de anos atrás). Ainda assim, muita gente não aceitou a idéia de que as espécies vivas, incluindo a nossa, possam ter se desenvolvido graças apenas à seleção natural, tendo evoluído quase por acaso em meio a tantas outras espécies. O fato é que o estudo da história da vida em nosso planeta comprovou que, durante milhões de anos, outras espécies reinaram por aqui sem que houvesse nenhuma necessidade da existência dos homens. Como bem resume o cientista americano Carl Sagan no seriado de televisão Cosmos, recentemente relançado em DVD pela super, se a história do Universo fosse condensada em apenas um ano, o aparecimento da espécie humana teria ocorrido nos últimos instantes do dia 31 de dezembro.

E o avanço da física deixou claro que, se o Universo fosse um relógio, nem sequer o tempo marcado por ele seria preciso. Em 1905, Albert Einstein publicou seu estudo da Teoria da Relatividade que, resumidamente, pôs fim à idéia de tempo absoluto. A estabilidade perfeita das leis de Newton começou a se despedaçar para sempre. Logo em seguida, o estudo da mecânica quântica revelou que não é possível sequer prever a posição exata de partículas subatômicas, obrigando os cientistas a se contentar em trabalhar com probabilidades. Apesar de ter ajudado a destruir a velha noção de ordem no espaço e no tempo, Einstein acreditava cegamente que a natureza funcionava (ou deveria funcionar) segundo regras bem definidas – e não de maneira aleatória, como num grande jogo de azar. Numa carta para o físico Max Born, Einstein escreveu: “Você crê em um Deus que joga dados e eu, na lei e na ordem absolutas.” Se para um cientista como Albert Einstein não era fácil lidar com o acaso e o caos, imagine para os que acreditam na religião.

Do ponto de vista da física pura, porém, é importante ressaltar que todo esse papo de criação do Universo tem pouca (ou nenhuma) importância. Não fosse pela descoberta da teoria do big-bang (segundo a qual ele surgiu após uma grande explosão), nem sequer haveria a necessidade de provar que houve uma “hora zero”, afinal o tempo e o espaço são mesmo relativos, não é mesmo? Curiosamente, o big-bang passou a ser considerado por muitos fiéis a “evidência científica” de que a Bíblia está certa ao descrever o “início de tudo”. Talvez para tentar explicar a incompatibilidade existente entre a física das partículas subatômicas e a Teoria da Relatividade, muitos pesquisadores têm discutido atualmente a chamada Teoria das Supercordas, que propõe uma explicação unificada capaz de preencher essas lacunas. “De qualquer maneira, essa tese é mais um desejo de encontrar uma ordem do que algo validado cientificamente”, diz o físico Marcelo Gleiser.

E se a ciência conseguisse achar essa tal ordem no Universo, será que isso seria a prova da existência de Deus? Ou será que a busca pelo divino não passa de uma necessidade inventada pelo homem para colocar um sentido em tudo (afinal, até onde se sabe, somos os únicos animais que tentam entender por que existe a morte)? Nas últimas décadas, o que se tem visto é um acirramento das diferenças entre aqueles que acreditam que a complexidade da vida só pode ser explicada por uma inteligência superior e aqueles que defendem que a inclinação para acreditar em Deus é apenas um traço biológico da nossa espécie, ou seja, somos programados para ter fé. É o que veremos nas próximas páginas.

Deus vai à escola
Dover, no estado americano da Pensilvânia, é uma daquelas cidades tão pequenas que mal dá para avistar seu núcleo urbano da altura média de vôo de um jato comercial. A pacata vida de seus 1814 habitantes, a maioria descendente de alemães, quase nunca foi notícia nos grandes jornais dos EUA. Tudo mudou no dia 18 de outubro deste ano, quando teve início o julgamento sobre a grade curricular de uma escola pública local que decidiu dedicar parte das aulas de biologia ao estudo de uma teoria conhecida em inglês como intelligent design (algo como projeto ou desenho inteligente, numa tradução livre para o português). Seu principal cartão de visita é o fato de se contrapor à tese de Darwin sobre a seleção natural e a evolução das espécies. Como a Constituição americana garante a total separação entre a Igreja e o Estado, alguns pais acharam que a direção do colégio estava muito perto de misturar ciência e religião, apelaram para a intervenção da Justiça e o debate pegou fogo no país.

Nas salas de aula em questão, as crianças e jovens aprendem que várias tarefas altamente especializadas e complexas do organismo humano – como a visão, o transporte celular e a coagulação, entre outras – só podem ser explicadas pela ação de uma força maior ou, em outras palavras, pela intervenção de um ser superior, capaz de bolar o tal desenho inteligente do nosso corpo e da nossa mente. Para a maioria dos biólogos do planeta, contudo, essa tal inteligência não passa de um novo nome para um velho conceito: o criacionismo bíblico, segundo o qual estamos na Terra apenas porque saímos da prancheta (ou da imaginação) divina para nos reproduzir “à Sua imagem e semelhança”.

Se, como já foi dito no início do texto, há muitos cientistas que não vêem motivos para buscar as impressões digitais de Deus na história do Universo, outros tantos acreditam que as teses de Darwin têm falhas e, como tal, precisam ser ensinadas nas escolas “em toda sua amplitude”, ou seja, alertando os alunos para o fato de que há controvérsias a respeito das descobertas que o jovem naturalista inglês fez a bordo do navio Beagle. Os defensores do desenho inteligente juram que não têm nenhuma ligação com os criacionistas do século 19, que difundiam uma interpretação literal do Gênese para conter a rápida e eficaz disseminação das teorias darwinistas – apesar das críticas da maior parte dos colegas da comunidade científica.

“Uma coisa é você tentar justificar uma fé usando argumentos científicos, outra é descobrir uma teoria científica que pode ser compatível com a fé”, disse à Super o bioquímico Michael J. Behe, pouco depois de depor no julgamento em defesa da “nova tese”. Professor da Universidade de Lehigh, na Pensilvânia, e autor do livro A Caixa-Preta de Darwin, ele diz que, se toda formulação científica compatível com uma crença religiosa tivesse de ser descartada automaticamente pelos pesquisadores, os astrônomos jamais poderiam aceitar os estudos sobre o big-bang. “Estou apenas defendendo o direito dos estudantes de terem acesso a outras idéias sobre a criação do Universo”, afirmou Behe.

A discussão em torno do ensino de ciências – inclusive com a interferência do Poder Judiciário – não é nenhuma novidade nos EUA. No início dos anos 20, muitos estados americanos simplesmente proibiram os alunos de ter aulas sobre as teorias evolutivas de Darwin. Em 1925, teve início um julgamento que, num primeiro momento, levou à condenação de um professor do ensino médio do Tennessee simplesmente porque ele acreditava que somos parentes dos macacos (e dizia isso em classe). Após sucessivos recursos de ambos os lados, o processo só terminou em 1968, quando a Suprema Corte decidiu que qualquer iniciativa no sentido de definir o currículo escolar com base em crenças religiosas era inconstitucional.

É por isso que tantos vêem o desenho inteligente como uma espécie de cortina de fumaça para colocar Deus de volta nas salas de aula? Será que, do ponto de vista científico, o desenho inteligente tem consistência? “Por enquanto, não”, afirma Vera Volferini, professora de genética e evolução da Unicamp. Segundo a bióloga, não existem ainda argumentos científicos que sejam tranqüilamente aceitos pela maioria dos pesquisadores. “Teorias como essa presumem que o ser humano é o resultado de um projeto perfeito, o que não é verdade. É consenso entre os especialistas que o design humano, apesar de eficiente, está longe de ser inatacável biologicamente. A próstata do homem, para ficar em apenas um exemplo, não segue um desenho anatômico ideal”, diz ela. E é justamente essa falha na concepção que provoca muitos problemas que afetam boa parte dos machos da espécie. Além disso, por que não poderíamos ter mais de 5 dedos em cada mão? Vera explica que, ao menos do ponto de vista biológico, temos esse número de dedos não porque seria um problema ter um ou dois a mais, mas porque fazemos parte de uma espécie cujo ancestral, há milhões de anos, tinha (por acaso) 5 dedos.

No Brasil, a teoria criacionista já desembarcou também – nos colégios públicos do Rio de Janeiro e, por enquanto apenas nas aulas de religião (em 2002, um lei proposta pelo governador Anthony Garotinho incluiu a disciplina “religião confessional” no currículo escolar). E a atual governadora do estado, a presbiteriana Rosinha Matheus (mulher de Garotinho), afirmou recentemente ao jornal O Globo que não acredita nas teses darwinianas. Apesar de o assunto não ser tratado nas aulas de biologia por aqui, o tema vem preocupando entidades como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que já se manifestou contra a disseminação do criacionismo nas escolas fluminenses. “O problema não é ter ou não uma crença pessoal”, diz Marcelo Menossi, professor de genética molecular da Unicamp. “O problema é tentar justificar e espalhar essa crença usando falsos argumentos científicos.”

Genética da religião
Nos anos 60, a britânica Jane Goodall afirmou que algumas espécies podem ter a religiosidade gravada nos próprios genes. A pesquisadora ficou famosa ao estudar o comportamento de chimpanzés na Tanzânia. Numa de suas numerosas observações, descobriu que os macacos agiam de maneira nada usual diante de uma cachoeira, demonstrando o que ela batizou de senso místico e de reverência. “Alguns permaneciam sentados numa rocha em frente à queda d’água, como se estivessem encantados. Outros ficavam sob a queda d’água por mais de 50 minutos, quando normalmente nem gostavam de se molhar.” Goodall concluiu que esse comportamento é um traço de religiosidade primitiva. E nós? Será que também nós humanos fomos “programados” para acreditar em Deus?

Para o biólogo Edward O. Wilson, um dos pioneiros da sociobiologia (ciência que se dedica a compreender o comportamento humano por meio da biologia), a predisposição para a religião é mesmo resultado da evolução genética do cérebro. Segundo ele, nossa inclinação para acreditar num ser superior pode ser resultado da submissão animal. Ele conta que entre macacos rhesus o macho dominante caminha com a cauda e a cabeça erguidas, enquanto os dominados mantêm a cabeça e a cauda baixas, em sinal de respeito ao líder – em troca, eles têm proteção contra os inimigos e acesso a abrigo e alimento. Segundo Wilson, a tendência de se submeter a um ser superior é herança dessas ações. “O dilema humano é que evoluímos geneticamente para acreditar em Deus, não para acreditar na biologia.”

Essa seria uma das razões pelas quais Deus é sempre invocado quando precisamos lidar com temas etéreos (e muitas vezes polêmicos, como a bondade, a solidariedade etc.). “Afinal, se Deus for apenas uma constante física, é óbvio que ele não terá nada a dizer sobre ética, certo e errado ou qualquer outra questão moral”, diz o britânico Richard Dawkins.

O radiologista Andrew Newberg e o psiquiatra Eugene D’Aquili (que morreu há 5 anos) resolveram buscar diretamente no cérebro a origem da experiência religiosa. Utilizando aparelhos de tomografia, eles revelaram as áreas mais ativadas pela meditação em 8 budistas e em um grupo de freiras franciscanas. A pesquisa, cujos resultados foram publicados no livro Why God Won’t Go Away (“Por que Deus não Vai Embora”, sem tradução no Brasil), mostrou que durante as orações havia uma diminuição da atividade no lobo parietal superior, a área do cérebro responsável pela nossa orientação de tempo e espaço, pela sensação de separação entre o corpo e o indivíduo e pela delimitação entre o “eu” e os “outros”. Ou seja, ao meditar criamos um bloqueio que provoca a sensação de unicidade típica do êxtase religioso.

Além disso, várias outras pesquisas comprovam que ter fé, independentemente de acreditar em um ou mais deuses, faz bem para o corpo e a mente, pois melhora as condições de saúde e aumenta a sensação de felicidade. A ciência ainda não conseguiu explicar se Deus criou o nosso cérebro com essa habilidade ou se foi a evolução que fez o cérebro criar esse portal para Deus. Mas nesta nova era de espiritualidade talvez isso não seja tão importante assim. O que conforta muita gente é acreditar que é possível melhorar o mundo pela fé.

“A relação do homem com o sagrado tem se mostrado um traço persistente.”

Oswaldo Giacoia Júnior, professor de história da filosofia moderna e contemporânea da Unicamp.

“A metáfora do deus geômetra deriva da velha idéia platônica de um universo dualista, em que há a necessidade de existir uma ordem superior, mas continua influenciando a ciência até hoje.”

Marcelo Gleiser, professor de física e astronomia da Faculdade de Dartmouth, nos EUA.

“Uma coisa é você tentar justificar uma fé usando argumentos científicos, outra é você descobrir uma teoria científica que pode ser compatível com a fé.”

Michael J. Behe, bioquímico e um dos principais defensores da tese do “desenho inteligente”.

“Se Deus for só uma constante física, é óbvio que ele não terá nada a dizer sobre o que é certo ou errado em questões morais.”

Richard Dawkins, zoólogo e professor da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Para muitos pesquisadores, o que distingue a ciência de outras visões de mundo é exatamente sua recusa em aceitar cegamente qualquer informação e sua determinação de submeter qualquer tese a testes constantes até que novos dados possam confirmá-la ou refutá-la. Essa visão baseia-se, entre outras coisas, na obra do filósofo vienense Karl Popper, que morreu em 1994. Segundo Popper, a ciência só pode tratar de temas que resistam ao que ele chamou de “critério de falseabilidade”. Resumidamente, o papel do verdadeiro cientista é buscar, com persistência, erros em sua teoria – em vez de tentar achar dados que provem sua correção. Quanto mais genérica e exposta a falhas (ou seja, quanto mais “falseável”), menos provável ela é. Por outro lado, quanto mais resistente (menos falseável), maiores as chances de acerto, pelo menos até o próximo teste. É por isso que um grande número de estudiosos argumenta que não é papel da ciência provar a existência de Deus. “Não faz sentido alguém afirmar que, ao descobrir um mistério do Universo, está ajudando a decifrar a mente divina”, diz o zoólogo britânco Richard Dawkins. Apesar disso, ele reconhece que é fascinante encantar-se diante dos mistérios da natureza – e das limitações científicas para explicá-los. Esse sentimento foi batizado pelo físico brasileiro Marcelo Gleiser de “misticismo racional”. Em outras palavras, é uma espécie de declaração de amor pelos fenômenos naturais, que se concretiza por meio da pesquisa científica. Segundo ele, há um paradoxo por trás da incansável busca por uma ordem e um sentido no Cosmos. “Como o homem é o único ser capaz de amar, tem uma imensa dificuldade em aceitar que o Universo pode ser totalmente indiferente a ele”, afirma.

“Se Deus não existe, tudo é permitido.” A frase, que ficou célebre no livro Os Irmãos Karamazov, do russo Fiodor Dostoievski, resume uma das questões mais cruciais do mundo moderno: sem uma referência divina, passaríamos a viver numa espécie de vale-tudo moral? “Não necessariamente”, diz o filósofo Oswaldo Giacoia Júnior, da Unicamp. “A busca de um código de valores sempre foi uma preocupação central da filosofia, sem necessidade de uma legitimação divina.” No século 18, por exemplo, os ideais de igualdade e justiça social, aceitos hoje como uma preocupação ética, surgiram de formulações dos filósofos iluministas – que acreditavam ser possível defendê-los com base na razão, não na religião (na época, esse tema não era nada popular no Vaticano). Em meados do século 20, o francês Jean Paul Sartre, o pai do existencialismo – segundo o qual de nada adianta buscar um propósito da existência para além da vida humana –, disse que a nossa própria condição de seres que vivem em sociedade é suficiente para justificar a prática de valores solidários. E ainda hoje filósofos como o vienense Peter Singer (um dos mais ferrenhos defensores dos direitos dos animais) continuam defendendo uma série de condutas éticas baseadas na razão, não na fé. Mas será que a adoção pura e simples de uma ética sem Deus não pode nos levar a um racionalismo frio, capaz de ofuscar valores menos palpáveis, como a bondade? “A fé não se traduziu apenas em atos de paz e harmonia ao longo dos tempos”, lembra Giacoia. “Dos grandes conflitos religiosos do passado ao moderno terrorismo fundamentalista, já foram cometidas inúmeras atrocidades em nome da ética religiosa em todo o mundo.”

Fonte: Superinteressante – Texto Rodrigo Cavalcante

Deus, uma Biografia – Jack Miles, Companhia das Letras, 2002
Desvendando o Arco-Íris – Richard Dawkins, Companhia das Letras, 2000
Consiliência – Edward O. Wilson, Editora Campus, 1999
O Romance da Ciência – Carl Sagan, Francisco Alves, 1982
Why God Won´t Go Away – Andrew Newberg e Eugene D’Aquili, Ballantine Books, 2002
A Caixa-Preta de Darwin – Michael Behe, Jorge Zahar Editor, 1997

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315 respostas para Deus existe? Você consegue conciliar fé e razão?

  1. FERREIRA disse:

    A “existencia” de deus é obra humana. Enquanto o homem for ignorante e medroso, deus continuará existindo. O super homem de Nietzche é aquele que assume que tudo depende de sua razão e de sua força interior; e com isso enfrentar todos os
    “fantasmas” que o assombram; ou “sereias” que querem submetê-los com seus cantos . A crença em deus e religiões dá a medida da inteligência de um homem.

  2. Rogério disse:

    Boa noite!

    A discussão sobre a existência de Deus, ja vem de muito tempo. Pra mim, não há dúvidas sobre esse assunto. Deus existe e tudo o que há sobre a Terra prova sua existência, desde a complexidade de uma simples célula, até os incontáveis mundos e galáxias criados pelo supremo arquiteto do universo.

  3. Adair disse:

    ORAÇÕES COTIDIANS
    (Adair Medeiros dos Santos)
    Depois de passado, talvez uns 2(dois) anos, que tinha escrito várias das reflexões colocadas nessa secção, comecei a ler o livro CRUZANDO O LIMIAR DA ESPERANÇA publicado pela Livraria FRANCISCO ALVES Editora, livro esse escrito por VITTORIO MESSORI, tradução de ANTÔNIO ANGONESE e EPHRAIM FERREIRA ALVES. Nesse livro encontrei várias perguntas que estão bem próximas das perguntas que coloquei nas REFLEXÕES mencionadas acima e elas foram respondidas por nosso querido PAPA JOÃO PAULO II.

    Dessa forma procurei então juntar as respostas dadas por JOÃO PAULO II às “reflexões” que tinha feito, pois assim eu encontrei muitas respostas de DEUS às minhas indagações e isso serviu para me ajudar, ou melhor, a acalmar a minha mente e perceber que eu não estava ficando louco, isso não me tornava uma pessoa sem fé, que outras pessoas também estavam à procura de muitas respostas.

    Na minha caminhada eu comecei a perceber que o nosso ritmo do tempo é diferente do ritmo do tempo de Deus, nós queremos respostas muito rápidas e Deus nos dá suas respostas no seu ritmo que nem sempre bate com o nosso.

    CRUZANDO O LIMIAR DA ESPERANÇA ( pgs. 45/47)

    PERGUNTA: EXISTE VERDADEIRAMENTE UM DEUS NO CÉU?
    A fé daqueles cristãos católicos de que Vossa Santidade é pastor e mestre (..) tem três “graus”, três “níveis” intimamente ligados entre si: Deus, Jesus Cristo, a Igreja.
    Com efeito, todo cristão crê que Deus existe.
    Assim, todo cristão crê que esse Deus não apenas falou, mas assumiu carne humana em uma figura histórica, no tempo do Império Romano: Jesus de Nazaré.
    [...]
    A fé, sem dúvida, é um dom, uma graça divina. Mas dom divino é também a razão. Segundo as antigas exortações dos santos e doutores da Igreja, o cristão “crê para compreender”, mas é também chamado a “compreender para crer”.
    Vamos começar então do princípio. Santidade: ficando – se possível, ao menos por enquanto – em uma perspectiva humana, pode ( e como) o homem chegar a convicção: existe verdadeiramente um Deus?

    RESPOSTA:

    A sua pergunta aborda, no final das contas, a distinção pascaliana entre o Absoluto, ou seja, o Deus dos filósofos ( os libertins racionalistas), e o Deus de Jesus Cristo; e, antes d’Ele, o Deus dos Patriarcas: de Abraão a Moisés. Somente este segundo é o Deus vivo. O primeiro é fruto do pensamento humano, da especulação humana, que se acha em condição, aliás, de dizer algo de válido sobre Ele, como também o recordou a Constituição conciliar sobre a Divina Revelação, Dei Verbum (nº 3). [...]
    Santo Tomás, porém, não abandona o caminho dos filósofos. E principia a Summa theologiae com a pergunta: “An Deus sit?”, Deus existe? (cf. I,q.2, a . 3). A mesma que você me faz. E tal pergunta se mostrou muito útil. [...]
    A esta altura é preciso citar na íntegra uma passagem da Gaudium et spes do Concílio Vaticano II: “Na verdade os desequilíbrios que atormentam o mundo moderno se vinculam com aquele desequilíbrio mais fundamental radicado no coração do homem. Com efeito, no próprio homem muitos elementos lutam entre si. Enquanto, de uma parte, porque criatura, percebe-se limitado de muitas maneiras, por outra parte, porém, sente-se ilimitado nos seus desejos e chamado a uma vida superior. Atraído por muitas solicitações, é ao mesmo tempo obrigado a escolher entre elas, renunciando a algumas. Pior ainda, enfermo e pecador, não raro faz o que não quer, não fazendo o que desejaria. Em suma, sofre a divisão em si mesmo, da qual se originam tantas e tamanhas discórdias na sociedade… Contudo, diante da evolução atual do mundo, cada dia são mais numerosos os que formulam perguntas primordialmente fundamentais ou as percebem com nova acuidade. O que é o homem? Qual o significado da dor, do mal, da morte, que apesar de tanto progresso conseguido, continuam a subsistir ? Para que aquelas vitórias, conseguidas a tanto custo? O que pode o homem trazer para a sociedade e dela esperar? O que se seguirá depois desta vida terrestre? A Igreja, porém, acredita que Cristo, morto e ressuscitado para todos, pode oferecer ao homem, por seu Espírito, a luz e as forças que lhe permitirão corresponder à sua vocação suprema. Ela crê que não foi dado aos homens sob o céu outro nome no qual seja possível se salvarem. Acredita igualmente que a chave, o centro e o fim de toda a história humana se encontram no seu Senhor e Mestre ( GS 10).

  4. Fatima disse:

    A polêmica está mais na confusão que o homem fez quando tentou dar uma feição a Deus. Na nossa pequenez, jamais poderemos chegar a uma resposta se continuarmos a pensar assim. A fé, por outro lado, é a sua mais importante manifetação, pois é através dela que conseguimos ao menos sentir a sua presença, seja Ele quem for. E ter fé pressupõe não perguntar, mas apenas aceitar, acreditar e, a partir disso, observar a sua manifestação. Para aqueles que têm fé não há dúvida sobre a sua existência e, na verdade, pouco importa quem ou o que Ele é. Portanto, essa discussão é inócua e jamais chegará a termo.

  5. Carlos de Brito Marques disse:

    Estes cientistas, provavelmente não conhecem a Bílbia ou nem sequer, tentaram pedqusá-la.

    Genesis 1: 1 a 3-mostra claramente a sequência de toda criação debaixo da terra.

    Além do mais ele é o únivo Deus verdadeiro ( Romanos 3:4). Ele foi o criador de todas as coisas (Hebreus 3:4)deviso a rebelião no Edem, um anjo se tornou opositor e é responsável pela criação de diversos deuses falsos. O livro de Daniel mostra com Deus vai resolver todas estes probloemas existente na terra .Daniel 2:44, em parte diz que deus irá destruir todos os goverantes da terra e estabelecer o Governo dele, aqui ba própria terras, cuja sede é nos céus. Sugiro a estes cientistas uma pesquisa da Bíblia, foi isso que Isaac Newton fez para confirmar , em seus estudos cientificos que a terra era redonda e estava suspensa sobre o nada, ele se baseou no texto de Isaias 40:22 e Jó 26:7. Além disso a Bíblia é o livro mais antigo do mundo e foi preservado até hoje, por isso merece consideração, em qualquer estudo seja científico seja para outro fim ele deve ser incluído nos esrtudos juntos com outros livros.

    Carlos de Brito

  6. Edilene disse:

    Para mim, o que dá a medida da inteligência de um ser humano é sua capacidade – ou não – de defender suas opiniões admitindo que não são absolutas, e que opiniões contrárias e sua discussão só têm a acrescentar no crescimento coletivo. Quem afirma que o outro está errado, sem possibilidade de discussão, ou baseando-se em opiniões alheias, é obtuso e ignorante, seja qual for o tema. A própria reportagem menciona nomes de peso no mundo científico que admitem a até crêem em um ser superior. Será que eles carecem de inteligência?
    Eu creio em um ser superior, em energias que fazem parte da nossa vida, e que influenciam os rumos que tomamos. Eu tenho fé, e acredito que a fé serve para confortar, guiar e moralizar as atitudes dos homens. E creio também que (desde que sem extremismos) a crença, seja em que Deus for, não é incompatível, de maneira nenhuma, com a ciência, e, sobretudo, com a inteligência.

  7. Clara disse:

    Este artigo deixa claro que a religião é mantida por ideais humanos.
    A religião é uma forma de enfrentar o não conhecido.
    A religião faz com que as pessoas acreditem em uma força superior e tapem os olhos para o mundo real, como uma forma de proteção.
    É exatamente esta proteção que todos os religiosos buscam. Existe uma crença de não ter fé, é estar desprotegido.
    Mas desprotegido de que?
    Quais são os males que não são criados pela própria humanidade?
    Quais são os males que não são respostas aos maus tratos à natureza?
    Muitos irão responder esta pergunta com uma resposta obvia, com: “nada” ou “nenhum”.
    Mas outros tantos e em maioria tentarão justificar o contrario com uma porção de palavras ou simplesmente com: “Deus”.
    As duas respostas significam uma coisa: “Não sabemos”.
    A melhor frase este artigo e que resume todo o sentimento humano:
    “Como o homem é o único ser capaz de amar, tem uma imensa dificuldade em aceitar que o Universo pode ser totalmente indiferente a ele”. (Marcelo Gleiser)

  8. O “CRER” EM DEUS, SÓ É COMPREENDIDO PELO EXERCICIO DA FÉ, SIMPLIFICANDO ,É COMO VOCÊ “CRER” NA EFICACIA DE UM MEDICAMENTO,SÓ ATRAVÉS DO USO É QUE VOCE PODE ACEITA-LO COMO EFICAZ . SÓ O EXERCICIO DA FÉ PODE NOS DAR A CERTEZA DA EXISTENCIA DE DEUS,E POR CONSEGUINTE NA SUA PALAVRA,E NO SACRIFICIO DE SEU FILHO, JESUS CRISTO.

  9. nady disse:

    A FÉ QUER DIZER ACREDITAR, CRER E PORTANTO ATÉ MESMO AQUELES QUE DIZEM QUE NÃO POSSUEM FÉ A POSSUEM, UM BOM EXEMPLO : O MÉDICO QUANDO ASSISTE O DOENTE ELE CRER QUE AQUELA MEDICAÇÃO IRÁ CURAR O ENFERMO, UMA PESSOA QUANDO SAI DE CASA ELA CRER QUE CHEGARÁ AO SEU DESTINO. ESSE É UM TIPO DE FÉ EXPRESSADA POR QUALQUER PESSOA. PORÉM EXISTE OUTRO TIPO DE FÉ QUE NEM A CIÊNCIA, NEM A RAZÃO PODERÁ EXPLICAR FOGE DA CAPACIDADE HUMANA A FÉ SOBRENATURAL.

  10. Raphael disse:

    Nady

    Por esse seu raciocínio você deve crer fervorosamente na inexistência do papai noel, dos unicórnios, do monstro do espagheti (venganza.org). Um médico receita um medicamento porque ele sabe como ele agirá no organismo; ele compreende seu funcionamento, não apenas crê que funciona. Esse conhecimento foi adquirido através de experimentações, análises dos resultados, e um profundo escrutínio independente feito por pessoas céticas em relação ao bom funcionamento.

    Quando você expande o sentido da palavra fé desse jeito, você está apenas retirando o significado que à ela é dado nesse debate. Isso é apenas uma cortina de fumaça, para misturar qualquer idéia ou crença com a crença irracional em um ser sobrenatural. Geralmente o próximo passo na argumentação religiosa, é dizer que ateísmo é também uma religião, expandindo enormemente, e por conseguinte destruindo o sentido que damos à palavra religião. Pare com esse joguinho de palavras.

    E gritar não vai melhorar seus argumentos, portanto, desligue o capslock (também para o Aguimar).

  11. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Em primeiro lugar, analizado os relatos acima mencionados, não ha de que se falar em desmerecelo o que entedemos sobre a existencia de Deus. somos seres humanos, ainda não sabemos o que é a vida, dificil saber o seja a morte, meu ponto de vista e com devido respeito ao ponto de vista acima visto: Assim cogito, que a existencia de Deus advem do ser que não teve princpio e não tera o seu fim , o que chamamos de eternidade.
    Do ponto de vista teologico muitas coisas eu acredito e pode ser provado,o que neste comentario não tenho tempo para esclarecimento a respeito. A principio somos seres pensante e dai imaginamos a existencia e dela a perguntamos quem criou? a resposta é: um ser supremo que chamamos de Deus, obs. que o nome de Deus esta escrito na sagrada escritura em numero de sete mil vezes.segundo a ciencia que tem pouco mais de 400 anos apos a filosofia, é de se notar o seguinte; muitas perguntas e muitas respostas, mas ainda não sabemos qual a verdadeira. A biblia foi escrita no ano 1725 D c. é um livro de fé humana, que cietificamente nada prova é a historia contad de pai para filho -vejamos a historia do Diluvio ” uma das maires enchentes devido os cataclismas decorrentes das transformaçoesda natureza, que ocorre ate hoje em menas proporçoes – O Diluvio a garnde enchente foi introduzida pelos autores da biblia aproveitamentode a historia contada de pai para filho, visto a grande enchente que ocorreu no preterito entre o rio Tigre e o Eufrates, onde as aguas teve uma extenção de 130 mil km por 150 mil km que o habitantes da epoca chasmou de fim de mundo dai a história do diluvio.
    Vejamos quanto a existencia de Deus, ontem, hoje e sempre: do nada nada se cria, se foi não pode vir a ser porque ja é, vindo aser nuca foi… não sabemos quem somos, como saberemos quem é Deus? vamos ao principio do livro de geneses; vemos o verbo: CRIOU DEUS – OS CEUS E A TERRA, E NÃO “DEUS CRIOU” OS CEUS E A TERRA E TUDO QUE EXISTE. obs que quando teologimente Deus criou o homem o Sol já existia quando pronuciou haja luz e a luz se fez, informa que a Terra era sem forma, e que o espirito de Deus pairava sobre as águas, uma pergunta : as águas estavam apoida sob o que? – O não principio de Deus é fundamento da imaginação do ser humano. A nosa condição de ser humano não alcansa no intelecto o infinito. Uma outra pergunta: o que existia antes de Deus? O mundo veio de Deus? ou Deus veio do mundo, OU DE ONDE VEIO O MUNDO? QUEM SOMOS NÓS? Eu acreditoque Deus é o proprio mundo ou seja a união de todos os milhares de universos. imaginado que a via lacteia tem: 100 mil anos luz ao quadrado e está a distancia de 9.5 trilhões de anos luz, sendo o nosso visinho mais proximo e esta em direção ao nosso sistema solar a uma velocidade de 4.2 bilhões de km por segundo sabendo-se que um mil anos luz equivale a 9.5 trilhões de anos luz,sem faler nas outras dimensões existentes. deixo meu parecer que:EXISTE O SUPREMO DEUS – OBS. O PRIMEIRO GAS EXISTENTE FOI O “TORIO” EM VIRTUDE DAS NEBULOSAS dai as celulas , as moleculas, dai os neutros, protonos e eletros dai a materia que no decorrer da força de gravidade foi se acumulando materia sobre mateira, e dando forma ao Terra. É de se notar que os homens menos esclarecidos portanto a maioria entre 22 bilhões de seres humanos a dias atras, habitantes da Terra torna dificil entedermos O:. Grande:. Arquiteto:. dos;. Universus:. a não ser que seja Deus, os proprios Universos unidos uns aos outros. Espero comprenção de todos seres humanos, sou apenas uma meia gota de água frente aos oceanos. A VERDADEIRA FILOSOFIA NADA MAIS É QUE O ESTUDO DA MORTE Sir Isaac Newton. Deus estando em todo lugar gostaria de saber onde é o céu? se (a +b)7 = a7+6b+21 a 5 b2+35a 3b4+21a 2b5+2b7. conforme a regra , a prtir do 2° termo, podemos obter o coficiente dequalquer um dos outros se tomamos o 6° termo na formula: 21 a2b5 de exemplo, de acordo com a regra, devemos mutiplicar termo anterior, que no caso é 35, pelo expoente de”a” que é igual a “3” como resultado obtemos 35 . 5 =105.
    Proseguindo devemos dividir o numerico resultante da mutiplicação (105) pela ordem do termo anterior ( que no caso é 5) 105: 5 = 21. obtido o resultado. que no caso seria = a 21 encontraremos o coficiente do sexto termo .
    (conforme aparece na formula).
    Finalizando, obs. que: o desenvovimento do biometro (a + b)_n possui”n”mais 1 termo os coficientes do termo equivalentes dos extremos no desenvolvimento de (a +b)n são iguais: a7+7a 6b+21a 5b2+35a 4b3+35a 4b4+21 a2b5+7a 2b6+7b conforme o que ai está: a soma de (a +b) é = a 2_n. b0. O tempo é pouco para o espaço que se expande na teoria big bang deve existir espaço! no tempo para que aja a expanção dai a explosão , lembrando que aexplosão também se da na compresão. Com todo respeito nem nu nem vestido e “desnudado” deicho para que Deus vem ainda a ser, se ainda não é a razão do ser. E que cada um segue a fé que abraçar purificando a razão da alma e do espirito, entendo que a uma controvercia na religião y que diz que DEUS TEVE MÃE: QUANDO PRONUNCIA Santa Maria mãe de Deus – q também da a liberdade do divorcio na Venesuela proibimdo no Brasil. ” QUEST VERITAS” THE QUESTS EST THE VERITAS” E (SIC TRANST GLORIAS MUNDS) e a vidasurgiu no mar mais ou menos a 4.5 bilhões de anos. Não tenho tempo para escrever o mundo (OS UNIVERSOS) EM APENAS UM COMENTARIO CONFUSO BEM A Deus. Estou a disposição se o tempo dispor para responder as perguntas a mim destinadas com respeito nossa C.F. É UM APENA……………………………………………………………TER QUE PARAR ORDEM DE CRISTO. ENVIO…

  12. Newton Monteiro Guimarães disse:

    retificar e= nn.guimaraes@hotmail.com
    dcomentario de Newto Mnteiro Guimaraes.
    nÃO ENCONTREI A SERIÉ url
    favor informar

  13. Newton Monteiro Guimarães disse:

    ARQUIVOS DE NEWTON MONTEIRO GUIMARÃES, O MEU MAIOR AMIGO É A VERDADE, E A VERDADEIRA FILOSOFIA NADA MAIS É QUE O ESTUDO DA MORTE.
    PARA SER LIDO COM AMOR RESPEITO, QUE TODOS POSSAM ENTENDER OS QUE NÃO PUDEREM ENDEDER PODE TER CERTEZA! É PORQUE JÁ SABEM O QUE ESTAS ESCRITAS APENAS ESQUECERAM.

  14. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Espiritismo chegou apenas há 150 anos, pois a humanidade só poderia recebê-lo após as contribuições dos grandes Filósofos e Cientistas.
    Galileu Galilei construiu a primeira luneta astronômica, em 1609, em Veneza. Brilhante Físico, matemático e astrônomo italiano, fundamentaram as ciências exatas com a matemática desvinculando dos domínios da Igreja. Foi condenada pela mesma a prisão domiciliar e assim como Joana D´Arc – teve seu processo revisto – e foi absolvido em 1999 pela mesma Igreja (341 anos após sua morte). Fundamentou a dinâmica, descobriu a lei dos corpos e a inércia.
    René Descartes estabeleceu métodos científicos e foi considerado o fundador da filosofia moderna e pai da matemática. Em 1628 publicou “Regras para orientação do espírito” dentre outras importantes obras científicas, matemáticas e físicas necessárias para desenvolver o pensamento humano e dar credibilidade à codificação da Doutrina Espírita.
    Newton disse: Deus é o Senhor, mas nem todo Senhor é Deus.
    Isaac Newton
    • Sir Isaac Newton. Sua Terceira Lei é aplicada no plano espiritual gerando bases lógicas para provar a reencarnação. Em sua explicação nos disse: “O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.” Parte superior do formulário
    “POR QUE SIR ISAAC NEWTON CONFIAVA, NA AUTENTICIDADE DA,, BIBLIENCONTRO NA BÍBLIA MAIS INDÍCIOS INDISPUTÁVEIS DE AUTENTICIDADE DO QUE EM QUALQUER HISTÓRIA PROFANA [SECULAR].” — SIR ISAAC NEWTON, RENOMADO CIENTISTA INGLÊS. 1
    Davi, o corajoso jovem pastor que se tornou Rei de Israel, é bem-conhecido dos leitores da Bíblia. O seu nome ocorre 1.138 vezes na Bíblia, e a expressão “Casa de Davi” — muitas vezes referindo-se à sua dinastia — ocorre 25 vezes. (1 Samuel 16:13; 20:16) Mas, até recentemente, não havia evidência clara, fora da Bíblia, de que Davi existiu. Foi ele um mero personagem fictício?

  15. Newton Monteiro Guimarães disse:

    PARA SER LIDO COM AMOR RESPEITO, QUE TODOS POSSAM ENTENDER OS QUE NÃO PUDEREM ENDEDER PODE TER CERTEZA! É PORQUE JÁ SABEM O QUE ESTAS ESCRITAS APENAS ESQUECERAM.

    Galileu Galilei construiu a primeira luneta astronômica, em 1609, em Veneza. Brilhante Físico, matemático e astrônomo italiano, fundamentaram as ciências exatas com a matemática desvinculando dos domínios da Igreja. Foi condenada pela mesma a prisão domiciliar e assim como Joana D´Arc – teve seu processo revisto – e foi absolvido em 1999 pela mesma Igreja (341 anos após sua morte). Fundamentou a dinâmica, descobriu a lei dos corpos e a inércia.

    René Descartes estabeleceu métodos científicos e foi considerado o fundador da filosofia moderna e pai da matemática. Em 1628 publicou “Regras para orientação do espírito” dentre outras importantes obras científicas, matemáticas e físicas necessárias para desenvolver o pensamento humano e dar credibilidade à codificação da Doutrina Espírita.
    Newton disse: Deus é o Senhor, mas nem todo Senhor é Deus.
    Isaac Newton

    • Sir Isaac Newton. Sua Terceira Lei é aplicada no plano espiritual gerando bases lógicas para provar a reencarnação. Em sua explicação nos disse: “O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.” Parte superior do formulário

    “POR QUE SIR ISAAC NEWTON CONFIAVA, NA AUTENTICIDADE DA,, BIBLIENCONTRO NA BÍBLIA MAIS INDÍCIOS INDISPUTÁVEIS DE AUTENTICIDADE DO QUE EM QUALQUER HISTÓRIA PROFANA [SECULAR].” — SIR ISAAC NEWTON, RENOMADO CIENTISTA INGLÊS. 1

    Davi, o corajoso jovem pastor que se tornou Rei de Israel, é bem-conhecido dos leitores da Bíblia. O seu nome ocorre 1.138 vezes na Bíblia, e a expressão “Casa de Davi” — muitas vezes referindo-se à sua dinastia — ocorre 25 vezes. (1 Samuel 16:13; 20:16) Mas, até recentemente, não havia evidência clara, fora da Bíblia, de que Davi existiu. Foi ele um mero personagem fictício?

    Baseado num relatório do professor Biran e de seu colega, professor Joseph Naveh, um artigo na revista Bíblica Archaeology Review declarou: “Esta é a primeira vez que se encontra o nome de Davi numa inscrição antiga, fora da Bíblia.”3 Há algo mais digno de nota nessa inscrição. A expressão “Casa de Davi” é escrita numa palavra só. O lingüista e professor Anson Rainey explica: “O separador de palavras… muitas vezes é omitido, em especial quando a combinação é um bem estabelecido nome distintivo. ‘A Casa de Davi’ certamente era um nome político e geográfico distintivo em meados do nono século AEC.”5 Portanto, o Rei Davi e sua dinastia evidentemente eram bem conhecidos no mundo antigo.
    Pode Um Cientista Também Ser Cristão?

    Benjamin L. Clausen

    Foi ele o primeiro a usar o telescópio para estudar o firmamento. Foi ,ele o primeiro a descobrir as luas de Júpiter, o primeiro a falar das , , manchas no Sol, o primeiro a reconhecer que a Via Láctea é composta de estrelas e a sugerir que a Lua é montanhosa. Foi ele também um dos , primeiros a dizer que miríades Ptolomeu estava enganado e que Copérnico tinha razão. A Terra girava em volta do Sol, e não o contrário.

    Estas declarações fizeram com que Galileu Galiléu (1564-1642), um dos . fundador da ciência experimental moderna entrasse em conflito com a igreja. Os jesuítas viram em seus ensinos as piores conseqüências para a , , igreja de Roma. O velho cientista foi julgado e obrigado a retratar-se. Ele o fez, mas dizem que ele murmurou: “Mas a Terra se move.” Mais de 350 anos

    Da mesma forma que a Revolução Industrial, o Renascimento não pode ser datado de forma rigorosa, já que foi um processo cultural que, no seu sentido mais amplo, se estendeu por mais de 100 anos. Enquanto aquela iniciou a era de empresários famosos e a necessidade de um estudo mais profundo do sistema econômico, o Renascimento foi muito mais complexo do ponto de vista histórico, envolvendo queda de império e feudos, descobertas de novas rotas de comércio no Oriente e no Novo Mundo, reforma religiosa e revivescimento das artes e também da ciência, onde passou a ocorrer uma hegemonia do quantitativo sobre o qualitativo/sensorial, típico da física aristotélica.
    Com tal gama de acontecimentos, a astúcia da razão deve ter-se somada à força das circunstâncias. Num contexto histórico de transformações tão importantes, já seria uma tarefa arriscada interpretar a passagem da Física qualitativa para a Física quantitativa combinada com um tumultuado processo de reforma religiosa, quanto mais tentar descrever todo o processo.

    Estamos nos referindo a um tempo em que ciência e religião coexistiam e mesclavam-se por cerca de mil anos, em que a intelectualidade era constituída na sua quase totalidade por clérigos, muitos provenientes da classe aristocrática a quem se reservavam as mais altas dignidades espirituais e seculares. Os inovadores estavam assim limitados pela própria sociedade conservadora na qual tinham origem e pertenciam.

    A falta de uma metodologia científica baseada em provas experimentais permitiu que a Igreja serenamente tratasse como especulação teórica, ou simplesmente como “hipóteses”, quaisquer idéias inovadoras que questionassem a validade da filosofia natural de Aristóteles, ainda que florescessem em seu meio.

    Esta postura, fortalecida pela experiência do senso comum, perdurou, em parte, com Copérnico; tornou-se dúbia com Galileu, e só foi definitivamente abalada com Kepler e Newton.

    pensamento inovador antes de Copérnico
    Muito antes de Copérnico e de Cusa, a Igreja, já no século XIII, abrigava alguns “gigantes do pensamento” pouco conhecidos, como o monge dominicano Alberto Magno, mestre de São Tomás de Aquino, e o frade franciscano Roger Bacon. Alberto foi bastante profícuo em termos de produção científica, escrevendo oito obras sobre Física e vinte e seis sobre animais. Bacon, o franciscano, como que antecipando em três séculos o outro Bacon – Sir Francis – observou que “o único modo de aprender sobre

  16. Newton Monteiro Guimarães disse:

    era observando e experimentando”. Baseado neste conceito realizou diversas experiências no campo da Ótica, desenvolvendo estudos sobre a luz, leis da refração e no campo da aplicação sobre espelhos e lentes, intuindo a idéia do telescópio.

    Apesar do neoplatonismo, que predominou no pensamento filosófico medieval, ter sido substituído no século XIII pelo de Aristóteles, não podemos inferir que ele tenha sido abandonado. A teoria dos números, núcleo da filosofia de Platão, aliava a matemática ao misticismo e transferia a perfeição e harmonia das proporções matemáticas, das quais o mundo era a representação material, diretamente ao Criador. Embora todo o respaldo da Igreja estivesse direcionado a Aristóteles e a São Tomás de Aquino, a filosofia aristotélica– tomista nunca sepultou o matematismo de Platão.

    Neste contexto, já no século seguinte, a “grande síntese” proposta por São Tomás – na qual toda matéria e vida existentes obedecem a uma ordem de determinações, divinamente estabelecidas -, era posta em dúvida por uma corrente de clérigos a qual julgava pertinente a fé restringir-se ao espiritual, aos mistérios e às revelações divinas, não lhe cabendo a explicação da natureza e do Cosmo cujos fenômenos, diante da onipotência de Deus, poderiam até mesmo incluir as possibilidades de rotação terrestre e universo infinito e eterno.

    Esta postura filosófica pode ser encarada sob dois aspectos contraditórios: o moderno e o conservador. Ao refutar os dogmas aristotélico-tomistas, ela defendia o livre pensar científico apesar de que, àquela época, este só se expressava pelo uso da matemática e através da lógica formal, rica em formulações e pobre em comprovações. Por outro lado, ao afirmarem que para Deus tudo é possível, os pensadores assumiam o papel de mensageiros da Igreja. Àquela época, o conhecimento das leis que regem o movimento auto regulado da Terra e a mecânica dos corpos celestes aproximaria o homem, indesejavelmente, do conhecimento de Deus.
    Antes de Copérnico, foram elaboradas algumas obras contendo concepções inovadoras do Universo, entre as quais a de Nicolau de Cusa, “Sobre a douta ignorância”, de 1440. Nela, defendiam-se idéias como a do Universo indefinido – sem ponto de referência fixo, sem centro nem forma definidos. Reforçava-se, pois o conflito, já antes existente, com a filosofia teológica vigente: mundo finito, pontos fixos, geocentrismo.

    De Cusa propunha um relativismo cósmico, já que não havendo pontos fixos, nem centro: em qualquer lugar que se situasse o observador, ele imaginaria estar no centro do Universo. Como se deveria esperar de um religioso, seus argumentos filosóficos eram expressos com fundo teológico. Sendo Deus, entre muitas outras coisas, o “máximo absoluto”, não se adequaria ao mundo finito da lógica formal aristotélica. A idéia do infinitamente grande era mais coerente com a existência de um Deus infinitamente poderoso.

    Não obstante estas idéias e outras tão ou mais ousadas, como a existência de vida em outros planetas, conciliação com os hereges de seu tempo e defesa de uma nova ordem moral na Igreja, de Cusa acabou tornando-se cardeal, senão pelas suas idéias filosóficas, por um aspecto mais prático representado por relevantes serviços diplomáticos prestados à Igreja, especialmente na Alemanha.
    O importante a respeito do cardeal de Cusa foi que, do ponto de vista físico, ele intuiu o mecanicismo de Bacon, Descartes e Newton; do ponto de vista religioso, alguns aspectos da Reforma de Lutero, sob a proteção do manto seguro das “hipóteses”.
    A matemática está presente em toda a sua obra, mas obediente a um ordenamento de um Deus racional. A representação espacial constituía-se numa espécie de ápice da lógica matemática, e equações algébricas – como a equação do 2o grau – eram resolvidas pela geometria.
    A geometria divina é que possibilitou a proporção perfeita entre os elementos componentes de Sua criação, uma idéia compatível com a formação filosófica das pessoas, feita em mosteiros e ao redor de catedrais e umas poucas universidades. A astronomia era um ramo da geometria, os fenômenos físicos tratados pela Filosofia Natural, e a química representada pela escuridão científica das alquimias, já então, no século XV, um pouco mais desenvolvida graças aos árabes. Portanto, sendo baseada na geometria, a Astronomia é a mais antiga das ciências físicas, tendo o seu início com a teoria dos corpos cósmicos partindo de triângulos eqüiláteros, quadrados e pentágonos unidos por seus vértices desenvolvida (não criada) por Pitágoras e seus discípulos, que adotaram como emblema a estrela de cinco pontas.
    Outro aspecto relevante a respeito de Nicolau de Cusa e sua obra é que a divulgação de suas idéias já se deu sob a Inquisição (Santo Ofício), que teve seu início no século XIII e se estendeu, sob diversas formas organizacionais e operacionais até o século XIX (e sobre esse tema pretende discorrer em artigo futuro).

    riores à divulgação da obra de Copérnico foram, portanto de grande atividade intelectual, quanto à concepção cósmica do mundo, especialmente na Itália – Academia de Florença e Bolonha, onde ele estudou. O questionamento da cosmologia de Aristóteles e do cientista Cláudio Ptolomeu ( 100- 170 d. C ) que viveu na cidade grega do Egito, Alexandria, estava em aberto. Por que a Itália? Porque outro importante fato que marcou o Renascimento foi à queda de Constantinopla, a partir daí Istambul, em 1453. A tomada da cidade pelos turcos resultou na retirada de vários estudiosos gregos para as principais cidades italianas, levando consigo manuscritos versando sobre a extensa cultura grega: filosofia, matemática (grega e árabe), alquimias, literatura e arte.

    adora e retrógrada dos inquisidores só atingiu um significado radical após a Reforma de Lutero e Calvino no século XVI, expressando-se tanto ou mais reacionária (Contra Reforma) quanto doutrinariamente. Mas, se analisarmos mais cuidadosamente as proposições do cardeal, podemos concluir que a existência de um Universo indefinido – não obstante contrariar a cosmologia aristotélica – tinha algumas atenuantes, pois implicava na impossibilidade de conhecimento de seu todo e numa busca sucessiva de hipóteses, observações e desenvolvimento de cálculos matemáticos sem alcançar seus limites ou desvendar todos os seus enigmas. Ora, permanecendo o mistério permanece a fé. “Hipótese aceita”. Ontem, como hoje, a Igreja não revela verdades, celebra mistérios.
    Roberto César de Castro Rios é economista e exerce a função de Auditor Fiscal da Receita Federal na Delegacia Especial de Assuntos Internacionais em São Paulo. É Mestre em História da Ciência pela PUC-SP, e tem especial interesse pela História da Física e sua relação com a Religião.

    Buscapé
    Platão
    Aristóteles
    Descartes
    Rousseau
    Nietzsche
    Marx

    Liberdade antes que tardia, só sei que nada sei
    Newton Monteiro Guimarães

  17. Newton Monteiro Guimarães disse:

    u descobrir quem eu sou conhecerei a te e saberei quem são os deuses? Imagino que se o mundo não teve inicio como poderás ter o fim? Diz que após conhecer a te mesmo conheceras os deuses e todos os Universos. Vou descobrir quem sou depois registrarei no pedido acima em face de minha condição ainda por se conhecer-a-me eu agradeço o autor de toda minha alma com meus desejos de paz profunda com luz , vida e amor
    Newton monteiro Guimarães. (digo também que o que sei é uma gota e o que não sei é um oceano. (Quanto mais conhecemos a nos menos amamos a nos mesmo, e o que ganhamos em conhecimento perdemos na intensidade do amor.)
    Athur Lemos 1956.

    A vredade é a verdadeira unidade é a lei do universo”

  18. Newton Monteiro Guimarães disse:

    ALGUNS TRCHOS ORIGINAIS DE NEWTON

    As obras do cientista inglês tiveram a maior influencia tendo expandido em todo mundo e foram traduzidas para quase todo idiomas . Os trechos aqui destacados nos da uma noção do imenso conhecimento de Newton de modo como ele escolheu para redigir seus textos substituindo a linguagem cientifica por uma abordagem mais acessível, obijetiva e suscitar a possibilita a compreensão do leigo no assunto cientifico.na véspera de sua morte celebrou 280 anos, Newton ainda preserva uma certa modernidade de estilos em seus escritos , apesar do desenvolvimento cientifico,das inúmeras traduções e possiviveis adaptações que seus textos enfrentaram todo esse longo tempo preste está. Nele é possível notar o raciocínio lógico e abstrato de Newton, tornando ainda mais claro sevalendo de exemplo reais que conduz facilmente os interessados á experimentação. Relembrando que em sua época por ser filosofo: ignifica ser um homem de ciência. Podemos entender porque Newton mesmo não tendo formulado uma teoria do ser nem uma ética sobre saiu na historia. A final é impossível compreender a maior parte dos pensamentos e do desenvolvimento cientifico do cálculo viii e, em conseqüência dos subconsequentes, sem conhecer a análise newtoniana sobre física e mecânica. Segue o abaixo: ate pelos novos leitores.

    “PRICIPIOS MATEMATICOS DA FILOSOFIA NATURAL”

    PREFCIO 1° EDIÇÃO

    (…) Visto que os antigos (como proponho) da muitíssima importância da mecânica nas investigações das cópias naturais e os modernos, rejeitando as formas substanciam e as qualidades ocultas, empreendem-se a por submisso aos fenônimos da natureza as leis da matemática, procurou desenvolver a esta no presente tratado, enquanto se referem à filosofia. Os antigos distinguem uma duvidam mecânicos: Á racional que procede na prática pertencem todas as artes manuais das quais a mecânica tirou o seu nome2.

  19. Newton Monteiro Guimarães disse:

    distinguem uma duvidam mecânicos: Á racional que procede na prática pertencem todas as artes manuais das quais a mecânica tirou o seu nome2. Como, porém os artífices operam quase sempre com pouco rigor: A mecnica distinge da geometria o seguinte: tudo que é exato refere-se a geometriae não pertence a mecânica. Os problemas ao são geométricos,são artifices artes e sim das artes. Quem trabalha a rigor é um mecânico perfeito. Os traçados da retas e dos círculos fundamenta a geometria e pertence a mecânica.

  20. Newton Monteiro Guimarães disse:

    A geometria não traça linhas mas, postula-as dados que exige do aprendiz qe primeiramente seja capaz de as traçar com exatidão antes de antigir o limar da geometria; em seguida, ensina por meio desta operação resolver os periblemas que não são geométricos. A mecânica postulas-se a solução deles, a passo que a na geometria se ensina seu emprego. A gloria da geometria é que desses poucos princípios. Oriundos de fora, sejam capazes, de produzir muitas coisas no ramo das coisas, mecânicas e geométricas.

  21. Newton Monteiro Guimarães disse:

    parte da mecânica foi cultivada pelos antigos nas cinco potencias relativas às artes manuais, considerando que a gravidade não é um poder manual e move os pesos por esses poderes. Nos, porém cuidamos não das artes das filosofias e não bem ainda das potencias manuais, mas das naturais, tratando ao que se refere á gravidade, leveza, força elástica, resistência dos fluidos e forças semelhantes, ou impulsivas: e por conhecimento. Os apresentados no livro de Newton os principiam Matemáticos da filosofia. Com efeito, a dificulde, precípua da filosofia que consiste os fenômenos dos movimentos, as forças da natureza, que segue por meio destas forças e de fenômenos da natureza no que se destina o primeiro e segundo livro. No terceiro livro a um exemplo do disco por meio da explicação do sistema do mundo.

  22. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Vê-se de fato pelas proporções matemática já demonstrada em livros anteriores, derivam-se dos fenômenos celestes as forças da gravidade pelos quais os corpos tendem para o sol e os vários planetas deduzindo as forças por proposições matemáticas, os movimentos dos planetas e dos cometas, da lua e do mar. Também deriva de outros fenômenos da natureza dos princípios mecânicos por meio dos mesmos gêneros e argumentos, varias razoes dependem desses fenômenos que também dependem de forças pelas quais as partículas dos corpos advindos de causa desconhecidas o que chamo de a primeira razão que transforma em outros mecanismos e daí as Diferenças notadas e não da física e da mecânica que se impele ou mutuamente

  23. Newton Monteiro Guimarães disse:

    segundo figuras reguladoras ou são repetidas e retrocedem ou umas em relações às outras. Por razões que os cientistas ainda ignoram essa força tentaram em vão ate agora a pe4squiza da natureza. Espero que os princípios aqui estabelecidos tragam mais luz, sobre esse ponto ou outro método melhor de filosofar.

  24. Newton Monteiro Guimarães disse:

    No estudo desta obra muito pertinaz e eruditissima Edmundo Rally ajudou Newton
    A corrigir os erros tipográficos e a preparar figuras geométricas e foi quem também
    Levou Isaac Newton á edição do trabalho. Com efeito, quando teve as demonstrações

  25. Newton Monteiro Guimarães disse:

    De Newton a figura das órbitas coletes, insistiu com Newton que comunicasse a
    Roial Society a qual graças seus amáveis encorajamento e rogos, levou Newton a
    Publicá-las. Porém depois Newton começou considerar que a desigualdade doslunares
    e outros motivos a respeito das leis e medidas da gravidade e outras forças. Estudou que outra que a figura devem ser descritas pelos corpos atraídos as ditas leis, os Movimentos de
    muitos corpos entre si; os movimentos dos corpos nos meios resistentes; as forças de
    desindades e movimentos dos meios;e coisas semelhantes das orbitas do cometas e
    outros Corpos devem se adiar essa edição, a fim de estudar tais pontos e publicar tudo
    junto. As coisas relativas aos movimentos lunares (sendo imperfeitas) foram
    colocados no Corolários da preposição LXVI evitando ser obrigado a propor-las, uma
    por uma com um método mais prolixo do que o merecia o assunto, interrompendo a
    série Outras de outras proposições.Algumas coisas achadas mais tarde foram por mim
    encontradas lugares menos indicados, de preferência a modificar o numero das
    proposições e citações. Peço de coração que as coisas que aqui deixo sejam lidas com
    indulgencia, e que meus defeitos, num campo tão difícil, não seja tanto procurados
    com vistas á censura, como finalidade de serem remediadas pelos novos esforços
    dos leitores e cientistas do futuro.

  26. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Cambindge, Triniy College 8 de maio de 1686

    Livro três dos princípios Matemáticos da Filosofia Natural –

  27. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Nos livros precedentes de que trata dos princípios da filosofia, mas, não dos filósofos, e sim apenas dos matemáticos, i é, daqueles sobre quais se podem discutir nos assuntos filosóficos. Tais são as leis e condições dos movimentos e das forças, que dizem respeito á filosofia. Entretanto, para que não processem áridas foi ilustrada por Newton com alguns escólios filosóficos qual foi versado sobre as generalidades, em que parecem fundar-se principalmente a filosofia como sejam a densidade e resistências dos corpos, os espaços vazios de corpos, bem como o movimento da luz e dos sons. Resta reduzir desses princípios a constituição do sistema do mundo. Sobre esse ponto foi computado num método popular no livro terceiro para ser lido por Mas aqueles que não compreenderem suficientemente os princípios estabelecidos não perceberão de modo algum as forças das conseqüências, nem se desfarão dos preconceitos adquiridos já muito antes. Para não dar azo a discutições o livro foi resumido em proposições de forma matemática para aqueles que tiveram antes estudados os princípios. Entretanto como ai ocorre muitíssimas proposições que poderão causar demasiada dificuldade aos leitores, até os mais versados na matemática, não pretendendo que se percorram todas: bastam que lei atentamente as definições, as leis dos movimentos e as três primeiras noções do livro I, pesando-se então a este livro sobre o sistema do mundo, bem como se quiser as restantes preposições aqui citadas mais a frete dos livros dos livros anteriores.

  28. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Isaac Newton e o Apocalipse

    Na previsão de Newton, de que maneira se daria isto? A Terra teria seu fim em virtude de fenômenos naturais ou provocados pelo homem?
    Através de pesquisas e cálculos que o cientista fez a partir da Bíblia.

    Quase nada encontrei sobre o tema. Na verdade, gostaria que você e outros usuários postassem informações para que se pudesse discutir a questão. Ficaria grato. Isaac Newton, que nasceu no século 18 e entrou para a História depois de formular a Lei da Gravidade, previu que o mundo acabará em 2060. A revelação será feita no próximo sábado em um especial sobre Newton que vai ao ar pela rede de televisão britânica BBC. Segundo os pesquisadores, os dados estão em um documento que foi encontrado na Biblioteca Judaica Nacional, em Jerusalém, Israel.
    A previsão sombria de Newton foi achada por um pesquisador canadense, Stephen Snobelen, que participou do documentário. A previsão teria sido feita de acordo com cálculo

  29. Newton Monteiro Guimarães disse:

    dados coletados na Bíblia. Com a polêmica levantada pelo manuscrito, o diretor do departamento de manuscritos e arquivos da biblioteca israelense, Raphael Wiesel, já se antecipou e disse não ter visto o documento localizado por Snobelen. “O pesquisador trabalhou aqui durante muito tempo, mas não vi o documento”, afirmou. Confirmou, entretanto, que a biblioteca possui milhares de volumes sobre Newton e que nem todos foram analisados. “Podem existir muitas descobertas a serem feitas. Mas o material é muito grande e não temos pesquisadores suficientes para isso”. O jornal israelense “Maariv” disse que os documentos de Newton, agora em Jerusalém, foram comprados em um leilão em Londres, em 1930.

  30. Newton Monteiro Guimarães disse:

    você acha do Pandemônio na mídia com a questão do Aquecimento Global?

    Em termos políticos, eles (EUA) parecem querer que nós e o resto dos “países em desenvolvimento” (novo eufemismo para o termo defasado terceiro mundo) façamos algo. Mas eles próprios não estão dispostos a fazer. O Al Gore que é político, passeia pelo mundo agora promovendo o seu documentário pretensioso, e patrocina espetáculo “Live Earth”, em cartaz no Brasil. No entanto saiu uma reportagem dizendo que a casa de Al Gore consome dezenas de vezes mais energia que a de um cidadão comum. O governo Bush se recusou a assinar o protocolo de Kyoto e surgiu essa história de créditos carbono. Na substituição da gasolina, que é um combustível tacanho e barbário, pelo biodiesel, O Brasil continua a oferecer suas terras para “plantation” de cana-de-açúcar, de forma tipicamente colonial. O Al Gore seria oposição verdadeira ao Bush? Quando foi fraudado, foi o primeiro a admitir a derrota. Exército de cientistas-para-a-mídia nos bombardeiam com dados alarmantes, sem que o assunto seja aprofundado, tornando nossa estada no planeta desconfortável. A questão não é questionar o problema ambiental, que existe há tempos, mas o uso político que estão fazendo dessa nova febre apocalíptica para movimentar a boa vontade da pessoa e passar a justificar várias questões que nos interessam como o desenvolvimento do país, a indústria, a soberania da Amazônia etc. Pessoal, vamos aproveitar a vida e sermos felizes, pois se ficarmos pensando nesses fatos tristes perderemos nosso tempo, e aí, será tarde A questão do aquecimento é exatamente a mesma coisa que acontece no terrorismo. Não que o problema não exista, ou que não tenha gravidade, mas as vítimas são quase sempre os próprios vilões. A direção demais. Que se dá à resolução do problema deixa bem claro que quem vai se ferrar, no final das contas, são os terceiro-mundistas.
    Liberdade ainda que tardia!

  31. Newton Monteiro Guimarães disse:

    obirgado por lembrar que ja disse antes o que esta novamente redigindo, face saber que a minha intenção não é demostrar glorias e saber, mas sim contribuir com os seres humanos que posam mim entender, e façao saber que sei muito pouco, e os erro cometidos é em virtude de deficiencia no pulso esquerdo – sou deficiciente parcialmente, e ivalido em virtude de um acidente automobilistico em 27/11/2002 as 00.45 minutos estava a trabalho, mas isso não importa já superei minhas perdas, e as mas lembraças não vão mim ajudar em nada, não tendo o que fazer neste resto de minha existencias propus a estudar ajudando ou atrapallando os outros, mas é hoje estudar para preencher o tempo vazio a minha familia que tenho, portantando peço a que possa entender que assim seja ” é errendo mais que aprendemos mais”

  32. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Vamos as hipóteses. de Newton.

    I – Não se adimitem mais causas de coisas naturais, que não seja verdadeiras e. no mesmo tempo, bastem para esplicar os fenomenos de tudo .A natureza com efeito, é muito simples e não serve ao luxo de causas supérfluas das coisas.

  33. Newton Monteiro Guimarães disse:

    II – Os efeitos naturais da msma espécies tem as mesmas causas.A SSIM , As causas da respiração do homem e nos animal,da decida das pedras na europa e na america, aluz do fogo de consinha , da reflexção da Luz na Terra e nos planetas.

  34. Newton Monteiro Guimarães disse:

    III – Todo corpo pode transformar -se num corpo de qualquer outra espécie e adquirir sucessivamente todos o graus de intrmedios dasqualidades

    IV – O centro do sistema do mundo está em reposo.

  35. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Se Não Houver Amanhã
    Sabe, eu que costumava deixar muitas coisas para amanhã, resolvi lhe dizer, hoje, o quanto você é importante para mim, porque quando acordei pela manhã, uma pergunta ressoava na acústica de minha alma: “e se não houver amanhã?”

    Então hoje eu quero me deter um pouco mais ao seu lado, ouvir suas idéias com mais atenção, observar seus gestos mais singelos, decorar o tom da sua voz, seu jeito de andar, de correr, de abraçar.

    Porque… se não houver amanhã… eu quero saber qual é sua comida preferida, a música que você mais gosta, a sua cor predileta…

    Hoje eu vou observar seu olhar, descobrir seus desejos, seus anseios, seus sonhos mais secretos e tentar realizá-los.

    Porque, se não houver amanhã… Eu quero ter gravado em minha retina o seu sorriso, seu jeito de ser, suas manias…

    Hoje eu quero fazer uma prece ao seu lado, descobrir com você essa magia que lhe traz tanta serenidade, quero subir aos céus com você, pelos fios invisíveis da oração.

    Hoje eu vou me sentar com você na relva macia, ouvir a melodia dos pássaros e sentir a brisa acariciando meu rosto, colado ao seu, em silêncio… E sem pressa.

  36. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Eu sei que muitas pessoas sofrem quando um ser amado embarca no trem da vida e parte sem que tenham chance de dizer o que sentem, e sei também que isso é motivo de muito remorso e sofrimento.

    Por isso eu não quero deixar nada para amanhã, pois se o amanhã chegar e não nos encontrar juntos, você saberá tudo o que sinto por você e saberei também o que você sente por mim.

    Nada ficará pendente…

    Quero registrar na minha alma cada gesto seu.

    Quero gravar em meu ser, para sempre, o seu sorriso, pois se a vida nos levar por caminhos diferentes eu terei você comigo, mesmo estando temporariamente separados.

    Sabe, eu não sei se o amanhã chegará para nós, mas sei que hoje, hoje eu posso dizer a você o quanto você é importante para mim.

    Seja você meu filho, minha filha, meu esposo ou esposa, um amigo talvez, você vai saber hoje, o quanto é importante para mim… Porque, se não houver amanhã…

    …………………………….

    Amanhã o sol será o mesmo mensageiro da luz, mas as circunstâncias, pessoas e coisas, poderão estar diferentes.

    Hoje significa o seu momento de agir, semear, investir suas possibilidades afetivas em favor daqueles que convivem com você.

    Hoje é o melhor período de tempo na direção do tempo sem fim…

  37. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Em pleno século 21, a humanidade continua tentando conciliar fé e razão. Mas será que algum dia a ciência terá condições de provar que foi mesmo Deus (ou alguma outra entidade superior) quem criou o Universo e determinou os rumos da evolução?

  38. Newton Monteiro Guimarães disse:

    O zoólogo Richard Dawkins e o paleontólogo Simon Conway Morris têm muito em comum: lecionam nas mais prestigiadas universidades da Grã-Bretanha (Dawkins em Oxford e Morris em Cambridge) e compartilham opiniões e crenças científicas quando o tema é a origem da vida. Para ambos, a riqueza da biosfera na Terra é explicada mais do que satisfatoriamente pela teoria da seleção natural, de Charles Darwin. Os dois também concordam que, caso a história do nosso planeta pudesse ser reproduzida em outro lugar, a evolução provavelmente seguiria um rumo bem parecido ao observado por aqui, inclusive com o aparecimento de animais de sangue quente, como nós. Num encontro realizado na Universidade de Cambridge em outubro, porém, eles protagonizaram um novo round de um debate que divide a humanidade desde que o mundo é mundo: Deus existe? Morris, cristão convicto, afirmou na palestra promovida pela Fundação John Templeton (cuja missão é “explorar as fronteiras entre teologia e ciência”) que a “misteriosa habilidade” da natureza para convergir em criaturas morais e adoráveis como os seres humanos é uma prova de que o processo evolutivo é obra de Deus. Já o agnóstico Dawkins disse que o poder criativo da evolução reforçou sua convicção de que vivemos num mundo puramente material. O debate entre Dawkins e Morris, como já foi dito, não é novo, longe disso. De um lado, é óbvio que sempre haverá bilhões de pessoas que acreditam em Deus. Ao mesmo tempo, dificilmente vamos viver para comprovar Sua existência (ou inexistência). Entender alguns laços que unem ciência e religião e mostrar como essa relação vem mudando ao longo dos tempos é o tema desta reportagem.

  39. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Durante muitos séculos, Deus (e só Ele) foi apresentado como o principal responsável pelo sucesso da aventura humana sobre o planeta – nas artes, nos livros, nas escolas e nas igrejas. Até que a ciência começou a mostrar que isso não era necessariamente verdade. Na década de 1860, a teoria da seleção natural e da evolução das espécies, de Charles Darwin, lançou as primeiras dúvidas consistentes acerca da influência divina sobre a ordem da vida na Terra. Com o passar dos anos, mais e mais pesquisadores passaram a defender que o destino da humanidade era abandonar gradativamente a fé e a religião em nome da crença em explicações “objetivas” para os fenômenos naturais. “No fim do século 19, os cientistas acreditavam estar muito próximos de uma descricão completa e definitiva do Universo”, escreveu o físico britânico Stephen Hawking.

  40. Newton Monteiro Guimarães disse:

    No século 20, Nietzsche, Marx, Freud, Sartre e outros chegaram a apostar na “morte” de Deus e no início de uma “era da razão”. Não é preciso ser um especialista para saber que esse triunfo não se concretizou. Ao contrário. O que se observa hoje é uma revalorização da fé, inclusive entre os cientistas, como Simon Morris. “Ao longo da história, a relação do homem com o sagrado tem se mostrado um traço extremamente persistente”, diz Oswaldo Giacoia Júnior, professor de história da filosofia moderna e contemporânea da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp. “Nos regimes socialistas em que a religião era proibida as pessoas substituíam a fé por uma ideologia.”

  41. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Cabe, então, à ciência provar a existência de Deus? O paleontólogo americano Stephen Jay Gould acredita que nenhuma teoria (nem mesmo a da evolução) pode ser vista como uma ameaça às crenças religiosas, “porque essas duas grandes ferramentas da compreensão humana trabalham de forma complementar, e não oposta: a ciência para explicar os fenômenos naturais e a religião como pilar dos valores éticos e da busca por um sentido espiritual para a vida”. É por pensar assim que ele sempre se colocou do lado dos pesquisadores que são contra misturar ciência com religião (leia mais no quadro da página ao lado).

  42. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Quem é Deus?
    O cabelo e a barba grisalhos denunciam a idade, mas o corpo é forte e musculoso. Os traços da face transmitem a autoridade de quem não hesitará em agir sobre o mundo caso seja necessário. Para bilhões de ocidentais, a pintura de Michelangelo no teto da capela Sistina, no Vaticano, é a síntese perfeita de Iavé, o Deus bíblico, aquele que “criou tudo em 6 dias”. Como diz o escritor americano e ex-jesuíta Jack Miles, autor de Deus, uma Biografia, mesmo quem não acredita continua moldando seu caráter por influência dessa imagem. Miles faz uma análise surpreendente da Bíblia, ao tratar de Deus como um personagem literário. O resultado é que, como protagonista do livro mais influente da história, Iavé revela uma personalidade que oscila bastante em relação à sua criação – como no momento em que ordena o dilúvio, para tentar “consertar” tudo.

  43. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Mas esse Deus é apenas uma entre inúmeras concepções de divindades. Não há sequer consenso em torno do número de deuses. Para mais de 750 milhões de hindus, existem centenas deles, como Brahma, Shiva e Krishna, para ficar nos mais conhecidos. Em rituais xamânicos de origem indígena, os deuses incorporam até em plantas e animais. E para mais de 350 milhões de seguidores do budismo, não há sequer uma divindade a cultuar – apenas Buda, um homem que atingiu a iluminação e virou guia espiritual. Como, então, a ciência pode encontrar Deus?

  44. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Apesar disso, os estudiosos sabem que há algo em comum entre essas crenças. Sem exceção, elas acreditam que há uma ordem, uma espécie de propósito (ou, se você preferir, sentido) no Universo. Nenhuma religião trabalha com o pressuposto de que o acaso e a indiferença regem as nossas vidas. Curiosamente, foi a busca por essa ordem que acabou impulsionando o avanço da própria ciência.

  45. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Da geometria ao acaso
    No século 18, a maioria dos filósofos e cientistas acreditava piamente que a humanidade estava prestes a decifrar (integral e definitivamente) a ordem do Cosmos. Na época, havia motivos de sobra para tamanho otimismo: fazia mais de 100 anos que Isaac Newton publicara Princípios Matemáticos da Filosofia Natural, considerada até hoje a obra mais importante da história da física. Nela, Newton não apenas descreveu como os corpos se deslocam no espaço e no tempo, mas desenvolveu a complexa matemática necessária para analisar esses movimentos. Segundo essa teoria, as leis do Universo eram estáveis e previsíveis, como se tivessem sido projetadas por um craque da geometria. Em 1794, o escritor, poeta e artista plástico inglês William Blake resumiu essa idéia ao desenhar Deus (um velho barbudo, como o de Michelangelo) criando o mundo com um compasso na mão. “A metáfora do Deus geômetra deriva da velha idéia platônica de um Universo dualista, em que há a necessidade de existir uma ordem, mas continua influenciando a ciência até hoje”, diz o brasileiro Marcelo Gleiser, autor de O Fim da Terra e do Céu e professor de física e astronomia da Faculdade de Dartmouth, nos EUA.

  46. Newton Monteiro Guimarães disse:

    A imagem de Deus, nesse sentido, era perfeitamente compatível com a visão científica do mundo da época. Os problemas só surgiam quando alguém tentava juntar as mais recentes descobertas da ciência com a história bíblica da Criação. Afinal, o estudo das camadas geológicas que formaram a Terra já provava que nosso planeta tinha milhões de anos – e não 5 mil, de acordo com os cálculos de Santo Agostinho. Mas bastava esquecer “detalhes” como esse para que todos fossem dormir felizes, conscientes de que o Universo tinha sido mesmo obra do Criador. Até que…
    Se havia uma ordem no Universo, nada mais natural que ela comandasse todas as forças da natureza. E o homem, é claro, era visto como o exemplo máximo da perfeição da vida sobre a Terra. Mas Charles Darwin apresentou sua teoria sobre a seleção natural das espécies e colocou em xeque a idéia de que Deus era o responsável por tudo isso que está aí. Vale lembrar que Darwin nunca disse que o homem descendia dos macacos – apenas que homens e macacos eram parentes evolutivos com um ancestral comum (os paleantropólogos estimam, hoje, que esse “tataravô” viveu em algum momento entre 4 milhões e 6 milhões de anos atrás). Ainda assim, muita gente não aceitou a idéia de que as espécies vivas, incluindo a nossa, possam ter se desenvolvido graças apenas à seleção natural, tendo evoluído quase por acaso em meio a tantas outras espécies. O fato é que o estudo da história da vida em nosso planeta comprovou que, durante milhões de anos, outras espécies reinaram por aqui sem que houvesse nenhuma necessidade da existência dos homens. Como bem resume o cientista americano Carl Sagan no seriado de televisão Cosmos, recentemente relançado em DVD pela super, se a história do Universo fosse condensada em apenas um ano, o aparecimento da espécie humana teria ocorrido nos últimos instantes do dia 31 de dezembro.
    E o avanço da física deixou claro que, se o Universo fosse um relógio, nem sequer o tempo marcado por ele seria preciso. Em 1905, Albert Einstein publicou seu estudo da Teoria da Relatividade que, resumidamente, pôs fim à idéia de tempo absoluto. A estabilidade perfeita das leis de Newton começou a se despedaçar para sempre. Logo em seguida, o estudo da mecânica quântica revelou que não é possível sequer prever a posição exata de partículas subatômicas, obrigando os cientistas a se contentar em trabalhar com probabilidades. Apesar de ter ajudado a destruir a velha noção de ordem no espaço e no tempo, Einstein acreditava cegamente que a natureza funcionava (ou deveria funcionar) segundo regras bem definidas – e não de maneira aleatória, como num grande jogo de azar. Numa carta para o físico Max Born, Einstein escreveu: “Você crê em um Deus que joga dados e eu, na lei e na ordem absolutas.” Se para um cientista como Albert Einstein não era fácil lidar com o acaso e o caos, imagine para os que acreditam na religião.
    Do ponto de vista da física pura, porém, é importante ressaltar que todo esse papo de criação do Universo tem pouca (ou nenhuma) importância. Não fosse pela descoberta da teoria do big-bang (segundo a qual ele surgiu após uma grande explosão), nem sequer haveria a necessidade de provar que houve uma “hora zero”, afinal o tempo e o espaço são mesmo relativos, não é mesmo? Curiosamente, o big-bang passou a ser considerado por muitos fiéis a “evidência científica” de que a Bíblia está certa ao descrever o “início de tudo”. Talvez para tentar explicar a incompatibilidade existente entre a física das partículas subatômicas e a Teoria da Relatividade, muitos pesquisadores têm discutido atualmente a chamada Teoria das Supercordas, que propõe uma explicação unificada capaz de preencher essas lacunas. “De qualquer maneira, essa tese é mais um desejo de encontrar uma ordem do que algo validado cientificamente”, diz o físico Marcelo Gleiser.

  47. Newton Monteiro Guimarães disse:

    E se a ciência conseguisse achar essa tal ordem no Universo, será que isso seria a prova da existência de Deus? Ou será que a busca pelo divino não passa de uma necessidade inventada pelo homem para colocar um sentido em tudo (afinal, até onde se sabe, somos os únicos animais que tentam entender por que existe a morte)? Nas últimas décadas, o que se tem visto é um acirramento das diferenças entre aqueles que acreditam que a complexidade da vida só pode ser explicada por uma inteligência superior e aqueles que defendem que a inclinação para acreditar em Deus é apenas um traço biológico da nossa espécie, ou seja, somos programados para ter fé. É o que veremos nas próximas páginas.
    Deus vai à escola
    Dover, no estado americano da Pensilvânia, é uma daquelas cidades tão pequenas que mal dá para avistar seu núcleo urbano da altura média de vôo de um jato comercial. A pacata vida de seus 1814 habitantes, a maioria descendente de alemães, quase nunca foi notícia nos grandes jornais dos EUA. Tudo mudou no dia 18 de outubro deste ano, quando teve início o julgamento sobre a grade curricular de uma escola pública local que decidiu dedicar parte das aulas de biologia ao estudo de uma teoria conhecida em inglês como intelligent design (algo como projeto ou desenho inteligente, numa tradução livre para o português). Seu principal cartão de visita é o fato de se contrapor à tese de Darwin sobre a seleção natural e a evolução das espécies. Como a Constituição americana garante a total separação entre a Igreja e o Estado, alguns pais acharam que a direção do colégio estava muito perto de misturar ciência e religião, apelaram para a intervenção da Justiça e o debate pegou fogo no país.
    Nas salas de aula em questão, as crianças e jovens aprendem que várias tarefas altamente especializadas e complexas do organismo humano – como a visão, o transporte celular e a coagulação, entre outras – só podem ser explicadas pela ação de uma força maior ou, em outras palavras, pela intervenção de um ser superior, capaz de bolar o tal desenho inteligente do nosso corpo e da nossa mente. Para a maioria dos biólogos do planeta, contudo, essa tal inteligência não passa de um novo nome para um velho conceito: o criacionismo bíblico, segundo o qual estamos na Terra apenas porque saímos da prancheta (ou da imaginação) divina para nos reproduzir “à Sua imagem e semelhança”.
    Se, como já foi dito no início do texto, há muitos cientistas que não vêem motivos para buscar as impressões digitais de Deus na história do Universo, outros tantos acreditam que as teses de Darwin têm falhas e, como tal, precisam ser ensinadas nas escolas “em toda sua amplitude”, ou seja, alertando os alunos para o fato de que há controvérsias a respeito das descobertas que o jovem naturalista inglês fez a bordo do navio Beagle. Os defensores do desenho inteligente juram que não têm nenhuma ligação com os criacionistas do século 19, que difundiam uma interpretação literal do Gênese para conter a rápida e eficaz disseminação das teorias darwinistas – apesar das críticas da maior parte dos colegas da comunidade científica.
    “Uma coisa é você tentar justificar uma fé usando argumentos científicos, outra é descobrir uma teoria científica que pode ser compatível com a fé”, disse à Super o bioquímico Michael J. Behe, pouco depois de depor no julgamento em defesa da “nova tese”. Professor da Universidade de Lehigh, na Pensilvânia, e autor do livro A Caixa-Preta de Darwin, ele diz que, se toda formulação científica compatível com uma crença religiosa tivesse de ser descartada automaticamente pelos pesquisadores, os astrônomos jamais poderiam aceitar os estudos sobre o big-bang. “Estou apenas defendendo o direito dos estudantes de terem acesso a outras idéias sobre a criação do Universo”, afirmou Behe.

  48. Newton Monteiro Guimarães disse:

    A discussão em torno do ensino de ciências – inclusive com a interferência do Poder Judiciário – não é nenhuma novidade nos EUA. No início dos anos 20, muitos estados americanos simplesmente proibiram os alunos de ter aulas sobre as teorias evolutivas de Darwin. Em 1925, teve início um julgamento que, num primeiro momento, levou à condenação de um professor do ensino médio do Tennessee simplesmente porque ele acreditava que somos parentes dos macacos (e dizia isso em classe). Após sucessivos recursos de ambos os lados, o processo só terminou em 1968, quando a Suprema Corte decidiu que qualquer iniciativa no sentido de definir o currículo escolar com base em crenças religiosas era inconstitucional.
    É por isso que tantos vêem o desenho inteligente como uma espécie de cortina de fumaça para colocar Deus de volta nas salas de aula? Será que, do ponto de vista científico, o desenho inteligente tem consistência? “Por enquanto, não”, afirma Vera Volferini, professora de genética e evolução da Unicamp. Segundo a bióloga, não existem ainda argumentos científicos que sejam tranqüilamente aceitos pela maioria dos pesquisadores. “Teorias como essa presumem que o ser humano é o resultado de um projeto perfeito, o que não é verdade. É consenso entre os especialistas que o design humano, apesar de eficiente, está longe de ser inatacável biologicamente. A próstata do homem, para ficar em apenas um exemplo, não segue um desenho anatômico ideal”, diz ela. E é justamente essa falha na concepção que provoca muitos problemas que afetam boa parte dos machos da espécie. Além disso, por que não poderíamos ter mais de 5 dedos em cada mão? Vera explica que, ao menos do ponto de vista biológico, temos esse número de dedos não porque seria um problema ter um ou dois a mais, mas porque fazemos parte de uma espécie cujo ancestral, há milhões de anos, tinha (por acaso) 5 dedos.
    No Brasil, a teoria criacionista já desembarcou também – nos colégios públicos do Rio de Janeiro e, por enquanto apenas nas aulas de religião (em 2002, um lei proposta pelo governador Anthony Garotinho incluiu a disciplina “religião confessional” no currículo escolar). E a atual governadora do estado, a presbiteriana Rosinha Matheus (mulher de Garotinho), afirmou recentemente ao jornal O Globo que não acredita nas teses darwinianas. Apesar de o assunto não ser tratado nas aulas de biologia por aqui, o tema vem preocupando entidades como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que já se manifestou contra a disseminação do criacionismo nas escolas fluminenses. “O problema não é ter ou não uma crença pessoal”, diz Marcelo Menossi, professor de genética molecular da Unicamp. “O problema é tentar justificar e espalhar essa crença usando falsos argumentos científicos.”
    Genética da religião
    Nos anos 60, a britânica Jane Goodall afirmou que algumas espécies podem ter a religiosidade gravada nos próprios genes. A pesquisadora ficou famosa ao estudar o comportamento de chimpanzés na Tanzânia. Numa de suas numerosas observações, descobriu que os macacos agiam de maneira nada usual diante de uma cachoeira, demonstrando o que ela batizou de senso místico e de reverência. “Alguns permaneciam sentados numa rocha em frente à queda d’água, como se estivessem encantados. Outros ficavam sob a queda d’água por mais de 50 minutos, quando normalmente nem gostavam de se molhar.” Goodall concluiu que esse comportamento é um traço de religiosidade primitiva. E nós? Será que também nós humanos fomos “programados” para acreditar em Deus?
    Para o biólogo Edward O. Wilson, um dos pioneiros da sociobiologia (ciência que se dedica a compreender o comportamento humano por meio da biologia), a predisposição para a religião é mesmo resultado da evolução genética do cérebro. Segundo ele, nossa inclinação para acreditar num ser superior pode ser resultado da submissão animal. Ele conta que entre macacos rhesus o macho dominante caminha com a cauda e a cabeça erguidas, enquanto os dominados mantêm a cabeça e a cauda baixas, em sinal de respeito ao líder – em troca, eles têm proteção contra os inimigos e acesso a abrigo e alimento. Segundo Wilson, a tendência de se submeter a um ser superior é herança dessas ações. “O dilema humano é que evoluímos geneticamente para acreditar em Deus, não para acreditar na biologia.”
    Essa seria uma das razões pelas quais Deus é sempre invocado quando precisamos lidar com temas etéreos (e muitas vezes polêmicos, como a bondade, a solidariedade etc.). “Afinal, se Deus for apenas uma constante física, é óbvio que ele não terá nada a dizer sobre ética, certo e errado ou qualquer outra questão moral”, diz o britânico Richard Dawkins.
    O radiologista Andrew Newberg e o psiquiatra Eugene D’Aquili (que morreu há 5 anos) resolveram buscar diretamente no cérebro a origem da experiência religiosa. Utilizando aparelhos de tomografia, eles revelaram as áreas mais ativadas pela meditação em 8 budistas e em um grupo de freiras franciscanas. A pesquisa, cujos resultados foram publicados no livro Why God Won’t Go Away (“Por que Deus não Vai Embora”, sem tradução no Brasil), mostrou que durante as orações havia uma diminuição da atividade no lobo parietal superior, a área do cérebro responsável pela nossa orientação de tempo e espaço, pela sensação de separação entre o corpo e o indivíduo e pela delimitação entre o “eu” e os “outros”. Ou seja, ao meditar criamos um bloqueio que provoca a sensação de unicidade típica do êxtase religioso.
    Além disso, várias outras pesquisas comprovam que ter fé, independentemente de acreditar em um ou mais deuses, faz bem para o corpo e a mente, pois melhora as condições de saúde e aumenta a sensação de felicidade. A ciência ainda não conseguiu explicar se Deus criou o nosso cérebro com essa habilidade ou se foi a evolução que fez o cérebro criar esse portal para Deus. Mas nesta nova era de espiritualidade talvez isso não seja tão importante assim. O que conforta muita gente é acreditar que é possível melhorar o mundo pela fé.
    “A relação do homem com o sagrado tem se mostrado um traço persistente.”
    Oswaldo Giacoia Júnior, professor de história da filosofia moderna e contemporânea da Unicamp.
    “A metáfora do deus geômetra deriva da velha idéia platônica de um universo dualista, em que há a necessidade de existir uma ordem superior, mas continua influenciando a ciência até hoje.”
    Marcelo Gleiser, professor de física e astronomia da Faculdade de Dartmouth, nos EUA.
    “Uma coisa é você tentar justificar uma fé usando argumentos científicos, outra é você descobrir uma teoria científica que pode ser compatível com a fé.”
    Michael J. Behe, bioquímico e um dos principais defensores da tese do “desenho inteligente”.
    “Se Deus for só uma constante física, é óbvio que ele não terá nada a dizer sobre o que é certo ou errado em questões morais.”
    Richard Dawkins, zoólogo e professor da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
    Para muitos pesquisadores, o que distingue a ciência de outras visões de mundo é exatamente sua recusa em aceitar cegamente qualquer informação e sua determinação de submeter qualquer tese a testes constantes até que novos dados possam confirmá-la ou refutá-la. Essa visão baseia-se, entre outras coisas, na obra do filósofo vienense Karl Popper, que morreu em 1994. Segundo Popper, a ciência só pode tratar de temas que resistam ao que ele chamou de “critério de falseabilidade”. Resumidamente, o papel do verdadeiro cientista é buscar, com persistência, erros em sua teoria – em vez de tentar achar dados que provem sua correção. Quanto mais genérica e exposta a falhas (ou seja, quanto mais “falseável”), menos provável ela é. Por outro lado, quanto mais resistente (menos falseável), maiores as chances de acerto, pelo menos até o próximo teste. É por isso que um grande número de estudiosos argumenta que não é papel da ciência provar a existência de Deus. “Não faz sentido alguém afirmar que, ao descobrir um mistério do Universo, está ajudando a decifrar a mente divina”, diz o zoólogo britânco Richard Dawkins. Apesar disso, ele reconhece que é fascinante encantar-se diante dos mistérios da natureza – e das limitações científicas para explicá-los. Esse sentimento foi batizado pelo físico brasileiro Marcelo Gleiser de “misticismo racional”. Em outras palavras, é uma espécie de declaração de amor pelos fenômenos naturais, que se concretiza por meio da pesquisa científica. Segundo ele, há um paradoxo por trás da incansável busca por uma ordem e um sentido no Cosmos. “Como o homem é o único ser capaz de amar, tem uma imensa dificuldade em aceitar que o Universo pode ser totalmente indiferente a ele”, afirma.
    “Se Deus não existe, tudo é permitido.” A frase, que ficou célebre no livro Os Irmãos Karamazov, do russo Fiodor Dostoievski, resume uma das questões mais cruciais do mundo moderno: sem uma referência divina, passaríamos a viver numa espécie de vale-tudo moral? “Não necessariamente”, diz o filósofo Oswaldo Giacoia Júnior, da Unicamp. “A busca de um código de valores sempre foi uma preocupação central da filosofia, sem necessidade de uma legitimação divina.” No século 18, por exemplo, os ideais de igualdade e justiça social, aceitos hoje como uma preocupação ética, surgiram de formulações dos filósofos iluministas – que acreditavam ser possível defendê-los com base na razão, não na religião (na época, esse tema não era nada popular no Vaticano). Em meados do século 20, o francês Jean Paul Sartre, o pai do existencialismo – segundo o qual de nada adianta buscar um propósito da existência para além da vida humana –, disse que a nossa própria condição de seres que vivem em sociedade é suficiente para justificar a prática de valores solidários. E ainda hoje filósofos como o vienense Peter Singer (um dos mais ferrenhos defensores dos direitos dos animais) continuam defendendo uma série de condutas éticas baseadas na razão, não na fé. Mas será que a adoção pura e simples de uma ética sem Deus não pode nos levar a um racionalismo frio, capaz de ofuscar valores menos palpáveis, como a bondade? “A fé não se traduziu apenas em atos de paz e harmonia ao longo dos tempos”, lembra Giacoia. “Dos grandes conflitos religiosos do passado ao moderno terrorismo fundamentalista, já foram cometidas inúmeras atrocidades em nome da ética religiosa em todo o mundo.”
    Fonte: Superinteressante – Texto Rodrigo Cavalcante

  49. Newton Monteiro Guimarães disse:

    continuando a fisica ou seja também meta fisica.

    ESCÓLIO GERAL

    A hipoteses dos vertices se defronta com muita dificuldaqdesA fim de que tod planeta possa descrever por um raio traçadocom relação ao sol ; mas a fim de que ostempos periódicos das várias partes dos vertices devem observar o quadrado de suas distancias do sol; a fim de que os tempos periodicos dos planetas possam obter os 3/2 do poder de suas didtancia do sol os temps periodicos das partes das vórtices devem se sr como os 3/2 do poder da distancia. para que os os vórtices menor possammanter suas revoluções menores ao reder do planeta Saturno,Jupiter, e outros planetas que deslizam suavimente e impertubaveispelo Sol deve ser iguais ; mas, não a rotação do Sol e dos planetas em tonos de seus eixos, que devem compreender os movimento de suas vertices etá muito a quem de todas asproporções. Os movimentos docometas são extremamente regulares são governados pelas mesmas leis que os movimentos dos planetas e não tem alguma servir de explicaçoes para as hipóteses dos vortices; pois os cometas são conduzidos por movimentos bastantes ecentricos atraves de todas as parte dos ceus indiferentemente, com uma liberdade que é incopativel com a ossa vórtice.

  50. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Corpos lançado no ar não sofre nehuma resistencia alem do ar.Retirando-se oar como existe no vácuo a resistencia cessa;dai uma pena e um pedaço de ouro solido decem com a mesma velocidade igual. o mesmo sentido devem-se aplicar aos espaços celetiais acima da atmosfera daTerra; nesses espaços, onde não existem ar para resitir os movimentos dos corpos seja qual for todos os corpos movem com a mesma liberdade; os cometas e planetas, prosseguem suas constantes revoluçoes em órbitas conferme as lei dadase explicadas acima em espécies e posições. Apesar de tais corpos perderem , com efeito, continua em suas óbitas pela simples lei da gravidade toda via eles não podem de modo algumter em principio, derivadodessa lei a posição regular das proprias órbitas. Os seis planetas primários são revolucionados em torno do Solem circulos concêntricosao Sol com movimentos dirigidos em direção ás mesmas partes e no mesmo plano. dez luas são revolucionadas em tono da Terra, Jupiter, e Saturno em circulos concêntricos a elescom a mesma direção e movimentos concetricos a eles no mesmo plano das órbitas deses planetas; mas não se deve comceber que simples causa mecanica pode dar origem a tantos movimentos regulares, desde que os cometas por todas parte dos céus fogem suasorbitas em função de uma atração de otos corpos quando aproxima-se proximo a gravidade e passam facilmente pelas orbitas dos planetas com grande rapidez e em seus apogeus movem como minino de velocidade e são detidos o maximo de tempo; de acordo com o sistema das leis universais recuando-senaturalmente as distancias maximas entre si e sofre ,portanto , a pertubaçoes das atraçoes mútuas. O mgnifico sistema do Sol,planetas e cometas, poderiam proceceder do conselho e dominio de ser e poderoso.

  51. Newton Monteiro Guimarães disse:

    As estrelas fixas de outros sistema solar são centros de outros sistemas similares formado pelo mesmo concelho sabio,todos sujeitosao dominio de um ser poderoso que assim os criou; especialmente visto que a luz das estrelas fixas, é da mesma natureza da luz do Sol “com variedades de calorias conhecidas com estrelas amarelas como é o caso do Sol de nosso sistema Solarar com uma temperatura de oito mil a 15 mil graus cetigrafados entrem milhões de milhares de estrelas que variam suas cores de acordo com a temperatura ate cem mil graus cetigrafados, este cauculo é um caulo aproximado embora ja estudei sobre as temperatura das estrelas, mas no momento estou com a memoria esquecida mas é mais ou menos, ou é isso mesmo, ao contrario pesso ao leitor que consulte a vida das estrelas e confiram em virtude da duvida, apliquei o termo das temperaturas para não fugir do sentido da redação mas creio estar enganado , salvo lembrança de que nosso sol é uma estrela amarela pode ser dois mil graus centigrafados, oito ou quinze mil “duvida”podendo outras chegarem ate cem mil graus, disso não tenho duvidas e as cores varia de acordo com a temperatura.” continuando da mema natureza do nosso sol ja qualificado acima proseguigo: A luz passa de cada sistema para todos outros sistemas: para que os sistemas das estrelas fixasnão caim, devido a sua gravidade uns sobres os outros, este criador supremo colocou a imensas distancias entre si.

  52. Newton Monteiro Guimarães disse:

    QUANTO A QUESTAÃO SE EXISTE DEUS OU NÃO É UM CASO QUE CADA UM COSULTE SUA CONCIÊNCIA QUE TAMBÉM PARA OS QUE NÃO SABEM, FIQUE SABENDO ACREDITANDO OU NÃO NOSSA CONCIÊNCIA É COSMICA, CONHECIDA COMO GUADIAM DE NOSSO ESPIRITO A CAUSA VIDA , A FORÇA VITAL DE NOSSO SER, E A NOSSA ALMA É O CONHECIMENTO QUE TEMOS CADA UM NOS MESMOS SEGUNDOS SUAS EVOLUÇÔES – NO QUE DIZ RESPEITO AS QUESTOES SOCIAIS, DO SER HUMANO E DAS NAÇOES DESEVOVIDAS E DOS PAISIS PBRES E DE TODAS AS COISAS MELHORES OU PIORES,NADATEM LIGAÇOES COM O CRIADOR, É UMA CAUSA DE EVOLUÇÃO DA ALMA O ESPELHO QUE CADA UM TEM DENTRO DE SI MESMA : NOS SOMOS MICRO UNIVESOS. INSERIDO NO MACROCOSMOS ” LEBRE A FRASE DO MESTRE Jusus: Eu stou no pai e meu pai esta s em mim , quem vê a mim vê tabem meu pai, e se a quem possa guardar meus mandamentos , os mandamentos de meu pai de todo puro espirito e alma, tambem poderas fazer as coisa que eu fiz e fazez ainda muito mais do que eu fiz, amai os vosos inimigos assim como eu vos amei, não vim mudar as leis , mas cuprir como assim fui ordenado por meu pai isso refer ao criador do universo conhecido pelos homens como Deus. Como não foi reconhecidopelo homem, como um iluminado uma atros em forma humana, surgiu dai o que aida muitos não sabem aida quem é Deus se existe ou não existe.
    como não tenho o intesse de discutir se Deus existe ou não vou cometar uma concordancia ao meu modo de RECONHECER O CRIADOR DE TODAS AS COISAS:
    °- Todas as religiõesevoca a Gêneses, ou seja a criação do Universo e o surgimento do homem na Terra. na maior parte das criaturasesse Gêneses está associado ao pder criador do Verbo Divino, como estou referindo ao Verbo e a origem tradicional perpetuadospelas religiões e organições apresento em concorcrdancia o prólogo ao evagelho de São João. esse texto alegorico é muito belo e possui um sentido
    exoterico particularmente profundo. sugero,que todos devem apreder de cor ou deixe infundir por ele, pois o fato de evocá-lo com a convicçãode cada um o colocara em harmonia com as forças positivas do cósmos. alem disso ,ele deve ser objeto das manifestaçoes humanas em suas duvidas e especulações e meditaçoes. não importando qual seja sua religião que afirma a existencia de Deus. Observe:

    “NO PRIMCÍPIO ERA O VERBO,
    E O VERBO ESTAVA COM DEUS.
    E O VERBO ERA DEUS.
    ELE ESTAVA NO PRINCIPIO EM DEUS.
    TODAS AS COISAS FORAM FEITAS POR ELE,
    E SEM ELE NADA DO QUE FOI FEITO SE FEZ.

    Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens,
    E a luz resplandece nas trevas,
    E as trevasnão puderam repelir.”

  53. Newton Monteiro Guimarães disse:

    A PALVRA Para comprendermosa origem do universo, precismoslembrar todas
    PERDIDA. as tradiçõeshumanas e rliogiosas, e organizaçoes secretas se referm ao Verbo Divino quer seja d punho cietifico de credibilidade ou não teve inicioda ciencia o pricipio da criação que se indentifica co a busca de da verdade, Alberto Ainisthen editou um livro intitulado ” A VERDA DE CADA UM” segundo ele afima que cada um tem seu Deus, ele firma que Deus esta em todo lugar e no coração de cada um o Deus de meu coração tando tem fundamento esse pronucimento ” que pronuciamos meu Deus, poderia ser , meu Eterno, meu Supremo,Meu Criador, voltado a prgunta já feita no inicio “quem é você? a resposta é: eu sou José , pedro , Newton, Isis, Maria etc. veja que o nome foi dado a você,mas não é você, é oseu nome,obs que dizemos também, meu amor, meu sentimento, minha vida, minha alma , meu espirito, minha dor etc, são seus sentimento mas, não é você DEUS DISE EU SOU O QUE SOU. É interenssante notar-se o seguinte: D “eu “S : Dizemos EU sou um ser humano, e o ser humano é o seu “EU” e eu não é o nome de ninguem. Verbo Divino , ou seja, a palavra que DEUS pronuciou no inicio dos tempos para criar o Universo. Os araneus achamava “Apalavra de Marduk” e os egipicios, “palavra de Ptah”. É evidente que essa palavra, designada pelo nome de “Memra” pelos hebreus e “Logos” pelos filosofos Gregos, não consistenuma palavra especifica. Do ponto de vista esoterico ela se refere ao desencadear das leis cosmicas apartir das quais a criação vis´sivel se originou. Em outras palavras, corresponde ao Éter,a energia primordial que Deus liberou para materializar Seu pensamento. É “FIAT LUX” original ,isto é Luz Divina de onde emana o manifesto da vida Universal. A esse respeito observaa-seque os termos “Verbo”, “Luz” e “Vida”estão etritamente ligado s na s narrativas de Gêneses, e um dos exemplos mais claro dessa ligação é o testo de São João que aparece na concordacia do Novo Testamento ademis ela conta de prticamente todas as Religiões. com sei que a palavra adaivina é clacificada como “perdida” nos escritos Sagrados.
    Voc~e talvez se prgunte por quê. De acordo com numerosos textos exotericos, o homem era um ser espiritual perfeito dotado da Sabedoria Suprema. Segundo os antigos abalistas, ele era o “Adam Kadimom” ou seja oarquiteto da alma humana e dispunha de um poder muito grandeNessa epóca “Adamica”ele conhecia o Verbo e tinha o direito de uza-lopara criar o que Deus lhe comandasse. segundo o Gêneses, ele cometeu o erro de utilizar esse dierito para satisfazer suas proprias ambições e rivalizar com o criador. Esse abuso deu origem a sua queda e provocou sua involução, ou em outras palavras, sua descidaprogressiva na matéria e sua encarnação no corpo fisíco. Por causa dessa queda Histórica ele afastou da luz Divina, mergulhou nas trevas da ingnorancia e perdeu o conhecimemeto do Verbo. foi assim que a Palavra ficou perdida para ele. O Obijetivodo ser humano é exatamente o de recontrar Palvra Perdida e voltar ao estado de perfeição de antes de sua desgraça.EMm outras palavrasele deve fazer o caminho inversodaquele que presipitou no mundo material, para recobrar a condição de sua natureza Divina e redescobrir o conhecimento de leis ue lhe conciência elevar-se a Deuspara novamente compartilhar de sua sabedoria. digoredescobrir porque ele traz em se a saudade daquela sabedoria e a lembrança imperecíveldaquele conhecimento.Cabe-lhe portanto, devolver asupremacia á sua alma e dessa forma elevr-se ao reino Divino de onde proveio.
    Esse é o sentido da evolução que de encarnação em encarnação,conduzirá o homem a redescoberta do Verbo de que ele já foi depositario e guardião.uma fase omissa peçodesculpa por não poder declarar… mas foi explicado que a palavra perdida tal como é perpetuada pela tradição escreve-se “MATHREM” e se pronucia “Mazrêm”sendo ambas modalidade derivada do idioma atlante essa palavra como explicado antes por si mesma não contitui o Verbo que está na origem da criação e que Deus teriapronuciado no inicio dos tempos. Deve sr concidrá-la primcipalmente como uma trasição tradicional do verbo original, o qual é incognoscívelnoplano humano. Como a trasição é uma combinação de sosn místicos cad um deles o som vocalico perpetuado e enviolavel, pertence aos …A EXPREÇÃO DE UM PRICIPIO COSMICO POR ISSO ÉLASE REVESTE DE TANTA IMPORTANCIA AO SER ILIMINADOS – “MUITOS SÃO CHAMADO S MAS, POUCOS SÃO OS ESCOLHIDO NESTA TERRA. JESUS: O MEU RINO NÃO É DESTE MUNDO HUMANO.

    todo meu respeito aos seres humano, as religiões, as organização, minha intenção não desmere-los mas espero ser merecido , vivemos em um mundo conturbado , que esta chengado a hora de desembahar mos juntos a espada flamigera, e acabar com sofrimento da humanidade ” QUE AO IVEZ DA DESUNIÃO A UNIÃO, QUE SEJAMOS UM SÓ, TODAS AS RELIGIÕES, QUE AMAR O SEU CRIADOR ” PRINCIO DA CIENCIA É SABEDORIA DAI OS CIENTISTA OS HOMENS TEMOS QUE CRER QUE DEUS EXISTE INDEPENDETE DE TUDO E MAR -LO SBRE TODAS AS COISAS – RESITIR O QUE ESTÁ CONTRA NOSSO CIADOR PRESENTE EM NOS.

  54. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Continuação:

  55. Newton Monteiro Guimarães disse:

    A palavra “MATHEM”,é transição tradicional de origem atlante o atlante é uma origem muito antiga cuja perpetuação ocorreu no sãnccrito e no avéstico, este fato é muito interansante, porque nos da indicaçoes preciosas sobre filiação linguistica que une civilização de pasado prestigioso e a respeito do qual pouco sabemos.

    Voltamos a falar da Atlântidia mais na frete. pois esse continete que desapareceu por vota de 9000 anos antes da era Cristã marcou a história da humanidade e é de grnde interesse. Quando chegar o momento tranistirei informações relevantes a esse respeito.
    A fimo desde já que a Atlântida foi o berso da da tradição Primordial e que muito devemos aos sábios que viveram naquela epoca tão longíqua.

  56. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Como referi ao “Sancrito” é interessante observar que essa lingua usadas pelas tribos araianas que se estabeleceram no vale do Indo por volta de três mil anos ante da era Cristã por volta de 3000 mil anos. estando esse vale situado no Norte da India. Nesta ligua foram escristos os textos védicos e brãmanes primitivos, que foram transmitidos atraves das grações.
    Mais tarde, numa forma pouco modificada, ela foi utilizada para redigir as grandes obras do Hinduismo clasíco. Ainda hoje desenpenha um importante papel nos ritus Hindus. De modo geral os orientais atribuiem um valor quase mágico á pronuncia de certos termos em Sâncrito, particularmente os que compõem os mantras que eles utilizam diariamente em suas praticas religiosa.

  57. Newton Monteiro Guimarães disse:

    O avéstico é uma lingua que foi escritao o Avesta livro sagrado do madeismo. Essa religião, foi fundada por Zoroatro uns 1000 anos antes da era cristã éusualmente chamada de “Zoroatismo” nas obras de refencias. Essa religião se estendeu por todo o Irã antes que esse país fosse conquistado pelos árabes e dominado pelo íslanismo. Etimologicamente , o termo “Avesta” é sinônimo de “Zend” e siguifica “sabedoria”. Assim a expressão “Send Avesta” é uma prefrase cujo unico propósito é reforçar o sentido sagrado das duas palavras que a compõem. Obiservando que os termos “Vedas ” e “Upanishads” que designam respectivmente os textos religiosos mais antigos do bramanismo e do hinduismo também têm sentido de “sabedoria ” Pesquisas relativamentesrecentes feitas confirmam essa ligação estreita entre o sãncrito e o avéstco sem entretanto estabelecer o idioma que os precedeu em tempos ainda mais remotos.

  58. Newton Monteiro Guimarães disse:

    SONS O estudo esotérico do Avesta mostra que Zoroastro e seus
    VOCÁLICOS. seguidores utilizavam palavras precisas para redigir os textos de sua religião. Muitas delas , alias, foram escolhlidas não só por sua significação,mas também devidos aos sons que produziamquando eram lidas em vos alta. Quanto a isso não podmos esquecer que esses texts, antes de serem escritos , foram perpetuado durante seculos. ste princípio são aplicados a outra religiões, pois a literatura que lhes é associada só apareceumuito mais tarde em sua história. Seja como for para compreendermos os sentido oculto dos veda, dos Upanishads, da Bííblia, do Tripikata ou do Alcorão, não basta intepetá-los em seu sentido Literal.

  59. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Também se faz necessário nos impregnarmos de seu conteudo sonoro, pois numerosas frases contêm palavras ou expressões cuja leitura excere uma influência muito sutil sobre nossos centros nervosos e psíquicos do nosso corpo. Nesse campo,o ideal seria dispor dos textos originais e dominar a lingua conrrespondente, já que a sicessivas traduçoes desfiguram em grande parte o seu valor exotérico.
    Obviamente, nem todos os termos, escritos ou orais, têm sentido místico ou contem sons com poder metafisico. Do contrário todas as sonoridades que a voz humana pode produzir , desde os balbucios o bebê até os gritos dos adultos teriam um só caráter divino e um poder transcedente. Na realidade a liguagem serve essencialmente para expresar o pensamento ou uma oração e contitui um meio de comunicação entre os hoemns. Em outras palavras permitem exteriorizarmos um estado interior e nos fazem enteder. Portanto não é necessariamente a manifestação sonora de uma lei ou de um princípio cósmico. Segundo os ensinamentos estudados não

  60. Newton Monteiro Guimarães disse:

    existem mais que doze sons dotados devalor verdadeiramente tardicionais. Oito deste dozes sons provem da palavra “MATHREM” e sera objetodos proximoscomentario mas a frente, os outros quatros som tem uma origem diferente mas com o mesmo interesse. os doze sons perpetuados são universais são encontrados nos textos sagrados das maiores religiões seu grafismo varia em certos casos corformr as linguas, mas sua enotação é praticamente indentica infelizmente, sua significação não são ensidos aos fieis porque seus valores foram esquecidos. para nãodizer “perdidos”De maneira geral só encontramos por acaso em salmos e cantoslitúrgicos que fazem parte de cerimonias religisas diversas. Masexistem os dpositarios do conhecimento que lhe foi transmitido atraves dos seculosa todos os menbros que atinge este grau de estudo esse recebe o previlegio de sr iniciado a uma partica que sempre foi objeto de grande interesse nas escolas demisterio: a enotação de sons vocalicos.

  61. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Aplicação.
    eXISTE UM ELO APARENTE ENTRE NOSSO ESTADO INTERIOR E O MODO COMO FALMOS. Esse elo deve -se aofato de que a liguagem é antes de tudo a expresão de nossos pensamentos e emoçoes. Observe que a intencidade de nossas palvras muitas vezes deixa tranparecer o que pensamos ou sentimos em um dado momento. Por exemplo, as paalvras que pronuncia uma pessoa encolerizada são muito mais forte do que os murmurios de um fiel que esta rezando ou seja orando. no primeiro caso elas traduzem um estado mental e emocional negativo. no segundo,
    refletem uma revelação de conciência e uma busca do silencio interior.
    Para quem admite a existencia de uma elevação entre a intensidade de sua voz e seu estado interiordo momento, compreenderá facilmente que é possivel agir sobre seus pensamentos e emoçoespor meios das palavras. como aplicação desse princípio sugiro que caso aconteça a quem seja for de ficar encolerizado,preste antenção nasua maneira de falar e faça um esforço par diminuir a intesidade de sua voz , ate voltar ao timbre habitual. Se assim fizer, você recobrará que o dominio do Verbo tem influência em seu comportamento.

  62. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Demaneira geral é importante aprendermos a nos epressar com calma eco douçura, pois as vibrações que provêm das palavras pronciadas torna-se tranquilizantes para nós propríos e também para os outros. Certos ndividuos, a despeito de seu estado interior , tem um timbre etrutural de voz bastnte poderoso. Outros falmalto por derformação Proficional. Entreos Essênios, o apredizado de uma liguagem ponderada era uam regra e lhes valeu a alcunha de “irmãos de fala suave” Eles também eram conhecedores da influencia dos sons misticos e o os utilisavam corretamente em seu trabalho de cura. NO DEVIDO MOMENTO VOLTAREMOS A ESTE PONTO QUANDO ESTUDAMOS AS ORIGENS E OS COSTUMES DA FATERNIDADE MISTICA.

  63. Newton Monteiro Guimarães disse:

    EXISTE APENAS DUAS MANEIRAS DE VER A VIDA, UMA É PENSAR QUE NÃO EXISTE MILAGRES, E A OUTRA É QUE TUDO É UM MILHAGRE.
    ALGO SÓ É IMPOSSÍVEL ATÉ QUE ALGUÉM DIVIDE E CABE PROVANDO AOCONTRARIO.
    O MISTÉRIO É TODA FONTE DA ESSÊNCIA VERDADEIRA.
    Albert hanishten

  64. Newton Monteiro Guimarães disse:

    como oassunto em interessei por ter lido na inicia da pagia primeirae seguintes dos comentarios, foi em virtude de que as dividas : se Deus existeou não?
    a principio saliento: o exitir da exist~encia Universal é uma prova que um ser poderoso os criou os universos e tudo que existem, o que importa não é saber que é este criador ou seja conhece-lo o que nos importa é o que somos; uma é no principio formos criado a imagem e semelhaça do eterno , supremo, divino, infinto, meu Deus, Deus de Abraão, Izaak, Jaco Mouses, Juda Jesus Cirsto, e meu Deus, e meu eu.
    ver Deus é a morte disse Albet Hainisthen no livo A verdade de cada um.
    Uma coisa estou na hipotese de certa forma analogica: façamos o homem a NOSSA imagem e semelhaça.e assim diz ter criado o homem, mas no pricipio da criação do homem sua criação sendo semelhante ao criador. ies: O CRIADOR É SER ESPIRITUAL E PODEROSO , MAS NÃOÉ MATERIAL, ASSIM SENDO A IMAGEM CRIDA DE DEUS NO INICIO O HOEM NÃO PODIA ASSIM SEMELHATE HOMRM IMAGEM DE FISICAMENTE COMO SOMOS, PORQUE ATE HOJE DEUS É luz e não possui corpo fisico.
    II- INFOMA O GENESES QUE EM VITUDE DE QUE O HOMEM ESTAR SÓ LHE FOI CRIADO UMA AUCILIADORA DE UMA COSTELA DO HOMEM, O QUE SABEMOS QUE COSTELA É PRTE MATERIAL DO CORPO FISICO, E NÃO SER ESPIRITUAL CRIADO A SEMELHANÇA DE DEUS PORQUE DEUS NÃO TEM COSTELA. A BIBLIA INFORMA QUE O HOMEM APOS SUA CRIAÇÃO FOI ENTREGUE PARA VIVER EM UM PARAISO – O JARDIM DO EDEM SOBRE O COMANDO DE SEU CRIADOR E QUE TINHA O PODER QUE LHE FOI DADO POR DEUS NO PRICIPIO DE SUA CRIAÇÃO HOMEM A IMAGEM DE E SEMELHÇA, NO QUAL LHES DEU O SOPRO DE VIDA E ASIM SURGIU O HOMEM TEOLOGICAMENTE. ANLIZANDO, COM RESPEITO AO CRIADOR QUE AINDANÃO PUDE VER, APOS A QUEDADO HOMEM PELO ERROCOMETIDO EM DESOBEDIENCIA A DEUS, ELE FOI ITIMADO POR SEU CRIDOR POR TER DESOBEDECIDO INGERINDO O FRUTO DA ARVORE DO , QUE DEU ORIGEM AO ERRO POR TENTAÇÃO DA REBELDIA DE LUCIFR CONTRA DEUS, E DAI O HOMEM DIZ QUE ALIMENTOU DO FRUTO DA ARVORE PROIBIDA POR INDUÇÃO DE SUA AUXILIADORAA MULHER, E DEUS OS CONDENOU DO ERRO DIZENDO TU ES PÓ E AO PÓ VOLTARAS, E SERA ERRANTE VIVEDO SOBRE A TERRA, E DEU TEMOR A MULHER DA SERPENTE TENTADORA “LUCIFER” E DISSE CRECEI E MUTIPLICAI A TERRA, RETIRANDO A ARVORE DA VIDA BEM DO JARDIM DO EDÉM- DIZ QUE O HOMEM SENTIU VERGONHA POR ESTAR NU, O QUE NOS INFORMA QUE O HOMEM É PARTE FISICA, E BEM AINDA ESPIRITUAL ESSENCIA DE DE DEUS,DUAL : OU MELHOR TRINO; ESPIRITO, ALMA , E FISICO, ASSIM ANALIZANDO: O HOMEM SÓ É OU FOI IMAGEM DE DEUS SÓ ESPIRITUAL EPOR QUE DEUS NÃO TEM FISICO HUMANO. DPOIS O HOMEM ADÃO E SUA ESPOSA EVA TEVE FILHOS : CAIM E ABEL: DIZ QUE OR IVEJA DE VIRTUDES DE ABEL JUSTO A DEUS, SEU IRMÃO Caim o matou ,E FOI INTIMADO POR deUS NO QUE PERGUNTOU A CAIM ONDE ESTA SEU SEU IRMÃO COMO SE NÃO SOUBECE QUE CAIM HAVIA MATADO, E O PRDUOU ,MAS DEU-LHE A PENA DE MORTE,COMO SALARIO PAGAMENTO DE SEUERRO, CONFORME ESTA ESCRITO NA BIBLIA;. DITO POR JESUS QUE A MORTE É O SALRIO DO PECADOAPOS 4.5 BILHOES DEANOS DA CRIAÇÃO DO HOMEM, É DE SE NOTAR QUE ALGO ESTA CONTROVERTIDO: VEJAMOS NESTE ANGULO: O HOMEM É SUPERIOR AOS ANIMAIS , E A FAUNA E A FLORA E TEM DOMIMIO SOBRE ESTES SERES QUE TANBÉM TEM VIDAS, E QUE NÃO PECARAM CONTRAM DEUS , MAS QUE TAMBÉM MORREM, SE ASSIM É ,NÃO FOI O ERRO DO HOEM QUE O CONDENOU, PORQUE OS OUTROS SERES VUVENTE NÃO EROU MAS , TABEM MORREM, COMO ESTOU AIDA ESTUDANDO SOBRE ESSE PONTO DE VISTA NÃO POSSO E TENHO AINDA O MEU MODO DE DAR UMA EXPLICAÇÃO. MAS ALGO NÃO ESTA CERTO COM O PRINCIPIO DA CRIAÇÃO , APOS A MORTE DE ABEL NASCE SETE O TERCEIRO FILHO DO PRIMEIRO CASAL UNIVESAL PARA SUBSTITUIR O LUGAR DE SEU IRMÃO ABEL -CUJO SETE FOU FARAÓ NO EGITO PAI DE RACES IRMÃO DE CRIAÇÃO DE MOUSES -QUE ERA HRBREU , E SEU IRMÃO ERA EGIPSIO MOUSES CONDENDO PELO IRMÃO, E SENDO FARAO DO EGITO IA CASA-SE COM A RAINHA DO EGITO,IMPDIDO POR SER CONDENADO POR DER CONCIDRADO O LIBERTADOR APOS DESCOBIRIR QUE NÃO ERA EGPICIO E SIM EBREU, RENUNCOU DO POSTO MAIS PODERESO DO EGITO E CONDENADO ATRAVESA O DESESRTO INDO CASAR COM SEFORA FILHA DE NATE DE SUBIR AO MONTE SINAI, E FALAR COM DEUS ONDE ESCREVEU OS DEZ MADAMENTES, VOLTOU AO EGITO LIBRTANDO POVOS ESCRAVOS DO SOFRIMENTO POR OREM DE EU SOU O QUE SOU , MAS NÃO DISSE SER EU SOU DEUS. FICAMOS AQUI. VOLTAMOS AFALR ODA FISICA E DA META FISICA, POSTRIORMEMTE FALAREMOS DA LI DA RELATIVIDADE DA HISTORIA UNIVESAL SEGUNDO ESTÁ PORVADA CIETIFICAMENTE.

  65. Newton Monteiro Guimarães disse:

    QUE OS ERRO DE OTOGRFIA NÃO SJÁM CONCDERADO ,SEI QUE EXISTE INCLUSIVECONCODANCIAS VERBAIS ,ISSO EM FUNÇÃO DAINTESIDADEDA REDAÇÃO NAO ESOTU PREOCUPADO COM ISSO , MAS SIM O QUE ESTAMOS ESTUDANDO .ESTÁ CLARA A COPRENÇAODE ENTEDIMENTO DA REDAÇÃO

  66. Newton Monteiro Guimarães disse:

    POR HOJE É SÓ ISSO!

  67. Newton Monteiro Guimarães disse:

       UMA EMEDA AO COMETERIO ACIMA.

              

             

  68. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Iniciando a redaçõ acima seguido: esse magnifico sistema do Sol planeta, cometas, procederm do dominio de um ser inteligente e podereso. Este ser inteligente o clocou essea sistema a longas distância entre si, evintando que um corpo caiam sobre si pala força da gravidade, dai a lei da relativida, que mais a frente falarmos neste tema em nome de daqueles que conhecem o mundo da fisica, posso dizer-te nada, sou meu conhecimeto ´um grao de area tirado de toda paias de todos os mares sou o que sou, gosto da verdade, o que para isso tanto procuro, embora para o nada prque tudo que vejo já foi visto, revisto e criado descorto e inventado antes de mim, estou apenas, na aurora da vida tentando descobrir quem sou mas, semque a curiosidade de de ir do saber para pronação não mim sinto satisfeito, pois assim não serei bem entre aqueles que reconher como sou sem a intenção de desmecer aqueles que menos ou mais,sabe tudo mais que eu , sou adepto amante de todos, na certeza: de que jamais temerei ao ser descoberto dinte dos seres inteligentes e dos bons costumes, bem ainda dos maus, “pois para mim não existem é uma consequência das difensas do conhecimeto humano e necesaria a todos nós, sabendo que; nessas duas forças atagonicas, a verdade está e que seja velada aos fracos não por ingnora-los, mas para que a a paz reine com todos, bem ainda aos fortes de intereses mateirias demasiado, salvo a nescecidade de as dempendencia para sobreviver, evitando assim serem usada a verdade sem o devido conhecimento de seus efeitos em desfavor em prejuizo aos mais fracos nos termos sociais dos seres humanos esparços sobre a face do planeta, velo pelo a igualdade, liberdade e farternidade, verdade – Justiça seguindo os conceitos das leis humanas constituida pelos homens, com observação das leis da conciência cósmicas, que jámais falham ao principio do bem comum e a favor de todos, indepente de que nada sou, mais do que sou biologicamente como todos, para a harmonia onde todos possam viver em paz, da guerra do saber e das demais. Onde está a verdade e a mentira? senão nas esperanças que de nos enganar nunca cansam pela felicidade que suposmos ao exitir, e que nunca alcançaremos por que nunca estaremos onde queremos e nunca queremos onde nos estamos , sendo assim, uma árvore millagros que sonanhamos.
    Como quem sempre vivem em brancas nuvens, e quem para sempre, nunca sofreu o frio palido da desgraça e empalcído palído adormeceu foi expectro de homem, – não foi foi total, passou pela vida mas não viveu, mas só, quem um dia ver o seu ideal mais puro derrubado e sofreu sem jamais ter blasfemado, e vivendo a vida ,purificando em sua propría dor, voltando de novo a vida pode dizer: amao a vida com imenso amor, e que todos saibam! que os mortos não são os que jás nas tumbas fria, mas, mortos somos nos que vivemos, mas que, nao viemos toda via. Peço de meu inteiro coração; quando subis-tes para o acento éterio que meus semelhantes não esqueças, nesta fraca vida vida minha, que de puro coração assim escrevo com meu inmenso e amor, por não fazer o culto da mote, minha verdadeira filosfia é saber que: “Todo mundo age não apenas movido por compulsão externa, mas também por necessidade íntima, com o meu ideal da político, é a democracia, para que todo homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado. pois : Não me agrada aconselhar porque, em todos os casos, se trata de uma responsabilidade desnecessária assim sendo as pessoas são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos um grupo muito desprezível. sei que tradição é a personalidade dos imbecis, e eu quero saber como Deus criou este mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os pensamentos Dele, o resto são detalhes e silêncio onde nem palavras duras e olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas têm espinhos! e, no entanto, colhem-se. Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que às vezes poderíamos ganhar pelo medo de tentar e sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos… temos mais do que mostramos e falamos menos do que sabemos. E os juvens, ainda que ninguém a combata acha em si mesma seu próprio inimigo. e que nada encoraja tanto ao pecador como o perdão, como os atos contra a natureza engendram distúrbios contra a mesma. os que segue jovem não obedecendo o velho mandato., tornado-se valiosas presas convertendo em corruptos aos homens honrados.” parte desde testo foi uma cobinação feita por mim com minhas interpretações,dos as frase é de [ William Shakespeare ]

  69. Newton Monteiro Guimarães disse:

    voltando as hipotese, esse ser que gorverna todas as coisas não como a lma do mundo,mas como senhor de tudo; e por causa de seu dominio costumaram a se chamar de Deus pantokrator ou Soberano universal poisdeus é uma palavra relativa e tem uma refencias a servidres. E eindade é o dominio de Deus não sobre o seu proprio corpo,como imaginam a aqueles que supõe ser Deus a alma do mundo, mas, sobre os serventes. Deus é supremo eterno, infinito, abisolutamente perfeito,mas um ser mesmo que perfeito sem dominio não pode dizer Senhor Deus, seu Deus, meu Deus, o Deus de Irael, o etrno dos deuses; mas não dizemos o meu infinito ou meu perfeito. Esses sãoos titulos que não referencia aosservidres. A palavra Deus significa senhor, mas nen todo senhor é Deus, é o domimio de um ser espiritual que contitui um Deus: u dominio verdadeiro, supremo ou imaginario. E de seu dominio verdadeiro que segue o Deus verdadeiro é um ser inteligente e poderoso; e é de suas outras perfeiçoes, que é o mais supremo ou o mais perfeito. ele é o infito onipotente e oniciente esua duração se estende de etrnidade a eternidade sua presença do infinito ao infinito ele governa todas as coisas que são ou podem ser feitas.

  70. Newton Monteiro Guimarães disse:

    ele não e etrminidade ou infinitude,mas eterno e infinito e ele não é duração ou espaço,mas dura e esta sempre presente eem todos os lugares ele contitui a duração e todo o espaço. Desdetoda particula doespaço é sempre e todo momento indivisivel de duraçãoestá em todos os lugares certamenrte o criador de todas as coisas não pode ser e estar em nenhum lugar. Toda alma que tem perçepição é embora em tempos difrente e em direntes orgãos do sentido e movomento ainda a mesma pessoa indivisivel. Existem partes sucesivas dadas na duraçao partes coecistenteno espaço mas, nenhuma outra pessoa de um homem ou d seu principio presente; e muito menos pdem ser encontradas nas subistancias pensantes de Deus.

  71. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Todo homem, até o pomto que seja uma coisa tem percepção. é um eo mesmo homem durante toda vida, em todos eem cada um dos sentido. Deus é o mesmo Deus, sempre em todos os lugares.Ele é unipresente não somente virtualamente; pois a vitude não pde subistituir sem substancia. Nele são todas as coiss contidas e movidas; todavia nenhuma afeta o outro; Deus não sofrenada do movimento dos corpos, os copos nãoencontra nenhuma resistência da onopotencia de Deus.É adimitido por todos que Deus Supremo existe nessesariamente, e pela mesma nescessidade ele exite semore e em todos os lugares.(…)

  72. Newton Monteiro Guimarães disse:

    “Opticks”

    AS QUESTÕES SOBRE A LUZ.

    observaçoes procedentes de proseguir a maiorias delas com maior cuidado e exatidão a novas observações a maneira d determinar pela qual os raios de luz são curvados em sua passagem pelos corpos para fazer as franjas de cores com linhas escuras entre elas não pode dar continuação por interrupção não ha como levar essas coisas em concideração ulterior ficou o designio do autor sem treminar deixando para concluir propondo algumas questoes para que outra pesquiza ultrior seja feita por outros.

    1° – Não agem os corpo sobrea luz a distancia, e por sua ação não inclianam seus raios?Enão é está ação (coeterisparibus) mais intença na distancia menor?

  73. Newton Monteiro Guimarães disse:

    2° – Os Rios que difrem em refragibilidade não direm tabem a flexibilidade? E não eles por suas inflexões diferentes,separadsentre si, de forma a faser, apos a separação as cores nas três franjas acim da descritas? E de que modosão eles infletido para faseras franjas?

    3° – Não são os raios da luz, ao passar pelas bordas ou lados do corpos, inclinados várias vezes para taz e para frente, com um movimento similar ao de uma energia? E as três franjas de luz coloridas acima mencionadas não são originadas de trê de tais curvaturas?

  74. Newton Monteiro Guimarães disse:

    4° – Os raios de Luz que incidem nos corpos e são refletidos, ou refratados , não omeçam a curvarem antes que cheguem aos corpos? E não saõ eles refletidos por um e mesmo princípio, agindo variadamente em várias circunstãncias?

  75. Newton Monteiro Guimarães disse:

    5° – Os corpos e a luz não agem mutuamente um sobre o outro, isto é o corp obre a luz emitido-a e a refletindo-a refratando-a e infletindo-a e a luz sobre o corpo aquencedod suas partes num movimento vibratorio, no qual consite o calor?

    6° – O s corpos pretos não percebem o calor da luz mais facilmente do que o fazem aqueles de outras cores, pela razão de que a luz incidindo neles não é refletida para fora, mas entra nos corpos e é frequentemente refletida e refratada dentro deles, ate que seja extinta e perdida?

    7° – Não é a intensidade e vigor da ação entre a luz e os corpos sulfúrios, obiservados acima , uma razão pela qual os corpos sulfúricos pegam fogo mais rapidamente e queima mais veementemente doque os outors corpos?

  76. Newton Monteiro Guimarães disse:

    8° – Os corpos fixos quando aquecidos acima de um certo grau, não tem Luz e brilam?
    uma misão que não são realizada pela vibração dos movimentos das partes?
    os corps abundantes em partes terrestres, especialmete em partes sulfureas, não emitem luz com tanta frequencia quanto essas pates são suficientes agitadas sendo essa agitação produzida por calor: fircção,percussão, ou por qualquer outro movimeto vital seja por uma outra causa? Comp por exemplo: a água do mar em uma tempestade desvastadora; o mrcúrio in vácuo; as costas de uma gato ou uma pesçoso de um cavalo, oblícomente golpeado ou esfergado em um lugar escuro; a madeira, carne , peixe, emnquanto se putefazem; o vapores elevando-se das águas putefradas habitualmente chamados de ingnes fatui (fogos ftuos); os montes de ferro trigo úmido tornado s-se quentes por fermentação; osvaga-lumes os olhos de algum animais por movimetos vitais; o fósforo de consinha agitado por atrito de qualquer corpo, ou pela spaeticulas acida do ar; o ãmbar e alguns diamates golpeados, presionados e friccionados; pedaços de aço batidos comperdeneiras; o ferro martelado muito rapidamente até torna-se quenteque inflame enxofre atirado sobre ele; os eixos fixos das charretes pegando fogo devido a rapida rotação das rodas; e alguns liqudos misturados entre si , cujas particulas se juntam com impeto com duas vezes seu peso de óleo de semente de anis. Assim também um globo um globo de vidro de aproximadamente 8 ou10 polegadas de diâmetro, ao seu colocado sobre uma chama, nde possa ser giradorapidamente em torno de seu eixo, brilhará onde ele roça contra a palma da mão de auma pessoa a ela aplicado, ao mesmo tempo um pedaço de papel branco tecido branco,ponta de um dedo da mão se matido numa distância de aproximadamente 1/4 de uma polegada ou 1/2 polegada daquela parte do vidro estando em maior movimento, o vapor elético exercitado pela fricção do vidro ou do dedo, de forma a ser sentido, E as mesmas coisas foram enconaradas friccionado-se um cilindro longo e largo de viidro âmbar com um papel preso na mão de alguém, e continuando a fricção até o vidro tornar-se quente.

    9° – (…) – ” O PESO E EQUILIBRÍO DOS FLUIDOS”
    DEFINIÇÔES DAS PSRTES REFENTES.

    Das ciências do do peso e do equilibrio dos corpos solídos no fluídos por meio de dois métodos de que se trata as ciências apropiadas.

    as ciências matematicas na medidacoveniete em que conserne o que se abstraia é possivel de conciderções de ordem fisica. neste sendido demostra as proposições individuais pernitentes do motivo partindo de pricipíos abisrtatos. suficientimente conhecidos para quem estuda, demonstra-se que será, rigorasa e geometrica.

    Uma vez que está matéria pode ser conciderada de várias formas apresentadas como filosófia natural e ainda a fim de que seus princípiospodem ser confimados abundatemente não se hexita muito as proposições via da esperiência, de maneira que esse método apontam e consiste em se tratando do tema das proporções corolárias.

    Os fundamentos a partir dos quais esta ciência pode ser demonstrada consiente ou nas definições dos temos, ou em exiomas e postulados que não negam.

    Duas especies de fundamentos.

    DEFINIÇÕES.

    Os termo quantidade, duração e espaço são por demais conhecidos para poderem ser definidos através de outros termos.

    I – O lugar é uma parte do espaço que se conhece a encher a coisa adequadamente.

    II – O corpo é a coisa que enche o um lugar.

    III – Repos é a permanecia no mesmo lugar.

    IV Movimento é a mudança de lugar.

  77. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Albert Einstein, fotografado em 1947 por Oren J. Turner

    14 de Março de 1879
    Ulm, Alemanha

    18 de Abril de 1955
    Princeton, EUA
    aneurisma

    Alemanha, Itália, Suíça, Estados Unidos

    Alemã (1879-96, 1914-33)
    Suíça (1901-55)
    Americana (1940-55)

    Judeu

    Física

    Escritório de patentes suíço (Berna)
    Universidade de Zurique
    Universidade Charles
    Academia de Ciências da Prússia
    Instituto Kaiser Wilhelm
    Universidade de Leiden
    Instituto de Estudos Avançados de Princeton

    ETH Zurich
    Universidade de Zurique (doutoramento)

    Alfred Kleiner

    Relatividade geral
    Relatividade restrita
    Movimento browniano
    Efeito fotoelétrico
    E=mc²
    Equações de campo de Einstein
    Estatística de Bose-Einstein
    Paradoxo EPR

    Prêmio Nobel de Física (1921)

  78. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Albert Einstein em seu último ano de vida.

    Minha responsabilidade na questão da bomba atômica se limita a uma única intervenção: escrevi uma carta ao Presidente Roosevelt. Eu sabia ser necessária e urgente a organização de experiências de grande envergadura para o estudo e a realização da bomba atômica. E o disse. Conhecia também o risco universal causado pela descoberta da bomba. Mas os sábios alemães se encarniçavam sobre o mesmo problema e tinham todas as chances de resolvê-lo. Assumi, portanto minhas responsabilidades. E, no entanto sou apaixonadamente um pacifista e minha maneira de ver não é diferente diante da mortandade em tempo de paz. Já que as nações não se resolvem a suprimir a guerra por uma ação conjunta, já que não superam os conflitos por uma arbitragem pacífica e não baseiam seu direito sobre a lei, elas se vêem inexoravelmente obrigadas a preparar a guerra. Participando da corrida geral dos armamentos e não querendo perder, concebem e executam os planos mais detestáveis. Precipitam-se para a guerra. Mas hoje, a guerra se chama o aniquilamento da humanidade. Protestar hoje contra os armamentos não quer dizer nada e não muda nada. Só a supressão definitiva do risco universal da guerra dá sentido e oportunidade à sobrevivência do mundo. Daqui em diante, eis nosso labor cotidiano e nossa inabalável decisão: lutar contra a raiz do mal e não contra os efeitos. O homem aceita lucidamente esta exigência. Que importa que seja acusado de anti-social ou de utópico? Gandhi encarna o maior gênio político de nossa civilização. Definiu o sentido concreto de uma política e soube encontrar em cada homem um inesgotável heroísmo quando descobre um objetivo e um valor para sua ação. A Índia, hoje livre, prova a justeza de seu testemunho. Ora, o poder material, em aparência invencível, do Império Britânico foi submergido por uma vontade inspirada por idéias simples e claras.

    — Albert Einstein

  79. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Einstein era religioso, no entanto não professava a fé judaica. Do ponto de vista religioso, era próximo do deísmo de Baruch Spinoza: acreditava que Deus se revelava através da harmonia das leis da natureza e rejeitava o Deus pessoal que intervém na História. Era também crente no total determinismo do universo e excluia a possibilidade do livre arbítrio dos seres humanos. Para Einstein “o Homem é livre de fazer o que quer, mas não é livre de querer o que quer”, o que significa que o Homem age sempre de forma compulsiva, sem uma verdadeira liberdade, todos os seus actos estão determinados pelas leis da natureza.

  80. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Um breve discurso de Albert Einstein:

    O espírito científico, fortemente armado com seu método, não existe sem a religiosidade cósmica. Ela se distingue da crença das multidões ingênuas que consideram Deus um Ser de quem esperam benignidade e do qual tem o castigo _ uma espécie de sentimento exaltado da mesma natureza que as relações do filho com o pai _ um ser com quem também estabelecem relações pessoais, por respeitosas que sejam. Mas o sábio, bem convencido, da lei de causalidade de qualquer acontecimento, decifra o futuro e o passado submetidos às mesmas regras de necessidade e determinismo. A moral não lhe suscita problemas com os deuses, mas simplesmente com os homens. Sua religiosidade consiste em espantar-se, em extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza, revelando uma inteligência tão superior que todos os pensamentos humanos e todo seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser seu nada irrisório. Este sentimento desenvolve a regra dominante de sua vida, de sua coragem, na medida em que supera a servidão dos desejos egoístas. Indubitavelmente, este sentimento se compara àquele que animou os espíritos criadores religiosos em todos os tempos.

  81. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Em 2008, veio ao público uma carta de propriedade de um colecionador particular, cuja autoria é de Einstein onde ele escreve em determinado trecho que Deus segundo crenças populares é fruto da fraqueza humana, sendo a Bíblia uma coleção de lendas honradas ainda que primitivas, infantis.
    Nesta suposta carta Einstein ainda cita a religião judaica, desprezando qualquer diferença entre o povo judeu em relação aos outros povos. Essa carta levanta questões sobre a posição de Einstein em relação ao fanatismo religioso e as superstições, ele apresenta uma posição bastante crítica em relação a forma extrema da religião.Pois para visão de Einstein Deus não tinha formas antropomórficas, mas ele tinha uma visão de Deus semelhante a Bento de Espinosa. – Valendo a ressaltar que esta validade da carta ainda está passando a exame de provas históricas e que ela apresenta uma deficiência de contextos.

  82. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007
    Vidas: Albert Einstein | A Teoria da Relatividade | A Relação Espaço-Tempo
    Vidas: Albert Einstein | A Teoria da Relatividade | A Relação Espaço-Tempo

    Albert Einstein

    O mais célebre dos cientistas do século XX, responsável por teorias que revolucionaram não apenas a física, mas o próprio pensamento humano, Einstein acreditava que só a evolução moral impediria uma catástrofe no planeta Terra.

    Albert Einstein nasceu na cidade alemã de Ulm, em 14 de março de 1879. Filho de um pequeno industrial judeu, iniciou os estudos em Munique e cedo se destacou no estudo da matemática, física e filosofia. Ainda na infância, incentivado pela mãe, começou a estudar violino, instrumento que o acompanharia ao longo da vida. Com o objetivo de tornar-se professor, concluiu o curso de graduação no Instituto Politécnico de Zurique, em 1900, época em que já dedicava a maior parte de seu tempo ao estudo da física teórica. Obteve nessa época a cidadania suíça e, não tendo conseguido colocação na universidade, aceitou um lugar no departamento de patentes em Berna.
    Em 1905, ano em que concluiu o doutorado, Einstein publicou quatro ensaios científicos, cada um deles com uma grande descoberta no campo da física. No primeiro, fez uma análise teórica do movimento browniano, produzido pelo choque das partículas de um líquido sobre corpos microscópicos nele introduzidos; no segundo, formulou uma nova teoria da luz, com o importante conceito de fóton, baseando-se na teoria quântica proposta em 1900 pelo físico Max Planck; no terceiro, expôs a formulação inicial da teoria da relatividade e no quarto e último trabalho, propôs uma fórmula para a equivalência entre massa e energia, a célebre equação E = mc2, pela qual a energia E de uma quantidade de matéria, com massa m, é igual ao produto da massa pelo quadrado da velocidade da luz, representada por c.

    Descoberta da relatividade. No ensaio dedicado à relatividade, intitulado “Elektrodynamik Bewegter Körper” (“Movimento eletrodinâmico dos corpos”), o cientista afirma que espaço e tempo são valores relativos e não absolutos, ao contrário do que se acreditava até então. Afirma ainda ser a da luz a velocidade máxima no universo e acrescenta: para o corpo que se deslocasse a essa velocidade, o tempo sofreria uma dilatação, ao mesmo tempo em que se registraria uma contração do espaço. Assim, o corpo que permanecesse em repouso envelheceria em relação ao outro corpo, em movimento.

  83. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Durante esse período, o desenvolvimento de armas nucleares e as manifestações cada vez mais freqüentes de racismo no mundo constituíram as principais preocupações de Einstein. Os físicos alemães Otto Hahn e Lise Meitner tinham descoberto como provocar artificialmente a fissão do urânio. Na Itália, as pesquisas de Enrico Fermi indicavam ser possível provocar uma reação em cadeia, com a liberação de um número cada vez maior de átomos de urânio e, em conseqüência, de enorme quantidade de energia. Fermi, que acabara de chegar aos Estados Unidos, e os físicos húngaros Leo Szilard e Eugene Wigner pediram então a Einstein que entrasse em contato com a Casa Branca. Ele escreveu então uma carta ao presidente Franklin Roosevelt em que alertava para o risco que significaria para a humanidade a utilização pelos nazistas da tecnologia nuclear na fabricação de armas de grande poder destrutivo. Logo após receber a mensagem, o chefe de estado americano deu início ao projeto Manhattan, que tornou os Estados Unidos pioneiros no aproveitamento da energia atômica em todo o mundo e resultou na fabricação da primeira bomba atômica.

    Embora não tivesse participado do projeto e sequer soubesse que uma bomba atômica tinha sido construída até que Hiroxima fosse arrasada, em 1945, o nome de Einstein passou para a história associado ao advento da era atômica. Durante a segunda guerra mundial, ele participou da organização de grupos de apoio aos refugiados e, terminado o conflito, após o lançamento de bombas atômicas em Hiroxima e Nagasaki, uniu-se a outros cientistas que lutavam para evitar nova utilização da bomba. Intensificando a militância pacifista, defendeu particularmente o estabelecimento de uma organização mundial de controle sobre as armas atômicas. Em 1945, renunciou ao cargo de diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, mas continuou a trabalhar naquela instituição.

    A intensa atividade intelectual de Einstein resultou na publicação de grande número de trabalhos, entre os quais vale destacar Warum Krieg? (1933; Por que a guerra?), em colaboração com Sigmund Freud; Mein Weltbild (1949; O mundo como eu o vejo); e Out of My Later Years (1950; Meus últimos anos). A principal característica de sua obra foi uma síntese do conhecimento sobre o mundo físico, que acabou por levar a uma compreensão mais abrangente e mais profunda do universo. Suas descobertas tornaram possível entender o comportamento das partículas animadas de grande velocidade e suas respectivas leis. Os princípios da relatividade revolucionaram a física newtoniana pois, com o emprego de aceleradores, tornou-se possível obter partículas animadas de enorme velocidade, cuja mecânica em muito se afasta das leis newtonianas.

    Einstein conseguiu reduzir as leis da mecânica e harmonizá-las com aquelas que regem as propriedades dos campos eletromagnéticos. Com sua concepção de fóton, permitiu que mais tarde se fundissem, na teoria ondulatória de Louis de Broglie, a mecânica e o eletromagnetismo, o que no século anterior parecia impossível. Albert Einstein morreu em Princeton, em 18 de abril de 1955.

    A Teoria da Relatividade

    As hipóteses relativistas elaboradas por Albert Einstein no início do século XX para explicar a estrutura do cosmos transcenderam o âmbito científico e, com o passar dos anos, se transformaram num símbolo paradigmático da filosofia e do modo de entender o mundo durante o que se chamou de era da relativização.

    Teoria da relatividade é o modelo da física que, por meio de uma concepção generalizada dos sistemas naturais, descreve o movimento de corpos submetidos a velocidades semelhantes à da luz. Enunciada fundamentalmente por Albert Einstein, no início do século XX, a teoria da relatividade suscitou ampla renovação científica ao alterar algumas idéias básicas da física clássica e oferecer uma explicação coerente e unificada para grande número de fenômenos da natureza.

    Em virtude de sua complexidade e das datas de publicação dos trabalhos de Einstein, a teoria da relatividade se distingue entre o modelo especial, ou restrito, postulado em 1905 e apoiado em alguns trabalhos precursores, e a relatividade geral, publicada por Einstein entre 1912 e 1917, que inclui a noção de campo gravitacional e procura condensar num modelo único todas as manifestações físicas do universo.

    Historicamente, a teoria da relatividade ampliou as idéias existentes no momento de sua aparição e englobou as teorias clássicas como um caso particular de suas propostas. Assim, a mecânica clássica, baseada nos princípios da dinâmica de Isaac Newton, e os fundamentos da eletricidade e do magnetismo, reunidos nas leis enunciadas por James Clerk Maxwell, constituem casos particulares da teoria relativista sob as condições especiais presentes em sistemas com componentes de movimento extremamente lento em comparação com a velocidade de deslocamento da luz.

    Relatividade especial

    Nas últimas décadas do século XIX, o acúmulo de dados extraídos de numerosas experiências da física começaram a mostrar brechas e indeterminações nos modelos científicos da época. Esses modelos eram baseados em dois pilares principais: a teoria da gravitação universal de Newton e os princípios do eletromagnetismo propostos por Michael Faraday e resumidos nas equações de Maxwell.

    Ambas as concepções, a mecânica e a eletromagnética, propunham um universo com partículas e campos de força que constituíam entes rígidos, mergulhados num espaço e tempo absolutos e de dimensões invariáveis. Dentro dessa concepção, tomava-se um sistema de referência único, em relação ao qual se determinariam os movimentos de todos os corpos. Esse sistema ideal se chamou éter cósmico.

    A busca sem sucesso do éter em numerosas experiências estimulou o surgimento das futuras teorias. Os americanos Albert Abraham Michelson e Edward Williams Morley, por exemplo, fizeram uma pesquisa com o objetivo de descobrir a velocidade com que a Terra se deslocava através do éter cósmico, supostamente imóvel. Michelson e Morley conseguiram medir com grande precisão a velocidade da luz, o que apoiou as concepções de Einstein e a idéia segundo a qual o deslocamento das ondas luminosas tinha velocidade constante, invariável para qualquer observador em repouso ou dotado de movimento uniforme.

    A descoberta da invariabilidade da velocidade da luz foi um golpe na noção do espaço e tempo absolutos. Isso inspirou os trabalhos de George Francis Fitzgerald e Hendrik Antoon Lorentz, dos quais se deduziu um conjunto de leis matemáticas, conhecidas como transformações de Lorentz, cujos resultados incluem as noções de contração da distância e dilatação do tempo.
    Noções relativistas e suas conseqüências. O trabalho de Einstein, publicado em 1905 pela revista Annalen der Physik, deu uma resposta consistente ao problema da relatividade espaço-temporal sugerido por Lorentz e Fitzgerald. Os postulados principais da teoria da relatividade restrita são os que se seguem.

  84. Newton Monteiro Guimarães disse:

    (1) As leis da natureza não variam entre os sistemas distintos, chamados inerciais, que se movem com velocidade constante, uns em relação aos outros.
    (2) Não existe um sistema de referência absoluto, e o estudo dos fenômenos físicos terá que ser feito mediante variáveis relativas que expressam leis idênticas em diferentes sistemas inerciais.
    Essas hipóteses, apoiadas pelas experiências de Michelson-Morley sobre a velocidade da luz, negaram a existência do éter cósmico e revelaram um princípio que se tornou fundamental na ciência do século XX: a velocidade da luz é inatingível por qualquer partícula material, e além disso é insuperável.

    As conseqüências diretas da teoria restrita, apoiadas em rigorosa formulação matemática, revolucionaram os postulados da ciência. De maneira geral, um objeto material com velocidade próxima à da luz sofre efeitos surpreendentes: sua massa aumenta, o espaço se contrai e o tempo se dilata. Estes dois últimos efeitos se deduzem das equações de Lorentz.
    As hipóteses de Einstein, em sua teoria restrita, se completaram com a equação da equivalência entre massa e energia como uma das manifestações paralelas do mesmo fenômeno. A lei da conversão entre matéria e energia, expressa pela equação matemática E = mc2, enuncia que a massa de uma partícula submetida a altas velocidades se transforma em energia pura, segundo um fator de conversão igual ao quadrado da velocidade da luz (c) no meio em que se realiza a experiência. Obteve-se a comprovação experimental dessa equação mediante o estudo das reações nucleares, que liberam colossais quantidades de energia resultantes da perda de massa do sistema. A conversão inversa, de energia em massa, que daria lugar à materialização de campos energéticos, nunca foi detectada em lugar algum do universo, embora modernas teorias cosmológicas tenham previsto a existência de buracos brancos que atuariam como criadores de matéria.
    Os sistemas de referência exclusivamente espaciais, usados nas teorias clássicas, tiveram que ser completados por uma nova variável, o tempo, para satisfazer as novas hipóteses. O alemão Hermann Minkowski definiu o espaço tetradimensional como constituído de três direções de espaço e uma de tempo. O tempo seria o quarto eixo de referência. No espaço-tempo de Minkowski puderam ser representados os fenômenos referentes às teorias relativistas.

    Relatividade geral

    A principal limitação da relatividade especial era sua aplicação restrita a sistemas de referência inerciais, de velocidade retilínea e constante em relação uns aos outros. A generalização das hipóteses da relatividade restrita ampliou o princípio da invariabilidade das leis da natureza a qualquer sistema, inclusive os de tipo não inercial ou dotados de uma aceleração ou velocidade variável com relação aos sistemas inerciais.

    Campos gravitacionais. O objetivo de Einstein, com a globalização dos postulados relativistas, foi desenvolver um modelo de campo gravitacional no qual definiu as características dos sistemas cinemáticos e dinâmicos em condições próximas ao limite da velocidade da luz. As idéias de Einstein foram enriquecidas por trabalhos de Hermann Bondi, Sir Fred Hoyle, Thomas Gold e Ernest Pascual Jordan.

    Confirmação da teoria. As hipóteses de Einstein, apesar de sua brilhante demonstração teórica, só alcançaram pleno reconhecimento internacional depois do surgimento de provas experimentais de sua validade. Entre os principais resultados que apoiaram as hipóteses relativistas se incluem: a explicação das anomalias observadas desde o século XIX nas órbitas do planeta Mercúrio, mediante a inclusão do conceito de campo gravitacional relativista, no qual a trajetória da luz se curva na presença de fortes campos gravitacionais; a interpretação dos fenômenos das partículas atômicas lançadas em alta velocidade no interior de aceleradores como ciclotrons e similares; e a construção de teorias cosmológicas da estrutura de sistemas galáticos e estelares e da forma e origem do universo.

    As equações de Einstein permitiram prever a conversão de matéria em energia nos reatores e bombas nucleares. Nos últimos anos do século XX, outras previsões de Einstein na teoria da relatividade geral eram ainda objeto de pesquisa. Entre essas previsões se incluem a existência de ondas gravitacionais e dos buracos negros, objetos formados pelo colapso de estrelas de grande massa, dos quais nem a luz conseguiria escapar. Em maio de 1994, o telescópio espacial americano Hubble detectou pela primeira vez um objeto que correspondia às características de um buraco negro superdenso, situado a cinqüenta milhões de anos-luz da Terra, na galáxia gigante M87.

    A Relação Espaço-tempo

    Para localizar especialmente um objeto, são suficientes três medidas: de comprimento, largura e altura. Assim, com um eixo de três coordenadas, se podem descrever a posição de um ponto no espaço. Para localizar um evento, que ocorre durante um intervalo determinado, exige-se a noção adicional de tempo. Assim, combinando o primeiro sistema, tridimensional, com a medida de tempo, chega-se à noção de espaço-tempo, tetradimensional.

  85. Newton Monteiro Guimarães disse:

    O conceito de espaço-tempo, que relaciona duas categorias tratadas de forma independente pela física tradicional, foi postulado por Albert Einstein na teoria especial da relatividade, de 1905, e na teoria geral da relatividade, de 1915. O senso comum nunca admitiu conexão entre espaço e tempo. Até o fim do século XIX, acreditava-se que o espaço físico era um plano contínuo de três dimensões — isto é, o conjunto de todos os pontos possíveis — ao qual se aplicavam os postulados da geometria euclidiana. As coordenadas cartesianas pareciam naturalmente adaptadas a esse espaço. O tempo era visto então como independente do espaço, como um contínuo separado, unidimensional, totalmente homogêneo em sua extensão infinita. Qualquer “momento atual” no tempo poderia ser tomado como uma origem: a partir dessa origem, se media o tempo transcorrido ou a transcorrer até qualquer outro momento passado ou futuro. A mecânica clássica, expressa matematicamente com rigor por Isaac Newton, repousa sobre a idéia de espaço e tempo absolutos.
    As noções tradicionais sobre espaço e tempo absolutos, no entanto, são teóricas e não intuitivas, como freqüentemente se acredita. Para o senso comum, elas são as únicas possíveis, pois se é muito simples pensar em comprimento e largura, e relativamente simples pensar em comprimento, largura e altura, imaginar um espaço tetradimensional é impossível. Para localizar um objeto no espaço, sabe-se que é necessário situá-lo em relação a outros objetos, que funcionam como sistema de referência, ou referencial espacial. O referencial ideal é o sistema de três eixos de coordenadas que partem de uma origem. Observe-se que quando alguém se refere a “um ponto fixo no espaço”, na verdade está falando de um ponto cujas coordenadas espaciais, em determinado referencial, são constantes, ou seja, o objeto está em repouso em relação ao referencial. Da mesma forma, quando se diz que um corpo se desloca no espaço, trata-se de um corpo cujas coordenadas num referencial dado são variáveis. A noção de espaço, como a de movimento, é sempre relativa a um referencial espacial. Não existe, portanto, um padrão único ou absoluto de inércia.

    A inexistência da inércia absoluta significa que não se pode afirmar que dois eventos ocorridos no mesmo lugar, mas em instantes diferentes, ocorreram realmente no mesmo lugar do espaço. Supondo por exemplo que uma bola ao quicar no interior de um trem em movimento toque o assoalho do veículo a cada segundo, ela será vista quicando sempre no mesmo lugar para um observador situado no interior do trem, ou seja, um observador para quem o assoalho do trem esteja em repouso relativo. Para um observador sentado à beira da estrada, no entanto, a bola vai quicar cada vez vários metros adiante da vez precedente, pois o assoalho do trem está em movimento em relação a ele.

    O referencial espacial parece satisfatório para situar objetos, ou pontos, mas para situar os acontecimentos, ou os movimentos, são necessários acrescentar uma coordenada de tempo ao sistema de referência. Pode-se definir um referencial de espaço-tempo associando um relógio a cada ponto fixo de um sistema de coordenadas espaciais. Assim, se estabelece uma relação entre dois sistemas em movimento: caracteriza-se um evento ocorrido num sistema de comparação com outro evento, em outro sistema.

  86. Newton Monteiro Guimarães disse:

    A Relação Espaço-tempo

    Para localizar especialmente um objeto, são suficientes três medidas: de comprimento, largura e altura. Assim, com um eixo de três coordenadas, se podem descrever a posição de um ponto no espaço. Para localizar um evento, que ocorre durante um intervalo determinado, exige-se a noção adicional de tempo. Assim, combinando o primeiro sistema, tridimensional, com a medida de tempo, chega-se à noção de espaço-tempo, tetradimensional.

    O universo em que a coordenada de tempo de um sistema depende tanto da coordenada de tempo quando das coordenadas de espaço de outro sistema em movimento relativo denomina-se universo de Minkowski e constitui a alteração essencial postulada pela teoria especial da relatividade em relação à física tradicional.

    As noções de tempo e de repouso ficam também, dessa forma, associadas ao referencial, e se torna impossível afirmar a priori que o intervalo de tempo entre dois acontecimentos seja sempre, em todos os casos, independente do referencial. O que se pode afirmar é que se dois acontecimentos tiveram coordenadas de espaço (x, i e z) e de tempo (t) coincidentes, eles definem o mesmo ponto no espaço-tempo. O espaço-tempo é a única verdadeira idéia absoluta. A separação em duas noções diferentes — espaço e tempo — só são possíveis quando se escolhe um sistema de referência espacial: um acontecimento fica então localizado em relação a esse referencial. Mas, da mesma forma, pode-se escolher um sistema de quatro coordenadas. O acontecimento, assim, se torna em relação ao espaço-tempo, contínuo tetradimensional.
    O universo de Minkowski contém uma classe distinta de sistemas de referência e tende a não ser afetado pela presença da matéria (massa) em seu interior. Em tal universo, todo conjunto de coordenadas, ou de eventos específicos de espaço-tempo, é descrito como um “aqui – agora”, ou um ponto universal. Os intervalos aparentes de espaço e tempo entre eventos dependem da velocidade do observador, que não pode, em nenhum caso, exceder a velocidade da luz. Em qualquer sistema de referência inercial, todas as leis físicas permanecem inalteradas.

  87. Newton Monteiro Guimarães disse:

    E= MC 2

    “In light of knowledge attained, the happy achievement seems almost a matter of course, and any intelligent student can grasp it without too much trouble. But the years of anxious searching in the dark, with their intense longing, their alterations of confidence and exhaustion and the final emergence into the light — only those who have experienced it can understand it.”

    Einstein’s theories sprang from a ground of ideas prepared by decades of experiments. One of the most striking, in retrospect, was done in Cleveland, Ohio, by Albert Michelson and Edward Morley in 1887. Their apparatus, shown above, was a massive stone block with mirrors and crisscrossing light beams, giving an accurate measurement of any change in the velocity of light. Michelson and Morley expected to see their light beams shifted by the swift motion of the earth in space. To their surprise, they could not detect any change. It is debatable whether Einstein paid heed to this particular experiment, but his work provided an explanation of the unexpected result through a new analysis of space and time.
    As noted on the previous page, when Einstein used his equations to study the motion of a body, they pointed him to a startling insight about the body’s mass and energy.

    Conversion of energy into mass.
    The deep connection Einstein discovered between energy and mass is expressed in the equation E=mc² . Here E represents energy, m represents mass, and c² is a very large number, the square of the speed of light. Full confirmation was slow in coming. In Paris in 1933, Irène and Frédéric Joliot-Curie took a photograph showing the conversion of energy into mass. A quantum of light, invisible here, carries energy up from beneath. In the middle it changes into mass — two freshly created particles which curve away from each other.
    Click here for Einstein’s voice explaining the formula

    Meanwhile in Cambridge, England, the reverse process was seen: the conversion of mass into pure energy. With their apparatus John Cockcroft and E.T.S. Walton broke apart an atom. The fragments had slightly less mass in total than the original atom, but they flew apart with great energy.
    (In 2005, the centennial of Einstein’s great year, a team made the most accurate test yet of his equation. They measured the tiny change in mass of radioactive atoms before and after the atoms emitted gamma-rays. And they measured the energy of the rays. The missing mass times c² equalled the energy of the rays to within 4 hundred-thousandths of one percent.)

  88. Newton Monteiro Guimarães disse:

    ————————————————————————————–

  89. Newton Monteiro Guimarães disse:

    I nota -1- todo corpo enche um lugar de uma forma completa excluindo inteiramete outras da mesma espécies ou outro coprpos, como se fosese um ser impnetravel.O lugarpode ser denominado uma parte do espaço na qual esta adequadamente propria a parte do corpo distribuída. Comtudo uma vez que aqui só se concidera os corpos –
    Uma coisa um lugar o lugar como sendo parte do espaço onde se prenche de coisas deninadas seja qual for a coisa.
    uma vez que na invetigação como neste caso em que analizo o corpo enquanto n~ao encontro; este contitui uma substância fisica dotadade qualidades sesiveis, somente enquanto contui um ser exenso,móvel e impenetravel, não o define de maneira filosósofica. Ao contrário, fazendo obstração das quantidades sensíveis – abistração que tenha os filosofos devem fazer parte , salvo equivoco de minha parte, sendo que deveriam atribuir tais qualidades sesiveis a inteligencia como sendo diversos modos de pensar produzidos pelos movimentos dos corpos postulo as propríedades exigidas para o movimento local.

  90. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Assim sendo , ao invéz dos corpos fisícos se podem entendr figuras,abistratas, da mesma forma como são considerados pelos geõmetras que atribui o movimeto , como ffez Euclides nos seus Elementos, livro primeiro, 4 e 8. E na demonstração da decíma definição no livro onze, deve ser feito isto.Com efeito, esta eé erroinamete incluida antre as defiçoes, vejo que deveria ser preveriverivelmenteincluir entre as proposições , amenos que deve antes existir ser considerada um axioma. A definir o movimento como sendo uma mudanção de lugar o movimento, a transição , o deslocamento , amigração e outros termos similares parecem ser palavras sinonimas . Se preferir pode definir o movimento como uma transição ou um deslocamento de um corpo de um lugar para outro. Oresto é supor , nestas definições, que o espaço é destinto do corpo , e ao estabelecer que o movimento e´algo que acontece com respeito as partes desse espaço e a posição dos coprpos visinhos, para que nao seja tomado como gratuito contra a afirmação de Descarte, procuri assim refutar contra o que afimam os seus seguidores nas três proposições se gue:

  91. Newton Monteiro Guimarães disse:

    1ª – segundo a vedade das coisas cada corpo compete exclusivamente em movimento particular [Princípios parte Segunda artigos 28,31,e 32] É definido como sendo o delocamento de uma parte da matéria ou de um corpo da proximidade dos corpos que tocam imediatamente que consiste e são conciderados como esando em repouso – á proximidade de outros [ Primncípios. Parte segunda , artigo 25:- terceira , artigo 28].

  92. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Corrupições.

    “U relato histórico Sober duas notaveis Corrupiçoes de Escritura”.
    Párte referente á refutação á doutrima da Trindade.

  93. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Digo um relato e não U…

  94. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Sir Isaac Newton, assim pois, por censo unânime de todos os antigos e fieis interpétisate agora encontrados { os quais sem dúvida, fiseram uso dos melhores manuscritos que podemos observar sem duvida o testemunho dos três céu que não existia antigamente no Grego.

    E que tão pouco existia nas antigas versões. Era inteiramente desconhecido as primitivas igrejas.É bem certo, em vista de um argumento aludido acima, a saber, de que em toda essa veentemente controvércia universal e duradoura sobre a trinidade, no tempo de Jerônomo e tanto antes, como por muito tmpo nunca se pensou neste texto a respeito dsquelesno céu. Esta agora na boca de todos e é consideradoo texto principalpara a questão , teria sido assim, se tivesse estado nos seus livros e contudo, não é encontrado e será, nem uma única vez em todas as disputas.
    Discursos e outros escritos dos Gregos e dos latinos{ alexandre de Alexandria , o concilio de Sá, Sárdica, Atãnasio, Basílio…”

    1° – A segunda eddição dos pricios matematicos a filósofia Natural, traz um outro Prefácio.

    2° – A palavra mecãnica vem do grego ‘mekhane’, que significa maquinas.

    3° – Tradução original do latino, De gravitatione et aequipondio fluidrum’ editadopor A. R. Hall e Marie Boas Hall,Unpublished Scentific Paperes of Isaac Newton, Cambridge University Press,Cambridge, 1962.

    4° – Descartes, Princiapia Philosophica [ Principios Filosóficos]; Prte Segunda, artigo 28: ” O movimento , conciderado no sentido próprio, só ser referdoaos aos corpos contíguos ao corpo que se move”
    Parte Segunda do artigo 31: “Como no mesmo corpo pode haver inumeros movimentos diversos” Parte Segund artigo 32:” De que maneira o movimento, consideradonosentido é considerado para o próprio , e qual é único cada corpo pode ser considerado como múltiplo.

    5° – Parte Segunda, artigo 25 ” Em que consiste o movimento, considerandono sentido peóprio” , Parte Terceira , artigo 28: A Terra,falando em sentido próprio,não se move, tão tampouco os demais planetas , embora sejam carregados pelos céus.”

  95. Newton Monteiro Guimarães disse:

    A ELAÇÃO DE ISAAC NEWTON COM DEUS, E APOIDA POR NEWTON MANTEIRO GUIMARÃES.

    Indepenente do tema e de sermos uma uma pessoa extremamente dificil reconheço minhas limitaçôes Uumilmidmente humana assim também de Sir Isaac Newton nascemos no mesmo dia ,e prematuros, com apenas difenças ele no ano 1962, eu 1950.
    Ele sempre adimtiu a existência de Deus,e que Deus, é a fonte de toda VERDADE e em hamonia com a Profunda reverência o qual temos por o criador, passamos mais tempo da vida tanto ele bem aida eu, buscamos o verdaeiro Deus, do que pesquisas cientificas.
    Numa analezes das obras de Sir Isaac Newton foi vericado que dentre 3.600.000 palavras, apenas100.000 tratava de ciências ao passo que 1600.000 palavras eram sobre tópicos religiosos, por concidencia ou não o livro que mais busquei a estudar foi a Bíblia.
    UMA DE MINHAS RELAÇÔES COM A BIBLIA.
    Newton monteiro Guimarâes.
    Embora devido o meu pouco conhecimeto de poder interpretar as redaçôes da Bíblia até hoje não me foi muito compreencivas, salvo alguns livros nela contidos, com o tempo aumentei meu conhecimeto e pude melhor o entender ao meu ponto de vista,,
    É de se notar que a Bíblia Sagraada em certos trexos analizados no meu ponto vista Religioso esta ligado a ciência fisica, e história Geral no qual aproveito para demostrar uma pasagem que combina com os fatos das civilizaçoes humanas entre outras. Como disse é o meu ponto de vista e assim vejamos:

    A Sentença de Isaac este o filho de Abraão esposo de Rebeca livro de Gêneses, demostra uma concordancia com a história da humanidade.
    Em resumo afirmo os dados da senteça.

    Isaac e sus dois filhos, Esaú, e Jaco. no meu endimento a Biblia, essa sentença é a hernça de Deus. independete de redigir todo o texto para melhor entender; vou trancrever somente as senteças sem o por quê.

    1° – Sntença dada a Jaco: “Viveras das terras fetil onde cai o orvalho da manhã, a sua decendecia será tanto quanto os graãos de areia das prais dos mares e as estrelas do céu, bendito sejas ao quem o bem dizer, e maldito sejas aquele que contra te levantar e serás as nações poderozasda Terra e teus irmãos dobrarás o joelho diante de ti.

    2° – Senteça de Esaú, o primogênito, e que era dele a sentença e não de Jaco, Esaú vedeu o seu direito ao seu irmão Jaco por pagamento recebeu um prato de lentilhas para saciar a sua fome em virtude de : “ver na Biblia o porque da trasação do direito.”

    Isaac, que não tinha conhecimento da transação de seu filhos itimou Esaú para receber a herança de Deus que foi transmidida a Isaac por Abrão avo de Esaú e Jaco. A sua mâe Rebeca sabia da do negocio encamiou Jaco a seu pai que já que isaac não enchergava mais em função da idade, e assim se fez. Enquanto Esáu preparava para receber a herança vedida ao seu irmão, em razão do negocio recebeu a herança ja acima citada..

    Chegando Esau junto a seu pai apos já ter dado a sentença para Jaco,que se passou por Esau por não saber do venda que Esaú fez a Jaco em razão da visão e também não foi comunicado, do negocio assim cupriu os designos de Deus.

    Esau ao requer de seu pai que lhe desse a sentença , teve como respota eu já lhe dei a sentença não esteve a pouco comigo, respodeu não! Quem esteve aqui foi meu irmão Jaco, portanto, é um traidor, e prometeu matar seu irmão na presença de seu pai, dizendo, por vetura meu pai tens apenas uma heraça para dar aos vossos filhos?
    Isaac tomando conhecimeto por via de sua esposa Rebeca do negocio, respondeu a Esaú, tenho uma senteça também para você e pronunciou: Meu filho, Viverás das terras infertil onde não cairá o orvalha da manhâ serás também uma nação poderosa, e viverás do sangue da espada, mas, curvarás diante de teu irmão.

    Eles eram irmão Gemios, segudo o relato Biblico, Rebeca , recebeu de Deus o cumprimeto dessa assim: daras a luz de dois filhos e serás duas nãçoes poderozas,a Bíblia confima que os dois irmãos brigavam no ventre da mãe.

    É de se notar que esta sentença tem dois ponto de corcordacia com os fatos Mundiais; assim entendendo; o Oriente e o ocidente, parecem que as terras infertil em maior porpoção está no Oriente, Isrrael é a terra prometida entre outras, o irâ,irauqe judéiaEgito, Libano França, Inglaterra Espanha, Rusia, Alemanha e as demais são podresa, mas praticamete áridas e muitas se tornou naçôes.Os Orientais brigam entre si. sabemos que a Guerra mundial iniciou-se pela Sevria e Austria, espalhou , e a paz foi posta pela crição da bomba atômica e o seu inventor Albert Enistheins, foi ameaçado de morte refugiado-se no E.U.A e se naturalizou-se Americano. Segundo sabemos o poder a fauna a flora, esta no Ocidete, denominado o pulmaõ do mundo, apesar do poder belico do Oriente, ter e os tem mas em função do ocidente, tolmente dominado pelos Estados Unidos – O que deta forma está visto, as duas poderosas Naçôes “Esaú e Jaco”. A paz dependeu da fisíca e procede. e garças a fisica e… em 08/09 de 1948 a explosãoato atômica no Japão pos a paz no oceno pacifico com mais poder que amor, como este é o meu sutil entedimento da parabola Biblica. foi no ocidente que o Meste Jesus foi Crucificado, também foi n França-a antiga Galia cidade de Magdá, cujo nome tem sua origem onde Maria Madalna se refugiou por conflito com Apostoló Pedro e também situa Roma onde está o Vaticano lembrando, O santo Craal – “O samgue Real” sem esquecer a China onde se localiza a maior população do planeta Terra. e escada:. de Jaco:.para quem tem o conhecimento este tem origem Francesa ” os pedreiros livres” O I R M- com as siglas O GADU:.

  96. Newton Monteiro Guimarães disse:

    sir Isaac Newton entre seus escritos

  97. Newton Monteiro Guimarães disse:

    destaca -se a atenção dada á doutrina da trindade.
    Uma das mais notáveis contribuições para a erudição bíblica foi um relato Hitórico sobre dua notaveis corupções de escristura ” Na publicada em 1.754 vinte sete anos aos a sua morte, Ele rexaminou toda a evidencia textual disponivel,de fontes antigas, sobre duas passagens bíblicas: I João 5:7 (” por que há três testemunho no céu, o pai, a palara e o espiríto Santo: e estes três são um.”) I Timotótio 3:16{ ” E semcontradição, é grande o mistério da piedade: Deus foi manifestado na caene, jutificado no espírito, visto que os anjos , preado aso gentios crido no mundo, recebendo em cima em gloria”]

  98. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Recorrendo aos primitivos escritores eclesiasticos aos manuscritos gregos e latinos e ao testemunho das primeiras versões da Bíblia , Newton que as palavras “no céu, o pai , e a palavra e o espiríto Santo: e estes tres são um”

  99. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Citados de acordo com a doutrina da trindade não aparecem nas originais Escrituras gregas.
    A prtir da constação, Newton traçou o caminho pelo qual o expurio se introduzíu nas versções latinas: primeiro com marginal e depois no proximo texto, para demostrar que ele foi incluído pela primeira vez nun texto grego de 1515, prço Cardeal Ximenes, que tomou como base o manuscrito grego posterio, corrigindo-o segundo o latim. Por fim , conciderou o senso e o contexto do vesículo, chegando a conclusão :”Este é o sentido alaro e natural, e opleno e forte argumento ; mas, se inserir o testemunho ‘ dos três no céus” então o interrope e comrrope “

  100. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Em seguida , tomando per Timótio com base, além de mostrar como por uma pequena alteração do texto grego, se inserio apalavra “Deus” fazendo rezar ” Deus foi manifestado na carne”.demosntrou que os primitivos escritores eclesiásticos, refendo-se a este vesículo , não sabiam nada sobre tal altração.
    Até pouco anos, esse texto era citado para apoiar o ensino da trindade,mas, a maneira das versões modernas coloca agora “Ele” em vez de Deus” “: na versão católolica da Bíblia de Jerusalém no pé da pagina, foi escrito : “No masculino :Cristo”.
    Resumindo as duas passagem , Newton disse : Se as antigas iguejas, ao debaterem e decidirem os maiores mistérios da religião,não sabiam nada sobre os dois textos, não entendo por que nós deviamos gostar tanto deles, já que os debates acabaram”,

  101. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Nos duzentos anos que seguiram o tratado que foi redigido por Isaac Newton, foi nescessarío apenas fazer algumas poucas correções menores na evidência que ele aduziu. Contudo, foi apenas no século dezenove que apareceram traduçoes da Bíblia, que corrigiram esta passagens.

    Na Inglaterra enquanto Newton redigia seu tratado, aqueles que escrevim contra a diutrina da trindade ainda estavam sujeitas as perseguições. Em 1689 , de acordo com o Ato da Supressão de Blasfêmia e profanação era uma ofença negar que uma das pessoas da trindadeera Deus. Quem o fizesse, era punido com a perda do cargo, emprego, e lucro, na primeir incidência, e na repetição, com o ecerramento. Um ano antes um promulgado do Ato, EM 1997, Thomas Aikenhead, um estudante de desoito anos de idade, acusado de negar atridade, foi enforcado em Edimburgo, na Escócia. EM 1717, Willim wHISTON [tratutor ingluêsdas obras de Josefo], Amigo pessoal de Newton perdeu seu professorado na Universidade de Combridge, pelo mesmo motivo.

  102. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Newton, no entanto everedou por esse caminho por causa dos estudos cientificos, que ele tina como base: “O LIVRO DA NATUREZA” No qual o cientista Newton viu em Deus o grande Autor. O cientista acretava que a Bíblia era a revelação de Deus e testemunho de sua criação, então, passou usá-la para testar ensinos e doutrinas.

    Conciderando os credos da Igreja, como base oitava dos trinta e nove artigos que tratava de sibolos niceno, atanasiano e apostólicoNewton disse: Ela exigem que os aceitamos á base da autoridade de Concílios Gerais, e muito menos ainda a base da autoridade de conclaves, mas apenas porque são tirados das escrituras. E portanto, estamos autorizados pela igreja a compara-los com as escrituras e a ver como e em que sentido podem ser deduzidos delas? E quanto não podemos ver a dedução, não devemos estriba-nos na Autoridade de Concilios e Sinodos,”
    Conclui Newton, sendo ainda mais efatica: e disse” Até mesmo Concilios Gerais “erram” e podem errar em questões de fé como todos seres humanos.
    E o que eles decretam como necessário para a salvação não TEM nenhuma força ou autoridade, menos que possa ser demostrado que foi tirado da Escritura Sagrada.

  103. Newton Monteiro Guimarães disse:

    REJEIÇÃO A TRINDADE

    O motvo principal para Newton rejeitar a trindade era que, qundo procurava verificar as declarações dos credos e dos concilios , não encontrava nehum apoio da escritura para a doutina.

  104. Newton Monteiro Guimarães disse:

    digo doutrina.

  105. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Pensando esta evidência, ele acreditava firmemente que devia usar o raciocínio, argumentando que nada do que foi criado por Deus foi feito sem objetivo nem motivo e que os ensinos bíblicos seriam corroborados pela aplicação similar da logica da razão. Ainda se referindo aos escritos de João, Newton disse: ” Eu dou a honrra de crer que ele escreveu com bom senso ; e, portanto, acredito que seja o sentido dele que é o melhoe.”

  106. Newton Monteiro Guimarães disse:

    “digo o melhor”

  107. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Já o segundo motivo da rejeição era o esino , sobre o qual Newton declarou: “homoousion [ a doutrina pela qual o filho é da mesma subistacia que o pai] é inteligivel e não foi entendido no Concilio de Nicécia,e nem desde então. o que não pode entendido, não pode ser objeto de crença]

    Tratando deste mesmo aspecto da trindade,há um manuscrito de Newton, intitulado ” Perguntas Sobre a palavra Homoousios”, no qual , ele revela um terceiro motivo para sua negação da trindade.Entre as perguntas de doze a quatorze, salientam que a doutrina carece de caracteristica original desde o primeiro século:

  108. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Pergunta -12. Se a opinião da igualdade das três substâncis não foi lançada pela primeira vez , no reinado de Juliano, o Apostáta por Atanásio, Hirálico, e etc?

    Pergunta -13. Se a adoração do espirito Santo não foi lançada pela primeira vez só depois do concilio de Sárdica?

    Pergunta -14. Se o Concilio de Sárdicanão foi o primeiro Concílio a se declarar afavor da doutrina da trindade Consubstancial?

    Em outo manuscrito, preservado em Jerusalém, Newton resumia em uma unica resposta as três perguntas: “Fomos mandados pelo Apótolo (II Timótio 1:13 a nos apegar de palavras sadias. Contender a favor da linguagem que não foi tarnsmitida dos profetas e apóstolos é uma violação deta ordem e aqueles que o violam são também culpados pelas pertubaçôes e pelos cismas assim causados. Não precisa ser expresso na próopria forma de palavras sadias em que foi transmitido pelos Apóstolos”.

  109. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Atenção:

    Newton também argumetou ue a oração só pode ser feita a “Deus em nome do Cordeiro, mas, não pode ser feita ao Cordeiro em nome de Deus.

    O melhor resumo e argumento bíblicos do cientista Newton para o seu Repudio da trindade encontra-se nos quatorse agumentos, escrito em latim , que apresentam citaçoes bíblicas, os numeros de quatro a sete são especiamente interessantes:

    4- Porque Deus gerou o filho em algum tempo, este não teve existência;desde a eternidade ( Provebios 8: 23, 25).

    5- Porque o Pai é maior doque o filho (João 14: 28)

    6- Porque o filhonão sabia de sua última hora (Marcos 13:32, Mateus24:36, Apoc,1: 1,5: 3)

    7-Porque o filho receu toas as coisas do Pai (18)

    As concluzões newtorianas a repeito da trindade, merecem respeito e concideração. Devido ao contexto geral de sua época , ele preferiu não as torna-las públicas durante sua vida. Fato que hoje, podemos comprender facilmente e que nos induzem a entender sua posição religiosa com muito mais clareza.

  110. Newton Monteiro Guimarães disse:

    corrigindo: a pergunta acima n° 5- Porque o Pai é maior do que o filho (João 14:28)

    corrigindo a pergunta acima n° 7- Porque o filho recebeu todas as coisas do Pai? (18)

  111. Newton Monteiro Guimarães disse:

    as prgunta foram digitads coretamete,as como esta sendo rejeitada informo: prgunta
    é JOÃO 14: 28 e a pergunta 7 é: reida no manuscrito de Newton já aciam DISSE: “PRGUNTAS SOBRE A PALAVRA: “HOMOOUSIOS”

  112. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Quanto mais erramos mais apredemos, somos obrigado a fazer varias veses ate acertamos. TUDO QUE ESCREVEVEMOS TEMOS QUE REVISAR VARIAS VEZES E U NÃO ESTOU COM TEMPO SUFICIENTE PARA ISSO PERTANTO DESCONCDEREM OS ERROS O IMPORTANTE É O COMENTARIO DA PARA TODOS ENTENDER.

  113. Newton Monteiro Guimarães disse:

    APROVEITO PARA EVIR ESTE COMETÁRIO PARA REFRIGERAR AS MENTE PRICIPALMENTE A MINHA.

    Relendo Poesias …
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    O Navio Negreiro Mar 10, ’08 9:03 PM
    by Regina for everyone

    O Navio Negreiro, Tragédia no Mar (VI)

    Castro Alves

    Existe um povo que a bandeira empresta
    Pr’a cobrir tanta infâmia e cobardia!…
    E deixa-a transformar-se nessa festa
    Em manto impuro de bacante fria!…
    Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
    Que impudente na gávea tripudia?!…
    Silêncio!… Musa! chora, chora tanto
    Que o pavilhão se lave no teu pranto…

    Auriverde pendão de minha terra,
    Que a brisa do Brasil beija e balança,
    Estandarte que a luz do sol encerra,
    E as promessas divinas da esperança…
    Tu, que da liberdade após a guerra,
    Foste hasteado dos heróis na lança,
    Antes te houvessem roto na batalha,
    Que servires a um povo de mortalha!…

    Fatalidade atroz que a mente esmaga!
    Extingue nesta hora o brigue imundo
    O trilho que Colombo abriu na vaga,
    Como um íris no pélago profundo!…
    …Mas é infâmia de mais… Da etérea plaga
    Levantai-vos, heróis do Novo Mundo…
    Andrada! arranca este pendão dos ares!
    Colombo! fecha a porta de teus mares!

    Tags: navio negreiro, castro alves
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  114. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Por favor informa a mim se já estou cadastrado no FeedBlistz R…
    O MEU E- MAIL= nm.guimaraes@hotmail.com. caso ainda não esteja informe o camiho para o registro, não estou coseguindo , e não dei se estou cadastrado
    meu endereço: av independência quadra 04 lote 01 PLanaltina DF
    TELEFONE PARA CONTATO : 061. 33888721 -CASO EU NÃO ESTIVER VEZ QUE ESTE TELEFONE É DE MEU FILHO DEXE O TELEFOME P/ QUE POSSO ENTRAR EM CONTATO
    MUITO OBRIGADO
    UMA MÃO SEGURA A OUTRA
    NEWTON MONTEIRO GUIMARAES.

  115. Newton Monteiro Guimarães disse:

    AQUELE QUE POR NIGUÉM É ESTIMADO, EM GERAL NÃO ESTIMA NIGUEM.
    EU ETIMO O FeedBlistz, assim coforme pedido acima se possive pode : querendo e podendo icarei contente e conrresponderei reciplocamente, já evie muitos cometarios obs-os. aida tenho muito a comentar para o progrsso da humanidade ,com apoio que a aciama. pode entra via de uma correspondencia or intermedio do correio para este endereço AVENIDA gOMES rABELO QUADRA 48 LOTE 4 CASA 9 “A” Setor tradicional Planaltina -DF. CEP; N° 73.330.036 AOS CUIDADOS DE Natália Salgado Guimararães. MANDE O ENDEREÇO E ENTRAREI EM CONTATO. COMO DISSE NÃO SEI SE JÁ ESTOU CADASTRADO.
    MUITAS COISAS EU AIDA TENHO A COMENTAR ; HISTORIA uNIVERSAL, ORIGEM DA VIDA, GEOFISICA , TEOFISICA, COSMOLOGIA , POLITICA TEOLOGIA , SOCIOLOGIA -META FISICA, EGTOLOGIA, E MATEMATICA AIDA MAAIS.
    AGRADEÇO A COMPREEÇÃO
    OBS. NO CAMPO DEXE UM COMENTARIO: NOME DO REQUERIDO: COLOQUEI MEU NOME- MEU EMAIL ESTA ERRADO O EMAIL CORRETOJÁ INFORMEI POSTERIOR, SITE DA URL-NÃO SEI O QUE É . SE PUDER MANDE TODAS INFORMAÇOES POR ESCRITO – INFORMO QUE NÃO ENTENDO MUITO DE COMPUT DAI O PEDIDO

  116. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Investigação Acerca do Entendimento Humano
    Ateus.net » Artigos/ensaios » Filosofia

    Autor: David Hume
    Tradução: Anoar Aiex
    Fonte: Acrópolis

    Original: An Enquiry Concerning Human Understanding

  117. Newton Monteiro Guimarães disse:

    diferentes classes de filosofia [1]
    A filosofia moral, ou ciência da natureza humana [2], pode ser tratada de duas maneiras diferentes; cada uma delas tem seu mérito peculiar e pode contribuirpara o entretenimento, instrução e reforma da humanidade. A primeira considerao homem como nascido prin¬cipalmente para a ação; como influenciado em suasavaliações pelo gosto e pelo sentimento; perseguindo um objeto e evitandooutro, segundo o valor que esses objetos parecem possuir e de acordo com a luzsob a qual eles próprios se apresentam. Como se admite que a virtude é o mais valioso dos objetos, os filósofos desta classepintam-na com as mais agradáveis cores e, valendo-se da poesia e da eloqüência,discorrem acerca do assunto de maneira fácil e clara: o mais adequado paraagradar a imaginação e cativar as inclinações. Escolhem, na vida cotidiana, as observações e exemplos mais notáveis, colocam oscaracteres opostos num contraste adequado e, atraindo-nos para oscaminhos da virtude com visões de glória e de felicidade, dirigem nossos passosnestes caminhos com os mais sadios preceitos e os mais ilustres exemplos.Fazem-nos sentir a diferença entre o vício e a virtude; excitam eregulam nossos sentimentos; e se eles podem dirigir nossos corações para o amorda probidade e da verdadeira honra, pensam que atingiram plenamente o fim detodos os seus esforços.

  118. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Seção I
    Das diferentes classes de filosofia [1]
    A filosofia moral, ou ciência da natureza humana [2], pode ser tratada de duas maneiras diferentes; cada uma delas tem seu mérito peculiar e pode contribuirpara o entretenimento, instrução e reforma da humanidade. A primeira considerao homem como nascido prin¬cipalmente para a ação; como influenciado em suasavaliações pelo gosto e pelo sentimento; perseguindo um objeto e evitandooutro, segundo o valor que esses objetos parecem possuir e de acordo com a luzsob a qual eles próprios se apresentam. Como se admite que a virtude é o mais valioso dos objetos, os filósofos desta classepintam-na com as mais agradáveis cores e, valendo-se da poesia e da eloqüência,discorrem acerca do assunto de maneira fácil e clara: o mais adequado paraagradar a imaginação e cativar as inclinações. Escolhem, na vida cotidiana, as observações e exemplos mais notáveis, colocam oscaracteres opostos num contraste adequado e, atraindo-nos para oscaminhos da virtude com visões de glória e de felicidade, dirigem nossos passosnestes caminhos com os mais sadios preceitos e os mais ilustres exemplos.Fazem-nos sentir a diferença entre o vício e a virtude; excitam eregulam nossos sentimentos; e se eles podem dirigir nossos corações para o amorda probidade e da verdadeira honra, pensam que atingiram plenamente o fim detodos os seus esforços.
    Os filósofos da outra classe consideram o homemmais um ser racional que um ser ativo, e procuram formar seu entendimento em lugar demelhorar-lhe os costumes. Consideram a naturezahumana objeto de especulação e examinam-na com rigoroso cuidado a fim deencontrar os princípios que regulam nosso entendimento, excitam nossossentimentos e fazem-nos aprovar ou censurar qualquer objeto particular, ação ouconduta. Julgam uma desgraça para toda a literatura que a filosofia não tenhaestabelecido, além da controvérsia, o fundamento da moral, do raciocínio e dacrítica; e que sempre tenha que falar da verdade e da falsidade, do vício e davirtude, da beleza e da fealdade, sem ser capaz de determinar a fonte destasdistinções. Enquanto tentam realizar esta árdua tarefa, nenhuma dificuldade osdesencoraja; passam de casos particulares para princípios gerais, e conduzemainda mais suas investigações para princípios maisgerais, e não ficam satisfeitos até chegar àqueles princípios primitivos que,em toda ciência, devem limitar toda curiosidade humana. Embora suasespeculações pareçam abstratas e mesmo ininteligíveis aos leitores comuns,aspiram à aprovação dos eruditos e dos sábios e consideram-se suficientementecompensados pelo esforço de toda a existência se puderem descobrir algumasverdades ocultas que possam contribuir para o esclarecimento da posteridade.
    Cemente, a filosofia fácil e dada terá sempre preferência, para amaioria dos homens, sobre a filosofia exata e abstrusa; e por muitos serárecomendada, não apenas como a mais agradável, mas também como mais útil do quea outra. Ela penetra mais na vida cotidiana, molda o coração e os afetos, e aoatingir os princípios que impulsionam os homens, reforma-lhes a conduta eaproxima-os mais do modelo de perfeição que ela descreve. Ao contrário, afilosofia abstrusa, alicerçada numa concepção que não pode penetrar na vidaprática e na ação, desvanece quando o filósofo sai da sombra e penetra no diaclaro, nem seus princípios podem manter facilmente qualquer influência sobrenossa conduta e nossos costumes. Os sentimentos de nosso coração, a perturbaçãode nossas paixões e a impetuosidade de nossas emoções, dissipam todas as suasconclusões e reduzem o filósofo profundo a um simples plebeu.
    É preciso também reconhecer que a filosofia fácil adquiriu a maisdurável como também a mais justa fama, e que os raciocinadores abstratos têmapenas, até aqui, gozado de uma reputação momentânea, nascida do capricho ou daignorância de sua própria época, mas eles não têm sido capazes de manter suafama ante o juízo eqüitativo da posteridade. Um filósofo profundo podefacilmente cometer um erro em seus raciocínios sutis, e um erro énecessariamente gerado de um outro, visto que ele o desenvolve até suasconseqüências e não é dissuadido em adotaruma conclusão de aspecto incomum ou por ser contrária à opinião popular. Masum filósofo que apenas se propõe representar o sentimento comum da humanidadenas cores mais belas e mais agradáveis, se por acidente cai em erro, recorrenovamente ao senso comum e aos sentimentos naturais do espírito e assim voltaao caminho certo e se protege de ilusões perigosas. A fama de Cícero floresceno presente, mas a de Aristóteles está completamente decadente. La Bruyéreultrapassou os mares e ainda mantém sua reputação; todavia, a glória deMalebranche está limitada à sua própria nação e à sua própria época. Addison,talvez, será lido com prazer quando Locke estiver completamente esquecido. [3]
    O mero filósofo é geralmente uma personalidade pouco admissível nomundo, pois supõe-se que ele em nada contribui para o benefício ou para oprazer da sociedade, porquanto vive distante de toda comunicação com os homense envolto em princípios e noções igualmente distantes de sua compreensão. Poroutro lado, o mero ignorante é ainda mais desprezado, pois não há sinal maisseguro de um espírito grosseiro, numa época e uma nação em que as ciênciasflorescem, do que permanecer inteiramente destituído de toda espécie de gostopor estes nobres entretenimentos. Supõe-se que o caráter mais perfeito seencontra entre estes dois extremos: conservaigual capacidade e gosto para os livros, para a sociedade e para os negócios;mantém na conversação discernimento e delicadeza que nascem da culturaliterária; nos negócios, a probidade e a exatidão que resultam naturalmente deuma filosofia conveniente. Para difundir e cultivar um caráter tãoaperfeiçoado, nada pode ser mais útil do que as composições de estilo emodalidade fáceis, que não se afastam em demasia da vida, que não requerem,para ser compreendidas, profunda aplicação ou retraimento e que devolvem oestudante para o meio de homens plenos de nobres sentimentos e de sábiospreceitos, aplicáveis em qualquer situação da vida humana. Por meio de taiscomposições, a virtude torna-se amável, a ciência agradável, a companhiainstrutiva e a solidão um divertimento.
    O homem é um ser racional e, como tal, recebe da ciência sua adequadanutrição e alimento. Mas os limites do entendimento humano são tão estreitosque pouca satisfação se pode esperar neste particular, tanto pela extensão comopela segurança de suas aquisições.
    O homem é um ser sociável do mesmo modo que racional. No entanto, nemsempre pode usufruir de uma companhia agradável e divertida ou conservar ogosto adequado para ela. O homem é também um ser ativo, e esta tendência, bemcomo as várias necessidades da vida humana, o submete necessariamente aosnegócios e às ocupações; todavia, o espírito precisa de algum repouso, já quenão pode manter sempre sua inclinação para o cuidado e o trabalho. Parece,pois, que a Natureza indicou um gênero misto de vida como o mais apropriado àraça humana, e que ela secretamente advertiu aos homens de não permitirem anenhuma destas tendências arrastá-los em demasia, de tal modo que ostorne incapazes para outras ocupações e entretenimentos. Tolero vossa paixãopela ciência, diz ela, mas fazei com que vossa ciência seja humana de tal modoque possa ter uma relação direta com a ação e a sociedade. Proíbo-vos opensamento abstruso e as pesquisas profundas; punir-vos-ei severamente pelamelancolia que eles introduzem, pela incerteza sem fim na qual vos envolvem epela fria recepção que vossos supostos descobrimentos encontrarão quandocomunicados. Sede um filósofo, mas, no meio de toda vossa filosofia, sedesempre um homem. [4]
    Se, em geral, os homens se contentassem empreferir a filosofia fácil à abstrata e profunda, sem censurar ou desprezar a última, não seria, talvez,inadequado, concordar com esta opinião geral e permitir a cada homem o direitode desfrutar livremente de seu próprio gosto e sentimento. Mas, como a questãoé, freqüentemente, levada mais longe, até a completa rejeição de todoraciocínio profundo, ou o que é geralmente denominado de metafísica,passaremos a examinar o que se pode considerar razoável pleitear em seu favor.
    Podemos começar observando que uma vantagem considerável que resulta dafilosofia abstrata e exata consiste em sua utilidade para a filosofia fácil ehumana, a qual, sem a primeira, nunca poderia alcançar um grau suficiente deexatidão em suas opiniões, preceitos ou raciocínios. As belas-letras não sãooutra coisa senão pinturas da vida humana em diversas atitudes e situações, quenos infundem diferentes sentimentos de louvor ou de censura, de admiração ou dezombaria, de acordo com as qualidades dos objetos que elas colocam diante denós. Um artista estará mais bem qualificado para triunfar em seu empreendimentose possui, além de gosto delicado e de rápida compreensão, um conhecimentoexato da estrutura interna do corpo, das operações do entendimento, dofuncionamento das paixões e das diversas espécies de sentimentos que distinguemo vício e a virtude. Por mais árdua que possa parecer esta pesquisa ouinvestigação interna, ela se toma, em certa medida, indispensável àqueles quequiserem descrever com sucesso as aparências exteriores e patentes da vida edos costumes. O anatomista apresenta aos olhos os objetos mais hediondos edesagradáveis, porém sua ciência é útil ao pintor, quando desenha até mesmo umaVênus ou uma Helena. Enquanto o pintor emprega as cores mais ricas de sua artee dá às suas figuras o aspecto mais gracioso e o mais atraente, deve aindadirigir sua atenção para a estrutura interna do corpo humano: a posição dosmúsculos, o sistema ósseo e a forma e função de cada parte ou órgão. A exatidãoe, em todos os casos, vantajosa à beleza, e o raciocínio justo ao sentimentodelicado. Em vão exaltaríamos uma desvalorizando a outra.
    Além disso, podemos observar em todas as artes ou profissões, mesmo asque mais se relacionam com a vida ou com aação, que um espírito de exatidão, por qualquer meio adquirido, asconduz mais perto da perfeição e as torna mais úteis aos interesses dasociedade. Embora um filósofo possa viver longe dos negócios, o espírito dafilosofia, se cuidadosamente cultivado por alguns, difunde-se gradualmenteatravés de toda a sociedade e confere a todas as artes e profissões semelhantecorreção. O político adquirirá maior previsão e sutileza na divisão e noequilíbrio do poder, o advogado, mais método e princípios mais sutis em seusraciocínios, o general, mais regularidade em sua disciplina, mais cautela emseus planos e em suas manobras. A maior estabilidade dos governos modernossobre os antigos e a exatidão da filosofia moderna têm melhorado, eprovavelmente melhorarão ainda mais, por gradações semelhantes.
    Se não houvesse nenhuma vantagem a ser colhida destes estudos além dasatisfação de uma curiosidade ingênua, mesmo assim este resultado não devia serdesprezado, pois ele se acrescenta aos poucos prazeres seguros e inofensivosque são conferidos à raça humana. O caminho da vida, o mais agradável e o maisinofensivo, passa pelas avenidas da ciência e do saber; e, quem quer que possaremover quaisquer obstáculos desta via ou abrir uma nova perspectiva, deve serconsiderado um benfeitor da humanidade. Embora estas pesquisas possam parecerárduas e fatigantes, ocorre aqui como com certos espíritos ou com certos corposque, por estarem dotados de grande vitalidade, necessitam de exercícios severose colhem prazer daquilo que, para a maioria dos homens, parece penoso elaborioso. A obscuridade é, de fato, penosa tanto para o espírito como para osolhos; todavia, trazer luz da obscuridade, por mais trabalhoso que seja, deveser agradável e regozijador.
    Mas, objeta-se, a obscuridade da filosofia profunda e abstrata não éapenas penosa e fatigante, como também é uma fonte inevitável de incerteza e deerro. Na verdade, esta é a objeção mais justa e mais plausível contra uma parteconsiderável da metafísica, que não cons¬titui propriamente uma ciência, masnasce tanto pelos esforços estéreis da vaidade humana que queria penetrar emrecintos completamente inacessíveis ao entendimento humano, como pelos artifícios das superstições populares que,incapazes de se defenderem lealmente, constroem estas sarças emaranhadaspara cobrir e proteger suas fraquezas. Perseguidos em campo aberto, estessalteadores correm para a floresta e põem-se de emboscada para surpreender todaavenida desguarnecida do espírito, a fim de dominá-lo com temores epreconceitos religiosos. O antagonista mais valente é subjugado se, por ummomento, suspende sua guarda. Muitos por covardia e tolice abrem os portõespara os inimigos e voluntariamente os recebem com reverência e submissão comose fossem seus soberanos legítimos.
    Mas esta é uma razão suficiente para que os filósofos desistam de taispesquisas e deixem a superstição para sempre em posse de seu refúgio? Não émais conveniente tirar uma conclusão contrária e perceber a necessidade deconduzir a guerra no mais secreto abrigo do inimigo? Em vão esperamos que oshomens, em virtude de freqüentes decepções, abandonem finalmente estas ciênciasetéreas e descubram o verdadeiro campo da razão humana. De fato, além de muitaspessoas empenharem-se sensatamente em sempre repetir semelhantes ponderações,além disso, digo eu, nas ciências nunca há razão para desesperar; embora osesforços anteriores tenham fracassado, há ainda esperança de que a diligência,a boa sorte ou a sagacidade aperfeiçoada de gerações sucessivas possam alcançardescobertas desconhecidas das épocas anteriores. Todo espírito aventureiro selançará para a conquista do difícil prêmio e se verá mais estimulado do quedesencorajado pelas falhas de seus predecessores, porquanto espera que a glóriade terminar uma aventura tão difícil lhe é reservada. O único método paralibertar de vez o saber destas questões abstrusas consiste em examinarseriamente a natureza do entendimento humano e mostrar, por meio de uma análiseexata de suas faculdades e capacidades, que ela não é, de nenhuma maneira,adequada a assuntos tão remotos e abstrusos. Devemos submeter-nos a esta fadigaa fim de viver tranqüilos todo o resto do tempo, e devemos cultivar averdadeira metafísica com cuidado para destruir a metafísica falsa eadulterada. A indolência que, para algumas pessoas, oferece proteção contraesta filosofia enganadora é para outras superada pela curiosidade; e odesespero que em alguns momentos prevalece pode ser seguido de grandesesperanças e de expectativas otimistas. O raciocínio exato e justo é o únicoremédio universal adequado a todas as pessoas e aptidões, o único capaz dedestruir a filosofia abstrusa e o jargão metafísico que, mesclados com asuperstição popular, se tomam, por assim dizer, impenetráveis aos pensadoresdescuidados e se afiguram como ciência e sabedoria. [5]
    Além das vantagens de rejeitar, após a investigação deliberada, oaspecto mais incerto e desagradável do conhecimento, há muitas vantagens queresultam de uma inquirição exata dos poderes e das faculdades da naturezahumana. É curioso que as operações do espírito, não obstante mais intimamenteligadas a nós, surjam envoltas em obscuridade todas as vezes que se tornam objetoda reflexão e a visão é incapaz de discernir com facilidade as linhas e oslimites que as separam e as distinguem. Os objetos são muito tênues parapermanecer por muito tempo sob o mesmo aspecto ou situação e devem serapreendidos num instante, por uma perspicácia superior recebida da natureza edesenvolvida pelo hábito e pela reflexão. Deste modo, apenas conhecer asdiferentes operações do espírito, sua separação, sua classificação emcategorias apropriadas e a correção da aparente desordem em que se encontramconstitui uma parte considerável da ciência, quando elas são tomadas comoobjeto da reflexão e da pesquisa. Esta tarefa de organização e de distinção,que não tem mérito quando feita em relação aos corpos externos que são osobjetos de nossos sentidos, aumenta de valor quando se dirige às operações doespírito, em proporção à dificuldade e ao esforço que encontramos aorealizá-la. Se não pudermos ir além desta geografia mental ou do delineamentodas distintas partes e faculdades do espírito, ao menos será satisfatóriochegar até lá; por mais evidente que possa parecer esta ciência – e de nenhummodo o é – mais desprezível ainda deve ser considerada sua ignorância por todosaqueles que pretendem alcançar o saber e a filosofia.
    Nenhuma dúvida pode subsistir de que esta ciênciaé incerta e quimérica, a não ser que nos nutramos de um tal ceticismo que destrua inteiramentetoda especulação e mesmo toda ação. Não hádúvidas de que o espírito está dotado de diversos poderes e faculdades, queesses poderes são distintos uns dos outros, que o que é realmentediferente de imediato para a percepção pode ser discernido pela reflexão e, porconseguinte, em todas as proposições que se referem a este tema há uma verdadee uma falsidade que não estão fora do alcance do entendimento humano. Há muitasdistinções evidentes deste gênero, como aquelas entre a vontade e oentendimento, a imaginação e as paixões, que podem ser compreendidas por todacriatura humana. As distinções mais sutis e mais filosóficas não são menos reaise certas, embora mais difíceis de ser compreendidas.Alguns exemplos, especialmente recentes, de êxitos obtidos nestas investigaçõespodem dar-nos uma noção mais justa da certeza e da solidez deste ramo dosaber. Ora, estimaremos valioso o esforço de um filósofo que nos dá umverdadeiro sistema dos planetas e estabelece a posição e a ordem daquelescorpos remotos, enquanto afetamos desdenhar aqueles que, com igual êxito,determinam as partes do espírito que nos dizem respeito tão de perto? [6]
    Mas não podemos esperar que a filosofia, se cuidadosamente cultivada eencorajada pela atenção do público, possa levar suas indagações ainda maislonge e descubra, pelo menos em parte, as fontes e os princípios secretos queimpulsionam o espírito humano em suas operações? Os astrônomos contentaram-sedurante muito tempo em provar, a partir dos fenômenos, o movimento verdadeiro,a ordem e a grandeza dos corpos celestes até que surgiu um filósofo [7] que,mediante um feliz raciocínio, parece haver determinado também as leis e forçasque dirigem e governam as revoluções dos planetas. E não há razão para temerque não tenhamos o mesmo êxito em nossas investigações acerca da organização edas faculdades mentais, se realizadas com omesmo talento e cautela. É provável que uma operação e um princípio do espíritodependam de uma outra operação e de um outro princípio que, por seuturno, possam reduzir-se a uma outra operação e a um outro princípio mais gerale mais universal. E ser-nos-á muito difícil determinar exatamente até onde épossível levar nossas investigações, antes – e mesmo depois – de um cuidadosoexame. É verdade que tentativas deste tipo são feitas todos os dias, mesmo poraqueles que filosofam de maneira mais negligente. E nada pode ser maisnecessário que ingressar no empreendimentocom o máximo cuidado e atenção, de modo que, se está ao alcance doentendimento humano, pode ser levado a cabo com felicidade, e, se não está,pode ser rejeitado com alguma confiança e segurança. Esta última conclusão,certamente, não é desejável e não sedeveria aceitá-la com muita precipitação. Porque, se assim fosse, em quantodeveríamos diminuir a beleza e o valor desta classe de filosofia? Atéagora, os moralistas estão habituados, quando consideram a multiplicidade e adiversidade das ações que despertam nossa aprovação ou nossa repulsa, aprocurar um princípio comum do qual poderia depender esta variedade deopiniões. E, embora tenham às vezes levado o assunto demasiado longe devido àsua paixão por algum princípio geral, é preciso reconhecer que, sem dúvida, sãodesculpáveis quando esperam encontrar alguns princípios gerais, aos quais comjustiça se poderiam reduzir todos os vícios e virtudes. Análogos têm sido osesforços dos críticos, dos lógicos e mesmo dos políticos; nem têm sido suastentativas completamente malogradas, embora com o correr do tempo, com maiorexatidão e aplicação mais zelosa, possam aproximar ainda mais essas ciências desua perfeição. Renunciar de imediato atodas as pretensões desse tipo pode ser justamente julgado uma conduta maisimpetuosa, mais precipitada e mais dogmática do que a mais confiante e a maisafirmativa das filosofias, que jamais tentou impor aos homens seus preceitos eprincípios incompletos.
    Que importa se estes raciocínios sobre a natureza humana pareçamabstratos e de difícil compreensão? Isto não nos induz a nenhuma pressuposiçãoacerca de sua falsidade. Pelo contrário, parece impossível que o que até agoratem escapado a tantos sábios e profundos filósofos seja muito fácil e evidente.Sejam quais forem os sofrimentos que estas pesquisas possam custar-nos, podemosconsiderar-nos suficientemente recompensados, não apenas em matéria deutilidade, mas por puro prazer, se pudermos assim aumentar nosso acervo deconhecimento acerca de assuntos de tão indiscutível importância.
    Mas como, finalmente, o caráter abstrato destas especulações não asrecomendam mas lhes são desvantajosas, e como esta dificuldade pode talvezsuperar-se com engenho e arte, por evitar todo pormenor desnecessário, nós temostentado, na investigação que segue, lançar alguma luz sobre temas a propósitodos quais se têm mostrado os sábios, até agora, desanimados pela incerteza, eos ignorantes, pela obscuridade. Ficaríamos felizes se pudéssemos unir asfronteiras das diferentes correntes de filosofia, reconciliando a investigaçãoprofunda com a clareza e a verdade com a originalidade. E mais felizes aindase, raciocinando desta maneira fácil, pudéssemos destruir os fundamentos dafilosofia abstrusa, que até agora apenas parece haver servido de refúgio àsuperstição e de abrigo ao erro e ao absurdo.

    [1] Nesta seção, Hume apresenta os principais objetivos desta Investigação.Por este motivo, ela corresponde, como muito bem observa Flew, à parteintrodutória do Tratado, em que Hume mostra que a discrepância existenteentre “filosofia e ciência” decorre do fato de elas não se fundamentarem embase comum. A seguir, revela que o caminho mais indicado para solucionar oproblema consiste em principiar estudando a “ciência do homem”, já que “todasas ciências têm uma relação, maior ou menor, com a natureza humana”. A. Flew, Hume’s Philosophy of Belief, Routlege& Kegan Paul, Londres, 1961, pp. 1-7.
    [2] Ao identificar sua filosofia com a “filosofia moral, ou ciência danatureza humana”, Hume está indicando que o termo filosofia, como era entendidono século XVIII, tinha um amplo significado.
    [3] Nas edições K e L, aparecia a seguinte nota: “Não se intenciona denenhum modo depreciar o mérito de Locke, que foi realmente um grande filósofo,pois raciocina com correção e modéstia. Pretende-se apenas mostrar o destinocomum deste gênero de filosofia abstrata”.
    [4] A filosofia “fácil” considera seu tema adequado as ações humanas(ela visualiza o homem como “nascido para a ação”), e tem como fim inculcar avirtude. Seu método consiste no uso de exemplos que permitem inculcar avirtude. A filosofia “difícil” considera seu tema apropriado às especulaçõesmetafísicas acerca da natureza (isto é, das “essências ocultas”) do homem e domundo externo, pois o homem é considerado um “ser racional” que pode desvendara natureza das coisas. Seu fim é a verdade absoluta acerca desta naturezaimutável. Seu método é a “instrução” ou a apreensão do conhecimento através deuma longa cadeia de raciocínios. Uma filosofia adequada, sustenta Hume, devecombinar o tema, o método e o fim dessas duas classes de filosofia, pois adualidade da natureza humana parece ser um dos principais objetivos da Investigação.Desta maneira, o tema adequado é o “entendimento humano” em suas operações racionais e volitivas, já que o entendimentohumano pode ser entendido como aquilo que é capaz de conhecer-se a simesmo como centro do pensamento e da ação. O fim adequado diz respeito a umcontínuo desenvolvimento reflexivo de nossa compreensão do entendimento humanoe de suas operações (veja-se seção III). E o método apropriado é aquele quepossibilita esta continua auto-reformação (veja-se seção II, nota 11). E assimque o entendimento humano chega a descobrir o que pode ser conhecido e o quepode ser feito, ou melhor, o objeto apropriado sobre o qual o entendimentohumano pode e deve operar e os princípios adequados que devem conduzir oshomens aos atos corretos. (R. Sternfeld, “TheUnity of Hume’s Enquiry concerning Human Understanding”, The Review ofMetaphysics, vol. III, 2,Dez., 1949, n. 10 pp. 167-188) [N. do T.] .
    [5] A ênfase dada por Hume aos problemas da natureza e limites doentendimento humano reflete projeto semelhante ao de Locke, que no An Essayconcerning the Human Understanding, relata que seu livro nasceu quando ele,“com mais cinco ou seis amigos”, discorria sobre um “tópico bem remoto deste(isto é, Essay)”: “ficamos logo inertes, pelas dificuldades advindas detodas as partes. Depois de algum tempo de hesitação, sem nenhuma solução viávelacerca das dúvidas que nos haviam deixado perplexos, considerei que havíamosiniciado pelo caminho errado e que, antes de nos empenharmos em investigaçõesdesta natureza, devemos examinar nossas próprias habilidades para averiguar comquais objetos nossos entendimentos podem, ou não, tratar adequadamente” (ediçãoFrazer, Great Books, Chicago, 1952, p. 87). É preciso, todavia, observar que otexto de Hume deixa bem clara a intenção de empregar o mesmo descobrimento demaneira bem mais agressiva e mais categórica do que foi utilizado por Locke [N.do T.] .
    [6] Nas edições K e L havia a seguinte nota: Esta faculdade que nospermite discernir o verdadeiro do falso e aquela que nos faz perceber adiferença entre o vício e a virtude têm sido por muito tempo confundidas umacom a outra. Supunha-se, deste modo, que toda temática moral estivesseconstruída sobre relações eternas e imutáveis, as quais, observadas porqualquer espírito inteligente, eram consideradas tão invariáveis como qualquerproposição acerca da quantidade e do número. Há pouco tempo um filósofo[Francis Hutcheson, citado em nota de rodapé] esclareceu-nos, mediante os maisconvincentes argumentos, que a moral não é nada quando encarada do ponto devista abstrato, sendo completamente relativa ao sentimento ou ao gosto de cadaser particular; do mesmo modo que as diferenças entre doce e amargo, quente efrio nascem do sentimento derivado de cada sentido ou de cada órgão. Convém,portanto, classificar as percepções morais, não com as operações doentendimento, mas com os gostos ou sentimentos. “Os filósofos tinham o habitode dividir todas as paixões do espírito em duas classes, as egoístas e asaltruístas, e supunham que elas estivessem em constante oposição e contradição.Pensavam, ainda, que as últimas jamais pudessem abarcar seu objeto apropriadosem referência às primeiras. Entre as paixões egoístas classificavam a avareza,a ambição e o espírito de vingança; entre as altruístas, a afeição natural, aamizade e o espírito público. Os filósofos já podem averiguar [vejam-se os Sermões de Butler] a inexatidão desta classificação. Ficou provado, de modoindubitável, que mesmo as paixões geralmente julgadas egoístas extravasam opróprio espírito na direção do objeto; que, embora a satisfação destas paixõesnos dê prazer, sua antecipação não é, todavia, a causa da paixão; ao contrário,a paixão precede o prazer e, sem a primeira, o último jamais teria podidoexistir; que esta é precisamente a situação das paixões denominadas altruístase que, por conseguinte, um homem não está mais interessado quando aspira à suaprópria glória do que quando a felicidade de seu amigo é o objeto de seus desejos; que ele não está mais desinteressadoquando sacrifica sua tranqüilidade e seu repouso ao bem público do quequando trabalha para satisfazer sua avareza ou ambição. Eis, portanto. umajuste considerável entre as fronteiras das paixões, que têm sido confundidaspela negligência ou inexatidão dos filósofos precedentes. Estes dois exemplospodem servir para nos mostrar a natureza e a importância desta classe defilosofia”. E provável que Hume excluiu esta nota por considerá-la supérfluadepois da publicação de sua An Enquiry concerning the Principles of Morals,em 1751. Parece-nos, todavia, que ela pode esclarecer, especialmente pelamenção de Hutcheson, o projeto humiano. Ainfluência de Hutcheson sobre Hume, como mostra com acerto Smith, é maisconsiderável do que se supunha. O núcleo da teoria hutchesoniana consiste,segundo Smith, em considerar que o último fundamento de nossos juízos de valor,tanto morais como estéticos, não é a razão, mas o sentimento ou feeling.Hume não apenas adotou este ponto de vista, mas ampliou seu âmbito ao aplicá-loa todas as “questões de fato e de existência” (Investigação, seção IV).Hume antecipa, deste modo, a distinção entre “conhecimento” (nascido das “relaçõesde idéias” e restrito aos objetos matemáticos) e “crença” (inferida das “relaçõesde fatos” e englobando todos os outros objetos). Esta distinção é, em verdade,discutida com pormenores na seção IV desta Investigação. (Vejam-se de N. Kemp Smith, The Philosophy of DavidHume, Macmillan, 1949, capítulos I e II; de E. C. Mossner, The Life ofDavid Hume, Nelson, 1954, pp. 76-7; de F. Hutcheson, Inquiry into theOriginal of our Ideas on Beauty and Virtue, 1725, e Essay on the Natureand Conduct of the Passions and Affections, 1728.) [N. do T.]
    [7] A analogia com a astronomia antes e depois deNewton indica quais os resultados que podem ser obtidos da pesquisa acerca das operações doentendimento humano. A aspiração manifestada por Hume no subtítulo do Tratado (“tentativa para introduzir o método do raciocínio experimental em objetosmorais”) – alusão evidente ao método de Newton e que lhe valeu o epíteto de sero Newton das ciências morais – é agora reduzida pela aspiração mais modesta defazer apenas uma “geometria mental”. Em verdade, a Investigação caracteriza-sepela maior ênfase dada aos problemas que dizem respeito à natureza,pressupostos e limitações de vários tipos de pesquisas. (Flew, obra citada, p.14.) [N. do T.]

    Seção II
    Da origem das idéias
    Cada um admitirá prontamente que há uma diferençaconsiderável entre as percepções [1] do espírito, quando uma pessoa sente a dor do calorexcessivo ou o prazer do calor moderado, e quandodepois recorda em sua memória esta sensação ou a antecipa por meio de suaimaginação. Estas faculdades podem imitar ou copiar as percepções dossentidos, porém nunca podem alcançar integralmente a força e a vivacidade dasensação original. O máximo que podemos dizer delas, mesmo quando atuam com seumaior vigor, é que representam seu objeto de um modo tão vivo que quase podemosdizer que o vemos ou que o sentimos. Mas, a menos que o espírito estejaperturbado por doença ou loucura, nunca chegam a tal grau de vivacidade que nãoseja possível discernir as percepções dos objetos. Todas as cores da poesia,apesar de esplêndidas, nunca podem pintar os objetos naturais de tal modo quese tome a descrição pela paisagem real. O pensamento mais vivo é sempreinferior à sensação mais embaçada.
    Podemos observar uma distinção semelhante em todas as outras percepçõesdo espírito. Um homem à mercê dum ataque de cólera é estimulado de maneiramuito diferente da de um outro que apenas pensa nessa emoção. Se vós me dizeisque certa pessoa está amando, compreendo facilmente o que quereis dizer-me eformo uma concepção precisa de sua situação, porémnunca posso confundir esta idéia com as desordens e as agitações reais dapaixão. Quando refletimos sobre nossas sensações e impressões passadas,nosso pensamento é um reflexo fiel e copia seus objetos com veracidade, porémas cores que emprega são fracas e embaçadas em comparação com aquelas querevestiam nossas percepções originais. Não é necessário possuir discernimentosutil nem predisposição metafísica para assinalar a diferença que há entreelas. Podemos, por conseguinte, dividir todas as percepções do espírito em duasclasses ou espécies, que se distinguem por seus diferentes graus de força e devivacidade. As menos fortes e menos vivas são geralmente denominadas pensamentos ou idéias. A outra espécie não possui um nome em nosso idioma e namaioria dos outros, porque, suponho, somente com fins filosóficos eranecessário compreendê-las sob um termo ou nomenclatura geral. Deixe-nos,portanto, usar um pouco de liberdade e denominá-las impressões,empregando esta palavra num sentido de algum modo diferente do usual. Pelotermo impressão entendo, pois, todas as nossas percepções mais vivas,quando ouvimos, vemos, sentimos, amamos, odiamos, desejamos ou queremos. E asimpressões diferenciam-se das idéias, que são as percepções menos vivas, dasquais temos consciência, quando refletimos sobre quaisquer das sensações ou dosmovimentos acima mencionados. [2]
    À primeira vista, nada pode parecer mais ilimitado do que o pensamentohumano, que não apenas escapa a todaautoridade e a todo poder do homem, mas também nem sempre é reprimido dentrodos limites da natureza e da realidade. Formar monstros e juntar formas eaparências incongruentes não causam à imaginação mais embaraço do que conceberos objetos mais naturais e mais familiares. Apesar de o corpo confinar-se numsó planeta, sobre o qual se arrasta com sofrimento e dificuldade, o pensamentopode transportar-nos num instante às regiões mais distantes do Universo, oumesmo além do Universo, para o caos indeterminado, onde se supõe que a Naturezase encontra em total confusão. Pode-se conceber o que ainda não foi visto ououvido, porque não há nada que esteja fora do poder do pensamento, exceto o queimplica absoluta contradição.
    Entretanto, embora nosso pensamento pareça possuir esta liberdadeilimitada, verificaremos, através de um exame mais minucioso, que ele estárealmente confinado dentro de limites muito reduzidos e que todo poder criadordo espírito não ultrapassa a faculdade de combinar, de transpor, aumentar ou dediminuir os materiais que nos foram fornecidos pelos sentidos e pelaexperiência. Quando pensamos numa montanha de ouro, apenas unimos duas idéiascompatíveis, ouro e montanha, que outrora conhecêramos. Podemosconceber um cavalo virtuoso, pois o sentimento que temos de nós mesmos nospermite conceber a virtude e podemos uni-la à figura e forma de um cavalo, queé um animal bem conhecido. Em resumo, todos os materiais do pensamento derivamde nossas sensações externas ou internas; mas a mistura e composição delesdependem do espírito e da vontade. Ou melhor, para expressar-me em linguagemfilosófica: todas as nossas idéias ou percepções mais fracas são cópias denossas impressões ou percepções mais vivas.
    Para prová-lo, espero que serão suficientes os dois argumentosseguintes. Primeiro, se analisamos nossos pensamentos ou idéias, por maiscompostos ou sublimes que sejam, sempre verificamos que se reduzem a idéias tãosimples como eram as cópias de sensações precedentes. Mesmo as idéias que, àprimeira vista, parecem mais distantes desta origem mostram-se, sob umescrutínio minucioso, derivadas dela. A idéia de Deus, significando o Serinfinitamente inteligente, sábio e bom, nasce da reflexão sobre as operações denosso próprio espírito, quando aumentamos indefinidamente as qualidades debondade e de sabedoria. Podemos continuar esta investigação até a extensão quequisermos, e acharemos sempre que cada idéia que examinamos é cópia de umaimpressão semelhante. Aqueles que dizem que esta afirmação não é universalmenteverdadeira, nem sem exceção, têm apenas um método, e em verdade fácil, pararefutá-la: mostrar uma idéia que, em sua opinião, não deriva desta fonte. Incumbir-nos-iaentão, se quiséssemos preservar nossa doutrina, de mostrar a impressão oupercepção mais viva que lhe corresponde.
    Segundo, se ocorre que o defeito de um órgão prive uma pessoa de umaclasse de sensação, notamos que ela tem a mesma incapacidade para formar idéiascorrespondentes. Assim, um cego não pode ter noção das cores nem um surdo dossons. Restaurai a um deles um dos sentidos de que carecem: ao abrirdes asportas às sensações, possibilitais também a entrada das idéias, e a pessoa não terámais dificuldade para conceber aqueles objetos. O mesmo fenômeno ocorre quandoo objeto apropriado para estimular qualquer sensação nunca foi aplicado aoórgão do sentido. Um lapão ou um negro, por exemplo, não têm nenhuma noção dosabor do vinho. Apesar de haver poucos ou nenhum caso de semelhante deficiênciano espírito, em que uma pessoa nunca sentiu ou que é completamente incapaz deum sentimento ou paixão próprios de sua espécie, constatamos, todavia, que amesma observação ocorre em menor grau. Um homem de modos brandos não podeformar uma idéia de vingança ou de crueldade obstinada, nem um coração egoístapode conceber facilmente os ápices da amizade e da generosidade. Em verdade,admitimos que outros seres podem possuir muitos sentidos dos quais não temosnoção, porque as idéias destes sentidos nunca nos foram apresentadas pela únicamaneira por que uma idéia pode ter acessoao espírito, isto é, mediante o sentimento e a sensação reais.
    Há, no entanto, um fenômeno contraditório que pode provar que não éabsolutamente impossível que as idéias nasçam independentes de suas impressõescorrespondentes. Acredito que se concordaria facilmente que as várias idéias decores diferentes que penetram pelos olhos, ou aquelas de sons conduzidas peloouvido, são realmente diferentes umas das outras, embora, ao mesmo tempo,parecidas. Ora, se isto é verdadeiro a respeito das diferentes cores, devesê-lo igualmente para os diversos matizes da mesma cor; e cada matiz produz umaidéia diversa, independente das outras. Pois, se se negasse isto, seriapossível, por contínua gradação dos matizes, passar insensivelmente de uma cora outra completamente distante de série; se vós não admitis a distinção entreos intermediários, não podeis, sem absurdo, negar a identidade dos extremos.Suponde, então, uma pessoa que gozou do uso de sua visão durante trinta anos ese tornou perfeitamente familiarizada com cores de todos os gêneros, exceto comum matiz particular do azul, por exemplo, que nunca teve a sorte de ver.Colocai todos os diferentes matizes daquelacor, exceto aquele único, defronte daquela pessoa, decrescendo gradualmente do maisescuro ao mais claro. Certamente, ela perceberá um vazio onde falta este matiz,terá o sentimento de que há uma grande distância naquele lugar, entre as corescontíguas, mais do que em qualquer outro.Ora, pergunto se lhe seria possível, através de sua imaginação, preencher este vazioe dar nascimento à idéia deste matiz particular que, todavia, seus sentidosnunca lhe forneceram? Poucos leitores, creio eu, serão de opinião que ela nãopode; e isto pode servir de prova que as idéias simples nem sempre derivam dasimpressões correspondentes, mas esse caso tão singular é apenas digno deobservação e não merece que, unicamente por ele, modifiquemos nossa máximageral.
    Eis, portanto, uma proposição que não apenas parece simples einteligível em si mesma, mas que, se se fizer dela o uso apropriado, podetornar toda discussão igualmente inteligível e eliminar todo jargão, que hámuito tempo se apossou dos raciocínios metafísicos e os desacreditou. Todas asidéias, especialmente as abstratas, são naturalmente fracas e obscuras; oespírito tem sobre elas um escasso controle; elas são apropriadas para seremconfundidas com outras idéias semelhantes, e somos levados a imaginar que umaidéia determinada está aí anexada se, o que ocorre com freqüência, empregamosqualquer termo sem lhe dar significado exato. Pelo contrário, todas asimpressões, isto é, todas as sensações, externas ou internas, são fortes e vivas;seus limites são determinados com mais exatidão e não é tão fácil confundi-lase equivocar-nos. Portanto, quando suspeitamos que um termo filosófico estásendo empregado sem nenhum significado ou idéia – o que é muito freqüente –devemos apenas perguntar: de que impressão é derivada aquela suposta idéia? [3] E, se for, impossível designar uma, isto servirá para confirmar nossa suspeita. E razoável, portanto, esperar que, aotrazer as idéias a uma luz tão clara, removeremos toda discussão quepode surgir sobre sua natureza e realidade. [4]

    [1] O termo “percepções” é utilizado por Hume para designar a totalidadedos fatos mentais e das operações volitivas. Mais adiante, nesta seção(p. 70), ele escreve que as percepções constituem “todos os materiaisdo pensamento”. (vejam-se também: Tratado, I. ii, 6, p. 67 – IIi, p. 456.) Hume difere assim de Locke, que emprega o termo “idéia(veja-se nota 12 desta seção) com aquele sentido genérico. [N. do T.]
    [2] As percepções originais, isto é, os elementos primitivos daexperiência, são, escreve Hume, as “impressões”. As “idéias”, por seu turno,que afloram à consciência, quando pensamos ou raciocinamos, são fracas imagensdas impressões. As idéias não são, portanto, como para os platônicos, osarquétipos de tudo que existe e nem, como para os cartesianos, inatas, poisunicamente as impressões são inatas (veja-se O. Brunet, Philosophie etesthétique chez David Hume, Nizet, Paris, 1965, pp. 292-295.). Como asidéias são fracas imagens de impressões correspondentes, podemos dizer que aspercepções do espírito, assumindo dupla forma, como impressões e como idéias,distinguem-se em grau e não em natureza. Ou melhor, as duas facetas de umaúnica percepção discriminam-se entre si do mesmo modo como um modelo sediferencia de sua cópia. [N. do T.]
    [3] O método filosófico adequado é aquele que permite a contínuareforma de nossas idéias acerca das operações do entendimento humano. E asidéias são reformadas por estarem relacionadas com suas impressõescorrespondentes. Esta relação é dupla: a) as idéias são similares àsimpressões, ou melhor, são cópias ou imagens das impressões (em concordânciacom o método baseado no exemplo), e b) as idéias estão necessariamente unidasàs impressões, ou melhor, as idéias não são descobertas sem impressõescorrespondentes (do mesmo modo que a filosofia difícil admite que a conclusãonão pode ser levada a cabo sem as premissas adequadas). (Sternfeld, artigocitado, pp. 173-174.) [N. do T]
    [4] É provável que todos aquelesque negaram as idéias inatas queriam apenas dizer que todas as nossas idéiaseram cópias de nossas impressões, embora seja preciso confessar que os termospor eles empregados nem sempre foram escolhidos com precaução nemdefinidos com exatidão, a fim de evitar equívocos sobre suas doutrinas. O quese entende por inato? Se inato é equivalente a natural, então se deve concederque todas as percepções e idéias do espírito são inatas ou naturais, emqualquer sentido que tomemos este último termo, seja em oposição ao que éinsólito, artificial ou miraculoso. Se inato significa contemporâneo ao nossonascimento, a discussão parece frívola,pois não vale a pena averiguar em que momento se começa a pensar: se antes, no,ou depois de nosso nascimento. Demais, parece-me que Locke e outros tomam otermo idéia em sentido muito vago, tanto indicando nossaspercepções, sensações e paixões, como nossos pensamentos. Ora, neste sentido eugostaria de saber o que é que se quer dizer quando se afirma que o amor-próprioou ressentimento por injúrias sofridas ou a paixão entre os sexos não é inata?
    Mas admitindo-se os termos impressões e idéias no sentidoexposto acima e entendendo por inato o que é primitivo ou não copiado denenhuma percepção precedente, podemos então afirmar que todas as nossasimpressões são inatas e que nossas idéias não o são.
    Para ser franco, devo confessar que em minha opinião Locke foi enganadosobre esta questão pelos escolásticos, que, utilizando termos definidos semrigor, prolongavam cansativamente asdiscussões sem jamais atingir o núcleo da questão. Semelhante ambigüidade e circunlocuçãoparecem estar presentes nos raciocínios deste filósofo acerca deste tema comotambém da maioria de outras questões (Hume).

    Seção III
    Da associação de idéias [1]
    É evidente que há um princípio de conexão entre os diferentespensamentos ou idéias do espírito humano e que, ao se apresentarem à memória ouà imaginação, se introduzem mutuamente com certo método e regularidade. E istoé tão visível em nossos pensamentos ou conversas mais sérias que qualquerpensamento particular que interrompe a seqüência regular ou o encadeamento dasidéias é imediatamente notado e rejeitado. Até mesmo em nossos maisdesordenados e errantes devaneios, como também em nossos sonhos, notaremos, serefletimos, que a imaginação não vagou inteiramente a esmo, porém havia sempreuma conexão entre as diferentes idéias que se sucediam. Se se transcrevesse aconversa mais solta e mais livre, notar-se-ia imediatamente alguma coisa que aligou em todas as suas transições. E se este princípio faltasse, quem quebrou ofio da conversa poderia ainda informar-vos que havia secretamente esclarecidoem seu espírito uma sucessão de pensamentos, os quais o tinham desviadogradualmente do tema da conversa. Entre os idiomas mais diferentes, mesmonaqueles em que não podemos supor a menor conexão ou comunicação, encontramosque as palavras que exprimem as idéias mais complexas quase se correspondementre si, o que é uma prova segura de que as idéias simples, compreendidas nasidéias complexas, foram ligadas por algum princípio universal que tinha igualinfluência sobre todos os homens. [2]
    Embora o fato de que as idéias diferentes estejamconectadas seja tão evidente para não ser percebido pela observação, creio que nenhum filósofo [3] tentou enumerar ou classificar todos os princípios de associação, assuntoque, todavia, parece digno de atenção. Para mim, apenas há três princípios deconexão entre as idéias, a saber: de semelhança, de contigüidade –no tempo e no espaço – e de causa ou efeito.
    Que estes princípios servem para ligar idéias, não será, creio eu,muito duvidoso. Um quadro conduz naturalmente nossos pensamentos para ooriginal; [4] quando se menciona um apartamento de um edifício, naturalmente seintroduz uma investigação ou uma conversa acerca dos outros. [5] E, se pensamosacerca de um ferimento, quase não podemos furtar-nos a refletir sobre a dor queo acompanha. [6] Entretanto, é difícil provar tanto para nossa como para asatisfação do leitor que esta enumeração é completa e que não há outrosprincípios de associação. Cabe-nos, portanto, em tal situação, recapitularvários exemplos e examinar cuidadosamente o princípio que liga mutuamente osdiferentes pensamentos, e apenas detendo-nos quando tornarmos o princípio tãogeral quanto possível. [7] E, à medida que examinarmos outros exemplos e ofizermos com o máximo cuidado, adquiriremos a certeza de que a enumeração,estabelecida a partir de um conjunto de observações, é completa e inteira.
    [Nas edições K, L, e N, esta seção continuava daseguinte maneira: “Em vez de entrar num pormenor deste gênero, o que nos conduziria a várias einúteis sutilezas, consideraremos alguns dos efeitos desta conexão sobre aspaixões e a imaginação; poderemos principiar assim um campo de especulação maisinteressante e talvez mais instrutivo do que o outro.]
    Como o homem é um ser racional e estácontinuamente à procura da felicidade, que espera alcançar para a satisfação de alguma paixão ouafeição, raramente age, pensa ou fala sem propósito ou intenção. Sempre temalgum objeto em vista; embora às vezes sejam inadequados os meios que escolhepara alcançar seu fim, jamais o perde de vista e nem desperdiça seuspensamentos ou reflexões quando não espera obter nenhuma satisfação deles.
    Em todas as composições geniais é, portanto, necessário que o autortenha algum plano ou objeto; e embora possa ser desviado deste plano pelaimpetuosidade de seu pensamento, como numa ode, ou omiti-lo descuidadamente,como numa epístola ou num ensaio, deve aparecer algum fim ou intenção em suaprimeira composição, senão na composição completa da obra. Uma obra sem umdesígnio se assemelha mais a extravagâncias de um louco do que aos sóbriosesforços do gênio e do sábio.
    Como esta regra não admite exceção, conclui-se que nas composiçõesnarrativas os eventos ou atos que o escritor relata devem estar unidos poralgum elo ou laço; é preciso que estejam unidos uns aos outros na imaginação eformem uma espécie de unidade que possa situá-los em um único plano, em um único ponto de vista, e que possa ser oobjeto e o fim do autor em seu primeiro empreendimento.
    Este princípio de conexão entre vários eventos, formando o tema de umpoema ou de uma história, pode serdiferente segundo os distintos planos de um poeta ou de um historiador. Ovídio modelouseu plano sobre o princípio conectivo de semelhança. Toda transformaçãofabulosa produzida pelo poder miraculoso dos deuses aparece em sua obra. Não épreciso senão esta condição para que um evento convirja para seu plano originalou intenção.
    Um analista ou historiador que tentasse escrever a história da Europadurante um século seria influenciado pela conexão de contigüidade no tempo e noespaço. Todos os eventos que aconteceram nesta porção do espaço e neste períododo tempo estão compreendidos em seu desígnio, embora em outros aspectos sejamdiferentes e sem relação uns com os outros. Ainda assim têm uma espécie deunidade entre toda diversidade.
    Entretanto, a espécie mais habitual de relação entre os diferenteseventos que fazem parte de uma composição narrativa é a de causa e efeito;quando um historiador segue a série de ações segundo sua ordem natural, remontaàs suas fontes e princípios secretos e descreve suas mais remotasconseqüências. Escolhe como tema certa porção desta grande cadeia deacontecimentos que constitui a história da humanidade; tenta tocar em suanarrativa cada elo desta cadeia. Às vezes, uma inevitável ignorância tornainúteis todos os seus esforços; às vezes preenche por conjeturas o que édeficiente em seu conhecimento; e sempre tem consciência de que sua obra é maisperfeita em função da maior continuidade de cadeia de acontecimentos queapresenta ao leitor. Ele sabe que o conhecimento de causas não é apenas o maissatisfatório, já que esta relação ou conexão é mais forte do que todas asoutras, mas também mais instrutivo, pois é unicamente por este conhecimento quesomos capazes de controlar eventos e governar o futuro.
    Podemos agora, portanto, ter uma idéia desta unidade de ação,que tem sido bastante discutida por todos os críticos depois de Aristóteles semmuito êxito, talvez porque não controlavam seus gostos e sentimentos por umafilosofia rigorosa. Parece que em todas as obras, tanto épicas como trágicas, épreciso certa unidade, e que em nenhum momento podemos permitir aos nossospensamentos divagarem a esmo, se quisermos produzir uma obra de interessedurável à humanidade. Parece também que mesmo um biógrafo que escrevesse a vidade Aquiles tentaria relacionar os eventos para mostrar sua mútua dependência erelação, do mesmo modo que um poeta que fizesse da cólera deste o tema de suanarrativa. [8] Não é apenas numa determinada parcela da vida que as ações de umhomem dependem umas das outras, mas durante toda a sua existência, ou seja, doberço ao túmulo; é impossível quebrar um único elo, embora diminuto, destacadeia regular sem afetar toda a série de eventos. A unidade de ação, portanto,que pode ser encontrada na biografia ou na história difere da poesia épica nãoem gênero, mas em grau. Na poesia épica, a conexão entre os eventos é maispróxima e mais sensível; a narrativa não abrange tão grande extensão temporal;os atores dirigem-se às pressas para uma situação notável para satisfazer àcuriosidade dos leitores. Esta conduta do poeta épico conta com a situaçãoparticular da imaginação e das paixões que se verificam nesta produção. Tanto aimaginação do escritor como a do leitor é mais avivada, e as paixões são mais estimuladas do que na história, na biografia ouem todo tipo de narração confinada estritamente à verdade e à realidade.Consideremos o efeito destas circunstâncias – imaginação avivada e paixõesestimuladas – que pertencem à poesia e, especialmente, ao gênero épico mais doque qualquer outra espécie de composição; e examinemos a razão pela qual elasexigem unidade mais próxima e mais estrita em sua fabulação.
    Em primeiro lugar, toda poesia, que é uma espécie de pintura, noscoloca mais perto do objeto do que qualquer outro tipo de narrativa, o iluminacom mais força e delineia com mais distinção as menores circunstâncias que,embora pareçam supérfluas ao historiador, servem vigorosamente para avivar asimagens e satisfazer à imaginação. Se não é necessário, como na Ilíada,nos informar toda vez que o herói afivela seus sapatos e amarra sua jarreteira,será preciso, talvez, entrar em maiores minúcias que na Henriade, em que oseventos se processam com tal rapidez que mal temos tempo para nos familiarizarcom a cena ou com a ação. Destarte, se um poeta quisesse abranger em seu temagrande extensão temporal ou uma longa série de eventos e remontasse da morte deHeitor às duas causas mais remotas, tais como o rapto de Helena ou o julgamentode Páris, necessitaria estender em demasia seu poema para preencher esta enormetela com pinturas e imagens convenientes. A imaginação do leitor, estimuladapor tal seqüência de descrições poéticas, e suas paixões inflamadas por umacontínua simpatia para com os atores devem enfraquecer bem antes do fim dorelato e cair em lassidão e aversão pela repetição dos mesmos movimentosviolentos.
    Em segundo lugar, que um poeta épico não deve descrever uma longasérie de causas, aparecerá mais adiante se considerarmos uma outra razãoderivada de uma propriedade ainda mais notável e mais singular das paixões. Éevidente que numa composição correta todas as emoções estimuladas pelosdiferentes eventos descritos e representados adicionam suas forças mutuamente;além disso, enquanto os heróis estão todos empenhados numa cena comum e cadaação está fortemente ligada ao conjunto, o interesse permanece sempre vivo e aspaixões passam facilmente de um objeto a outro. A forte conexão de eventosfacilita, ao mesmo tempo, a passagem do pensamento ou da imaginação de um aoutro e a transfusão das paixões, e mantém as emoções sempre no mesmo canal ena mesma direção. Nossa simpatia e nosso interesse por Eva preparam o caminhopara semelhante simpatia por Adão: a emoção é mantida quase intacta natransição, e o espírito apreende imediatamente o novo objeto como fortementeunido àquele que de início atraía sua atenção. Mas se o poeta quisesse fazeruma completa digressão em seu tema e se introduzisse uma nova personagem semnenhuma ligação com as anteriores, a imagi¬nação sentiria uma ruptura natransição, penetraria friamente na nova cena e se animaria lentamente; quandoretornasse ao tema central do poema, passaria, por assim dizer, sobre um terreno estranho e seu interesse despertarianovamente para colaborar com os principais atores. O mesmo inconvenienteaparece em menor grau quando o poeta descreve seus eventos a uma longa distânciae liga entre si ações que, embora não sejam completamente separadas, não têmuma conexão tão forte como é necessário para propiciar a transição das paixões.Esta é a origem do relato indireto empregado na Odisséia e na Eneida:o herói é inicialmente introduzido, antes de ter sido estabelecida suafinalidade, e a seguir nos são mostrados, de modo perspectivo, os maisdistantes eventos e causas. Deste modo, a curiosidade do leitor é imediatamenteestimulada; os eventos se desenvolvem com rapidez e em conexão muito próxima; ointeresse se mantém bastante vivo e, com o auxílio da relação próxima com osobjetos, cresce sem cessar do começo ao fim da narrativa.
    A mesma regra se verifica na poesia dramática; jamais é permitidointroduzir, numa composição regular, um ator sem conexão ou que tem apenasfraca conexão com as principais personagens do relato. O interesse doespectador não pode ser desviado por cenas desarticuladas e separadas dasoutras. Isto quebra o curso das paixões e impede a comunicação de váriasemoções, pelas quais uma cena adiciona força a outra e transfere a piedade e oterror que cada uma desperta à cena seguinte, até que em sua totalidade produza rapidez de movimento peculiar ao teatro. Como é preciso extinguir este calorafetivo para iluminar de repente uma nova cena e novas personagens sem nenhumarelação com as precedentes; como é preciso localizar uma ruptura, um hiatodeveras sensível no curso das paixões pelo efeito desta ruptura no curso das idéias; e, em lugar de dirigir a simpatia de umacena à seguinte, ser obrigado em todo momento a despertar um novointeresse e a participar de uma nova cena de ação?
    Embora esta regra da unidade de ação seja comum à poesia dramática e àépica, podemos ainda observar que há entre elas uma diferença digna decuriosidade. Nestas duas espécies de composição é indispensável a unidade e asimplicidade de ação para manter intacto e sem distração o interesse e asimpatia; mas, na poesia épica ou narrativa, esta regra se estabelece sobre umoutro fundamento: a necessidade que se impõe a todo escritor de ter um plano oudesígnio antes de principiar qualquer dissertação ou relato e de compreenderseu tema sob um aspecto geral ou uma visão unificadora que possa ser o objeto constantede sua atenção. Como o autor está completamente esquecido nas composiçõesdramáticas, e o espectador supõe consigo mesmo estar realmente presente nasações representadas, esta razão não intervém no palco; e pode-se introduzir um diálogo ou uma conversaçãoque teria podido passar nesta parte do espaço representado pela cena.Por este motivo, em todas as comédias inglesas, inclusive as de Congreve, aunidade de ação não é estritamente observada; mas o poeta pensa que ésuficiente relacionar de qualquer maneira suas personagens, quer pelo sangue,quer pelo fato de elas pertencerem a uma mesma família; a seguir as introduz emdeterminadas cenas em que mostram seus temperamentos e seus caracteres semavançar em muito a ação principal. As duplas intrigas de Terêncio sãoliberdades do mesmo gênero, embora em grau menor. Apesar de este procedi¬mentonão ser inteiramente regular, não é completamente incompatível com a naturezada comédia, em que os mecanismos das paixões não atingem tão alto como natragédia; ao mesmo tempo, a ficção e a representação atenuam, até certo ponto,tais liberdades. Em um poema narrativo, a primeira proposição, o primeirodesígnio, limita o autor a um tema; recusar-se-iam imediatamente as digressõesdesta natureza como obscuras e monstruosas. Nem Boccaccio, nem La Fontaine, nemqualquer outro autor deste gênero jamais se deixaram cair em digressões, emboraseu principal objetivo tenha sido a graça.
    Retomando a comparação entre a história e a poesia épica, podemosconcluir dos raciocínios precedentes que certa unidade é necessária em todas asproduções, e esta não pode ser deficiente tanto na história como em qualqueroutra; que na história, a conexão que une os diferentes eventos num só corpo éa relação de causa e efeito, a mesma que aparece na poesia épica; e que, nestaúltima composição, é preciso que esta conexão seja mais próxima e mais sensível em virtude da vivacidade da imaginação eda força das paixões que o poeta deve abarcar em sua narrativa. A guerrado Peloponeso é um tema apropriado à história, o cerco de Atenas, a um poemaépico, e a morte de Alcibíades, a uma tragédia.
    Destarte, como a diferença entre a história e a poesia épica consisteapenas nos graus de conexão que une entre si os vários eventos que compõem seutema, será difícil, senão impossível,determinar com exatidão as fronteiras que separam um do outro. E mais umaquestão de gosto que de raciocínio; podemos, talvez, desvendar com freqüênciaesta unidade em um tema que, à primeira vista e segundo considerações abstratas,esperamos ao menos encontrar.
    É evidente que Homero ultrapassa, no curso de sua narrativa, a primeiraproposição de seu tema, e que a cólera de Aquiles, causa da morte de Heitor,não é a mesma que ocasionou tantos males aos gregos. Mas a força da relação queune estes dois movimentos, a rapidez de transição de um ao outro, o contraste [9] entre os efeitos da concórdia e da discórdia entre os princípios e acuriosidade natural que temos para ver Aquiles em ação depois de tão longorepouso – este conjunto de causas não cessade exercer influência sobre o leitor e dá ao tema suficiente unidade.
    Pode-se objetar a Milton o fato de ele ter buscado suas causas numalonga distância e que a revolta dos anjos produziu a queda do homem por umencadeamento de eventos que é, ao mesmo tempo, muito longo e muito fortuito.Sem mencionar que a criação do mundo, relatada em toda a sua extensão, não émais causa desta catástrofe que a batalha de Farsália, ou qualquer outroacontecimento que sempre tem acontecido. Além disso, se considerarmos que todosestes eventos (a revolta dos anjos, a criação do mundo e a queda do homem) são semelhantes,pois todos são miraculosos e apartados do curso ordinário da natureza; que sãosupostos contíguos no tempo; que se separam de todos os outros eventos esão os únicos fatos originais revelados, eles impressionam de imediato a visãoe naturalmente evocam uns aos outros no pensamento e na imaginação. Seconsiderarmos tais circunstâncias em sua totalidade, verificaremos que todasestas ações parceladas têm unidade suficiente para serem compreendidas numúnico relato ou narrativa. Acrescentemos a estas razões que a revolta dos anjose a queda do homem têm uma semelhança determinada, porque são correlatas eapresentam ao leitor a mesma moral de obediência ao nosso Criador.
    Apresento estas sugestões desconexas com o fim dedespertar a curiosidade dos filósofos e com a suposição, senão a firme persuasão, de que é umtema bastante prolixo, e que as numerosas operações do espírito humano dependemda conexão ou da associação de idéias aqui explicadas. Especialmente a simpatiaentre as paixões e a imaginação mostrar-se-á talvez notável, quando observamosque as emoções despertadas por um objeto passam facilmente a um outro unido aele, mas se misturam com dificuldade, ou de nenhum modo, com objetos diferentese sem nenhuma conexão. Ao introduzir numa composição personagens e açõesestranhas umas às outras, um autor imprevidente destrói esta comunicação deemoções, que é o único meio de interessar ao coração e despertar as paixões nograu desejado e no momento apropriado. A explicação completa destes princípiose de todas as suas conseqüências nos conduziria a raciocínios muito profundos eprolixos para esta investigação. É-nos suficiente presentemente terestabelecido esta conclusão: os três princípios de todas as idéias são asrelações de semelhança, de contigüidade e causalidade.

    [1] Nas edições K e L o título era: “Conexão de idéias”.
    [2] Hume afirma no Abstract que “se alguma coisa pode designar oautor [isto é, Hume] pelo glorioso título de inventor, consiste namaneira por que ele emprega o princípio de associação de idéias, que aparece emquase toda a sua filosofia”. Hume não se considera o inventor da teoriaassociativa, mas apenas admite ter descoberto uma nova maneira de utilizá-la.(veja-se J. Passmore, Hume’s Intentions, segunda edi

  119. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Embora sabendo que é dificil o entendimento do que aqui postulo em meu espirito imaginario, espero a compreenção de todos, aceitando toda crutica, mas assim creio com abaixo segue:

    Espaço “infinito e eterno”
    Os universos são finitos relativamente ao espaço, e infinto ao intelcto do ser humano.
    Os universos são quartodimencionais, em primeira e segunda dimeções, e reto na terceira dimenção curvando para qurta dimenção (o espaço) estamos em viagem eterna sem um pricipio origem e sem fim “infito” uma viagem interplanetária e interestelar.
    Vijamos na velocidade da luz onde cada segundo analogicamente é pasado: exemplo: Olhemos uma estrela rapidamente fechamos os olhos e abrimos novamente no piscar e feixar dos olhos, olhando novamente, as estelas ja estamos no passado a 300.000 km no passado. e viajamos na mesma velocidade que vijam os corpos univesais e as galaxias no espaço que é inercio onde deslisa todos os corpos celeteiais no espaço
    em repouso. segundo a teoria de big bang a espanção do universo se da inercia do espaço; imaginamos se o espaço movimentace não havéria inercia ” o espço é um infinto vácou a força de ação e reação é originada da força gravitacional ao quadrado da distancias no verso e iverso da mateira E= mc2 x 300.000 km p/ segundos em 200 gramas de massa ( uma laraja) é = suficiente para explodir 7.2 bilhoes de toneladas . por 2 = 3.6 = a 360 graus e treseta segundos é uma idéia menos que u atõmo em relação as esplosões comicas de acordo com a teoria de big bang.

  120. Newton Monteiro Guimarães disse:

    na continuçao votaremos a falar sobre Isaac Newton e a criação doS Univeverus.

  121. Newton Monteiro Guimarães disse:

    digo: volto a falar:

  122. Newton Monteiro Guimarães disse:

    NEWTON MONTEIRO GUIMARÃES DISSE: SEU COMENTÁRIO ESTÁ ESPERANDO MODERAÇÃO.
    9 Julho, 2008 em 03h13min AM
    Em primeiro lugar, analisando os relatos acima mencionados, não ha de que se falar em desmerecê-lo o que entendemos sobre a existência de Deus. Somos seres humanos, ainda não sabemos o que é a vida, difícil saber o seja a morte, meu ponto de vista e com devido respeito ao ponto de vista acima visto: Assim cogito que a existência de Deus advém do ser que não teve princípio e não terá o seu fim, o que chamamos de eternidade.
    Do ponto de vista teológica muita coisas eu acredito e pode ser provado, o que neste comentário não tenho tempo para esclarecimento a respeito. A principio somos seres pensantes e dai imaginamos a existência e dela a perguntamos quem criou? a resposta é: um ser supremo que chamamos de Deus, obs. que o nome de Deus esta escrito na sagrada escritura em numero de sete mil vezes.segundo a ciência que tem pouco mais de 400 anos apos a filosofia, é de se notar o seguinte; muitas perguntas e muitas respostas, mas ainda não sabemos qual a verdadeira. A bíblia foi escrita no ano 1725 D c. é um livro de fé humana, que cientificamente nada prova é a historia contada de pai para filho – vejamos a historia do Dilúvio “uma das maiores enchentes devido os cataclismos decorrentes das transformações da natureza, que ocorre ate hoje em menos proporções – O Dilúvio a grande enchente foi introduzida pelos autores da bíblia aproveitamento de a historia contada de pai para filho, visto a grande enchente que ocorreu no pretérito entre o rio Tigre e o Eufrates, onde as águas teve uma extensão quadrada de 130 mil km por 150 mil km que o habitantes da época chamou de fim de mundo dai a história do dilúvio.
    Vejamos quanto a existência de Deus, ontem, hoje e sempre: do nada se cria, se foi não pode vir a ser porque já é, vindo haver nuca foi… não sabemos quem somos, como saberemos quem é Deus? vamos ao principio do livro de gêneses; vemos o verbo: CRIOU DEUS – OS CEUS E A TERRA, E NÃO “DEUS CRIOU” OS CEUS E A TERRA E TUDO QUE EXISTE. obs. que quando teologimente Deus criou o homem o Sol já existia quando pronunciou haja luz e a luz se fez, informa que a Terra era sem forma, e que o espírito de Deus pairava sobre as águas, uma pergunta : as águas estavam apoiada sob o que? – O não principio de Deus é fundamento da imaginação do ser humano. A nossa condição de ser humano não alcançar no intelecto o infinito. Uma outra pergunta: o que existia antes de Deus? O mundo veio de Deus? ou Deus veio do mundo, OU DE ONDE VEIO O MUNDO? QUEM SOMOS NÓS? Eu acredito que Deus é o próprio mundo ou seja a união de todos os milhares de universos. imaginado que a via láctea tem: 100 mil anos luz ao quadrado e está a distancia de 9.5 trilhões de anos luz, sendo o nosso visinho mais próximo e esta em direção ao nosso sistema solar a uma velocidade de 4.2 bilhões de km por segundo sabendo-se que um mil anos luz equivale a 9.5 trilhões de anos luz,sem falar nas outras dimensões existentes. deixo meu parecer que:EXISTE O SUPREMO DEUS – OBS. O PRIMEIRO GAS EXISTENTE FOI O “TORIO” EM VIRTUDE DAS NEBULOSAS dai as células, as moléculas, dai os neutros, prótons e eletros dêem a matéria que no decorrer da força de gravidade foi se acumulando matéria sobre maneira, e dando forma a Terra. É de se notar que os homens menos esclarecidos, portanto a maioria entre 22 bilhões de seres humanos há dias atrás, habitantes da Terra torna difícil entendermos O:. Grande:. Arquiteto:. Dos;. Universo:. A não ser que seja Deus, os próprios Universos unidos uns aos outros. Espero compreensão de todos os seres humanos, sou apenas uma meia gota de água frente aos oceanos. A VERDADEIRA FILOSOFIA NADA MAIS É QUE O ESTUDO DA MORTE. Sir Isaac Newton.
    Deus estando em todo lugar gostaria de saber onde é o céu? Se (a +b)7 = a7+6b+21 a 5 b2+35a 3b4+21a 2b5+2b7. Conforme a regra, a partir do 2° termo, pode obter o coeficiente de qualquer um dos outros se tomamos o 6° termo na formula: 21 a2b5 de exemplo, de acordo com a regra, devemos multiplicar termo anterior, que no caso é 35, pelo expoente de “a” que é igual a “3″ como resultado obtemos 35. 5 =105.
    Perseguindo devemos dividir o numérico resultante da multiplicação (105) pela ordem do termo anterior ( que no caso é 5) 105: 5 = 21. obtido o resultado. que no caso seria = a 21 encontraremos o coeficiente do sexto termo .
    (conforme aparece na formula).
    Finalizando, obs. que: o desenvolvimento do biômetra (a + b)_n possui”n”mais 1 termo os coeficientes do termo equivalentes dos extremos no desenvolvimento de (a +b)n são iguais: a7+7a 6b+21a 5b2+35a 4b3+35a 4b4+21 a2b5+7a 2b6+7b conforme o que ai está: a soma de (a +b) é = a 2_n. b0. O tempo é pouco para o espaço que se expande na teoria Big Bang deve existir espaço! no tempo para que aja a expansão dai a explosão , lembrando que aexplosão também se da na compressão. Com todo respeito nem nu nem vestido e “desnudado” deixou para que Deus vem ainda a ser, se ainda não é a razão do ser. E que cada um segue a fé que abraçar purificando a razão da alma e do espírito, entendo que a uma controvérsia na religião y que diz que Deus teve mãe: quando pronuncia Santa Maria mãe de Deus – q também da a liberdade do divorcio na Venezuela proibido no Brasil. ” Quest Veritas” The Quests est the veritas” E (Sic Transt Glorias Munds) e a vida surgiu no mar mais ou menos a 4.5 bilhões de anos. Não tenho tempo para escrever o mundo (OS UNIVERSOS) em apenas um comentário confuso, vendo pelo pólo religioso, se comparando com a física, ainda estou analisando os dois lados: um é o abstrato outro é o concreto.
    Está a disposição se o tempo dispuser para responder as perguntas a mim destinadas com respeito nossa “Constituição Federal.”
    MATEMATICA DA FILOSFIA NATURAL.
    A luz das estrelas fixas é da mesma
    natureza que a luz do sol.
    A obra Philosophiae Nsturales Principia Mathemátca, simplesmente conhecida como principia, foi publicada em 5 de julho de 1687 e ate hoje, é considerada como uma das maiores obras cientifica já escritas.
    Nela Newton aprimorou suas descobertas sobre a gravidade realizadas vinte anos antes e avançando um passo além de Kepler e Galileu, enunciou três leis que suplantaram as descobertas de seus antecessores, destacando o movimento dos corpos que formam a fundamentação da mecânica clássica a lei da gravitação universal e formalização de das leis de Kelper para os movimentos dos planetas que foram obtidos empiricamente.
    O cientista inglês certeza que estava escrevendo um clássico, redigiu em língua latina. A ciência da época. Apesar de já ter descoberto o calcá-lo, preferiu deixar para publicar mais tarde, guindando em segredo, o método que mais tarde se transformou na matemática.
    Para comprovar as leis do movimento ele utilizou o raciocínio geométrico, como fiz Euclides dois mil anos antes. Dividiu o texto em três livros. Na página as de introdução há definições e as mais leis,

    No livro -1 ele considera o movimento da mecânica relacionada com aos problemas dos corpos sob a força centrípeta, provando que as dimensões são dos corpos são irrelevantes devido a distancias dos centros das massas.
    Finalizando a descorçoes que ocorre a atração de uma partícula por um corpo grande é o mesmo como a Terra.
    No livro- 2 explicam, que o movimento dos corpos na presença de fricção, demonstrando que o espaço interplanetário é vazio.
    No livro- 3 Newton batizou e chamou: “O livro de sistema do mundo” disse: toda física dois primeiros livros, foi aplicado o problema da atração gravitacional.
    A obra traz determinados conceitos que Newton utilizou formalizando a revolução mecânica.
    Primeiro é o conceito da massa, que na época era uma grande confusão, devido a assuntos errados que era conhecido como peso. Explicou que o peso é a força como a Terra atraindo os corpos. Informou, portanto que o peso que tem a massa 10 terá aqui, na lua, e em Venus, marte, Júpiter ou em qualquer planeta. Disse que o que varia de planeta para planeta é o peso do corpo, o que nesse caso para que possa melhor entender o peso do corpo será menor na lua, devido à força G, da lua ser menor. O que no mesmo sentido será maior em júpiter. Quanto maior for o corpo maior gravidade variando o peso de acordo com a força G.
    Quanto à definição do movimento e sua quantidade de movimento de um corpo é o pro tudo da massa por sua velocidade. Exemplo se a massa é menor: logicamente a quantidade massa for menor também é o seu movimento.
    Daí Newton definiu a inércia, assim: A reação de um objeto a qualquer mudança também muda a sua quantidade de movimento.
    Os conceitos de massa, quantidade de movimento e inércia passa para a idéia de força: ação exercida sobre um corpo muda a quantidade de movimento, em duas maneiras de mudar o movimento: mudando a magnitude de sua quantidade de movimento, ou mudança de direção de sua quantidade de movimento. Já que aponta para a direção do centro ele chamou de centrípeta.
    Primeira lei de Newton.
    O conceito de tempo é absoluto e flui ao mesmo ritmo e no espaço absoluto – região onde ocorrem os fenômenos. Formulando as três famosas leis que determinam a descrição do movimento de corpos materiais.
    Relembrando que, na época em que Kepler descobriu suas três leis, Galileu ainda estudava a lei dos movimentos, as questões de ambos se resumiam apenas no que fazia os planetas girarem. A igreja Católica estabelecendo que a ordem imperasse da vontade Suprema. Galileu que não concordava com a conclusão da igreja, descobriu um fato notável: “afirmando que se nada tocar em um corpo ele assim continuara para sempre, em linha reta e com velocidade constante.” E sobre essa base Newton construí sua primeira lei fenomenal.
    Disse na ausência de forças, um corpo permanece em repouso seja em movimento uniforme ao longo de uma linha reta. Dessa forma, Newton descobre que os corpos se movimentam pelo espaço sideral porque nada os detém. Se um corpo encontra inicialmente em repouso, em repouso ele continuará. Se esta em movimento retilíneo uniforme neste mesmo movimento ele continuará. Afirmou que ambos os movimentos são eterno inexistido um parar naturalmente. E até hoje muitas pessoas assimilam essa lei.
    Em concordância com Aristóteles confirma Newton “o repouso é o estado natural de um corpo e o parar “naturalmente” acontecera a qualquer momento. O mundo é repleto de forças naturais (atrito, resistência do ar, e gravidade) entendeu que são eles que mudam a quantidade de movimento de um corpo, que para não para ou mudar de direção é exclusivamente devido á sua atuação de força isso é: do atrito, resistência, ar, e gravidade. Assim ressaltou a importância de “ausência de força” e explica pela existência de forças resultantes, mas de forma nula como se não existissem, já que mutuamente elas se cancelam. Pronunciou é difícil entender o resultado teoricamente desse conceito abstrato, mas informou que na prática é fácil de assimilação.
    Um exemplo par melhor compreender o resultado na pratica:
    Imagine uma tora de madeira flutuando nas águas rio abaixo, com velocidade constante arrastada pela velocidade constante da água do rio, em linha reta nas águas, existindo ao lado da tora dois canoeiros, cada um com uma corda arrastada pela tora e que os canoeiros a puxa a tora para si com a mesma força.
    Independente das cordas, a tora de madeira prossegue a sua trajetória, exatamente no mesmo caminho, ignorando as forças que se equilibram: conseqüentemente se anulam a força em virtude do movimento da água, a tora, e os canoeiros serem a mesmo em função da força constante da água ser a mesma que desliza a tora e a canoas. Daí, a força em relação os canoeiros e a tora são nulos em virtude da força constante da água a mesma independe da velocidade que esteja à água que pode aumentar ou diminuir e função do campo do leito em que corre a massa da água seja mais seja menos.
    Em resumo a lei da inércia da força G.
    Enfatiza que um objeto em repouso permanece em repouso tanto quanto um movimento em movimento que per macem em movimento retilíneo e com a velocidade constante é como dois corpos no espaço na inércia: igual à tora. E os dois canoeiros: vamos dar um exemplo no espaço na inércia imagine: seja um corpo com um peso de 100.000 kg de massas ao quadrado representando a tora na água, e duas barras de ouro representando os canoeiros amarrados por duas cordas a massa do corpo de 100.000 kg de massa ao quadrado viajando no espaço na inércia (isto é onde a vácuo não existe ar) A inércia independente do tamanho ou o peso dos corpos ligados um a outro é anulado a força e o tamanho da massa. Outro exemplo: uma barra de ouro, igual a da massa de um tijolo e uma pena de uma ave, as velocidades são as mesmas, (nula) e se atraído por uma força gravidade da lua ou de júpiter cairão ao mesmo tempo… Isso é se sua massa não desintegrar como nos causos dos corpos que chamamos de estrelas cadentes que se incandescem no espaço em função da velocidade que causa atrito com o ar pela velocidade: se desintegram do atrito com a massa do ar deixando para traz um raio de luz “este foi um dos grandes problemas que a NASA teve para encontrar um material, combustível para sair da força gravitacional do planeta Terra. A impulsão que a leva ate a inércia que a partir daí a velocidade é constante. Outro problema o da gravidade diga da lua e da Terra. É de ser observado com medidas exatas o ponto exato que o “foguete” espacial terá que entrar no ponto certo e sair da inércia no ponto exato da gravidade da lua, um sentimento mais ou menos fogem da gravidade da lua e assim venha ocorrer o corpo” o foguete” lançado da Terra errando o ponto de entrada da força de gravidade da lua isso é no verso e inverso viajará eternamente pelo espaço da inércia sem atingir a gravidade da lua não voltará mais a terra e não chegará à lua. O ser humano que está dentro do foguete pode sair do foguete por uma meio ficara no espaço da inércia na mesma velocidade do espaço nave, ao contrario que na força g ele é atraído para a terra independente Da… como num avião a 18 mil metros de altura da terra caso uma janela se abrir toda massa que estiver dentro do avião atraído pela janela por força da força G da Terra. A propriedade do corpo que resiste a mudança chama se inércia. A medida da inércia de um corpo é seu movimetum. Newton definiu o movimentun de um objeto sendo proporcional a sua velocidade. A constante de proporcionalidade, é a propriedade que resiste á mudança de sua massa.
    –  
    P = mv = constante, se F = 0
    A segunda lei de Newton afirma que esta taxa de variação da quantidade de movimento em relação ao tempo de um corpo em movimento é proporcional á força nele exercida. Isso quer dizer que o objetivo de uma força que atua em um corpo em repouso ou em movimento uniforme é a de fazê-lo acelerar a lei é enunciada na equação:
    F= ma
    A aceleração é produzida quando um corpo atua sobra uma massa de um corpo s e a maior massa do corpo a ser acelerada necessária uma força maior para acelerar. A possibilidade de aceleração tem o aumento e diminuição da velocidade de um corpo ou alteração da direção da velocidade do corpo.
    “A “primeira lei de Newton afirma que o estado natural de um corpo é o repouso ou o movimento retilíneo na inércia” uniforme” na segunda que é a mais abstrata afirmou que para mudar é necessário a aplicação de uma força resultante, porque a força se anulam ou se cancela o corpo continua em seu estado inicial pode ser tanto : o de movimento ou de repouso com velocidade constante e que se a força resultante de zero . O corpo só poderá ser acelerado.
    Resumindo: “A lei da força,” relacionando a mudança de velocidade do objeto com a força aplicada sobre ele. Dessa forma a força aplicada a um objeto é igual á massa do objeto vezes aceleração causada ao corpo por esta força. Aceleração na mesma direção da força.
     
    F = m X a = m dv = dp
    dt dt
    Terceira lei de Newton descarta qualquer idéia de força individual quando afirma que para cada ação existe uma reação iguale contrária, também enfatiza que se a força se manifesta em pares. Considerando que A exerce uma força sobre B irá reagir com outra força de mesmo módulo, na mesma direção, mas em sentido contrário. Portanto não existe ação sem reação, de todas as as leis de Newton essa é a menos abstrata.
    Em resumo a lei de “Ação e Reação” estabelece que se o objeto exercer uma força sobre outro objeto este outro exerce uma força igual contraria, e dessa forma pode-se explicar os movimentos dos planetas que orbitam em torno do Sol. Supondo que uma força dirigida ao astro rei, que produz uma aceleração, que por sua vez força a velocidade do planeta a mudar de direção continuamente.
    Gravitação Universal.
    Aplicam-se as três leis fundamentais de Newton:
    A força G atua entre dois corpos na proporcional de suas massas inversamente proporcional ao quadrado da distancia entre os centros de gravidade, considerando o movimento da lua em torno da Terra e as leis de Kepler . Nota-se que em 1673, o Holandês Christian Guygens (1629-1695) mencionou á órbitas circulares, mas independentemente num estudo terminado em 1665, mas só foi retornado em 1687, no principia. Newton descreveu a aceleração centrípeta em duas órbitas circulares.
    1° – Temos que considerar uma partícula que move em um circulo:
    ° – No instante “t” a partícula está em ”D” ; com velocidade V1 na direção de “DE”;
    ° Na primeira lei de Newton não existe uma força agindo sobre o corpo, ele continua em movimento de “DE”
    ° Após intervalo de tempo “dt”, a partícula que está em “G” percorreu a distancia “v.d t”, com velocidade “v2”, de mesmo modulo ‘v’, mas em outra direção.
    2- Considerando o infinitésimo: ∆t = ‘dt ‘ e ∆v = dvt’:
    ° – seja Ø o ângulo entre o ponto ‘D’ e o ponto ‘G’
    ° – Portanto Ø = Também é o ângulo entre ‘v1. e v2’, já que ‘v1’ é perpendicular a ‘OD’ e ‘ V2’ é perpendicular a ‘OG’;
    ° – Ø =v∆t = ∆v;
    ° – Conclui –se que a aceleração equivalente: a = dv /dt, que seria igual: a =∆v= v2;
    ∆t r.
    3 – Se a partícula tem massa ‘m’, a força central necessária para produzir a aceleração é:
    F = mv2
    r
    Essa dedução é totalmente valida, quando ‘∆v’ e ∆t’ se apresentam como extremamente pequenos.

    ° – Foi a partir dessas duas primeiras leis que Newton concluiu que, se nada perturbasse o movimento de um determinado planeta seu prosseguimento seria em linha reta. Mas constatou que para controlar a força seria necessário controlar o movimento em sua direção teria que ser a mesma direção a ele. Se a igreja insistia que esse movimento segundo a vontade Suprema Newton preferiu supor que o sol poderia ser a sede dessa força que governa o movimento dos planetas. (Em seguida teve um raciocínio matemático impar e verificou as áreas iguais são percorridas em tempos iguais conforme as leis de Kepler) haveria um indicio da proposição de que todos os desvios são radiais . Conclui que a lei das áreas é conseqüências diretas da idéia de que todas as forças são inversamente proporcionais aos quadrados das distancias, chegando racionalmente a que generalização fundamental: que não apenas o sol que atrai a terra, mas que na natureza tudo se atrai, Assim como a terra se atrai a maçã também se atrai a lua, e que todo o resto se atrai na proporção de suas maças ao quadrado da distancia que os separa uma das outras.
    É interessante notar a atração entre a terra e a maçã é também inversamente na proporção do quadrado das distancia que a lua ‘ cai’ na terra é também a mesma que a maçã “cai” na terra
    A duvida pode aparecer estranho, mas, Newton tinha razão. Para sabermos a distancia que um objeto em queda livre percorre no primeiro segundo quando não está em repouso, podemos utilizar a seguinte fórmula: a 1.2 gta ao quadrado = 4.9m.
    Em sua época, o cientista fez inúmeros cálculos para verificar se a lua caia na terra a 4,9m no primeiro segundo, mas como encontrou uma diferença enorme, não quis publicar o resultado.
    Somente uma nova meditação do tamanho da terra é que foi possível verificar que os astrônomos estaria usando uma distancia incorreta em relação á juá.
    Newton refez os cálculos com os valores corretos e encontrou a concordância que acreditam para sua teoria, hoje sabemos que a lua esta realmente caindo na terra. Qualquer objeto quando abandonado ao repouso, cai 4,9m no primeiro segundo e também cairá 4,9 no mesmo tempo se for atirado horizontalmente.
    Considerando a superfície curva da terra, ao cair 4,9 m por segundo a lua continuara na mesma altura anterior em relação ao solo.
    Se a terra fosse um disco como imaginavam os antigos ela realmente alcançaria o solo da terra, mas a curvatura faz a lua entra em sua orbita e assim impede a sua queda na terra.
    Convencionado a mecânica e matemática, Newton explicou como o mundo funciona e ao mesmo tempo, o cientista, o que acontecia com ele. Aplicando suas três leis, ele conseguiu concluir a força de gravidade atua entre dois corpos mostrando ainda que a força também aja por igual força na inversa ao quadrado da distância dos corpos ao produto de sua massa por meio da seguinte formula:
    F = g M1M2
    D2
    A onde F é à força de atração gravitacional de um dos corpos, m2 é a maça do outro corpo, ‘d’ é a distancia entre seus centros de gravidade ‘G’ é a constante gravitacional.
    na época Newton escreveu sua obra, o valor de G ainda não tinha sido determinado e Le também não se preocupou com isso.
    Somente no fim do século XVII o físico inglês Cavendish conseguiu determiná-lo por meio da balança de tração.
    É certa que a lei de gravitação de Newton que afirmou que tudo se atrai todo o resto era uma uma “previsão”. Havia pouca evidencia cientifica para suportá-la. Como Newton não aceitava objeções preferia sua conhecida afirmação: “Hypotheses non fungo”. Disse; (não construo hipóteses)
    Segundo Whitehend, filosofo e matemático do século XX “é o desejo patético da humanidade proceder respaldando por uma base intelectual clara e distinta e correta é ilustrada pela jactância da “Hitheses non fungo” de Newton preferida quando iniciou a sua lei gravitacional, e atualmente sabemos que Newton foi que mudou os conceitos da comunidade cientifica, e após três séculos , os cientistas acreditam que tudo no universo pode ser explicado em termos matemáticos.
    Experiência de Cavendish.
    Considerando a lei de gravitação de Newton tudo atrai todo o resto, podemos questionar porque as pessoas “porque as pessoas não se atraem como uma ima?” Isso não acontece, mas, qualquer ser humano atrai e é atraído por outras pessoas ou objetos ele só não forma aglomerados, porque a nossa força de atração é incapaz de vencer a lei da inércia dos corpos com pequenas massas.
    Newton não se preocupou em determinar a constante G por duas razões. Primeiro porque a unidade da massa ainda não tinha sido padronizada na época. Segundo por que a força de gravidade era pequena entre dois corpos ordinários, a força de atração entre par seria esmagadora perturbada pela forças da atração de cada elemento do par da terra, impossibilitando a medida de G.
    No século XVIII, os cientistas tentaram pesar a terra usando com massa de teste uma montanha da localidade onde trabalhavam, mas, a experiência fracassou. Em 1783 entesado na estrutura e na composição do interior da terra, Henry Cavendish em uma carta que enviou a seu amigo Ver. John Mitchell retomou a idéia e discutia a possibilidade de construir um instrumento para “pesar a terra”
    A partir da experiência do Frances Columb, que já havia investigado a força entre duas esferas cletrizadas , Michell sugeriu a construção de uma balança de torção e esquematizou a maneira de construir tal aparato. Apesar de ter morrido em 1793 antes de realizar os experimentos com o aparato, sua construção prosseguiu no laboratório de Canvendihs.
    Durante a experiência foi demonstrado pela primeira vez , a força direta entre duas grandes bolas de chumbo e duas bocas menores do mesmo material , Fixando nas extremidades de um braço prezo por uma fibra finíssima chamada fibra de torção,Com a medida de torção da fibra, foi possível medir a intensidade da força examinar se ela é inversamente proporcional ao quadrado da distancia e determinar sua força , que equivale ao coeficiente de G “ explicando na formula. Apesar de Cavendish alegar que estava pesando a terra , na verdade ele estava medindo o coeficiente da lei gravitacional de Newton e dessa forma conclui-se que:
    G= 6,67 X 10 elevado a.11 N, m el 2
    Kg el. 2

    Devido à pequenez de G, a força gravitacional só produz efeitos visíveis em corpo de massas grandes o suficiente para compensá-las. Isso explica porque os planetas giram em torno do Sol, e os objetos corriqueiros não grudam em nos.

  123. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Sir Isaac Newton, apesar de ser considerado pela humanidade como o maior cientista de todos os tempos, ele não sabia que a única força – a gravidade é responsável por uma série de fatos, que entendemos desde a queda da maçã até o evento extraterrestre de magnitude indescritível. A mente do cientista entendeu o porquê da dança cósmica entre os planetas e estrelas galáxias e aglomerados de galáxias. Se seus efeitos transformaram-se em ciência, também despertaram questões filosóficas profundas sobre as possibilidades da mente humana. Newton aceitou a existência da gravidade e desenvolveu equações que descrevem com exatidão seus efeitos, mas não declarou nada sobre a natureza dessa força. Estava bem consciente desse problema. Conforme foi expresso na sua obra seguinte no próximo texto.

  124. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Conforme expresso em sua obra, Mathematical Principle of Natural Philosophy and His System of the world (tard. A. Motte e Florian Cajori – Berkeley: university of Califrnia press, 1962,) Vol. I, P.634; “ É inconcebível que a matéria bruta inanimada possa, sem mediação de algo mais, que não seja material, afetar outra matéria e agir sobre ela sem contato mutuo. Que a gravidade seja algo inato, inerente e essencial á maneira que um corpo possa agir sobre outro á distância através do vácuo e sem mediação de qualquer outra coisa que pudesse transmitir sua força e, é, para mim, um absurdo tão grande e não cério que possa existir homem capaz de pensar com competência em matérias filosóficas e nela incorrer. A gravidade é causada por um agente que opera constantemente de acordo com as leis: mas se o agente é material ou imaterial, é algo que deixo á consideração de quem possa de outra forma mim explicar”

  125. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Três séculos depois, em 1915 Albert Einstein, radicado nos Estados Unidos, explicou a natureza da gravidade em sua teoria Geral da relatividade. Oficialmente publicada em 1916. Na obra, ele explica os conceitos do espaço-tempo curvo e outros sistemas, como o de referências acelerados e ás interações como resultado da influencia dos corpos ( como os planetas) na geometria do espaço ( que passou a der considerado ter quatro dimensões no qual no qual o tempo ocupa a quarta),reivindicando o papel do agente citado por Newton. De forma resumida, Einstein evidenciou que qualquer elétron ou objeto possa ter a massa maior quando se desloca em relação a um observador, do que quando se encontra em repouso respectivo e esse mesmo observador, alem de ressaltar que, na medida em que a velocidade desse elétron ou objeto se aproxima da velocidade da Luz, sua massa torna infinita.

  126. Newton Monteiro Guimarães disse:

    A LEI GRAVITACIONAL
    A lei da gravidade de Newton tornou-se valida para todo o universo. Em relação à Terra , ela explica porque nosso planeta atrai todo o resto e ainda destaca que ele é achatado nos pólos e estar rodando , provoca efeitos centrífugos que tendem a se opor á gravidade perto da linha do equador. Em relação e em relação aos planetas, ela explica a atração e os efeitos, de uns sobre os outros, que implica em uma elipse quase perfeita em alguns casos. Com as pesquisas astronômicas prosseguiram, em meados de do século XVIII, foi constatado que a órbita de Júpiter, além de ser uma elipse perfeita, também não coincidia com os cálculos de Newton.
    Saturno apresentou o mesmo problema, enquanto Urânio fugia completamente da regra não poderia ser encaixado de maneira nenhuma na lei da gravitação. No entanto dois homens ingleses Adams, e o Frances Laverrier, cogitaram sobre a existência de outro planeta desconhecido ate então, que poderia estar interferindo na órbita de Urânio.
    Adams visitou o observatório Real em Greenwich para apresentar suas descobertas ao astrônomo real Sir George Airy. Ele não conseguiu falar com o astrônomo, mas deixou seus cálculos para Airy que demonstrou pouco interesse em procurar planetas.
    Somente quando Leverrier publicou um estudo semelhante ao de Adams, a curiosidade de Airy se despertou. Ele procurou o professor James Challis da Gambridge University e pediu que procurasse o planeta. Charlis começou sua busca em julho de 1846 e teve quatro pistas do planeta sem reconhecê-las.
    Nesse entre tempo, Leverrier também solicitou ajuda dos Astrônomos do observatório de Berlim e encontraram o planeta em 26 de setembro de 1846.
    A descoberta colocou Airy e Charllis numa situação embaraçosa frente a nação Inglesa. Se ninguém entendeu como eles deixaram de ter o mérito da descoberta, foi constatado que a teoria de Newton tinha uma aplicabilidade real.
    O mesmo aconteceu com as estrelas binárias que, além da proximidade giram em torno de um eixo imaginário. Vários caçulos já foram feitos envolvendo esse evento e a concordância com a Lei de Newton é de uma precisão absoluta. As estrelas não pertencem ao sistema solar, mas validam a Lei da gravitação universal.

  127. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Ocorre o mesmo processo semelhante com a galáxia de Andrômeda.
    Charles Messier (1730-18170), um ávido caçador de planetas, com ajuda de telescópio copilou todos os objetos visíveis no céu e criou um catálogo (Catalogo de Messier), onde a galáxia de Andrômeda aparece designada como M31. Ela apresenta aspiral se encontra a 9.5 trilhões de anos luz e é considerado o nosso visinho mais próximo e viaja numa velocidade y que os dois sistemas solar será inserida uma na outra de quatro milhões no futuro aproximadamente a 4 bilhões de anos: em direção ao nosso sistema solar: e (via láctea) ficara na periferia de Andrômeda.
    O nosso Sol se encontra a uma distância a pouco mais de oito minutos luz da Terra. Sua forma já indica a tendência de aglomeração e é certo que tal disposição existe porque a atração mantém o conjunto coeso.
    Devido a complexidade de sua estrutura que inclui números de estrelas e distâncias colosais entre elas ( as estrelas). Só ainda não foi provado é se a lei que regem é precisamente é o inverso do quadrado relativo no que possamos imaginar as distancias astronômicas dos universos relacionados a grandiosidade do que já sabemos.
    Aplicando esse quadrado para os universos infinitos percebemos que os milhares de galáxias segundo eu ”cogito” o imaginado a grandeza do espaço não existe duvidas que as galáxias também se atraem e vistas as distâncias elas formam aglomerados, conforme Newton enunciou em suas leis.
    “Deixo o meu ponto de vista o infinito:” (é o espaço na inércia) “onde movimenta todos os corpos, estrelas, galáxias, plantas, em fim tudo que existem o que já conhecemos e os que não conhecemos e jamais conheceremos. Estão além do intelecto humano, como bem afirmou Newton, tudo existe alguém os criou e esse alguém é o supremo que o chamamos de “DEUS” E que cada leitor com todo meu respeito uma vez que nada sou diante o que estou escrevendo pensem como bem melhor entender, não sou contra e nem a favor de ninguém, acredito que o meu maior inimigo sou eu mesmo.
    Creio na existência de um supremo, mas na verdade não o conheço e não estou interessado em saber quem ele é, mas ele sabe quem somos nós e nos conhecem,
    Eu estou interessado em saber que eu sou, e nada mais que Eu Sou.

    Newton Monteiro Guimarães

  128. Newton Monteiro Guimarães disse:

    “Aquele que por ninguém é estimado, em geral não estima a ninguém”

  129. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Mas um comentario.

    Na Internet Nesta Página
    Na AMORC-Brasil G.’.O.’.B.’.

    Consciência Cósmica

    O médico canadense Richard M Bucke, num trabalho de mais de setecentas páginas que interessa em muito a todos aqueles que trabalham ou de alguma forma se dedicam a temas como “educação”, “evolução humana”, “humanismo” e congêneres, trabalho a que intitulou Consciência Cósmica, editado no Brasil pela AMORC, defende a interessante tese de que estamos em processo evolutivo milenar, senão vejamos.

    Entre os minerais não percebemos crescimento notório, reprodução, mobilidade, sensibilidade, etc. Não são reconhecidamente dotados do que poderíamos – à falta de expressão mais adequada – chamar de “vida” como a compreendemos.

    O reino vegetal, um pouco mais complexo, comporta reprodução, crescimento, alguma mobilidade, como as raízes que penetram subsolo abaixo seguindo as correntes hídricas ou os galhos que, pontuados por folhas buscam a luz solar. Com tudo isso, não se tem aceitação “científica” de qualquer forma de consciência no reino vegetal.

    Quando chegamos aos animais, o que os caracteriza mais ostensivamente é a percepção de que são efetivamente dotados de uma forma, ainda que rudimentar, de consciência. Uma consciência coletiva, integrada à natureza em sua plenitude. Têm memória, reflexos, mobilidade, reprodução (na maior parte dos casos sexuada)… Não são dotados de uma autoconsciência, ou seja, de serem separados da natureza individualmente.

    Ao chegarmos aos seres humanos, percebemos que, além das características simples existentes no reino animal, encontramos o surgimento da autoconsciência, plenamente desenvolvida hoje entre homens desde aproximadamente os três anos de idade; esta característica nova, a autoconsciência, começou a surgir entre os primeiros hominídeos em raros e esporádicos casos, nos quais alguns seres humanos, por algum motivo, davam este “salto evolutivo” naquela direção, via-de-regra, entre 35 e 42 anos de idade, passando, a partir daí, a fazer parte do patrimônio genético-biológico da humana espécie e hoje, somente em raros casos de esquizofrenia, oligofrenia, idiotismo ou outra patologia nesta direção deixa-se de encontrar a consciência de ser alguém à parte da Natureza entre os seres humanos.

    Agora o avanço mais difícil: segundo dr. Bucke, há cerca de cinco milênios começaram a surgir casos raros e esporádicos, sempre também via-de-regra entre os 35 e os 42 anos de idade, de seres humanos que transcenderam a sua condição, atingindo aquilo que o Autor chama de Consciência Cósmica. Dentre os casos perfeitos e completos de Consciência Cósmica arrolados pelo Autor, cito aqui Akhenaton, Lao-Tse, Moisés, Pitágoras, Buda, Jesus Cristo, São Paulo, Maomé e Walt Whitman.

    Esta nova consciência, esse novo “salto evolutivo” traz consigo algumas características que passam a distinguir seu detentor, quais sejam:

    Iluminação Súbita – Após um período mais ou menos longo de meditações numa vida dedicada a ideais religiosos, unificadores, o homem cosmicamente iluminado entraria num período mais ou menos prolongado de Paz Profunda.

    Grande Elevação Moral – A consciência cosmicamente iluminada raramente comete erros conscientes ou demonstra ter quaisquer defeitos na dimensão moral especificamente falando.

    Grande Elevação Intelectual – O homem cosmicamente iluminado está tão distante do homem dotado de mera autoconsciência quanto o indivíduo auto-consciente está distante daquele que manifesta ainda uma consciência indivisa, ou seja, aquele que atingiu a Consciência Cósmica está para o homo sapiens como este para os outros animais.

    Perda do Temor da Morte – Pela simples conscientização de que a morte é pura ilusão dos sentidos. Não existe um “fim” para a vida; esta segue sempre em frente!

    Imantação da Personalidade – Um grande encanto é acrescentado à personalidade do Iluminado, fazendo com que se transforme num verdadeiro ímã atrator irresistível de outros seres também sequiosos por chegar àquele novo degrau evolutivo.

    Como nos outros casos, claro, dentro de mais alguns milênios este novo “salto evolutivo” estará geneticamente incorporado aos seres humanos que passarão a ser – todos – dotados de Consciência Cósmica já na infância. Uma visão ou perspectiva no mínimo otimista e esperançosa e todos precisamos de uma boa dose de otimismo e de esperança nos dias que correm.

  130. Newton Monteiro Guimarães disse:

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    Consciência: s. f.

    1. Capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações.

    2. Rel. Testemunho do nosso espírito, aprovando ou reprovando os nossos atos.

    3. Cuidado escrupuloso.

    4. Honradez, retidão.

    5. Conhecimento.

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    Conhecimento que uma pessoa tem …

    de si mesmo,

    de seus atos,

    dos outros,

    da natureza,

    do Universo,

    de Deus.

    http://www.sbee.com.br/glossario.htm

    ——————————————————————————–

    RESPONSABILIDADE E CONSCIÊNCIA

    À medida que a responsabilidade se lhe apossou do espírito, iluminou-se a consciência do homem.

    A centelha da razão convertera-se em chama divina.

    A inteligência humana entendeu a grandeza do Universo e compreendeu a própria humildade, reconhecendo em suas entranhas a idéia inalienável de Deus.

    Conduzindo-se, então, de modo racional, experimentou profundas transformações.

    Percebe, nesse despertamento, que,

    além das operações vulgares da nutrição e da reprodução, da vigília e do repouso,

    estímulos interiores, inelutáveis, trabalham-lhe o âmago do ser, plasmando-lhe o caráter e o senso moral, em que a intuição se amplia segundo as aquisições de conhecimento e em que a afetividade se converte em amor, com capacidade de sacrifício, atingindo a renúncia completa.

    Até à época recuada do paleolítico, interferiram as Inteligências Divinas para que se lhe estruturasse o veículo físico, dotando-a com preciosas reservas para o futuro imenso.

    Envolvendo-a na luz da responsabilidade, conferiam-lhe o dever de conservar e aprimorar o patrimônio recebido, e, investindo-a na riqueza do pensamento contínuo, entregaram-lhe a obrigação de atender ao aperfeiçoamento de seu corpo espiritual.

    Aceitar-se-á, razoavelmente, que até semelhante fase os tremendos conflitos da Natureza, em que se mesclavam a violência e a brutalidade, foram debitados à conta da evolução necessária para a discriminação de indivíduos e agrupamentos, espécies e raças.

    [56 - página 151] Pedro Leopoldo – 13/4/1958

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    Consciência cósmica: Consciência, conhecimento, de que, como ser vivo, cada pessoa se encontra ligada a todos os seres do Universo. (Ver: Monismo)

    http://www.sbee.com.br/glossario.htm

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    Se dispomos da paz na consciência, estaremos sempre inatingíveis a qualquer injúria ou perturbação.

    ANDRÉ LUIZ – Psicografado por Francisco Cândido Xavier

    Trabalho de João Gonçalves Filho – (CONSCIÊNCIA – 527)

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    Na história de todos os povos, observa-se a tendência religiosa da Humanidade; é que, em toda personalidade existe uma fagulha divina — a consciência, que estereotipa em cada espírito a grandeza e a sublimidade de sua origem; no embrião, a princípio rude nas suas menores manifestações, a consciência se vai despindo dos véus de imperfeição e bruteza que a rodeiam, debaixo da influência de muitas vidas do seu ciclo evolutivo, em diferentes círculos de existência, até que atinja a plenitude do aperfeiçoamento psíquico e o conhecimento integral do seu próprio “eu”, que, então, se unirá ao centro criador do Universo, no qual se encontram todas as causas reunidas e de onde irradiará o seu poema eterno de sabedoria e de amor.

    É a consciência, centelha de luz divina, que faz nascer em cada individualidade a idéia da verdade, relativamente aos problemas espirituais, fazendo-lhe sentir a realidade positiva da vida imortal, atributo de todos os seres da criação.

  131. Newton Monteiro Guimarães disse:

    Na Internet Nesta Página
    Na AMORC-Brasil G.’.O.’.B.’.

    Credo da Paz – Ouça em Real Áudio

    Se ainda não dispõe do Programa Real Player, baixe-o gratuitamente da página da Real Networks; clique sobre o botão abaixo:

    Para um tutorial sobre como instalar e utilizar o Real Player, clique aqui.

    Sou responsável pela guerra…

    Quando orgulhosamente faço uso da minha inteligência para prejudicar o meu semelhante.

    Quando menosprezo as opiniões alheias que diferem das minhas próprias.

    Quando desrespeito os direitos alheios.

    Quando cobiço aquilo que uma outra pessoa conseguiu honestamente.

    Quando abuso da minha superioridade de posição privando outros de sua oportunidade para progredir.

    Se considero apenas a mim próprio e a meus parentes pessoas privilegiadas.

    Quando me concedo direitos para monopolizar recursos naturais.

    Se acredito que outras pessoas devem pensar e viver da mesma maneira que eu.

    Quando penso que sucesso na vida depende exclusivamente do poder da fama e da riqueza.

    Quando penso que a mente das pessoas deve ser dominada pela força e não educada pela razão.

    Se acredito que o deus de minha concepção é aquele em que os outros devem acreditar.

    Quando penso que o país em que nasce o indivíduo deve ser necessariamente o lugar onde ele tem de viver.

    Credo da Paz – Clique aqui para ouvir em Real Áudio

    Se estou em paz, eu promovo a paz dos que me cercam. Por sua vez, eles promovem a paz daqueles que estão à sua volta e que também farão o mesmo. Então, a paz começa por mim! E sem ela não pode haver a necessária transformação social.

    Ralph Maxwell Lewis, FRC

  132. Newton Monteiro Guimarães disse:

    PROJETO ASCENSÃO

    EVOLUÇÃO ESPIRITUAL

    EVOLUÇÃO MENTAL

    EVOLUÇÃO MATERIAL

    Nossa Meta é fazer a vontade de Deus Pai Universal

    Nossa Meta é buscar a perfeição de Deus Pai Universal

    Nossa Meta é AMOR Cósmico Incondicional

    Nossa Meta é Paz , AMOR , Felicidade , Sabedoria e Ascensão

    O Pai Universal nunca impõe qualquer forma de reconhecimento arbitrário, de adoração formal, ou de serviço escravizante às criaturas inteligentes e dotadas de vontade dos universos. Os habitantes evolucionários dos mundos do tempo e do espaço, por si mesmos, devem – nos seus corações – reconhecer, amar e voluntariamente adorá-Lo. O Criador recusa-Se a exercer coação de submissão sobre os livres-arbítrios espirituais das suas criaturas materiais. A dedicação afetuosa da vontade humana, de fazer a vontade do Pai, é a dádiva mais bem escolhida que o homem pode oferecer a Deus; de fato, uma consagração assim da sua vontade de criatura constitui a única dádiva possível de valor verdadeiro, do homem, ao Pai do Paraíso. Em Deus, o homem vive, move-se e tem o seu ser; não há nada que o homem possa dar a Deus, a não ser a escolha de ater-se à vontade do Pai; e uma decisão como essa, efetivada pelas criaturas volitivas inteligentes dos universos, na realidade, constitui a verdadeira adoração, que satisfaz muito plenamente ao Pai Criador, em cuja natureza o amor é preponderante.

    O Livro de Urantia

    A Ascensão não é tanto um “acontecimento místico”, é bem mais uma ciência.

    * * *

    A Via direta ao mundo Espiritual existe, e encontra-se no interior de cada Ser.

    Trigueirinho

    * * *

    Faça muitas Orações e Siga a sua Intuição e a Vitória será obtida !!! Não há Mistério !!!

    Jacó ISRAEL

    ——————————————————————————–

    1- Sintonizar DEUS PAI UNIVERSAL e Identificar o EGO

    2- Consumir o EGO na Chama Violeta Purificadora da 9D de DEUS PAI UNIVERSAL

    3- Destruir o EGO , reconhecer-se como MÔNADA e dizer: EU SOU LUZ

    ORAI E VIGIAI

    Fazer muitas Orações !!! e seguir a Intuição !!!

    ——————————————————————————–

    Visualizar os Sete Corpos ( MERKABAH )

    EU SUPERIOR

    EU SOU ( Regente ) ( Deus Pai Universal )

    MÔNADA ( Cristo Cósmico ) Ajustador do Pensamento

    ALMA ESPIRITUAL ( Mente Espiritual )

    Corpos Moronciais Supra-Materiais

    Corpo Mental Morontial Supra-Material

    Corpo Astral Emocional Morontial Supra-Material

    Corpo Hetérico Supra-Material Morontial

    Corpos Materiais

    Corpo Material 3D

    Corpo Material 2D

    Corpo Material 1D

    ——————————————————————————–

    SERVIR é o Verdadeiro Sentido da Vida !!!

    Consumir todo o EGO na Chama Violeta Purificadora da 9D de DEUS PAI UNIVERSAL

    Façamos Orações e Mentalizações para toda a humanidade e todo o planeta !!!

    ORAI e VIGIAI

    ——————————————————————————–

    Os mortais de Urântia dificilmente podem esperar ser perfeitos, no sentido infinito, mas, para os seres humanos, partindo como o fazem, deste planeta, é inteiramente possível alcançar a meta superna e divina que o Deus infinito estabeleceu para o homem mortal; e, quando atingirem esse destino, em tudo o que diz respeito à auto-realização e ao alcance da mente, eles estarão tão repletos, na sua esfera de perfeição divina, quanto o próprio Deus o é, no seu âmbito de infinitude e eternidade. Tal perfeição pode não ser universal, no sentido material, nem ilimitada, em alcance intelectual, nem final, enquanto experiência espiritual, mas ela é final e completa, sob todos os aspectos finitos, em divindade, vontade, perfeição de motivação da personalidade e consciência de Deus.

    O verdadeiro significado do mandamento divino é este: “Sede perfeitos, assim como Eu sou perfeito”; é o que impulsiona constantemente o homem mortal a ir adiante e o atrai para o interior de si próprio, na sua labuta longa e fascinante para alcançar níveis cada vez mais elevados de valores espirituais e de significados verdadeiros do universo. Essa busca sublime, pelo Deus dos universos, é a aventura suprema dos habitantes de todos os mundos do tempo e do espaço.

    O LIVRO DE URANTIA

    ——————————————————————————–

    Tudo é Poder da Mente em vários níveis dimensionais ; mas o AMOR é o maior Deles

    DEUS é Pensamento Positivo em todas as dimensões

    Tudo é Energia Eletromagnética ( DEUS )

    Jacó ISRAEL

    ——————————————————————————–

    Em um mundo conturbado onde as pessoas deturparam o conceito verdadeiro de DEUS:

    Na prática se faz necessário saber que:

    DEUS é Pensamento Positivo também

    EGO é o Pensamento Negativo

    Dizer: DEUS PAI UNIVERSAL seja feita toda a sua vontade em …

    ——————————————————————————–

    Visualizar os Sete Corpos ( MERKABAH )

    EU SUPERIOR

    EU SOU ( Regente ) ( Deus Pai Universal )

    MÔNADA ( Cristo Cósmico ) Ajustador do Pensamento

    ALMA ESPIRITUAL ( Mente Espiritual )

    Corpos Moronciais Supra-Materiais

    Corpo Mental Morontial Supra-Material

    Corpo Astral Emocional Morontial Supra-Material

    Corpo Hetérico Supra-Material Morontial

    Corpos Materiais

    Corpo Material 3D

    Corpo Material 2D

    Corpo Material 1D

    ——————————————————————————–

    +9 COSMOS Macro ( DEUS ) ( EU SOU Macro ) ( Infinito Espaço )

    +8 Grande Universo ( Universo Central e Super-Universos )

    +7 Super-Universos ( ORVONTÓN )

    +6 Setores Maiores ( Esplandon )

    +5 Setores Menores ( Ensa )

    +4 Universos Locais ( Nebadon )

    +3 Galáxias

    +2 Sistema Solares

    +1 Planetas

    0 Homem Anjo

    -1 Células

    -2 DNAs

    -3 ÁTOMOS ( Matéria )

    -4 Células dos Átomos

    -5 DNAs dos Átomos

    -6 ÀTOMOS dos Átomos ( Supra-Matéria )

    -7 Células dos Átomos dos Átomos

    -8 DNAs de Cristais de Micro COSMOS

    -9 Átomos Micro COSMOS ( DEUS ) ( EU SOU Micro ) ( Partículas Indivisíveis )

    ——————————————————————————–

    Alimentação Verdadeira é Crudívora

    EU SOU Crudívoro

    Obrigado Raw Spirit

    Thank you Raw Spirit

    CRUDIVORISMO

    RAW FAMILY

    MISTURA VIVA

    ——————————————————————————–

    Oração de Exorcismo ( repetir várias vezes )

    Pelo nome e poder de Jesus Cristo , deixe o meu campo magnético e volte à fonte para ser elevado novamente à Luz , permaneço no centro de toda Luz , aqui nada pode me tocar.

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    O homem que vence o EGO ganha mais que o homem que conquista uma cidade.

    Jesus Cristo

    ——————————————————————————–

    ESPERANÇA ESPERANÇA ESPERANÇA

    FÉ FÉ FÉ

    CURA CURA CURA

    PAZ PAZ PAZ

    AMOR AMOR AMOR

    ——————————————————————————–

    Entregar tudo ao EU SUPERIOR

    Conversar com o EU SUPERIOR

    Seguir a INTUIÇÃO ( obedecê-lo )

    MENTALIZAÇÃO com o EU SUPERIOR

    MEDITAÇÃO com o EU SUPERIOR

    MANTRAS

    ORAÇÕES para todo o planeta ( Orai e Vigiai )

    FÉ => Todo o Cosmos se encontra dentro de nós

    ——————————————————————————–

    Ler e Estudar a BÍBLIA

    A Bíblia não pertence a nenhuma igreja ou religião. Ela é a palavra da Verdade em linguagem simples destinada a todos os povos e nações deste belo planeta Urantia.

    ——————————————————————————–

    DEUS PAI UNIVERSAL está curando a Alma , a Mente e o Corpo de toda a humanidade.

    ORAI e VIGIAI

    MENTALIZAÇÃO POSITIVA ( Passo à Passo ) ( Pensamento Positivo após Pensamento Positivo )

    Criatividade na Mentalização

    Comece com a respiração

    Mentalização Espacial

    Targon Darshan

    ORAÇÃO DE LIBERTAÇÃO

    ——————————————————————————–

    O verdadeiro significado do mandamento de DEUS PAI UNIVERSAL é este:

    SEDE PERFEITOS ASSIM COMO EU SOU PERFEITO

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    RAW SPIRIT FESTIVAL 2007

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    EVOLUÇÃO ESPIRITUAL

    EVOLUÇÃO MENTAL

    EVOLUÇÃO MATERIAL

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    19% Entregar tudo ao EU SUPERIOR

    19% Conversar com o EU SUPERIOR

    19% Seguir a INTUIÇÃO ( obedecê-lo )

    19% Mentalização com o EU SUPERIOR ( Comando Mental Orações Transmutação )

    19% Meditação com o EU SUPERIOR ( Imaginação Criativa e Mantras )

    5% Fé => Todo o Cosmos se encontra dentro de nós

    Se a sua fé for do tamanho de um grão de mostarda você remove montanhas.

    Jesus Cristo

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    CONSCIÊNCIA CRÍSTICA

    CHAMA TRINA

    KUNDALINI

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    Visualizar os Sete Corpos ( MERKABAH )

    EU SUPERIOR

    EU SOU ( Regente ) ( Deus Pai Universal )

    MÔNADA ( Cristo Cósmico ) Ajustador do Pensamento

    ALMA ESPIRITUAL ( Mente Espiritual )

    Corpos Moronciais Supra-Materiais

    Corpo Mental Morontial Supra-Material

    Corpo Astral Emocional Morontial Supra-Material

    Corpo Hetérico Supra-Material Morontial

    Corpos Materiais

    Corpo Material 3D

    Corpo Material 2D

    Corpo Material 1D

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    Siga sua Intuição

    DEUS fala à minha Mente e a minha Mente fala ao meu Coração

    Saiba discernir a Intuição do medo e do raciocínio lógico

    Peça esse discernimento à Deus

    Geralmente a Intuição é o Primeiro Pensamento

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    Nos diz ARCANJO MIGUEL:

    Porque pelo cérebro – Eu Sou você – faço-me em você – no amor de Cristo e vontade do Pai

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    Seja Feita a Vontade de DEUS PAI UNIVERSAL em mim , em todos e em tudo !!! E que assim Seja:

    EU SOU EU SOU EU SOU

    A VONTADE DE DEUS PAI UNIVERSAL É AMOR E PERFEIÇÃO

    O verdadeiro significado do mandamento de DEUS PAI UNIVERSAL é este:

    SEDE PERFEITOS ASSIM COMO EU SOU PERFEITO

    DEUS é uma Personalidade Espiritual Perfeita e Infinita

    DEUS é ONIPOTENTE ONIPRESENTE e ONISCIENTE

    DEUS é Espírito

    DEUS tem Vontades !!!

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    Nós podemos ajudar. Nós podemos AMAR. Nós podemos ORAR.

    Pense Positivo !!!

    KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH

    Converse com Deus Pai Universal Interior durante 24 hrs

    Converse com o seu Serafin Guardião ( Espírito Protetor )

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    Condor de Prata 1

    Águia Dourada 1

    PACIÊNCIA

    KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH

    DANIEL ELOHAI ARIEL

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    PRANAYAMA

    Respire Bem !!! Pois a Respiração é a maior fonte de alimento para todo o cérebro e corpo inteiro.

    O Ar é a Aura do Planeta que alimenta toda a vida na terra.

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    DEUS está no Centro de tudo o que existe e é Dele que vem a Fortaleza ( Altas Dimensões Vibracionais )

    O Micro é infinitamente Micro e o Macro é infinitamente Macro.

    Existe mais Energia Invisível em 1 cm3 de vácuo no Espaço do que todo o Grande Universo Material visto pelos olhos da carne.

    O Espírito Imanifesto Deus vibra as partículas do Espaço Cosmos Manifesto Matéria.

    Vida é Movimento !!! Morte é Estagnação !!! Deus é a Energia Invisível que vibra todas as partículas do Cosmos Espaço.

    O Universo Vibra !!!

    Tudo é feito de uma espiral que cresce por todos os lados.

    O Ato de Criar é nada mais nada menos que acelerar o crescimento desta espiral.

    Tudo no Universo está em crescimento.

    O Centro é mais energia que a periferia.

    A Criação vem do Centro.

    Se você criar muito e se tornar muita energia você vai para o centro do universo.

    Nós crescemos é de dentro para fora.

    A Força vem do Invisível.

    Para acessar o Invisível basta visualizá-lo com a terceira visão.

    Só existe uma lei a seguir e você sabe qual é !!!

    A Lei é esta:

    EU SOU AMOR

    SERVIR

    ORAI SOBRETUDO ORAI

    MENTALIZAI SOBRE TUDO MENTALIZAI

    JACÓ ISRAEL Ricardo Molina Koyanagi

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    OBRIGADO DEUS PAI UNIVERSAL

    OBRIGADO DEUS FILHO ETERNO

    OBRIGADO DEUS ESPÍRITO INFINITO

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    O Homem é aquilo que ele acredita Ser.

    Mas mesmo Ele não acreditando , Ele ainda é EU SOU !!!

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    CONSCIÊNCIA CÓSMICA

    CONSCIÊNCIA CRÍSTICA

    ENERGIA CRÍSTICA

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    Corpo Mental => cocheiro

    Corpo Emocional => cavalo

    Corpo Material => carroça

    A sabedoria está na mente mas a força vem do coração

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    DEUS PAI UNIVERSAL que seja feita a sua Vontade em todos os nossos Pensamentos , Palavras e Ações.

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    Façamos Orações em benefício de toda a humanidade para ascencionarmos este planeta !!!

    Mentalizar Paz e AMOR para toda a humanidade , para si próprio e para todas as pessoas que aparecem em nossas vidas. Mentalização 24 hrs.

    Graça Divina é:

    AMOR INCONDICIONAL => Amar por Amar sem esperar nada em troca.

    tudo isso gera:

    KUNDALINI => O Poder do Puro Desejo que vem do EU SUPERIOR

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    É Impossível o homem ascencionar-se e ganhar a meta final da fé somente com a força humana.

    Ricardo Molina Koyanagi ( ISRAEL )

    Converse com o EU SUPERIOR

    Entregue tudo ao EU SUPERIOR

    Mentalize com o EU SUPERIOR

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    1- Aniquilar o EGO

    2- ALQUIMIA INTERIOR

    3- Servir à Deus e ao próximo

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    Tudo é Espírito ( Espírito alta vibração ou Espírito baixa vibração )

    Espírito sutil ou Espírito denso ( O Espírito se manifesta em varias e infinitas dimensões )

    Mas tudo é Espírito !!! Tudo é Vibração !!!

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    EU SOU Regente Deus Pai Universal

    Ajustador do Pensamento ( Cristo Cósmico )

    Espírito ALMA Mente Espiritual

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    DEUS => Pensamento Positivo

    Diabo => pensamento negativo

    Quanto maior a Consciência => Maior a Sabedoria

    Quanto Maior a Sabedoria => Maior a LUZ AMOR

    Quanto Maior a LUZ AMOR => Maior a FÉ

    Quanto Maior a Fé => Maior a Vida , Maior a Saúde , Maior a Felicidade !!!

    Ricardo Molina Koyanagi ( ISRAEL )

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    Todo este projeto está baseado no maior mandamento de DEUS PAI UNIVERSAL que nos diz:

    SEDE PERFEITOS ASSIM COMO EU SOU PERFEITO !!!

    DEUS é AMOR

    AMOR CÓSMICO INCONDICIONAL

    Fundador do PROJETO ASCENSÃO => Ricardo Molina Koyanagi ( ISRAEL )

    contato => norlatiadek@yahoo.com.br

    telefone para contato: (18) 97724481

    Presidente Prudente SP

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    LACERTA 1

    LACERTA 2

    PORTAL PÉGASUS

    AMOR INCONDICIONAL

    PROJETO PORTAL Site Oficial

    Projeto Portal 2

    EGO ( o falso centro )

    Entrevista com Drunvalo Melquizedek

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    EVANGELHO DE ISRAEL

    CONSCIÊNCIA SUPERIOR CRISOSTELAR DE 7D

    AMOR PERDÃO PAZ

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    E a natureza está desfigurada: a sua face de beleza tem cicatrizes, as suas feições ficaram murchas com a rebelião, pela conduta errônea, pelo pensamento desviado das miríades de criaturas que são uma parte da natureza, mas que têm contribuído para a sua desfiguração no tempo. Não, a natureza não é Deus. A natureza não é um objeto de adoração.

    A falsa ciência do materialismo sentenciaria o homem mortal a reduzir-se a um marginal no universo. Tal conhecimento parcial é potencialmente um mal; é conhecimento que se compõe, tanto do bem, quanto do mal. A verdade é bela, porque é tanto completa quanto simétrica. Quando o homem busca a verdade, ele está buscando o divinamente real.

    O Deus eterno é incapaz de ira ou de raiva, no sentido que essas emoções humanas têm e como o homem entende tais reações. Esses sentimentos são mesquinhos e desprezíveis; são indignos de serem chamados até de humanos e mais ainda de divinos; e tais atitudes são totalmente alheias à natureza perfeita e ao caráter pleno de graça do Pai Universal.

    fonte: O LIVRO DE URANTIA

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    KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH

    Este é um site de Informações Codificadas para todos ( Informação Código )

    Deus é Espírito e tudo é Espírito em varias dimensões diferentes de vibração

    AMOR UNIVERSAL

    Destruir , Aniquilar e Desintegrar o EGO

    O EGO é a falsa manifestação da Consciência dos corpos mais densos

    Servir é o verdadeiro sentido da vida !!!

    Ricardo Molina Koyanagi (Jacó)

    A vida é uma busca. Explore-a !!!

    A vida é um desafio. Enfrente-o !!!

    A vida é um jogo. Jogue-o !!!

    A vida é um sonho. Realize-o !!!

    A vida é Amor. Desfrute-o !!!

    Sathya Sai Baba

    Existem dois tipos de Hierarquias:

    A Hierarquia da Luz ( Positiva )

    Esta Hieraquia são os Filhos de Deus amorosos de elevadas dimensões que se encontram em todas as dimensões hoje em missão de resgate. ( Porque muitos deles da 4D estão hoje encarnados na terceira dimensão e alguns até da 5D ). Esta Hierarquia quer libertar a humanidade do plano denso da terceira dimensão ( espaço-tempo ). Eles querem que todos ascencionem e voltem ao Pai. E se libertem do espaço-tempo. Escalando dimensões superiores.

    A Hierarquia das Trevas ( Negativa )

    São Seres Negativos ( Anjos Negros ) ( manipuladores e Egoístas ) que se encontram desde a 2D até a 5D. São Seres multi-dimensionais negativos que estão no momento revoltados contra o Criador. Eles manipulam o DNA da humanidade há milênios para que ninguém ascencione. Eles querem que a humanidade continue presa no espaço-tempo da terceira dimensão físico atômica ( plano denso ).

    As Trevas do planeta Terra

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    Converse com o EU SUPERIOR !!!

    Vencer o EGO e entregar tudo ao EU SUPERIOR !!!

    O Contato com o Eu Superior é o Maior dos Contatos !!!

    Mentalize com o EU SUPERIOR !!!

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    Um Pensamento Positivo é milhões de vezes mais forte do que um pensamento negativo. Mas exige maior frequência Mental e Energia.

    VIDA É MOVIMENTO

    MOVIMENTO É TRABALHO

    TRABALHO DA CONSCIÊNCIA

    TRABALHO MENTAL E MATERIAL

    ORA SOBRE TUDO ORA

    CONVERSE COM DEUS 24 hrs

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    ORAÇÕES , MANTRAS , MEDITAÇÕES e MENTALIZAÇÕES em favor de toda a humanidade planetária e todo o Universo !!!

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    SERVIR é o verdadeiro sentido da vida !!!

    Tanto Espiritualmente quanto Mentalmente e Materialmente !!!

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    Targon Darshan

    LACERTA 1

    LACERTA 2

    Thomas Green Morton

    Jucelino Nóbrega da Luz

    Estudo do Hiper-Espaço

    Conscienciologia 1

    Academia de Conscienciologia

    Site ESOTÉRICO

    GRANDE FRATERNIDADE BRANCA

    O LIVRO DE URANTIA

    Missão Terra

    A Síntese

    Ufologia UFO-GÊNESIS

    Ufologia UFO NET

    Ufologia Esotérica

    GUIA E CONSULTA DE ERVAS MEDICINAIS

    Mensagem de METATRON

    Mensagem Importante

    ASCENSÃO

    O CAIBALION (resumo)

    Mahabharata

    O CAIBALION

    Caminhos de Luz

    LINKS BENEFICENTES

    TUDO sobre VEGETARIANISMO

    O CINTURÃO FOTÔNICO

    PROJETO PORTAL (Blumenal)

    PROJETO PORTAL (RS)

    Porque não comer carne animal ( Visão Espiritual )

    Energia Sexual TANTRISMO

    O apocalipse e os sete estágios da consciência

    NOVA ERA

    Index Paranormalidade (Exercícios Vibracionais)

    Mantras

    MANTRAS

    As 21 TARAS

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    ORAÇÕES , MANTRAS , MEDITAÇÕES e MENTALIZAÇÕES em favor de toda a humanidade planetária e todo o Universo !!!

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    Obrigado Deus Pai Universal

    Obrigado Deus Filho Eterno

    Obrigado Deus Espírito Infinito

    Obrigado Filho Criador Michael ( Jesus Cristo )

    Obrigado Jeová ( Senhor dos Exércitos )

    Obrigado Ashtar Sheran ( Arcanjo Miguel )

    Obrigado Krishna ( Sathya Sai Baba )

    Obrigado Você

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    Tudo é Espírito !!!

    Consciência Cósmica Consciência Crística

    CONVERSAR COM O EU SUPERIOR

    ENTREGAR TUDO NAS MÃOS DO EU SUPERIOR

    AGRADECER À DEUS PAI UNIVERSAL

    AMOR POR TODOS OS SERES DO UNIVERSO

    RECONHECER-SE COMO DEUS

    ALQUIMIA

    INTUIÇÃO

    MENTALIZAÇÃO

    DEVOÇÃO

    CONHECIMENTO

    DISCERNIMENTO

    INTELIGÊNCIA

    ESPIRITUALIDADE

    AGRADECIMENTO

    Agradecer à todas as coisas !!! tanto Positivas como Negativas !!!

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    Tu não és o Corpo !!! Tu não és a Mente e tão pouco o que sentis !!!

    Você é Espírito Cósmico !!! Você é uma Alma Espiritual !!! Você é a Mônada ( Eu Superior ) e Espírito Universal !!! Você faz parte do todo !!! Você é Deus !!!

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    EU SOU

    CÓSMICO

    ESPIRITUAL

    MENTAL

    ASTRAL

    HETÉRICO

    MATERIAL

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    JEOVÁ

    O SENHOR DOS EXÉRCITOS

    O DEUS DE ISRAEL

    O DEUS DE JACÓ

    Nunca tantos deveram à Um só !!!

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    EU SOU ISRAEL

    SEJA BEM VINDO

    PROJETO ASCENSÃO

    Fundador do Projeto: ISRAEL ( Ricardo Molina Koyanagi )

    Presidente Prudente ( interior de São Paulo )

    Voluntário do Comando Ashtar

    Atendimento Gratuito !!!

    Atendimento Espiritual de Cura dos corpos inferiores e da Personalidade

    Atendimento gratuito no telefone = (18) 9772-4481

    se não poder ligar , envie um email explicando a situação com seus dados: nome , idade , endereço , cidade e telefone para o seguinte email :

    norlatiadek@yahoo.com.br

    Entrar em contato para agendar palestras gratuitas no telefone = (18) 9772-4481 ou

    norlatiadek@yahoo.com.br

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    UFOLOGIA MÍSTICA

    CIÊNCIA METAFÍSICA

    CONSCIÊNCIA CÓSMICA

    MENTALIZAÇÃO

    ESPIRITUALIDADE

    ARTE

    MEDITAÇÃO

    TRANSMUTAÇÃO

    MATERIALIZAÇÃO

    ALQUIMIA

    MAGIA

    MANTRAS

    DOUTRINA ESPÍRITA

    COSMOLOGIA

    BILOCAÇÃO

    TELETRANSPORTE

    TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

    COMANDO ASHTAR

    ESPIRITUALIDADE ASTRAL

    ESPIRITUALIDADE MENTAL

    ENERGIZAÇÃO

    ESPIRITUALIDADE MORONTIAL

    TECNOLOGIA MATERIAL

    TECNOLOGIA ETÉRICA

    LEVITAÇÃO

    TELECINESE

    TELEPATIA

    CONSCIENCIOLOGIA

    PROJECIOLOGIA

    MENTALISMO

    ASCENSÃO

    EVOLUÇÃO

    TRANSCENDENTALISMO

    MENTALIZAÇÃO TRANSCENDENTAL

    MEDITAÇÃO TRANSCENDENTAL

    NEUROLINGUÍSTICA

    VEGETARIANISMO

    ALMAS GÊMEAS

    EXERCÍCIOS VIBRACIONAIS

    CODIFICAÇÃO VIBRACIONAL

    FILOSOFIA

    TEOLOGIA

    MISTICISMO

    CURA ATRAVÉS DA MÚSICA

    MOTIVAÇÃO

    PENSAMENTO POSITIVO

    ECOLOGIA

    GEOMETRIA SAGRADA

    VIAGEM NO TEMPO

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    INTRATERRENOS

    INTRAMARINHOS

    PREMONIÇÕES

    SONHOS

    AMPARADORES EXTRAFÍSICOS

    VIAGENS INTERDIMENSIONAIS

    NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA

    ASTRONOMIA

    PROJETO PORTAL

    COSMOGÊNESE

    PARACIÊNCIA

    PARANORMALIDADE

    GNA

    FÍSICA QUÂNTICA

    MESTRES ASCENSIONADOS

    GRANDE FRATERNIDADE BRANCA

    OCULTISMO

    O LIVRO DE URANTIA

    ELETROMAGNETISMO

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    PSICOLOGIA

    MEDICINA MATERIAL

    MEDICINA ENERGÉTICA

    MEDICINA ESPIRITUAL

    LEITURA DINÂMICA

    SÂNSCRITO

    ARQUIVOS AKASHICOS

    ESOTERISMO

    CALENDÁRIO MAIA

    ERVAS MEDICINAIS

    CANALIZAÇÃO

    MEDIUNIDADE

    SATHYA SAI BABA

    BHAGAVAD-GITA

    MAHABHARATA

    CARIDADE

    AMOR

    ABERTURA DE PORTAIS

    COMANDO MENTAL

    HISTÓRIA SIDERAL

    LEMÚRIA

    ATLÂNTIDA

    REBELIÃO DE LÚCIFER

    AGNI HOTRA

    UNIVERSOS PARALELOS

    TEORIA DAS SUPER CORDAS

    SINCRONIA GALÁCTICA

    OS CRÂNIOS DE CRISTAIS

    ORAÇÕES

    APELOS

    DECRETOS

    AFIRMAÇÕES

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    Ninguém é tão grande que não possa aprender e nem tão pequeno que não possa ensinar !!!

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    Nosso Deus Senhor Jesus Cristo

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    Jesus Cristo => Filho Criador Michael

    Quem vê o Filho Criador , vê o Pai Universal !!!

    Quem senti o Filho Criador , senti o Pai Universal !!!

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    EU SUPERIOR ( Trindade Espiritual Cósmica )

    O EU SUPERIOR é você Perfeito no plano cósmico bem acima ( Cristo )

    O EU SUPERIOR é muita Energia ( brilha mais que milhares de sóis )

    EU SUPERIOR é todo o Cosmos

    Portanto o EU SUPERIOR serve como a Lei do mínimo esforço

    Converse com o EU SUPERIOR 24hrs por dia ( todos os dias )

    Entregue tudo nas mãos do EU SUPERIOR

    Mentalizar com o EU SUPERIOR !!!

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    Seja Bem Vindo ao Site PROJETO ASCENSÃO !!!

    EU SOU JACÓ

    Site de Evolução Espiritual , Mental e Material

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    Todo o conhecimento deste site tem como objetivo preparar o ser humano em geral para viver na Nova Era e Ser feliz evoluindo e buscando a perfeição de Deus Pai Universal.

    O homem que quiser entrar para a Nova Era ( quarta dimensão ) , tem neste site todo o conhecimento necessário para ter sucesso em sua jornada de Ascensão.

    Observação: Não pode haver ascensão sem aspiração ardente !!!

    Seja Bem Vindo à NOVA ERA !!!

    Este site tem um conteúdo de conhecimento Espiritual , Mental e Material com o objetivo de fazer você transcender a consciência material e chegar na consciência superior usando todos estes conhecimentos no caminho interior do homem anjo auto realizado.

    O homem deve conhecer a ciência divina para vencer a ignorância aos conhecimentos superiores espirituais da NOVA ERA. Quando certo homem ainda não conhece a verdade divina ele se torna ignorante aos conhecimentos superiores da Hierarquia Cósmica e assim ele fica na luxúria , raiva e ignorante na ilusão dos cinco sentidos.

    Portanto procure aprender todos os conhecimentos deste site e transcender toda a sua consciência materialista , pois a NOVA ERA pede tal ação ( a iluminação ) , e siga sempre para frente com aspiração na ascensão para se tornar um verdadeiro Deus ( homem anjo auto realizado ) e Feliz ( o verdadeiro Místico )

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    LUZ FORMA PENSAMENTO

    COSMO COMUNICAÇÃO

    Transmutação Energização Materialização

    Mentalizar luz plasma imagem forma pensamento na Transmutação , Energização de Cura e Materialização

    COSMO COMUNICAÇÃO => Intenção LUZ Forma Pensamento Cor Som

    Mentalizar com o EU SUPERIOR ( Intenção )

    EU SUPERIOR ( A Lei do mínimo esforço )

    O EU SUPERIOR brilha mais que milhares de Sóis !!!

    Converse com o EU SUPERIOR !!!

    Entregue tudo nas mãos do EU SUPERIOR e peça Perfeição à Ele !!!

    Seguir e obedecer o Ajustador do Pensamento INTUIÇÃO

    Pedir ao EU SUPERIOR !!!

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    O verdadeiro sentido da vida é Servir !!!

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    AMAI-VOS UNS AOS OUTROS E TUDO LHE SERÁ DADO POR ACRÉSCIMO !!!

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    Mentalização com palavras é menos eficaz que com Luz Forma Pensamento !!!

    O ideal é fazer os dois juntos na intenção conversando com o EU SUPERIOR !!!

    Mentalizar luzes positivamente com o EU SUPERIOR afirmando na intenção , exemplo:

    EU SUPERIOR está curando o planeta !!!

    EU SUPERIOR está libertando a humanidade !!!

    EU SUPERIOR está nos revelando a verdade divina !!!

    Usar a Criatividade !!!

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    Condor de Prata 1

    Águia Dourada 1

    Projeto Portal 2

    Projeto Portal Site Oficial

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    A Evolução Mental cresce em paralelo com a Evolução Espiritual

    Vida é Movimento

    Movimento é Trabalho

    Trabalho Espiritual , Mental e Físico

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    A falsa ciência do materialismo sentenciaria o homem mortal a reduzir-se a um marginal no universo. Tal conhecimento parcial é potencialmente um mal; é conhecimento que se compõe, tanto do bem, quanto do mal. A verdade é bela, porque é tanto completa quanto simétrica. Quando o homem busca a verdade, ele está buscando o divinamente real.

    tirado do Livro de Urantia

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    ORAI e VIGIAI

    Transcender o EGO ( Trabalhar com o EU SUPERIOR )

    Pensamento Positivo

    AMOR CÓSMICO INCONDICIONAL é o único caminho !!!

    Pedir e agradecer a proteção do Serafim Guardião !!!

    Nova Era

    AMOR CÓSMICO INCONDICIONAL X EGO

    Espiritualidade X materialismo

    A Fé é maior que o conhecimento e a Sabedoria !!!

    A ignorância corroe a Fé assim como as traças às roupas !!!

    Confie somente no seu Interior !!!

    Reconhecer a Intuição

    Seguir a Intuição

    Busque o seu Deus Interior

    Esteja com a sua Mente voltada para o Deus Interno

    Seguir e obedecer o Ajustador do Pensamento EU SUPERIOR

    Converse com o EU SUPERIOR 24hrs

    Mentalizar a Graça de Deus para todas as pessoas !!!

    Mentalizar para o próximo tudo o que você quiser para você !!!

    Queimar e consumir todos os demônios internos na Chama violeta !!!

    Estude Física Quântica

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    O maior inimigo de Deus é o materialismo.

    O maior inimigo do materialismo é Deus !!!

    Deus é o Espírito Universal que sustenta todo o cosmos (grande universo e infinitas dimensões) e o materialismo é um pequenino planeta na beirada do universo !!! Quem será que é maior ?

    Todos os males provém do materialismo !!!

    Se você está sofrendo hoje , pode ter certeza , a culpa é do materialismo !!!

    Deus Ama o pecador !!! mas odeia o pecado !!!

    Fuja do materialismo e siga seu Coração !!!

    O Sol também é um planeta habitado !!!

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    KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH

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    O Materialismo ( Ciência do Materialismo )

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    ASCENSÃO = 1998-2006

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    Os Três Dias de Escuridão 1

    Os Três Dias de Escuridão 2

    Resgate dos Seres da Terra

    Preparativos Espirituais

    A ignorância corroe a fé assim como as traças as roupas !!!

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    Oração Cientifica Mental e muito eficaz

    EU SUPERIOR educa o meu cérebro para Amar Incondicionalmente !!!

    EU SUPERIOR educa o meu cérebro para manifestar Amor , Sabedoria e Poder !!!

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    EU SOU

    INFINITO AMOR CÓSMICO INCONDICIONAL

    COSMOS UNIVERSO

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    Entregue todos os teus problemas nas mãos do EU SUPERIOR !!!

    Ofereça todos os frutos de seu trabalho para Deus !!!

    Conversar com o Eu Superior
    EU SOU
    MENTALIZAÇÃO

    ORAÇÃO

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    Compreensão gera LUZ !!!

    Compreensão = LUZ = AMOR

    Portanto procure compreender !!!

    AMOR CÓSMICO INCONDICIONAL é o melhor caminho !!!

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    Pensar significa agir em alguma dimensão. Nada fica solto no universo. O mais ínfimo pensamento ou sentimento, se materializa em alguma dimensão, dependendo da sintonia e da frequência dos mesmos.
    Comando Ashtar

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    DESPERTAR E EVOLUÇÃO

    Nova Era: O desenvolvimento Mental é uma necessidade para a evolução da espécie. A continuidade do Planeta Terra depende da transformação dos seus habitantes em seres mais conscientes das Leis Cósmicas para preservação e desenvolvimento do Universo e dos que habitam suas diversas dimensões.

    A busca dessa evolução é mútua. Nós necessitamos de algo mais profundo para guiar nosso caminho e os seres precisam de pessoas que sirvam de canais de transmissão de suas mensagens e ensinamentos, capacitadas a seguir a sua missão pôr seu nível de vibração mental.

    Temos que buscar essa unificação de pensamentos e elevação espiritual para afastarmos do Planeta a ameaça representada pela pobreza vibracional de seus habitantes.

    O ano de 1996 foi o passo inicial para essa unificação. A partir daí, foi dado por eles um prazo para estarmos com um terço da população mundial preparada para essa elevação vibracional. O Projeto Portal tem como objetivo passar seus conhecimentos para o maior número possível de pessoas.

    As mudanças já estão ocorrendo. O Planeta Terra está alterando sua verticalização. A ciência já comprovou uma alteração de 0,25% na sua inclinação. Várias transformações estão acontecendo através de mudanças climáticas e fenômenos da natureza.

    Mas, em relação a população, o que acontecerá? Segundo as profecias “somente um terço da população será salva”. Salva como?

    Através da evolução da humanidade. A Nova Era está entrando e algumas pessoas estão encontrando seu caminho com os novos conhecimentos que estão sendo revelados pelo esoterismo em geral. Estas pessoas fazem parte desse “um terço”. São aqueles que estão despertando para uma nova consciência, caminhando para a evolução, orientados e preparados pelos seres.

    Este “um terço” é que terá a missão de ajudar as pessoas que não estiverem preparadas, levando-as para lugares apropriados, orientando-as e também serão as últimas a deixar o Planeta.

    O Trabalho (Missão): A primeira etapa será um trabalho muito intenso de despertar as pessoas. Colocá-las frente a frente com a própria realidade, descobrir a sua essência, para que possam trabalhar a energia, a auto ajuda, o desenvolvimento da Paranormalidade, a identificação da simbologia, da descendência.

    Nessa busca, obteremos esclarecimentos sobre o futuro da humanidade e do Planeta, o que os seres esperam, de nós e qual será o nosso comportamento.

    Esse trabalho será realizado através de palestras, seminários, exercícios e principalmente no Portal (MS). Nessa preparação já houve contatos de 4º e 5º graus. O Objetivo é uma conscientização geral. Ao virmos para cá, a densidade da matéria fez com que o nosso conhecimento cósmico ficasse adormecido.

    Deveremos trabalhar a imunização do ser humano, a auto-ajuda e o despertar, viagens, plano dimensional, interação com o mundo paralelo.

    A materialização das próprias pedrinhas por cada um, será um trabalho dimensional. A pessoa pensa na cor violeta, que é a cor da transmutação, imagina a pedra caindo, o que realmente acontece.

    A outra etapa, será a materialização do ouro, decalcando o símbolo de cada um na sua pedrinha. Este símbolo representa os estágios na vida que cada um teve e em qual Planeta. Será identificado também o ponto de origem e a descendência de cada pessoa.

    Flávio Mori e Projeto Portal

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    Projeto Portal 2

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    EU SUPERIOR

    O Eu Superior é a Trindade Espiritual Cósmica. Você é espiritualmente o Corpo do Cristo (Filho)( A segunda pessoa da trindade Espiritual Divina )(Mônada)( Mental Superior )( Consciência Superior do homem ) !!!

    Ninguém vai ao Pai a não ser por mim: disse Jesus !!! Porque ele encarnou 100% de seu Eu Superior (Mônada) !!!

    Vizualizar o Espírito Cósmico!!!

    Entregar tudo nas mãos do EU SUPERIOR e pedir Perfeição à Ele !!!

    Mentalizar com o Espírito Cósmico EU SUPERIOR !!!

    Conversar com o Eu Superior Cósmico!!!

    Pedir ao Eu Superior Cósmico!!!

    Agradecer ao Eu Superior Cósmico!!!

    Canalizar o Eu Superior Cósmico!!!

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    DEUS FILHO ( Eu Superior )

    A Mente

    A Luz Amor

    O Universo

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    MANTRA DO PERDÃO

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    1- Mentalizar com o EU SUPERIOR

    2- Entregar tudo nas mãos do EU SUPERIOR e pedir Perfeição à Ele

    3- EU SOU

    4- Acelerar as frequências Mentais

    5- Aumentar o Padrão Vibracional ( Vibração Crística )

    6- MENTALIZAÇÃO ( Servir )

    7- Reiki

    8- Mantras , Apelos , Orações e Decretos

    9- Neutralizar Obscessores

    10- Exercício Físico

    11- Manipular o Subconsciente

    12- CRUDIVORISMO

    13- KUNDALINE

    14- Meditar e Estudar

    15- Transcender o Ego

    16- Jejum

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    ALTA FREQUÊNCIA MENTAL

    VIBRAÇÃO CRÍSTICA

    ALTO PADRÃO VIBRACIONAL

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    PROJETO EVOLUÇÃO ESPIRITUAL

    PROJETO EVOLUÇÃO MENTAL

    PROJETO EVOLUÇÃO MATERIAL

    PROJETO TRANSMUTAÇÃO

    PROJETO ASCENSÃO

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    CRUDIVORISMO 100%

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    Energia Sexual Kundaline Magia Sexual

    Energia Sexual TANTRISMO

    Supra e Infra Sexo

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    Meditar e Estudar para evoluir a Consciência e potencializar a Mente !!!

    Somente Meditar não basta , é preciso Mentalizar também !!!

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    Tudo o que nos interessa agora é:

    Alta Frequência Mental e Alto Padrão Vibracional

    Somente quem estiver acima de 17 ciclos por segundo de frequência Mental é que passará pelo cinturão de fotons !!!

    Conversar Mentalmente com o EU SUPERIOR , Jesus Cristo , Deus Pai Universal e todos os outros Iluminados !!!

    Entregue todas as suas Felicidades e todas as suas tristezas ao EU SUPERIOR pedindo Perfeição à Ele !!!

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    Mentalizar Pensamento Deus Pai

    Orar Palavra Deus Filho

    Agir Ação Deus Espírito

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    33% Mentalização

    33% Conversa com o EU SUPERIOR

    33% Meditação

    1% Fé

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    Tudo é Espírito !!!

    Mentalizar em favor do próximo !!!

    Manipule o seu subconsciente !!! Se não ele te domina !!!

    O Subconsciente e o EU SUPERIOR

    O Poder do Subconsciente / Joseph Murphy

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    O contato com o EU SUPERIOR é o maior dos contatos !!!

    O maior mandamento dito por Deus é:

    SEDE PERFEITOS ASSIM COMO EU SOU PERFEITO !!!

    ——————————————————————————–

    Vida é Movimento !!!

    Movimento é Trabalho !!!

    Trabalho Espiritual , Mental e Físico !!!

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    O verdadeiro sentido da vida é Servir !!!

    É dando que se recebe !!!

    Em planetas onde muitos dão, muitos recebem !!!

    Caridade faz bem ao Coração , à Mente e ao Espírito !!!

    Quem não nasceu para Servir , não serve para viver !!!

    Nós estamos aqui para Servir e não para ser servido !!!

    O Universo é Consciência !!! Saia da Matrix !!!

    Enfim, ajudar o próximo de todas as formas que você puder !!!

    ——————————————————————————–

    ESPÍRITO UNIVERSAL

    EU SUPERIOR

    O Eu Superior é a parte principal desprendida da Energia Suprema (DEUS). Contém carga bipolar (+ e -) e tem um ponto definido no Cosmos.

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    DEUS PAI UNIVERSAL

    DEUS FILHO ETERNO

    DEUS ESPÍRITO INFINITO

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    MENTE ATIVADA

    LUZ , AMOR , Mental , olhos brilhantes , trabalhador , evolução , alto metabolismo , alegria , forte , kundalini ativa

    MENTE ESTAGNADA

    Trevaz , Raiva , Astral , olheira , vagabundo , involução , baixo metabolismo , tristeza , fraco , kundalini desativada

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    Caridade pela Internet

    LINKS BENEFICENTES

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    Kris – Won – I – Helctro – Yns

    Condor de Prata 1

    Águia Dourada 1

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    PROJETO PORTAL Site Oficial

    PROJETO PORTAL (Blumenal)

    PROJETO PORTAL (RS)

    PORTAL PÉGASUS

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    As trevas podem ter força, mas não suplantam o poder da Lei !!!

    Trigueirinho

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    São Sete Níveis de Frequência Mental

    São Sete Estados de Consciência da Mente Material

    Nivel Mental Dimensional => de 27 até 32 ciclos por segundo

    Nivel Mental Físico => de 21 até 26 ciclos por segundo

    Nivel Mental Superior => de 15 até 20 ciclos por segundo

    Nivel Beta => de 9 até 14 ciclos por segundo

    Nivel Alpha => de 5 até 8 ciclos por segundo

    Nivel Teta => de 2 até 4 ciclos por segundo

    Nivel Delta => de 0,1 até 1 ciclo por segundo

    ——————————————————————————–

    São Sete Estados de Consciência Dimensional da Alma

    Sétima Dimensão => EU SOU ( O PAI )

    Sexta Dimensão => Consciência Astral Crisostelar = Supra-Consciente

    Quinta Dimensão => Auto-Consciente

    Quarta Dimensão => Consciente

    Terceira Dimensão => Semi-Consciente

    Segunda Dimensão => Sub-Consciente

    Primeira Dimensão => Inconsciente

    Dimensão Zero => Consciência Inerte

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    O Espírito é o Arquiteto !!!

    A Mente é o Construtor !!!

    O Corpo é a Edificação Material !!!

    777

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    Santíssima Trindade

    1- O Pai é o Pensamento

    2- O Fílho é o Desejo

    3- O Espírito Santo é a Vontade

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    Consciência

    1- Pai = Pensamento (Criador)

    2- Filho = Palavra (Significado)

    3- Espírito = Ação (Movimento)

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    EU SOU

    Primeiro Deus como Ser

    do Ser surge a Consciência

    da Consciência surge a Mente

    da Mente surge o AMOR

    do AMOR surge a LUZ

    da LUZ surge o Desejo

    do Desejo surge a Vontade

    da Vontade surge a Palavra

    e da Palavra surgiu todo o Resto …

    ——————————————————————————–

    mas o Egoísmo encobriu a Consciência

    e a Consciência adormeceu-se

    A Mente não gerou mais AMOR

    a Luz virou Matéria

    então Jesus Cristo desencobriu a Consciência

    o AMOR apareceu novamente

    e a Matéria tornou-se Luz para Sempre …

    EU SUPERIOR

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    EU SOU MÔNADA ALMA

    Pensamento Desejo vontade

    EU SOU

    Mentalização Espacial

    Mentalização Positiva

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    Targon Darshan

    LACERTA 1

    LACERTA 2

    Thomas Green Morton

    Jucelino Nóbrega da Luz

    Estudo do Hiper-Espaço

    Conscienciologia 1

    Academia de Conscienciologia

    Site ESOTÉRICO

    GRANDE FRATERNIDADE BRANCA

    O LIVRO DE URANTIA

    Missão Terra

    A Síntese

    Ufologia UFO-GÊNESIS

    Ufologia UFO NET

    Ufologia Esotérica

    GUIA E CONSULTA DE ERVAS MEDICINAIS

    Mensagem de METATRON

    Mensagem Importante

    ASCENSÃO

    O CAIBALION (resumo)

    Mahabharata

    O CAIBALION

    Caminhos de Luz

    LINKS BENEFICENTES

    TUDO sobre VEGETARIANISMO

    O CINTURÃO FOTÔNICO

    PROJETO PORTAL (Blumenal)

    PROJETO PORTAL (RS)

    Porque não comer carne animal ( Visão Espiritual )

    Energia Sexual TANTRISMO

    O apocalipse e os sete estágios da consciência

    NOVA ERA

    Index Paranormalidade (Exercícios Vibracionais)

    Mantras

    MANTRAS

    As 21 TARAS

    KODOISH KODOISH KODOISH ADONAI TSEBAYOTH

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  133. Newton Monteiro Guimarães disse:

    The end
    ENTRE EM CONTATO: E= nnguimaraes@hotmail
    Newton Montiro Guimaraes
    Muito Obrigado…
    Meus desejos a todos.

    Planaltina Distrito Federal
    Avenida Gomes Rabelo Quara 48 Lote 04 Casa 9
    Setor Tradicional
    CEP 73330036
    Telefone: 061.3388-8727.

  134. É meu voto
    Vamos ao relatorio.
    do nada se cria? então DEUS É NADA? E DO NADA CRIOU TUDO. mas onde estão as provas. falam de pricipio da criação, e que deus não teve principio e Jesus como filho de deus assim acredintando disse eu sou o princio e o fim eu sou alfa e omega.
    vou tecer alguns cometarios analizados

  135. Símbolo Maçónico
    A Maçonaria é uma associação de carácter universal, cujos membros cultivam a filantropia, justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, aperfeiçoamento intelectual e fraternidade, é assim uma associação iniciática, filosófica, filantrópica e educativa. Os Maçons estruturam-se e reúnem-se em células autónomas, designadas por oficinas, ateliers ou (como são mais conhecidas e correctamente designadas) Lojas, “todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si”.
    Sendo uma associação iniciática utiliza diversos símbolos, de entre estes alguns são conhecidos.
    Cada Loja Maçónica é composta pelo Venerável Mestre (ou Presidente), que preside e orienta as sessões, pelo Primeiro Vigilante, que conduz os trabalhos e trata da organização e disciplina em geral e pelo Segundo Vigilante, que instrui os aprendizes. O Orador, que sumariza os trabalhos e reúne as conclusões é coadjuvado pelo Secretário, que redige as actas e trata da sua conservação e é responsável pelas relações administrativas entre a loja e a obediência e junto com o Venerável Mestre encontram-se a Oriente conjuntamente com o Venerável Mestre. O Mestre de Cerimônias, que introduz os irmãos na loja e conduz aos seus lugares os visitantes, e ajuda o Experto nas cerimônias de iniciação, o Tesoureiro, que recebe as quotizações e outros fundos da loja e vela pela sua organização financeira e por fim o Guarda do Templo (que nalguns Ritos e lojas é só externo noutros é externo e interno e ainda noutros ambos são ocupados por irmãos diferentes) e que vela pela entrada do Templo são outros oficiais igualmente importantes. Os cargos do Venerável Mestre ao Secretário são chamados as luzes da oficina.

  136. Aceito e dou razão, mas meus comentarios não tem carater de ferir a fé que ser humano abraça e segue, e aproveito a oprtunidade para dizer que não sou contra seitas e religioes eu so religioso amo a mim meus irmão e meu inimigos em eu amo tudo mas nem tudo é licito a mim que nenhum leitor ingnore meu ser, somos todos irmão sob a paternidade da supremacia que entendo por Deus ´eese dierito esta previsto na CONSTITIÇÃO fEDERAL DO BRASIL ARTIGO 5° INCISO VII- niguém será privado de direitos por motivos de crenças RELIGIOSAS OU CONVICÇÕES FILOSOVICAS, salvo se invocar para exirmir-se de obrigaçoes legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestações alternativas, fixadas em lei

    IX -É livre a expresão de atividade intelectual astistica, CIENTIFICA, e de comunicação, independente de censura ou licença.

    todos sao iguais perante a lei.

  137. este comentario é apenas um esclarecimento dentro da posibilidade , e não tem carater de invocar para eximir os direitos religiosos , indempendente qual seja for, é uma iniciativa para mellhor compree~ção da humanidade, desmistificando a má interpretação dos desconhecimento humano que julga sem saber como disse o mestre perdoai porque eles não sabem o que estão fazendo. LEMBRANDO aos leitores que em tudo que é facil de entrae é dicil de sair,para dizer que onde é dificil de entrar é facíl de sair e espero que meu comentario seja aceito para o bem comum de todos.

    Índice
    • 1 Origens
    • 2 Ritos
    • 3 Graus
    • 4 Obediências
    • 5 A Regularidade maçónica
    • 6 No Brasil
    • 7 Em Portugal
    • 8 Controvérsias
    • 9 Bibliografia
    o 9.1 Geral
    o 9.2 Em Portugal
    • 10 Ver também
    • 11 Referências
    • 12 Ligações externas

  138. Origens

    Simbólismos compreende três graus;
    • Aprendiz
    • Companheiro
    • Mestre

  139. Colunasdos pedredeiros –ver signifida da palavra em Frances… IRM:.
    A conhecemos hoje, segundo o Dicionário da de Joaquim Gervásio de Figueiredo, no verbete Franco-pedra angular “foi fundada em 24 de junho de 1717, em Londres”. O termo pedreiros livres segundo o mesmo Dicionário, provém do inglês mason e do francês pedreiro, que quer dizer ad quem sois’ IRM:., e do alemão metz, ‘cortador de pedra’. A origem da da pedra angular q está ligada às lendas de Ísis e Osíris, Egito; ao culto a Mitra, vindo até a Ordem dos Templários e a Fraternidade Rosa Cruz. Em 1723, O Rev. Anglicano James Anderson publicou as Constituições da dos iniciados : “O GADU” sendo até hoje documentos universalmente aceitos em…

  140. Ritos
    Os ritos compostos por procedimentos ritualísticos, são métodos utilizados para transmitir os ensinamentos e organizar as cerimónias dos pedreiros,existentes e contruçoes no Brasil, destacam-se:
    • Rito Escocês Antigo e Aceito;
    • Rito de York;
    • Rito Schröder;
    • Rito Moderno;
    • Rito Brasileiro;
    • Rito Adonhiramita;
    • Rito Escocês Retificado.

  141. responde-me se puder ou nudai o comentario?

  142. EM VERDADE A NÃO ACEITAÇÃO RELACIONADO AO COMENTARIO É UMA FALTA DE CONHECIMENTO DA PARTE QUE NAGA A RAZÃO QUANDO NÃO HA MOTIVO PARA TAL SE TUDO É JUSTO E PERFEITO DE FORMA ESTA ESTA INJUSTA… AS CHAVES DO REINOS INTERNO , A LENDA DE IRAM ABIFI.

  143. Os principais utilizados Portugal, são:
    • Rito Escocês Antigo e Aceito;
    • Rito de York;
    • Rito Moderno;
    • Rito Escocês Retificado.
    No mundo existiram mais de duzentos ritos, pouco mais de cinquenta são praticados actualmente, porém os mais utilizados são o Rito de York, o Rito Escocês Antigo e Aceito e o Rito Moderno (também chamado de Rito Francês ou Moderno na Europa), juntos estes três ritos detém como seus praticantes mais de 99% dos maçons operativos, outro tipo de Ritos menos comuns destacam-se pela abordagem mais esotérica e espiritualista como é por exemplo o rito denominado por Rito de Memphis-Misraim.

  144. Graus
    A maçonaria é composição por Graus Simbólicos e Filosóficos, variando o seu nome e o âmbito de Rito para Rito.
    A constituição dos três primeiros graus é obrigatória e está prevista nos landmarks da Ordem, são a saber, Aprendiz, Companheiro e Mestre.
    O trabalho realizado nos graus ditos “superiores” ou filosóficos é optativo e de caráter filosófico.
    Existem diversos sistemas de graus superiores, como o de o ”ultimo” graus do Rito Escocês Antigo e Aceito, o de 13 graus do Rito de York e do Adoniramita, o de 7 graus do Rito Moderno e do Rito Escocês Rectificado.

  145. Obediências
    A Maçonaria Simbólica (aquela que reúne os três primeiros graus) se divide em Obediências Maçônicas designadas de Grande Loja, Grande Oriente ou Ordem, que são unidades administrativas diferentes, que agrupam diversas Lojas, mas que propagam os mesmos ideais.
    Além da Maçonaria Simbólica, e conforme o rito praticado, existem os Altos Graus, que se subordinam a outras entidades, assim e por exemplo, os Altos Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito estão sob a égide tutelar de um Supremo Conselho, geralmente um por país, sendo comum que os Supremos Conselhos mantenham relações de reconhecimento entre si, bem como celebrem tratados com os corpos da maçonaria simbólica.

  146. Constituição de Anderson – 1723
    A Maçonaria Universal, regular ou tradicional, é a que professa pela via sagrada, independentemente do seu credo religioso, trabalha na sua Loja sob a invocação do Grande Arquitecto do Universo, sobre os livros sagrados, o esquadro e o compasso. A necessária presença de mais do que um livro sagrado no altar de juramento, reflecte exactamente o espírito tolerante da maçonaria Universal e regular.

  147. A simbologia representada pelo esquadro e no compasso representando no seu interior o acrónimo “G” de Grande Arquitecto do Universo representa exactamente a regularidade e a crença no Grande Arquitecto do Universo.
    São os regulamentos consagrados na Constituição de Anderson, considerados o fundamento e pilar da maçonaria moderna que obrigam à crença em Deus. Consequentemente, o não cumprimento deste critério fica desde logo designada a actividade maçónica como irregular.
    Para se ser maçon não basta a autoproclamação. É necessário que o homem seja convidado,por merecimento e que tenha dar manifestos a favor do bem comum da humainidade ou seja, é fundamental que tenha sido iniciado, por outros que pertencem a liga cumprido com os seus juramentos e obrigações sejam elas esotéricas ou simbólicas e esteja integrado regulamento, numa G L O, devidamente consagrados, consoante as terminologias tradicionais, ditadas pelos Landmarks ou a Constituição de Anderson

  148. A Origem da maçonaria Brasil remonta o princípio do Século XIX, sendo a primeira LJª fundada em 1802 pelo botânico Manoel Arruda Câmara, com o nome de Areópago de Itambé.
    Os critérios para a atribuição da regularidade institucionalmente são a filiação e reconhecimento quer pela Grande Loja Unida da Inglaterra quer por um G,Oriente ou GL que trabalhem na crença em Deus e obedeçam aos critérios estabelecidos nos Landmarks.

  149. Existem também Obediências que não necessitam ou professam a crença no Grande Arquitecto do Universo, não seguem a directiva adoptada pela Constituição de Anderson e os princípios que orientam a Regumentação optando por não querer obter o reconhecimento internacional da GLUI ou por não se enquadrarem no espírito dos mesmos ou por terem outros critérios CONTRARIOS de reconhecimento. Esta “irregularidade” não significa de todo que estas Obediências não desempenhem um sério trabalho de filantropia, de engrandecimento do ser humano, e da própria sociedade em que se inserem. As mesmas inserem-se nas seguintes Organizações inter-irm…

  150. • Ordem M.M.I “Le Droit Humain”:- Presente através da sua Federação Brasileira.

  151. Trabalho por antiguidade histórica:
    • G O L: Pertence ao CLIPSAS;
    • Federação Portuguesa da O M M Internacional “Le Droit Humain” – O Direito Humano;
    • Grande Loja Regular de Portugal;
    • Grande L Legal de Portugal;
    • Casa Real dos Pedreiros Livres da Lusitânia;

  152. • Grande Loja Feminina de Portugal: Pertence ao CLIMAF – Centro de Ligação Internacional das Femininas que congrega apenas e só Obediências as femininas;
    • G L Tradicional de Portugal;
    • G L Nacional Portuguesa.

  153. É uma Seita? Não!.
    Uma seita e segundo a definição é: conceito originariamente sociológico e é utilizado para designar, em princípio, simplesmente qualquer doutrina, ideologia ou sistema que divirja da correspondente doutrina ou sistema dominante (ou mais de um, quando for o caso), bem como também para designar o próprio conjunto de pessoas (o grupo organizado ou movimento aderente a tal doutrina, ideologia ou sistema), os quais, conquanto divergentes da opinião geral, apresentam significância social ora POR NÃO divergem de nenhuma ideologia dominante, pois os seus membros são de várias ideologias, nem é herética, pois não faz escolhas contrárias ou diferente de um credo ou sistema religioso que pressuponha um sistema doutrinal organizado, ortodoxo, aliás deixa aos seus membros a liberdade de culto exterior e interna da letra viva para além de que não promove qualquer “deturpação” de sistemas filosóficos instituídos, ideologias políticas, paradigmas científicos, movimentos artísticos, ou outros como até os influênciou nos ultimos séculos. Muito antes de haver democracia nas sociedades já se elegiam pedreiros livres os seus Mestres oficiais e as Obediências postuladas os seus órgãos de gestão interna. A letra viva não externa.
    Para além desta justificação a resposta a esta pergunta deve ser dada de um modo indirecto, ao pedir-se a admissão a qualquer Obediência é costume dizer-se ao candidato que procure não sair antes de ter completado os três anos, pois é considerado o tempo mínimo para conhecer o essencial de qualquer Obediência da “contrução da pedra angular”, com o prumo para que a parede da contrução não vem desmoronar…isso é pedido porque existem substânciais diferenças entre a os pedreiros e uma seita, a saber:
    • Para uma seita entra-se com muita facilidade e é muito difícil de se sair, na para conseguir ser apto pedreiro de contrução perfeita é precisamente ao contrário;
    • No justo e perfeito e ao contrário do que é usual em seitas, não há Gurus, até se costumama dizer a todos até aos não iniciados, que nesta senda contrutivaa é o Mestre de cada um que adentra…
    • O único dogma aceite é que se deve sempre obedecer à própria consciência.

  154. É laica e promove com isso o ateísmo?
    E de facto e na sua esmagadora generalidade (pois poderá haver Obediências DA GL que não o promovem) constituída por Obediências laicas, e o termo laico muitas vezes é confundido erroneamente com o termo ateu, existem provavelmente mais crentes do que ateus (estes serão uma minoria) mas os ateus são tal como os agnósticos tolerados e aceites SE COM OBIDIENCIAS de espirito liberal e adogmático. Uma organização laica é uma organização que promove o Laicismo o laicismo é uma doutrina filosófica que a separação do Estado das igrejas e comunidades religiosas, assim como a neutralidade do Estado em matéria religiosa. é referido que esta visão filosofica não deve ser confundida com o ateísmo de Estado porque e bem não o promove, aliás os valores primaciais do laicismo são a liberdade de consciência, a igualdade entre cidadãos em matéria religiosa, e a origem humana e democraticamente estabelecida das leis do Estado, por isso Constituições de muitos países são promotoras do Laicismo e o Estado nestas declara-se Laico. Ao ser Laica promove deste modo apenas e só uma sociedade mais tolerante e não um ponto de vista religioso, o que seria o caso se defendesse o ateísmo, pois este é apenas mais um ponto de vista religioso, que não é partilhado por uma grande maioria DOS ADEPITOS E JUSTOS E PERFEITOS…

  155. O que é o segredo?
    O segredo é o de toda pedra lapidadda, ou ser… seja, é a experimentação própria nas várias iniciações todos os dias o ser humano se inicia submetido e na aprendizagem do prosseguimento do seu caminho que é pessoal e intransmissível, é de forum intimo de cada um ser humano esse é um verdadeiro segredo, é o feixar a porta para as orações para com seu criador… o resto são interpretações febris ou mais ou menos mistificadas dos detractores do do interno ser humano assim sendo:.unido no seu conjunto com a humanidade como irmão sob a paternidade de seu S criador “G” o simbolo do supremo que eu clorifico com o nome de Deus……………………………..yyyyyyyyyyyyyyyyyyys

  156. Responde-se a esta questão como outra: Porque é que nós não podemos assistir ás reuniões gerais de todas associações e já agora porque não damos as nossas opiniões nestas? É simples a resposta: É porque se não somos seus associados não temos esse direito.de entrar na residencia de niguem sem sermos irmãoas paraentes ou convidados ou por ordem expresa do Juiz a Luz do dia ou seja anoite para prestar socorro a seu semelhante Esta resposta é valida para as Obediências legais defendas por lei são legalizadas onde se residencia nos paises onde actuam e “moram”.
    Vejam: Artigo 5° DE nossa Contituição Fderal: insiso XI – ”A casa é asilio inviolavel do individuo, nimguem nela pode penetrar (entrar)sem concentimento do morador “para ir a igreja tem que levar o seu veu para se padre primeiro tem que sr cororinha não é verdade? Niguem vai a uma vesta sem ser covidado, ou é sabido que alguem já levou uma fleira ao bailhe?” quem aceita um descovidado entrar em sua casa a noite? Ou seja você não conhece? E seguindo o artigo 5° ,XI dis pode penetrar salvoem caso de flagrante delito obs. ou para prestar socorro e durante o dia, por derterminação judicial assim esta escrito e assim se cumpre, eis a razão dos reservados, anlogicamente respondendo o porquê. Toda violação de um dierito obiviamente tem suas consequencia juridica, quem manda na sua casa?

  157. A demoniologia existe?
    Assim vejamos:
    Grandes seres humanos foram e são bons pedreiros constroi uma casa bem feita e segura bem como péssimos seres humanos fazem casa que o vento sopra ela cai, não é verdade? Mas, tmabem tem bons pedreiros contrutores, de casas , lapidam pedras brutas e o transformam em joias polidas, não é verdade? foram e serão,sempre bons nas artes da contrução, e da educação aos bons costumes! Como exemplos: Augusto Pinochet ou o Marechal Carmona em oposição a Salvador Allende e Norton de Matos, as duas faces da mesma moeda, nesta encontramos para além destes, traidores e mitómanos de certas oficinas ,ou profiçoes que em troca da moeda tais como Leon Taxíl que promoveu reconhecidas falsidades acerca das contruçôs e é com mitómanos como este a que se deve a origem à ligação dita “cientifica” da do apredizado ao culto “do mal feito”habilita-se a fazerem o que para isso não foi preparado, “ quem não é ferreiro não fabrica um ferrão perfeito, no meu ponto de vista e de acordo com o meu conhecimeto, todo aquele que pratica o mal é o satanismo em oposição à fase de ligação dita de “crença malévola” ou anti-religiosa que praticam obras contra o mandametos do criador univesal “ Deus”

  158. Desde a primeira tomada de posição oficial da Igreja Católica sobre a maçonaria que data de 1738, com o Papa Clemente XII, até à segunda metade do século XIX a Cúria Romana escreveu cerca de 400 documentos sobre este tema.
    As notícias dessas condenações papais espalharam-se rapidamente por todo o mundo ocidental cristão, e os eclesiásticos do primeiro grau da escala hierárquica, os vigários e os curas, celeradamente trataram de difamar os contrutors perante os fiéis de suas paróquias, dizendo-os que os maus contrutores eram mancomunados com o diabo para destruir a Igreja contrindo mal feito o templos e o Papado e devido a esses factos, as mentes populares assim insufladas deram asas à sua fantasia e estabeleceu-se uma cultura demonicos tão conhecida de todos.
    Muitos, ainda hoje, acreditam piamente que existem pedreiros que para aprender a contruir casas entre outros oficio “proficionais” entregam a sua alma ao Diabo, assinando com seu próprio sangue um termo de compromisso, bem como outras tolices desse tipo. Essas fantasias são coisas tão ignorantes e ridículas que comprometem por demais o conceito de seriedade das autoridades das a bc etc. Ao não se empenharem decididamente em combatê-las, o que o deveriam fazer pois tiveram uma grande responsabilidade na sua promoção.
    É preciso não esqueçer o inusitado protagonismo dado pelo Alto Clero Cardinalício Italiano às teorias absolutamente ridículas e comprovadamente falsas espalhadas por Léo Táxil aliás de seu nome, Marie-Joseph Gabriel Antoine Jogand-Pagès e que segundo algumas fontes foi CONSTRUTOR, educado por Jesuítas e autor de panfletos, primeiro anti-clericais e mais tarde de panfletos e livros anti-contrutores e inventor do Palladium como a mais secreta Ordem moderna onde relata a fantasiada história da também inexistente Diana Vaughan que segundo este foi a Grande Sacerdotisa desta Ordem e que editou o livro Memórias de uma ex-Palladista, esta faz depois deste apaixonado relato a sua conversão ao Apostólico Romano, o que provocou uma onda de simpatia dentro do Alto Clero Italiano, que até se deram ao trabalho de escrever a apoiarem a pobre senhora, mas quando esta mentira se tornou insustentável, como aconteceu numa célebre conferência realizada na Sociedade Geográfica em Paris, no dia 19 de Abril de 1897, confessou ELA: Na minha confissão ao Padre Jesuíta de Clamart, eu acuso-me a mim próprio de um crime imaginário. Bem, eu admito o meu crime. Eu cometi o infanticídio: o Palladismo, está agora morto, para sempre. Não obstante esses fatos nenhuma nota ou posição oficial foi escrita a comentar a mentira que espalhou ou a distanciar-se desta, diferente da antitude anterior que antes tivera um trabalho activo no espalhar destas mentiras e difamações muito graves.

  159. O comentario acima teve o obijetivo para que possa eu compreender e fazer compreedela. o que não sou contra e não podei ser jamais mas, uma situação mim deixa a desejar , porque assim dizem o que abixo seguem:
    primeiro é que não entendo bem o ser humano por minha unica e exclusiva responsabilidade, e para dizer a verdade e com a verdade absoluta e eterna não acertito em igrejas seja qual for, e que ninguem na face da terra possa obrigar -me a acreditar, porque se assim for obrigado: desfeito está : a liberdade, a igualdade ,e fraternidade, ” Creio em Deus e mim concidero o templo do CRIADOR E NÃO ACREDITO QUE EXITE UM LUGAR NO CÓSMO UM TRONO ONDE DEUS ESTÁ SENTADO, OU UM INFERNO ONDE ESTA O TRONO MAU DE LUCFER, ATE MESMO PORQUE SE DEUS É LUZ, E ESTA EM TODO LUGAR, INFINITAMENTE ETERNO ESTANDO EM TODO LUGAR NÃO PODE HAVER ESMAIS INFITO, ALEM INFINTO E SSIM SENDO ESTANDO EM TODO LUGAR INFITO NÃO PODE ESTAR MAIS EM LUGAR NENHUM, PODE SIM, ESTAR NO MICRO INFITO QUE MIM CONCIDERO, UM TEMPLO ONDE A LUS DO ETRNO CRIADOR DENTRO DE MIM ILUMINA MEU SER MEU CORPO MINHA ALMA COMO DISSE sois o templo de deus onde habita meu espirito se cuprires com meus mandamentos, e poderas fazer tudo que fis e muito mais ainda, quem vê a mim vê o meu criador eu estou nele e Ele está em mim, se somos filhos da lus tabem somos luz, com palavra viva e não palavra morta somos internos e não extrnos “A FORÇA VEM DE DENTRO NÃO DE FORA” lapidando a pedra bruta que todos somos, tu es pó e ao pó voltarás, então pergunto: a luz, a alma, a energia, o espirito é pó? Entendo que se Deus teve mãe isso significa que teve um principio obs. que se entendem que Jesus era Deus como entedem A IGREJA CATOLICA ROMANA E AS DEMAIS… JESUS DISSE SOU FILHO DE QUEM MIM ENVIOU MAS NUCA DISSE SER DEUS OU SER UM REI COMO DISSE A PONSIO PILATOS; QUANDO A INTERROGOU, ÉS TU REI DOS jUDEUS? teve como resposta, Você é quem disse que sou! e em seguida perguntou: quets veritas e em resposta de jesus responeu , eu sou a minha verdade e em verdade eu vós digo que você, não tem nenhum poder contra mim senão o poder que meu criador lhe deu o maior erro humano tem que lhe fes julgador de mim como bem pergutou-me, o que é a verdade, eu vos digo que se eu lhe perguntar o que é a verdade não saberás mim responder, portanto vos digo eu sou a verdade como disse albrt Ainistenno seu livro ititulado ” A VERDADE É DE CADA”UM” e ver Deus é a morte. e Jesus não disse ser a luz do mundo que disse foi jõao eu vim dar testemuinho da luz… indicando ser Jesus VER LIVRO DE JOÃO… O VERBO A PALAVRA E A LUZ NÃO FALA ILUMINA.

  160. VEJAMOS ALGUNS ENTEDIMENTOS: SALVO OS DAS IGREJAS QUE TODOD SABEM EMBORAM SE EXPRESAM DE MODOS DIFERNTE UMA DAS OUTRA CULTUANDO O CRIADOR O UNICO.

  161. “The Temple of the Rosy Cross,” Teophilus Schweighardt Constantiens, 1618
    A Ordem Rosacruz é uma Ordem que foi pela primeira vez publicamente conhecida no século XVII através de três manifestos e insere-se na tradição esotérica ocidental. Esta Ordem hermética é vista por muitos Rosacrucianistas antigos e modernos como um “Colégio de Invisíveis” nos mundos internos, formado por grandes Adeptos, com o intuito de prestar auxílio à evolução espiritual da humanidade.

  162. Por um lado, alguns metafísicos consideram que a Ordem Rosacruz pode ser compreendida, de um ponto de vista mais amplo, como parte, ou inclusive a fonte, da corrente de pensamento hermético-cristã patente no período dos tratados ocidentais de alquimia que se segue à publicação de A Divina Comédia de Dante (1308-1321).
    Por outro lado, alguns historiadores sugerem a sua origem num grupo de protestantes alemães, entre 1607 ou 1616, quando três textos anônimos foram elaborados e lançados na Europa: Fama Fraternitatis R.C., Confessio Fraternitatis Rosae Crucis e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz Ano 1459. A influência desses textos foi tão grande que a historiadora Frances Yates denominou este período do século XVII como o período do Iluminismo Rosacruz.

  163. VAMOS DEIXAR A RC AMORC QUE É O MEMO QUE IRM SÃO IDEPENTE E SE RESPITAM ENTRE SI ASSIM COM OS TEMPLAROIS O VVVVV EUA. ENTRE OUTRAS É UMA FILHA DA OUTRA.
    A ESCADA É JACO, OS ROSA CRUSESIANOS-AMORC COM SEDE EM SÃO JOSÉ DA CALIFORNIA EUA, COM DIRETORIOS DOS ORGANIMOS AFILIADOS DA JURIDIÇÃO DA LIGUA PORTUGUESA COM SEDE NO ESTADO PARANA BRASIL CONHECIDA COM A SIGLA GLP, EM BRASILIA GLB E TEM ORGASNIMOS AFILIADOS EM TODOS PAISE E NAÇOES DO PLANETA TERRA LOJAS EM QUASE TODAS A CIDADES DO PLANETA TERRA E DIZEM SER A MAE DA MAÇONARIA NETA DOS ESENNÍOS E BISNETA DOS ATLANTES INCORPORADA AO CRISTIANIMO PELA ODEM “TOM” COFIMAM SER A MAIS ANTIGA FRATERNIDADE DO PLANETA TERRA ONDE PRONUCIA DO “MUNDO” LEBEO AOS LEITORES QUE O MUNDO ASSIM ENTENDIDO NÃO LIMITA SÓ O PLANETA TERRA E SIM TODOO UNIVERSO COSMICO TENDO COMO SEU RENOVADOR O FARAO AMENOFIS VIOU AKINATON QUE SEGUNDO OS ROSA CRUSES ESSE SEU FUNDADOR FOI ELEVADO AOS CEUS , E PUGNA PELA EVOLUSÃO DA HUMANIDADE, COM ESTUDOS DO UNIVERSO COSMICO E DO UNIVERSO HUMANO EM BUSCA DA LUS MAIOR PARA O DOMINIO DA VIDA, O QUE MUITO POUCO PROVADO SE ENCONTRA EM SUA SENDA EMBORA É CONSIDERADA UMA GRADE ESCLA DA HUMANIDADE BEM COMO A IGREJA CATOLICA APOSTOLICA ROMANA, O JUDAISMOS , O TAOISMOS , O IDUISMO , O ISLNISMO, O BUDISMOS ETC, ONDE SEM DESMERECELO A NEHUMA SEJA MAÇONARIA, ROSACRUS , NÃO HA DUVIDA QUE O CLERO ROMANO E O TAOISMO TEM POR SI SÓ O MAIOR TANTO EM MATERIA COMO EM ESSPIRITO, POSSUEM O MAIOR PODER SOBRE O PLANETA TERRA.
    COMO DISSE PODE SER PODEROSSIMOS… MAS NÃO ACREDIDO QUE POSSAM MILHARES DE PODERES MAIS DOMINAR A VIDA QUANDO NA VERDADE SE VÊ QUE APESAR DE TUDO MUITO POUCO PODE DOMINAR TERRA DO MUNDO HUMANO QUE REPRESENTA IMAGINARIAMENTE APENAS MENOS DE UMA MOLECULA OU SEJA UM ATÔMO PERANTE O COSMOS QUE TANTO PROPAGAM E ESTUDAM
    VISTO SEGUNDO EU SÓ EXISTE SANTOS DEPOIS DA TRANSIÇÃO DIZEM PARA OUTRAS VIDAS O QUE NÃO POÇO OPNAR EM DESFAVOR POR ACREDITAR NA IMENSIDÃO COSMICA DE TRILHOES DE TRILHOES DE ESTRELAS , GALAXIAS, PLANATAS OBRAS DO CRIADOR É DIFIL IMAGINAR EXISTENCIA DE VIDAS INTELIGENTES NO RELATIVO AO COSMO CHAMADO DE TERRA.
    Considerando que o hemenm surgiu na Terra a 4.5 bilhôes de anos estamos ainda na aurora da vida, por assi dizer por não ter outra palavra alem desta que expressa ser tão infima humanidade de conhecimento relativo aos universos, se estamos a 9.5 trilhôes de anos luz da terra distante da galaxia de Adrômeda o am 33 ou 31 se não mim engano por lembrar no mometo se é am 31 sei que a Via Lácteia ou Adrõmeda AM 31 OU AM 33 sem contar as milhares de galaxias ja vista pela NAZA.
    IMAGINADO QUE A LUZ PERCORRE 300.000 KM POR SEGUNO E QUE UM ANO LUZ E= 9.5 TRILHÔES DE KM ” é a distancia percorrida na velocidade da luz em um ano terra para Chegarmos em Adrômeda, imagindo que o homem surgiu ha 4.5 bilhoes de anos, se conseguisimos viajar um anos nesta velocidade da luz o que daria ida e volta 17 trilhoes de anos ao retornamos a Terra ela já não exitem mais vida. e a vida surgu nos mares, e nosso Planeta tem a mesma idade do sol ou seja do nosso sitema solar que esta a 8 segudos luz da Terra INFORMO QUE DESCOBRIRAM UM PALNETA EX TERIOR AO NOSSO SISTEMA SOLAR FORMADO POR UM GAS MUITO QUENTE DESCOBERTA PELA agencia espacil da ESA – Portugal E OUTROS PAISE INCLIDO A NASA PELA SONDA CoRot-eixo 1 b” raio 1.8 vezes mais a de JUPITER SITUADO A 1500 ANOS LUZ DA Terra em direção a constelação do Unicórnio comunicado da ESA portugal com a massa 1/3 veses a massa de Jupiter o maoir Planeta de nosso sistema solar, gira em torno de uma estrela semelhante ao nosso Sol, obita um dia e meio = 36 hras. paticipação Portuguesa enqudrada na contribuição da agecia espacial ESA que foi liberada para este projeto internacional dos estudos espaciais (CNES) de Fhormer segundo agencia Lusa, sengundo informa o cientista Portugues; Mario João Monteiro- có investigador com o objrtivo de aprofundar do interior e da evolução das estrelasreconhecer melhor o nosso Sol e saber sob a duração da vida de nosso Sol, sondando as estrelas missão acr´nimo em ingles copreendendo a rotaão e trasito planetario com a coloboração; Brasil,Espanha, Alemanha, Austria, e Prussia.
    DISSE O CIENTISTA E SUA E QUIPE TRABALHADORAaria de codigo cismico de contelhaçoes estelar, refere acapacidade do satelite sondar o interior das estrelas estudar ondas acusticas que se propaga na superfice do planeta evia a Terra tecnica chanmada Sicrologia estelar ou astro sismologico, esplica o cintista portugues e matematico e diretor de astrofisica da Universidade de Porto desde 2002 a 2008. informa que os dados enviados sob a vertente dessa missão e outra do trasinto planetario com tecna para porcurar exo-Planeta no esterior do sistema solar concistem em detectar. Refere-se perda de luz que provova em sua estrela ao passar na frente para cumprir este objetivos A SONDA CAROT olha em profundidade o interior a cerca de centenas de estrelas e obseva milhares de outras estrelas, com telecopios d 27 centimetro de diametro equipado com camaramunida de CCD Aponta para uma obita polar a 850 km da Terra.Observa o Sol durante 150 dias em diferente s regiões para optinizar o retorno cientifico. obiseva com extensão mais curta de 20 dias dias aternados com mais duração. Conmentario do cientista Mario João Monteiro. cometaro este na s palavra de Newton Moneiro Guimarães sengundo enetdeu o cometario via radio do cientista portugues.

  164. METAFÍSICA – A palavra metafísica deve a sua origem a uma denominação especial na classificação das obras de Aristóteles feita primeiro por Andrónico de Rodes. Como os livros que tratam da filosofia primeira foram colocados na edição das obras do Estagirita a seguir aos livros da física, chamou-se aos primeiros metafísica, isto é “os que estão detrás da física”.

  165. Esta designação, cujo sentido primitivo parece ser puramente classificador, teve posteriormente um significado mais profundo, pois, com os estudos que são objecto da filosofia primeira, se constitui um saber que pretende penetrar no que está situado para além ou detrás do ser físico enquanto tal.

    Segundo o próprio Aristóteles, há uma ciência que estuda o ser enquanto ser. Essa ciência investiga os primeiros princípios e as principais causas. Merece, por isso, ser chamada filosofia primeira, diferente de qualquer filosofia segunda. Aquilo que é enquanto é, tem certos princípios, que são os axiomas, e estes aplicam-se a qualquer substância como substância e não a este ou àquele tipo de substância.
    Aquilo a que chama filosofia primeira, ao ocupar-se do ser como ser, das suas determinações, princípios, etc, ocupa-se de algo que é, na ordem do que é na ordem também do seu conhecimento. Mas pode entender-se este ser superior ou supremo de dois modos: ou como estudo formal daquilo que depois se irá chamar formalidades, e, nesse caso, a metafísica será aquilo que depois se irá chamar ontologia, ou então como estudo da substância separada e imóvel – o primeiro motor, Deus — e nesse caso será, como Aristóteles lhe chama, “filosofia teológica”, isto é, teologia.
    Os escolásticos medievais ocupar-se-ão muitas vezes, da questão do objecto próprio da metafísica. E como o conteúdo da teologia estava determinado pela revelação, ocuparam-se também das relações entre metafísica e teologia. Foram muitas as opiniões sobre estes dois problemas.
    Quase todos os autores concordaram em que a metafísica é uma ciência primeira e uma filosofia primeira. Mas, atrás disto, vêm as divergências. S. Tomás pensou que a metafísica tem por objecto o estudo das causas primeiras. Mas a causa real e radicalmente primeira é Deus. A metafísica trata do ser, o qual é “convertível com a verdade”. Mas a fonte de toda a verdade é Deus. Nestes sentidos, pois, Deus é o objecto da metafísica. Por outro lado, a metafísica é a ciência do ser como ser e da substância, ocupa-se do ente comum e do primeiro ente, separado da matéria. Parece, assim, que a metafísica é duas ciências ou que tem dois objectos. Contudo isso não acontece, pois trata-se antes de dois modos de considerar a metafísica. Em um desses modos, a metafísica tem um conteúdo teológico, mas este conteúdo não é dado pela própria metafísica, mas pela revelação: a metafísica está, pois, subordinada à teologia. No outro destes modos, a metafísica é o estudo daquilo que aparece primeiro no entendimento; continua a estar subordinada à teologia, mas sem se pôr formalmente o problema dessa subordinação. Para Duns Escoto, a metafísica é primeira e formalmente ciência do ente. Para Duns Escoto, tal como antes para Avicena, a metafísica é anterior à teologia, não pelo facto de o objecto desta estar realmente subordinado ao objecto da primeira, mas pelo facto de, sendo a metafísica ciência do ser, o conhecimento deste último ser fundamento do conhecimento do ser infinito. Suárez resumiu e analisou quase todas as opiniões acerca da metafísica propostas pelos escolásticos e sustentou que essas opiniões têm todas alguma justificação, embora sejam parciais. Tanto os que defendem que o objecto da metafísica é o ente considerado na sua maior abstracção, como os que afirmam que é o ente real em toda a sua extensão, ou os que dizem que o único objecto é Deus, ou os que declaram que este único objecto é a substância enquanto tal, descobriram verdades parciais. Para Suárez, a noção de metafísica não é tão ampla como alguns supõem, nem tão restrita como outros admitem. A metafísica é a ciência do ser enquanto ser, concebido como transcendente. O princípio “o ser é transcendente” é, para Suárez, a forma capital da metafísica. Durante a época moderna, defenderam-se opiniões muito diferentes acerca da metafísica, incluindo a opinião de que não é uma ciência nem nunca o poderá ser. Francis Bacon considerava que a metafísica é a ciência das causas formais e finais, ao contrário da física, que é a ciência das causas materiais e eficientes. Para Descartes, a metafísica é uma filosofia primeira que trata de questões como a existência de Deus e a distinção real entre a alma e o corpo do homem. Característico de muitas das meditações ou reflexões ditas metafísicas, na época moderna, é que tentam explicar problemas trans-físicos e que, nesta explicação, se começa com a questão da certeza e das primeiras verdades. A metafísica só é possível como ciência quando se apoia numa verdade indubitável e absolutamente certa, por meio da qual podem alcançar-se as verdades eternas. A metafísica continua a ser, em grande parte, ciência do transcendente, mas esta transcendência apoia-se, em muitos casos, na absoluta imediatez e imanência do eu pensante.
    Outros autores rejeitaram a possibilidade do conhecimento metafísico e, em geral, de qualquer realidade considerada transcendente. O caso mais conhecido, na época moderna é o de Hume. A divisão de qualquer conhecimento em conhecimento de factos ou relações de ideias deixa sem base o conhecimento de qualquer objecto metafísico; não há metafísica porque não há objecto de que essa pertença ciência possa ocupar-se. Outros estabeleceram uma distinção entre metafísica e ontologia. Na ontologia, recolhe-se o aspecto mais formal da metafísica.
    Concebe-se a ontologia como uma filosofia primeira que se ocupa do ente em geral. Por isso pode equiparar-se a ontologia a uma metafísica geral. As dificuldades oferecidas por muitas das definições anteriores de metafísica pareciam desvanecer-se em parte: a metafísica como ontologia não era ciência
    de nenhum ente determinado, mas podia dividir-se em certos ramos (como a teologia, a cosmologia e a psicologia racional) que se ocupavam de entes determinados, embora em sentido muito geral e como princípio de estudo desses entes — isto é, em sentido o**
    A persistente tendência das ciências positivas ou ciências particulares relativamente à filosofia agudizou as questões fundamentais que se tinham levantado acerca da metafísica, e em particular as duas questões seguintes:
    1) Se a metafísica é possível como ciência;
    2) De que se ocupa.
    A filosofia de Kant é central na discussão destes dois problemas. Este autor tomou a sério os ataques de Hume contra a pretensão de alcançar um saber racional e completo da realidade, mas, ao mesmo tempo, tomou a sério o problema da possibilidade de uma metafísica. A metafísica foi, até agora, a arena das discussões sem fim, edificada no ar, não produziu senão castelos de cartas. Não pode, pois, continuar-se pelo mesmo caminho e continuar a dar rédea solta às especulações sem fundamento. Por outro lado, não é possível simplesmente cair no cepticismo: é mister fundar a metafísica para que venha a converter-se em ciência e para isso há que proceder a uma crítica das limitações da razão. Em suma, a metafísica deve sujeitar-se ao tribunal da crítica, à qual nada escapa nem deve escapar. Kant nega, pois, a metafísica, mas com o fim de a fundar. Tal como na idade média, a metafísica constituiu,
    durante a idade moderna e depois ao longo da idade contemporânea, um dos grandes temas de debate filosófico, e isso a tal ponto que a maior parte das posições filosóficas, desde Kant até à data, se podem compreender em função da sua atitude perante a filosofia primeira. As tendências adscritas àquilo que poderíamos chamar a filosofia tradicional não negaram em nenhum momento a possibilidade da metafísica. O mesmo aconteceu com o idealismo alemão, embora o próprio termo metafísica não tenha recebido com frequência grandes honras. Em contrapartida, a partir do momento em que se acentuou a necessidade de se ater a um saber positivo, a metafísica foi submetida a uma crítica constante. Na filosofia de Comte isto é evidente: a metafísica é um modo de conhecer próprio de uma época da humanidade, destinada a ser superada pela época positivista. Esta negação da metafísica implicava, por vezes, a negação do próprio saber filosófico. Por isso surgiram, nos fins do século dezanove e começos do século vinte, várias tendências antipositivistas que, embora hostis em princípio à metafísica, acabaram por aceitá-la.
    Existencialismo e bergsonismo e muitas outras correntes do nosso século são ou de carácter declaradamente metafísico ou reconhecem que o que se faz em filosofia é propriamente um pensar de certo modo metafísico. Em contrapartida, outras correntes contemporâneas opuseram-se decididamente à metafísica, considerando-a uma pseudociência. É o que acontece com alguns pragmatistas, com os marxistas e em particular com os positivistas lógicos (neopositivistas) e com muitos dos chamados analistas. Comum aos positivistas é terem adoptado uma posição sensivelmente análoga à de Hume. Acrescentaram à posição de Hume considerações de carácter linguístico. Assim, sustentou-se que a metafísica surge unicamente como consequência das ilusões em que a linguagem nos envolve. As proposições metafísicas não são nem verdadeiras nem falsas: carecem simplesmente de sentido. A metafísica não é, pois, possível, porque não há linguagem metafísica.
    A metafísica é, pois, um abuso da linguagem. Nos últimos anos, foi dado verificar que, inclusive dentro das correntes positivistas e analistas se levantaram questões que podem considerar-se como metafísicas, ou então atenuou-se o rigor contra a possibilidade de qualquer metafísica.
    Fonte: Dicionário de José Ferrater Mora

  166. Publicado pelo Utilizador Príncipe_do_Bem em Forum Filosofia
    Publicado em Metafísica | Etiquetas Metafísica

  167. Física

    Física é a ciência que trata dos componentes fundamentais do Universo, as forças que eles exercem e os resultados destas forças. O termo vem do grego φύσις (physike), que significa natureza, pois nos seus primórdios ela estudava indistintamente muitos aspectos do mundo natural. A Física difere da Química ao lidar menos com substâncias específicas e mais com a matéria em geral, embora existam áreas que se cruzem como a Físico-química (intimidade da matéria). Desta forma, os físicos estudam uma vasta gama de fenômenos físicos em diversas escalas de comprimento: das partículas subatômicas das quais toda a matéria é originada até o comportamento do universo material como um todo (Cosmologia).
    Como ciência, a Física faz uso do método científico. Baseia-se na Matemática e na Lógica para a formulação de seus conceitos.
    • 1 Divisões 1.1 Áreas da Física
    • 2 Filosofia da Física
    • 3 Ver também
    • 4 Ligações externas

    Divisões
    Um sistema de divisão da Física pode ser feito levando-se em conta a magnitude do objeto em análise. A física quântica trata do universo do muito pequeno, dos átomos e das partículas que compõem os átomos; a física clássica trata dos objetos que encontramos no nosso dia-a-dia; e a física relativística trata de situações que envolvem grandes quantidades de matéria e energia.
    A divisão mais tradicional, no entanto, é aquela feita de acordo com as propriedades mais estudadas nos fenômenos. Daí temos a Mecânica, quando se estudam objetos a partir de seu movimento ou ausência de movimento, e também as condições que provocam esse movimento; a Termodinâmica, quando se estudam o calor, o trabalho, as propriedades das substâncias, os processos que as envolvem e as transformações de uma forma de energia em outra; o Electromagnetismo quando se analisam as propriedades elétricas, aquelas que existem em função do fluxo de elétrons nos corpos; a Ondulatória, que estuda a propagação de energia pelo espaço; a Óptica, que estuda os objetos a partir de suas impressões visuais; a Acústica, que estuda os objetos a partir das impressões sonoras; e mais algumas outras divisões menores.
    Áreas da Física
    • Mecânica
    o Cinemática
    o Dinâmica
    o Estática
    o Hidrostática
    o Hidrodinâmica
    o Aerostática
    o Aerodinâmica
    • Termologia
    o Termodinâmica
    o Calorimetria
    Ondulatória
    Acústica
    Óptica
    Electromagnetismos
    Magnetismo
    Eletricidade
    Física Moderna
    Relatividade geral
    Relatividade restrita
    Física de Partículas
    Física Subatômica
    Física Atômica
    Física Molecular
    Física Nuclear
    Mecânica Quântica
    Mecânica Estatística
    Aplicações na tecnologia
    • Eletrônica
    • Física computacional
    Outras áreas
    • Física de Materiais
    • Mecânica estatística
    • Física Matemática
    • Física de Plasmas
    • Oceanografia
    • Econofísica
    • Física atmosférica
    Aplicações em outras ciências
    • Físico-química (na química)
    • Astrofísica (na astronomia)
    • Geofísica (na geologia)
    • Biofísica (na biologia)
    • Física Médica (na medicina)
    • Agrofísica (na agronomia)
    Filosofia da Física
    Muito sobre a filosofia que envolve a física pode ser encontrado em Filosofia, Metafísica, Ciência e método científico. Entretanto, existem filosofias peculiares da Física.
    Um exemplo de filosofia física é o Determinismo Científico, que diz que tudo que existe não passa de partículas e que o movimento dessas partículas é determinado para sempre quando determina-se a posição e a velocidade da partícula no momento atual. Ou seja, conhecendo a posição de todas as coisas e a sua velocidade, poderia se conhecer todo o passado e o futuro. O determinismo stricto sensu não existe na Física Quântica, pela qual só se pode determinar probabilidades de posições e velocidades, nunca valores exatos.
    Um exemplo de filosofia muito forte entre os físicos é o Reducionismo. Segundo essa linha de pensamento, é possível escrever leis básicas que descrevem o comportamento do Universo. Todo tipo de conhecimento poderia ser reduzido a essas leis básicas. Por exemplo, acredita-se que todos os fenômenos químicos possam ser deduzidos da Física Quântica, se o número de cálculos envolvidos for viável. Um dos propósitos da Física, talvez o principal, é encontrar essas leis básicas que regem o Universo. O Reducionismo coloca a Física na posição da ciência mais básica de todas, pois a partir dela seria possível se obter todas as outras. Isso quer dizer que todos os conceitos das outras ciências poderiam ser reduzidos a conceitos físicos. Entretanto, ao contrário do que pode parecer, essa visão não tenta caracterizar as outras ciências como inúteis, pois o conhecimento das leis básicas não garante que seja viável tratar sistemas complexos sem se utilizar de conceitos derivados delas. Por exemplo, muitos conceitos da Química são úteis porque não é viável nem necessário tratar os sistemas puramente com Física Quântica.

  168. • Problemas não solucionados da Física
    • Olimpíada Brasileira de Física
    • Unidades de medida
    • Lista de grupos de pesquisa em física
    • Vector (espacial)

  169. Ligações externas

    Campos de estudo da Física
    Acústica | Electromagnetismo | Ondulatória | Óptica | Termodinâmica
    Mecânica: Clássica | dos Fluidos | Quântica
    Física: Moderna | Atômica | Molecular | Nuclear | de Partículas | da matéria condensada
    Relatividade: Geral | Restrita
    Em outras áreas: Astrofísica | Biofísica | Físico-química | Geofísica | Física médica

  170. Campos de estudo das ciências
    Filosofia | Matemática
    Ciências Naturais: Astronomia | Biologia | Geologia | Geografia | Física | Paleontologia | Química
    Ciências Sociais: Antropologia | Comunicação | Direito | Economia | Educação Física | Educação | História | Lingüística | Política | Sociologia
    Ciências Aplicadas: Administração | Agronomia | Arquitectura e Urbanismo | Computação | Design | Engenharia | Farmacologia | Medicina | Nutrição | Tecnologia | Museologia
    Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica”
    Categorias: Ciências exatas | Ciências físicas | Física
    Cinemática

  171. A cinemática (do grego kinema, movimento) é o ramo da física que procura descrever os movimentos sem se preocupar com as forças que originam os mesmos. A análise destas forças é deixada para a dinâmica. Para isso, organiza informação sobre a posição, o deslocamento, o espaço percorrido, a velocidade, a rapidez e a aceleração dos corpos.
    Índice
    [esconder]
    • 1 Conceitos
    • 2 Unidades de medida
    o 2.1 Posição e derivadas de posição
    o 2.2 Outros resultados
    • 3 Ver também
    • 4 Ligações externas

  172. GEOGRAPHICAE
    …e todo o Mundo aqui tão perto!!
    Feed on
    Artigos
    Comentários
    Nevoeiros em Trás-os-Montes
    Fevereiro 1, 2008 por pedrotildes

    Foto: Diogo Monteiro

  173. muito obrigado por hoje eviarei a foto depois.
    gosto muito deste tema: criado por Vault9
    Blogno WoodPress..com
    ÉSTEJA SEMPRE REFLETO DE GLORIAS, MUITA PAZ LIBERDADE IGUALDADE, Parabens excelente
    peço que em virte de os sentidos humanos são cabiveis de erros peço não concierar os meu
    COM ESTÁ PREMISSA ; É ERRANDO QUE SE APRENDE, PAR CONTINUAR; DIGO QUE NÃO NA FACE DA TERRA NINGUÉM QUE NÃO POSSA DAR ALGUMA COISA… E NÃO HA TAMBÉM NINGUEM QUE RECEBA MAIS DO QUE MERECEM.
    VIVEMOS POR TUDO E PARTIRMOS UM DIA DESTE PLANETA POR NADA.
    OS HOMENS NÃO TEM TODA SORTE POUCOS SÃO ABESSOADOS PELOS ILUMINADOS
    QUE ESTÁ PAGINA EM QUE MUITO MIM AJUDA SEJA SEMPRE ILUMINADA JUNTAMENTE COM TODOS QUEPARTICIPAM NESTES COMETARIOS ENVIADO BONS PESAMETOS POSITIVOS PARA O PROCRESSO DA HUMANIDADE
    E QUE OS PROTEJAM TODOS QUE TRABALHAM PARA
    Inblog Blog da Insight
    Brasilia,30/08/2008.
    . MUITO OBRIGADO
    Newton Moneiro Guimarães.

  174. uma correção digo; abensoados.

  175. O Universo infinito
    À memória de José Fernando Monteiro
    :: 2006-07-03 Por Por Carlos Fiolhais, professor catedrático no Departamento de Física da Universidade de Coimbra
    Entre as grandes questões que desde sempre inquietaram a humanidade está esta: É o Universo finito ou infinito? É fechado ou é aberto? Durante muito tempo, na história do pensamento, o Universo foi finito, fechado na sua sétima e última esfera. Mas, entre outras mudanças que a Revolução Científica trouxe, houve uma que não foi de somenos: o Universo passou a ser infinito. A data da “abertura do Universo” foi 1576 e o “abridor” foi um inglês injustamente obscuro, Thomas Digges. Um defensor mais famoso do Universo infinito foi o seu contemporâneo, o italiano Giordano Bruno, que por essa e outras ideias foi queimado em vida. Compreende-se que Galileu não tenha querido adiantar muito sobre o assunto. Mas, para Newton, o Universo já era infinito, pois não havia outra maneira de evitar a aglomeração de estrelas imposta pela gravitação universal.
    * Este artigo foi produzido para o Portal do Astrónomo – http://www.portaldoastronomo.pt
    Ciência Hoje agradece a cortesia do Portal e de Carlos Fiolhais que autorizaram a sua publicação em CH
    Ciência Hoje agradece a cortesia do Portal e de Carlos Fiolhais que autorizaram a sua publicação em CH

    Estaremos sós no Universo?” é o tema da intervenção de Filipe Pires, astrónomo do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP), incluída no ciclo “Astronomia às 21!”, um conjunto de conferências públicas mensais sobre os vários temas da astronomia. Vai ser no dia 16 de Fevereiro, quinta-feira, às 21h30, no auditório da Biblioteca Almeida Garrett,.
    Foi há pouco mais de 11 anos, no dia 23 de Novembro de 1995, que Michel Mayor e Didier Queloz surpreenderam o mundo com o anúncio da descoberta do primeiro planeta extra-solar em redor da estrela 51 de Pegasus. Desde então, várias equipas descobriram já 200 outros novos Mundos. Como são este planetas detectados? Podemos vê-los? Quais as suas características? Algum deles pode ter vida? Estas são algumas das perguntas que tentaremos responder durante o decorrer do debate.
    As conferências do ciclo “Astronomia às 21!”, com uma duração de 45 minutos, têm entrada livre e destinam-se ao público em geral, ou seja, a todos os que sintam curiosidade pelos mistérios do mundo da astronomia.

  176. Quando se trata de escolher o maior cientista de todos os tempos, mesmo com muito espírito polêmico, é dificil escapar ao consenso: Isaac Newton.
    Nasceu prematuro, doentio e orfão de pai, no dia do Natal de 1642. Antes de completar 3 anos sua mãe se casou com um pastor protestante, que exigiu que ele fosse deixado com a avó. Newton odiou o padrasto cruel, ao ponto de certa vez tentar queima-lo, mais tarde, projetou esse ódio em todos os oponentes intelectuais que ousaram desafia-lo.
    Quando ingressou na Universidade em Cambridge, sua mãe recusou-se a pagar-lhe os estudos. Na aristocrática sociedade inglêsa, teve que enfrentar a condição de bolsista, o que o obrigava a usar um uniforme diferente e prestar serviços domésticos aos alunos pagantes – humilhação difícil de suportar para quem tratava seus próprios criados como um tirano.
    A influência deste inglês na história da ciência foi ainda maior do que a de Einstein e só pode ser comparada à do filósofo grego Aristótoles (384 – 322 a.C.). Neurótico, solitário, rancoroso, vingativo, ele legou ao mundo o cáculo diferencial e integral, a mecânica e a óptica racionais e a teoria da gravitação universal. Sua obra coroa a “revolução científica do século 17″ que deu origem à ciência moderna.
    Depois de 300 anos e estudos, Newton ainda é um desafio para os historiadores da ciência. E certos aspectos de sua biografia mal começam a ser desvendados.
    Em agosto de 1684, uma visita importante quebra a rotina de Newton. Com seus 42 anos incompletos, o professor de matemática é um caramujo, quase um porco espinho, em matéria de relacionamento social. Sempre absorto em seus pensamentos, evita as festas e comemorações, raramente recebe alguém e sente-se aborrecido em responder às poucas cartas que recebe. Estas são enviadas por outros cientistas , estimulados por sua fama e realizações. A principal delas até o momento, a invenção de um telescópio por reflexão, abriu-lhe as portas do mais exclusivo clube científico da época, a Royal Society inglesa. A súbita celebridade parece-lhe, porém, uma insuportável fonte de distrações. É contra o hábito, portanto, que recpciona o jovem e brilhante astrônomo Edmond Halley, mais tarde homenageado com a atribuição de seu nome ao cometa cuja órbita calculou.
    Halley viera de Londres a Cambridge com o único objetivo de interrogar Newton acerca de um difícil problema científico. Seis meses antes, numa reunião da Royal Society, ele o havia discutido com dois expoentes da inteligência inglesa, o físico Robert Hooke, presidente da instituição, e o arquiteto Christopher Wren. O problema era o assuntodo momento nas rodas de ciência: como explicar o movimento dos planetas, observado pelos astrônomos, a partir das “leis” da física da época ?
    Hooke, Wren e Halley haviam concordado que, para os planetas permanecerem em órbita, precisava atuar sobre els uma força, orientada para o Sol, cuja intensidade fosse tanto menor quanto maior fosse a distância entre o planeta e aquela estrela.
    O grande desafio era demonstrar, a partir de cálculos rigorosos, que uma força desse tipo levava os planetas a descreverem órbitas elipticas, como afirma a primeira lei de Kepler.
    Conhecedor da fama de Newton, Halley foi até Cambridge para ver o que conseguia arrancar dele. Quando o interrogou sobre como seria a curva decrita pelos planetas, caso a força de atração do Sol fosse inversamente proporcional ao quadrado da distância, Newton respondeu imediatamente: “Uma elipse”. Encantado o astrônomo lhe perguntou como sabia disso. “Ora”, disse o outro com a maior naturalidade, “eu a calculei”. Halley não conseguia esconder seu assombro. Mais assombrado teria ficado se soubesse que Newton chegara à relação do inverso do quadrado da distância quase duas décadas antes, em 1666, quando recém bacharelado, não havia completado ainda 24 anos.
    Entre 1665 e 66 a Universidade foi fechada devido a receio de contagio, uma vez que a peste assolava a Inglaterra e só em Londres havia matado mais de 75 mil pessoas, levando Newton de volta a fazenda da sua mãe, foram os anos mais produtivos de Newton.
    Suas realizações foram fruto de intuições geniais, sem dúvida mas também de uma capacidade de concentração e de um esforço quase sobre humanos. Quando lhe perguntaram, anos mais tarde, como havia chegado à lei da gravitação universal, ele respondeu: “Pensando nela continuamente” .
    Melhor do que qualquer outra, esta frase sintetiza seu estilo pessoal. Ele não se dedicava a um assunto sem faze-lo de maneira integral, exclusiva, compulsiva, quase fanática.
    Richard Westfall, professor de história e filosofia da Univ. de Indiana, EUA e autor de uma monumental biografia de Newton, revela os estudos solitários que Newton desenvolveu na época de estudante. Seus manuscritos vasculhados por Westfall revelam que , antes de se refugiar no campo e ainda na condição de estudante, Newton havia assimilado e superado toda a ciência de seu tempo.
    Porém cerca de 20 anos depois, quando Halley lhe pediu, em sua visita, uma demonstração matemática da trajetória de um planeta, Newton muito cauteloso não a entregou de imediato – após tres meses de espera , o astrônomo recebeu bem mais do que havia pedido. Num artigo de 9 páginas, Newton solucionou o problema pelos dois lados: partindo das órbitas elipticas, chegou à força inversamente proporcional ao quadrado da distância; admitindo a existência desta força, deduziu que os planetas deveriam descrever trajetórias elipticas. E não parou por aí: com base na força de atração, demostrou também a segunda e a terceira leis e Kepler. De quebra, calculou trajetória de um projétil num meio resistente ao movimento.
    O pequeno tratado provocou uma verdadeira convulsão. Os membros da Royal Society faziam fila para le-lo e alguns tiveram de esperar até um mes para chegar a sua vez.
    Durante os dois anos seguintes, Newton que havia sido despertado por Halley, reavivou seu interesse pela física, indo se ocupar de corpo e alma com os conceitos de física – Desta luta resultou a obra máxima de Newton: os Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, Pricípios Matemáticos da Filosofia Natural.
    Em linguagem simples, eles afirmam os tres princípios do movimento:
    1 – A menos que uma força externa atue, todo corpo tende a permanecerem repouso ou em movimento retilíneo e uniforme ( princípio da inércia)
    2 – Caso uma força externa atue, a aceleração que o corpo recebe dela, é diretamente proporcional à sua intensidade ( princípio fundamental da dinâmica).
    3 – Ao receber uma força de outro, o corpo tambem exerce sobre este uma força de igual intensidade, mesma direção e sentido contrário ( princípio de ação e reação)
    A aparente simplicidade destes princípios esconde o enorme esforço empreendido por Newton em sua definição. O conceito de inércia, em especial, proposto pelo filósofo frances René Descartes (1596 – 1650), passou por várias reformulações antes e alcançaruma expressão depurada e operacional.
    O espetacular sucesso atingido pelos Pricipia, mudou a vida de Newton. Em pouco tempo, o caramujo se abriu ao mundo. Em 1696 foi nomeado para a superintendencia da casa da moeda, abandonando Cambridge e indo se estabelecer em Londres. A saida da universidade representa o fim da atividade científica, mas o início de seu poderio político nos círculos da ciência. Adulado por todos, foi eleito presidente da Royal Society, em 1703 e dois anos depois sagrado cavaleiro. Sir Isaac Newton dirigiu a instituição com mão de ferro até sua morte em 20 de março de 1727.
    Nesta posição vantajosa teve oportunidade de ajustar contas com antigos rivais, entre eles o matemático alemão Gottfried Wilhelm Lebniz ( 1646 – 1716), com quem disputou a autoria do cálculo diferencial e integral, criado independentemente por ambos.
    .

  177. Barão Gottfried Wilhelm Leibniz, ou apenas Leibnitz, como é mais conhecido, nasceu em Leipzig, na Alemanha, em 1 de julho de 1646. Seu pai, Friedrich Leibniz era professor de ética em Leipzig e morreu em 1652. Leibniz aprendeu sozinho latim e grego para ler grandes autores na bibliotece de seu pai. Em 1661 a 1666 cursou a Universidade de Leipzig como estudante de direito, quando então, teve contacto com textos de filósofos modernos da época, tais como Bacon (1561-1626), Hobbes (1588-1679), Galileu (1564-1642) e Descartes (1596-1650).
    Em sua tese de bacharelado “Sobre o Princípio do Individual”, de 1663, Leibniz enfatiza que o valor existencial do indivíduo não deve ser explicado somente pela ”
    matéria” ou pela “forma” mas, antes, por seu ser total. Em 1666 escreveu De Arte Combinatoria no qual formulou um modelo que é o precursor teórico de computação moderna: todo raciocínio, toda descoberta, verbal ou não, é redutível a uma combinação ordenada de elementos tais como números, palavras, sons ou cores.
    Formando-se em leis em 1666, Leibniz candidatou-se ao doutorado e, sendo recusado devido a sua pouca idade, deixou Leipzig para sempre. Fez estudos de matemática em Jena. Na cidade livre de Nürnberg recebeu o título de doutor com a tese “Sobre Casos Intrigantes” e foi convidado a lecionar na universidade. La conheceu em 1667 Johann Christian, o Barão de Boyneburg, ilustre estadista alemão que o empregou e o introduziu na corte do príncipe e arcebispo de Moguncia, Johann Philipp von Schönborn, para assuntos de direito e política.
    Em 1667 Leibniz dedicou ao príncipe um trabalho no qual mostrava a necessidade de uma filosofia e uma aritmética do direito e uma tabela de correspondência jurídica. Tratava-se de um sistema lógico de catalogação, o qual pode muito bem ser comparado aos atuais princípios da informática. Por causa desse trabalho foi incumbido de fazer a revisão do “corpus juris latini”, a então consolidação do direito romano vigente.
    Na área religiosa Leibniz se esforçou para a união das religiões protestante e católica. Leibniz trabalhou no Demonstrationes Catholicae, cujas especulações levam-no a situar a alma num determinado ponto e a desenvolver o princípio da razão suficiente, segundo o qual nada acontece sem uma razão. Suas conclusões aparecem em 1671 num trabalho com o título Hypothesis Physica Nova. Conclui que o movimento depende, como na teoria do astrônomo alemão Johannes Kepler, da ação de um espírito (no caso, Deus).
    Em 1672 Leibniz vai a Paris em uma obscura missão diplomática: convencer Luiz XIV
    a conquistar o Egito, aniquilar a Turquia para evitar novas invasões bárbaras da Europa, via Grécia. Era uma estratégia para desviar o poderio militar da França de uma ameaça à Alemanha.
    Em Paris, conhece Antoine Arnauld (1612-1694), teólogo líder dos jansenistas. Estes, eram seguidores de uma doutrina que negava a liberdade de vontade e negava que Cristo houvesse morrido por todos os homens, considerados hereges pela Igreja Católica.
    Com Arnauld, Leibniz discute sobre a possibilidade da união das igrejas, filosofia e matemática. Arnauld era conhecido pelos seus ataques aos jesuítas efoi demitido da Sorbone por heresia em 1656. Mais tarde, em 1682, iria refugiar-se em Bruxelas, Bélgica, onde escreveria suas idéias. Por essa ocasião Leibniz perde sucessivamente os seus protetores. Morreu o Barão de Boyneburg em fins de 1672 e o príncipe eleitor de Mainz no início de 1673. Buscando meios de manter-se, construiu uma máquina de calcular, um aperfeiçoamento de uma máquina desenvolvida anteriormente por Blaise Pascal, matemático e cientista francês e escritor, e indo à Inglaterra, apresentou-a à Royal Society em 1673. Em Londres Leibniz procurou os matemáticos e cientistas, inclusive Robert Boyle, e entre eles, John Collins, um amigo do físico Sir Isaac Newton, a quem voltaria a encontrar mais tarde.
    A permanência de Leibniz em Paris se prolonga até 1676, onde pratica advocacia e trata com vários intelectuais, além de Arnauld, como Malebranche e Huygens. Christian Huygens (1629-1695), matemático, astrônomo e físico holandês ajudou-o nos cálculos matemáticos. Residindo em Paris, Huygens criou a teoria ondulatória da luz, introduziu o uso do pêndulo nos relógios, descobriu a forma dos aneis de Saturno. Eleito membro fundador da Academia de Ciências da França em 1666, morou lá até 1681, retornando então para a Holanda. Arnauld o apresenta a muitos jansenistas importantes em 1674, entre eles, a Étiene Périer, sobrinho de Pascal que confiou a Leibniz trabalhos não publicados de Pascal.
    Em 1675 entretém com Nicolas Malebranche, outro geômetra e filósofo cartesiano, discussões enquanto trabalha no desenvolvimento dos cálculos integral e diferencial, cujos fundamentos lança naquele mesmo ano 1675. Ainda sem renda garantida para sua sobrevivência, Leibniz é obrigado, em 1676, a aceitar um emprego na Alemanha. Deixa Paris contra sua vontade, viajando primeiro para a Inglaterra e a Holanda.
    Em Londres esteve novamente com John Collins, que lhe permitiu ver alguns trabalhos não publicados de outros matemáticos, principalmente de Newton. Na Holanda, em Haia, teve demoradas conversas com o filósofo racionalista judeu Baruch de Espinoza, com quem discute problemas metafísicos.
    Espinoza (1632-1677) fora excomungado pelas autoridades judaicas pela sua explicação não tradicional da bíblia em 1656 e um ano depois do encontro com Leibniz, Espinoza se recolhe ao campo para escrever sua “Ética” (1677) e outros livros, inclusive o”Tratado Teológico-político” (1670) advogando liberdade de filosofia em nome da piedade e da paz pública.
    Retornando à Alemanha, em fins de 1676, Leibniz trabalha para João Frederico, Duque de Hanôver, um luterano convertido ao catolicismo. Veio a ser, a partir de 1678, conselheiro do Duque e se propôs inúmeras realizações de interesse para o Ducado. Continua a manter debates sobre a união das religiões protestante e católica, primeiro com o Bispo Cristóbal Rojas de Espínola e, através de correspondência, com Jacques Benigne Bossuet, bispo católico francês. Conhece também Nicolaus Steno, um prelado que era um cientista especializado em geologia.
    Nessa época Leibniz se ocupa de várias tarefas, entre elas, da inspecção dos conventos e melhoria da educação com fundação de academias, e desenvolve inúmeras pesquisas sobre prensas hidráulicas, moinhos, lâmpadas, submarinos, relógios, idealiza um modo de melhorar as carruagens e faz experiências com o elemento fósforo recém descoberto pelo alquimista alemão Henning Brand.
    Desenvolveu também uma bomba d’água para melhorar a exploração das minas próximas, nas quais freqüentemente trabalhou como engenheiro entre 1680 e 1685. Leibniz é considerado um dos criadores da geologia, devido a riqueza de suas observações, inclusive devido à hipótese de ter sido a terra primeiro líquida, idéia que apresenta no seu Protogeae, que somente foi publicado após sua morte, em 1749.
    Tantas ocupações não interromperam seu trabalho em matemática. Em 1679 aperfeiçoou o sistema de numeração binário, base da moderna computação e, ao fim do mesmo ano, propôs as bases do que é hoje a topologia geral, parte da alta matemática.
    A essa altura, início de 1680, falece o Duque João Frederico, que é sucedido pelo irmão Ernesto Augusto. A situação política agora é mais complicada para a Alemanha. A França, com Luís XIV torna-se uma ameaça. Aumentam as perseguições aos protestantes, culminando com a revogação do Édito de Nantes em 1685, um perigo para os principados alemães protestantes da fronteira. Em 1681 Luís XIV avançou anexando à França algumas cidades da Alsacia. O Império Germânico era ameaçado também em seu flanco oriental por uma revolta na Hungria e pelo avanço dos turcos que chegaram a assediar Viena em 1683.
    Leibniz continua seu esforço nas frentes mais variadas, tanto pelo Ducado quanto pelo Império. Sugeriu meios de aumentar a produção de tecidos, propôs um processo de dessalinização da água, recomendou a classificação dos arquivos e, em 1682, sugeriu a publicação de um periódico, Acta Eruditorum.
    Na área política escreveu, em 1683, um violento panfleto contra Luís XIV, intitulado O Mais Cristão Deus da Guerra, em francês e latim. Aí Leibniz expôs seus pensamentos a respeito da guerra com a Hungria.
    Nessa mesma época continuou a aperfeiçoar seu sistema metafísico buscando uma noção de causa universal de todo ser, tentando chegar a um ponto de partida que reduzisse o raciocínio a uma álgebra do pensamento. Continuou também a desenvolver seus conhecimentos matemáticos e física. Em 1684 publicou Nova Methodus pro Maximis et Minimis, uma exposição do seu cálculo diferencial.
    Desde 1665 Newton também havia descoberto o cálculo, mas apenas comunicara seus achados aos amigos e não os publicou. Entre esses amigos John Collins. Quando se soube que Leibniz havia estado com Collins na Inglaterra e visto alguns escritos de Newton, abriu-se a questão de prioridade da invenção do cálculo, que se tornou uma das mais famosas disputas do século XVIII.
    Seu “Meditações sobre o conhecimento, a verdade e as idéias” apareceu nessa época definindo sua teoria do conhecimento. Em 1686 escreveu o “Discours de métaphysique” seguido de “Breve demonstração do memorável erro de Descartes e outros, sobre a Lei da Natureza”. Pode se dizer que por volta de 1686 sua filosofia da monadologia estava definida, porem a palavra “mônada” seria inserida mais tarde, em 1695.
    Em 1687 correspondeu-se com Pierre Bayle, o filósofo francês e enciclopedista que editava o influente jornal Notícias da República das Letras, afirmando em suas cartas sua independência dos cartesianos. Essa correspondência antecipou os Essais de théodicée sur la bonté de Dieu, la liberté de l’homme et l’origine du mal, único de seus livros mais importantes a ser publicado em sua vida, em 1710.
    Em 1685 Leibniz foi nomeado historiador da Casa de Brunswick e conselheiro da corte. Seu trabalho seria provar, por meio da genealogia, que a casa nobre de Brunswick tinha suas origens na casa de Este, uma casa de príncipes italianos, o que permitiria Hanôver pretender um nono eleitorado. Em 1687 Leibniz começou a viajar em busca de documentos.
    Seguiu pelo sul da Alemanha até a Áustria, ao tempo que Luís XIV mais uma vez declarava guerra ao Império. Foi bem recebido pelo Imperador e de lá seguiu para a Itália. Por onde ia encontrava-se com cientista e continuava seu trabalho intelectual. Publicou em 1689 seu ensaio sobre o movimento dos corpos celestes. Este ano leu o Principia Matematica de Newton. Retornou a Hanôver em 1690. Seus esforços não foram em vão. Em 1692 Ernesto Augusto obteve a investidura como Eleitor dos Imperadores do Sacro Império Germânico.
    Dono de enorme energia intelectual, Leibniz continua estudos dos mais diversos, agora sobre a história da Terra, compreendendo os eventos geológicos e a descrição de fósseis. Procurou, por meio de monumentos e de vestígios linguísticos, a origem das migrações dos povos, origem e progresso da ciência, ética e política e, finalmente, por elementos da história sacra. Em seu projeto de uma história universal Leibniz nunca perdeu de vista o fato de que tudo se interliga. Apesar de não conseguir escrever essa história, seus esforços foram influentes porque ele divisou novas combinações de velhas idéias e inventou outras totalmente novas.
    Em 1695 ele expôs uma parte de sua teoria dinâmica do movimento no Système Nouveau, onde tratava do relacionamento de substancias e da harmonia pre-estabelecida entre a alma e o corpo. Deus não necessita de intervir na ação do homem por meio de seu pensamento, como Malebranche postulava, ou dar corda num tipo de relógio de modo a conciliar os dois; em lugar disso, o Supremo Relojoeiro fez que correspondessem exatamente corpo e alma, eles dão sentido um a outro desde o começo.
    Em 1697, em “Sobre a origem das coisas”, Leibniz tentou provar que a origem última das coisas não pode ser outra senão Deus. No início de 1698 morreu o príncipe eleitor Ernesto Augusto, sucedendo-o seu filho George Luís. Incompatibilizado com o novo príncipe, mal educado e desagradável, Leibniz valia-se da amizade de Sofia, viúva, e de Sofia Carlota, filha do falecido príncipe. Com a ajuda da jovem princesa Carlota, a qual logo seria a primeira rainha da Prússia, promoveu a criação da Academia de Ciências de Berlim (Capital da Prússia, que era o norte da Alemanha e parte do norte da atual Polônia) em 1700.
    Mais uma vez pôs-se a trabalhar arduamente pela união das igrejas: em Berlim tratava-se de unir luteranos e calvinistas; em Paris havia a oposição de Bossuet; em Viena, para onde retorna em 1700, consegue o apoio do Imperador, e na Inglaterra são os anglicanos que precisam ser convencidos.
    Esta atividade deu oportunidade para comunicar-se com intelectuais ingleses, como o deísta John Toland, que vem acompanhando o embaixador da Inglaterra enviado a Hanôver em 1702, com o bispo de Salisbury, chefe da Igreja Anglicana, e Lady Darnaris Masham em cuja casa John Locke viria a falecer em 1704.
    Leibniz estava impressionado com as qualidades do Czar russo, Pedro o Grande e, em 1711, foi recebido a primeira vez pelo Czar. Em outono de 1714 o Imperador nomeou-o conselheiro do império e lhe deu o título de Barão. Ainda nessa época escreveu Principes de la nature e de la Grace fondés en raison, cujo objeto é a harmonia pre-estabelecida entre essas duas ordens. Mais tarde, em 1714, escreveu Monadologia que sintetiza a filosofia da “Teodicéia”.
    Em meados de 1714, a morte da rainha Ana levou George Luís ao trono da Inglaterra com o nome de George I. Retornando a Hanôver, onde ele estava virtualmente em prisão domiciliar, Leibniz pôs-se novamente a trabalhar no Annales Imperii Occidentis Brunsvicenses (Anais braunsvicenses do Império Ocidental), ocupando-se também de extensa correspondência com Samuel Clarke.
    Em Bad-Pyrmont ele encontrou Pedro o Grande pela última vez em 1716. A partir de então ele sofria muito de gota e ficou confinado ao leito. Leibniz falece em Hanôver em 14 de novembro de 1716, relativamente esquecido e isolado dos assuntos públicos. Um projeto seu que não teve sucesso foi o de união das igrejas cristãs, de unir novamente as duas profissões de fé.

  178. Pensamento
    Quase todas as obras de Leibniz estão escritas em francês ou latim e poucas em alemão, língua que não era muito destinada à obras de filosofia. Eram ortodoxos e otimistas, proclamando que o plano divino fez este o melhor de todos os mundos possíveis, um ponto de vista satirizado por Voltaire (1694-1778) no Candide.
    Leibniz é conhecido entre os filósofos pela amplitude de seu pensamento sobre ideias e princípios fundamentais da filosofia, incluindo a verdade, os mundos possíveis, o princípio de razão suficiente (isto é, que nada ocorre sem uma razão), o princípio da harmonia pré-estabelecida (Deus construiu o universo de tal modo que os fatos mentais e físicos ocorrem simultaneamente), e o princípio de não contradição (que uma proposição da qual se pode derivar uma contradição é falsa).
    Teve por toda a vida interesse, e perseguiu a idéia, de que os princípios da razão pudessem ser reduzidos a um sistema simbólico formal, uma álgebra ou cálculo do pensamento, no qual controvérsias seriam acertadas por meio de cálculos.
    Foi tanto um filósofo quanto um matemático de gênio. Na matemática criou, com Isaac Newton (1643-1727) físico matemático inglês, o cálculo infinitesimal ou de limites de funções, uma fe rramenta para o cálculo diferencial que é o cálculo de derivadas de funções. No seu aspecto geométrico, o cálculo infinitesimal, integral e diferencial, toma o ponto simplesmente como uma circunferência de raio infinitamente pequeno, a curva como um pedaço de circunferência de raio finito, constante, e a reta um pedaço de circunferência de raio infinitamente longo.

    Teoria do conhecimento
    Princípios
    De acordo com Leibniz, a razão afirma que uma coisa só pode existir necessariamente se, além de não ser contraditória, houver uma causa, causa de origem e causa final, que a faça existir. Tira daí dois princípios inatos.
    Para explicar a Verdade da Razão e a Verdade de Fato, Leibniz recorre à dois princípios, um falando das coisas a priori e outro das coisas a posteriori, ou seja, uma não dependente da experiência e dos sentidos mas dependente da razão e outro dependente dos sentidos e da experiência (tal como afirmava Kant).
    Princípio da não Contradição
    O primeiro princípio inato é o Princípio da não Contradição do que é explicado ou demonstrado. Ao primeiro princípio correspondem as verdades de razão. São necessárias, têm a razão em si mesmas. O predicado está implícito na essência do sujeito. As verdades de razão são evidentes a priori, independentes da experiência, prévias à experiência. As verdades de razão são necessárias, fundam-se no princípio da contradição, como na proposição “dois mais dois são quatro”: Não poderiam não ser. Não cabe contradição possível.
    Princípio da Razão Suficiente
    O segundo princípio é o Princípio da Razão Suficiente da existência da coisa em questão. Para que uma coisa seja, é necessário que se dê uma razão porque seja assim e não de outro modo. Ao segundo princípio correspondem as verdades de fato. Estas não se justificam a priori, mas sim pelo princípio da razão suficiente. As verdades de fato são contingentes. A sua razão resulta de uma infinidade de atos passados e presentes que constituem a razão suficiente pela qual ele se dá agora. São atestadas pela experiência. São as verdades científicas; são de um jeito, mas poderiam ser de outro. A água ferve a 100 graus centígrados, mas poderia não ferver e, de fato não ferve, quando é mudada a pressão no seu recipiente. Essas verdades dependem de experiência que as comprove.
    Em Deus desapareceria a distinção entre verdades de fato e verdades de razão, porque Deus conhece atualmente toda a série infinita de razões suficientes que fizeram que cada coisa seja aquilo que é. Além dos princípios da não-contradição, da razão suficiente, encontra também os princípios do melhor, da continuidade e dos indiscerníveis, considerados por ele constitutivos da própria razão humana e, portanto, inatos, embora apenas virtualmente.
    Nos “Novos Ensaios Sobre o Entendimento Humano” Leibniz rejeita a teoria empirista de Locke (1632-1704), segundo a qual a origem das idéias encontra-se exclusivamente na experiência e que a alma seria uma tabula rasa. Para Leibniz, a vontade do Criador submete-se ao seu entendimento; Deus não pode romper Sua própria lógica e agir sem razões, pois estas constituem Sua natureza imutável. Conseqüentemente o mundo criado por Deus estaria impregnado de racionalidade, cumprindo objetivos propostos pela mente divina. Deus calcula vários mundos possíveis e faz existir o melhor desses mundos. Entre tantos mundos possíveis (existentes em Deus como possibilidades), Deus dá existência a um só e a escolha obedece ao critério do melhor, que é a razão suficiente do existir do nosso mundo.

    Princípio de Continuidade
    De acordo com o princípio de continuidade, não existem descontinuidades na hierarquia dos seres (As plantas são animais imperfeitos e também não há vazios no espaço). Quanto ao princípio dos indiscerníveis, Leibniz afirma que não há no universo dois seres idênticos e que sua diferença não é numérica nem espacial ou temporal, mas intrínseca, isto é, cada ser é em si diferente de qualquer outro.

    Origem das idéias
    Leibniz, diante da necessidade de conciliar algumas evidências favoráveis e contrárias à existência de idéias inatas, supôz existir no espírito alguma estrutura coordenadora do raciocínio. Ao invés das idéias inatas em si, ele admitiu serem inatas certas estruturas geradoras de idéias. No prefácio aos “Novos Ensaios sobre o Entendimento Humano”, diz:
    “Por isso emprego de preferência a comparação com um bloco de mármore que tem veios… se há veios na pedra que desenham a figura de Hércules em lugar de qualquer outra, este bloco lhe estaria já disposto, e Hércules lhe seria de algum modo como inato, ainda que fosse sempre necessário certo trabalho para descobrir estes veios e destaca-los pelo polimento, eliminando o que impede sua aparição. Do mesmo modo as idéias e a verdade nos são inatas como inclinações, disposições, capacidades e faculdades naturais, e não como ações ou funções, se bem que estas faculdades vão sempre acompanhadas de algumas ações correspondentes imperceptíveis”.
    A mônada encerra em si toda a realidade e nada lhe pode vir de fora. Portanto, tudo o que aconteça, está incluído na sua essência e, por conseguinte, na sua noção completa. Leibniz contraria a posição empirista de que não há nada no entendimento que não tenha passado antes pelos sentidos, excetuando o próprio entendimento. Todas as ideias procedem da princípio de continuidade. Nada é recebido de fora. Este é um postulado diametralmente oposto ao empirismo de Locke, que reconhece as idéias resultantes da experiência.
    As ideias são, pois, inatas num certo sentido. Não estão em estado de atualidade que pudessem ser percebidas. Estão em nós em estado de virtualidades, ou potencial, e é através da reflexão que a alma adquire consciência. Esta é uma certa aproximação com Platão. Nossa alma (que é uma mônada) é preformada, isto é, contem virtualmente as verdades necessárias que descobre e torna distintas pela reflexão.

    Lógica
    A lógica tradicional, demonstrativa, não satisfaz Leibniz. Crê que só serve para demonstrar verdades já conhecidas e não para encontra-las. Quis fazer uma lógica que servisse para descobrir verdades, uma combinatória universal que estudasse as possíveis combinações dos conceitos. Esgrimando com objetos ideais, seria possível chegar a todas as verdades. Poder-se-ia operar de uma forma apriorística e segura, de uma maneira matemática, para a investigação da verdade.
    Esta é a famosa Ars magna combinatoria, que seduziu filósofos desde Raimundo Lúlio (1235-1316). Ela se apoia, evidentemente, na crença de que os fatos acompanhariam a linguagem em lugar da linguagem acompanhar os fatos, ordenando os conceitos e apontado possibilidades apenas enquanto associa referências da experiência passada, como em Locke.

    Monadologia
    Em 1676 Leibniz tornou-se o fundador de uma nova formulação teórica conhecida como dinâmica, que substituia a energia cinética pela conservação do movimento. Leibniz explica os seres como forças vivas, não como máquinas. Em crítica a Descartes, reelabora o pensamento cartesiano. A redução cartesiana da matéria à extensão não explica a resistência que a matéria oferece ao movimento. Esta resistência é uma “força”.
    A chamada matéria, na sua essência, é força. E Descartes não se ocupa da força, mas apenas do movimento, da mera mudança de posição de um móvel em relação às coordenadas. Leibniz muda essa física estática e geométrica. O movimento é produzido por uma força viva. A ideia de uma natureza estática e inerte é substituída por uma idéia dinâmica; em contraste com uma física da extensão, faz um retorno ao pensamento grego de que a natureza é princípio de movimento.
    Para acomodar a força na natureza Leibniz necessita uma nova idéia de substância. A partir da noção de matéria como essencialmente atividade, Leibniz chega à idéia de que o universo é composto por unidades de força, as mônadas, noção fundamental de sua metafísica. Mônada quer dizer substância real, palavra usada por Giordano Bruno, segundo dizem, a teria tirado de Plotino.
    A mônada não tem extensão, não é divisível, não é material. Mônada é força, é energia, vigor. Não força física mas capacidade de atuar, de agir. O universo não é senão um conjunto de substâncias simples, ativas, construídas pelas mônadas. São unidades sem partes, que formam os compostos; são os elementos das coisas.
    Leibniz faz o contrário de Espinoza: enquanto este reduz a substancialidade a um ente único, natureza ou Deus, Leibniz restitui à substancia o caráter de coisa individual que teve desde Aristóteles. A substância, dizia Aristóteles, é o que é próprio de cada coisa. A substância ou natureza torna a ser o princípio do movimento nas próprias coisas.
    As mônadas são rigorosamente indivisíveis e, portanto, inextensas, porque a extensão é sempre divisível. Estas mônadas simples não podem corromper-se, nem perecer por dissolução, nem começar por composição. Têm qualidades, são distintas e incomunicáveis entre si e também mudam de modo contínuo segundo suas possibilidades internas. São unidades de força. A partir de seu lugar, cada mônada representa ou reflete o universo inteiro, ativamente. As mônadas não são todas de igual hierarquia; refletem o universo com distintos graus de claridade.
    Tudo o que acontece à mônada brota do seu próprio ser, das suas possibilidades internas, sem intervenção exterior. As mônadas têm percepções e apercepções; as primeiras são obscuras ou confusas, as segundas claras e distintas. As mônadas das coisas têm percepções insensíveis, sem consciência, o que também acontece ao homem, em diferentes graus. Uma simples sensação é uma ideia confusa. Quando as percepções têm clareza e consciência, e são acompanhadas de memória, são apercepções, e estas são próprias de almas. No cume da hierarquia das mônadas está Deus, que é acto puro.
    As coisas do mundo são indiscerníveis quando são iguais (princípio de Leibniz chamados “os indicerníveis”) e uma mônada é totalmente diferente de outra. Quantidade para Leibniz é movimento e multiplicidade, portanto, como força não é mais passividade, mas atividade. O universo não é senão um conjunto de mônadas. A quantidade das mônadas é infinita, mas cada mônada é diferente uma de outra. À matéria prima, de todo passiva, dotada apenas de extensão (como queria Descartes), contrapõe a matéria segunda, dotada de ação. A matéria prima (concebida em abstrato pois não existe sem a matéria segunda) é a matéria em si mesma, de todo passiva, sem nenhum princípio de movimento. A matéria segunda ou vestida é aquela que tem em si um princípio de movimento.
    Porém cada mônada resulta de uma matéria prima ou princípio passivo e de um elemento ativo ou força. A mônada criada não pode jamais libertar-se da passividade pois, ao contrário, seria ato puro como Deus. O espírito é mônada. Nossa experiência interior, que nos revela a nós mesmos como uma substância ao mesmo tempo una e indivisível, indica nossa consciência como uma mônada. Conhecemos, imaginamos a fôrça da mônada captando a nós mesmos como força, como energia, como trânsito e movimento interno psicológico de uma idéia, de uma percepção a outra percepção, de uma vivência a outra vivência.
    Apesar de indivisível, individual e simples, há mudanças interiores, há atividades no interior na mônada. Estas atividades são a percepção e a apetição. Leibniz define a percepção como a representação do múltiplo no simples. Apetição é tendência, carência de passar de uma a outra percepção: é uma lei espontânea. A realidade metafísica da mônada (perceber e apetecer) corresponde ao Eu.
    A absoluta perfeição da mônada criada é sempre um esforço e não um ato. A atividade contínua da mônada é o esforço de exprimir-se a si mesma, isto é, de adquirir sempre mais consciência do que virtualmente contem. Perceber é ao mesmo tempo apetecer de perceber ainda mais.
    Há uma diferença de consciência entre as mônadas (de percepção). Existem as mônadas dos corpos brutos “que só têm percepções inconscientes e apetições cegas”, Os animais se constituem de mônadas “sensitivas”, dotados de apercepções e desejos, e o homem de mônadas “racionais”, com consciência e vontade. Categorias de percepções. Há três distinções fundamentais entre as percepções: os viventes, os animais, os homens.
    As percepções das quais não se tem consciência são chamadas por Leibniz percepções insensíveis. A cada momento nós temos impressões das quais nós não nos conscientizamos… Existem muitos indícios que comprovam que temos em cada momento uma infinidade de percepções, mas sem apercepção e sem reflexão.
    Todas as ações que à primeira vista parecem arbitrárias e sem um motivo encontram a sua explicação precisamente nas percepções insensíveis, que explicam também as diferenças de caráter e de temperamento. As mônadas têm percepção, mas algumas dentre elas têm apercepção. As mônadas que tem apercepção e memória constituem as almas.
    O saber de perceber é a apercepção, que é também esforço de ter sempre percepções mais distintas. Tal tendência vai ao infinito, pois a mônada não realiza jamais a sua completa perfeição. Leibniz não admite comunicação ou ligação entre as mônadas. Cada uma tem um plano interno segundo o qual vai movimentar-se de modo que esteja no lugar rigorosamente certo onde é esperado que esteja para constituir, com outras mônadas, os corpos em repouso ou em movimento. É o que Leibniz chamou “harmonia pre-estabelecida”.
    É fundamental no pensamento de Leibniz o conceito de “harmonia pre-estabelecida”. Deus põe, em cada mônada, a lei da evolução interna de suas percepções em harmônica correspondência. Os atos de cada mônada foram antecipadamente regulados de modo a estarem adequados aos atos de todas as outras; isso constituiria a harmonia pré-estabelecida.
    Deus cria as mônadas como se fossem relógios, organiza-os com perfeição de maneira a marcarem sempre a mesma hora e dá-lhes corda a partir do mesmo instante, deixando em seguida que seus mecanismos operem sozinhos. Assim operam coordenadamente seu desenvolvimento corresponde, a cada instante, exatamente ao de todas as outras. No ato da criação, fez com que as modificações interna de cada mônada correspondessem exatamente às modificações de cada uma das outras.
    Há um reparo que alguns fazem a Leibniz nesse particular. Segundo seu pensamento, Deus assegurou, desde sempre, a correspondência das minhas ideias com a realidade das coisas, ao fazer coincidir o desenvolvimento da minha mônada pensante com todo o universo. Porém diz, no Discours de métaphysique, que temos na nossa alma as ideias de todas as coisas “mercê da ação contínua de Deus sobre nós”… Então, aquela correspondência não estava assegurada e mais, as mônadas não seriam invioláveis. Se, de acordo com o próprio pensamento de Leibniz, as mônadas “não têm janelas” e têm já em si todo seu desenvolvimento, então há uma exceção necessária: em vez de se porem em comunicação umas com as outras, abrem-se exclusivamente para Deus.

  179. Teodiceia
    Leibniz concebe um mundo rigorosamente racional e como o melhor dos mundos possíveis. Então, como explicar a presença do mal? O mal manifesta-se de três modos: metafísico, físico e moral.
    O Mal Metafísico é a imperfeição inerente à própria essência da criatura. Só Deus é perfeito. Falta alguma coisa ao homem para a perfeição, e o mal é a ausência do bem, na concepção neoplatônica e agostiniana. O mundo, como finito, é imperfeito para distinguir-se de Deus. O mal metafísico, sendo a imperfeição, ele é inevitável na criatura. Ao produzir o mundo tal como ele é, Deus escolheu o menor dos males, de tal forma que o mundo comporta o máximo de bem e o mínimo de mal. A matemática divina responsável pela determinação do máximo de existência, tão rigorosa quanto as dos máximos e mínimos matemáticos ou as leis do equilíbrio, exerce-se na própria origem das coisas.
    Um mal é, para Leibniz, a raiz do outro. O mal metafísico é a raiz do Mal Moral. É por ser imperfeito que o homem se deixa envolver pelo confuso. O Mal Físico é entendido por Leibniz como consequência do mal moral, seja porque está vinculado à limitação original, seja porque é punição do pecado (moral). Deus não olhou apenas a felicidade das criaturas inteligentes mas a perfeição do conjunto.
    Na moral, o bem significa o triunfo sobre o mal e para que haja bem é necessário que haja mal. O mal que existe no mundo é o mínimo necessário para que haja um máximo de bem. Deus não implica contradição, portanto, Deus é possível como um ser perfeitíssimo, mas para um ser perfeitíssimo sua tendência à existência se traduz imediatamente em ato. A prova de que existe é a harmonia pre-estabelecida. Porque há acordo entre as mônadas é necessário Deus como autor delas. Outra prova são as coisas contingentes: tudo que existe deve ter uma razão suficiente da sua existência; nenhuma coisa existente tem em si mesma tal razão; portanto existe Deus como razão suficiente de todo o universo. Deus é a mônada perfeita, puro ato. A Teodiceia de Leibniz leva como subtítulo Ensaios Sobre a Bondade de Deus, a Liberdade do Homem e a Origem do Mal.

    Liberdade
    A questão da liberdade é o mais difícil de se compreender em Leibniz porque as mônadas encerram em si tudo o que lhes há de acontecer e hão de fazer. Todas as mônadas são espontâneas, porque nada externo pode exercer coação sobre elas, nem obriga-las a coisa nenhuma. Como é possível a liberdade?
    Segundo ele, Deus cria os homens e os cria livres. Deus conhece os faturíveis, isto é, os frutos condicionados, as coisas que serão se se puserem em certas condições. Deus conhece o que faria a vontade livre, sem que esteja determinado que isto tenha de ser assim, nem se trate, portanto, de predeterminação.
    O Mal Metafísico nasce da impossibilidade do mundo ser tão infinito quanto o seu criador. O Mal Moral é permitido por Deus simplesmente, pois é condição para os outros bens maiores. O Mal Físico tem a sua justificação para dar ocasião a valores mais altos. Por exemplo, a adversidade dá ocasião a que exista a fortaleza de ânimo, o heroísmo, a abnegação; além disso, Leibniz crê que a vida, em suma, não é má, e que é maior o prazer que a dor.
    Não se pode considerar isoladamente um fato. Não conhecemos os planos totais de Deus, já que seria necessário vê-los na totalidade dos seus desígnios. Como Deus é onipotente e bom, podemos assegurar que o mundo é o melhor dos mundos possíveis; isto é, é aquele que contém o máximo de bem com um mínimo de mal que é condição para o bem do conjunto.
    Deus quer que os homens sejam livres e permite que possam pecar, porque é melhor essa liberdade que a falta dela. O homem não sabe usar a liberdade; esta é um bem. O pecado aparece, pois, como um mal possível que condiciona um bem superior, a saber: a liberdade humana.

  180. Sermão da Montanha

    O Sermão da Montanha é um longo discurso de Jesus Cristo, muito rico em ensinamentos, que se pode ser lido no Evangelho de São Mateus, mais precisamente nos capítulos 5 a 7. Muito provavelmente, resulta da reunião de intervenções ocorridas em momentos distintos. Nestes discursos, Jesus Cristo profere lições de conduta e moral, ditando os princípios que normam e orientam a verdadeira vida cristã, uma vida que conduz a humanidade ao Reino de Deus e que põe em prática a vontade de Deus, que leva à verdadeira libertação do homem. Estes discursos podem ser considerados por isso como um resumo dos ensinamentos de Jesus a respeito do Reino de Deus, do acesso ao Reino e da transformação que esse Reino produz.
    Além de importantes princípios ético-morais, pode-se notar grandes revelações, pois aquilo que muitas vezes é tido por ruim, por desagradável, diante de Deus é o que realmente vai levar muitos à verdadeira felicidade. Esta passagem forma um paradoxo, contrariando a idéia de muitos e mais uma vez mostrando que “…’Deus não vê como o homem vê, o homem vê a aparência, mas Deus sonda o coração” (I Samuel 16.7).
    No Sermão da Montanha, o evangelista São Mateus está a apresentar Jesus Cristo como o novo Moisés, daí o discurso ser proferido numa montanha (certamente, apenas uma colina), porque Moisés tinha recebido os 10 Mandamentos na montanha do Sinai. Mas, Jesus não veio para abolir a Lei ou os Profetas [1], mas sim levá-los à perfeição na sua íntegra (Mt 5, 17).

    Partes e ensinamentos importantes do Sermão

    Introdução narrativa
    Na introdução narrativa, o evangelista descreve que Jesus, vendo aquelas multidões, subiu à montanha e sentou-se e seus discípulos aproximaram-se dele, e é aí que Ele começou a pregar o seu famoso sermão ao ar livre (Mt 5, 1-2).
    As Bem-aventuranças
    As Bem-aventuranças [2] são o anúncio da verdadeira felicidade, porque proclamam a verdadeira e plena libertação, e não o conformismo ou a alienação. Elas anunciam a vinda do Reino de Deus através da palavra e acção de Jesus, que tornam a justiça divina presente no mundo. A verdadeira justiça para aqueles que são inúteis, pobres ou incômodos para uma estrutura de sociedade baseada na riqueza que explora e no poder que oprime. As Bem-aventuranças revela também o carácter das pessoas que pertencem ao Reino de Deus, exortando as pessoas a seguir este carácter exemplar.
    Resumindo e usando as palavras do Catecismo da Igreja Católica (CIC), as bem-aventuranças nos ensinam o fim último ao qual Deus nos chama: o Reino de Deus, a visão de Deus, a participação na natureza divina, a vida eterna, a filiação divina, o repouso em Deus (CIC, n. 1726).

    Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos Céus! Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus! Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de Mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

    — (Mateus, 5:3-12)
    Sal da terra, luz do mundo
    Jesus, através das metáforas de Sal e de Luz, revela a enorme força do testemunho e a importante função dos discípulos, especialmente dos pregadores, que é sobretudo preservar e proteger a humanidade contra as influências malignas da corrupção e da maldade (a função do Sal) e dar a humanidade a conhecer, através da sua fé e seu bom exemplo iluminadores, o caminho da salvação (a função da Luz).

    Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado [3] pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.

    — (Mateus, 5:13-16)

  181. Reinterpretação da Lei de Deus
    Jesus revaloriza e reinterpreta, por vezes parecendo antitética (mas, na realidade não é), da Lei de Deus na sua íntegra, particularmente dos 10 Mandamentos, tendo por objectivo levá-los à perfeição (Mt 5, 17-48).

    Não julgueis que vim abolir a Lei ou os Profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei [4] Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos Céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos Céus. Digo-vos, pois, se vossa justiça não for maior que a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus.

    — (Mateus, 5:17-20)
    Durante esta longa reinterpretação, Jesus exorta as pessoas a não ofender o seu próprio irmão e, se tal acontecer, buscarem uma reconciliação com ele (o ofendido) o mais cedo possível, deixando, se for necessário, a oferta diante do altar para ir primeiro fazer as pazes com o irmão e pedir o seu perdão pelas ofensas cometidas (Mt 5, 21-26).
    Jesus amplia o conceito de adultério, afirmando que todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração, e opõe-se ao divórcio, ensinando que todo aquele que rejeita sua mulher, a faz tornar-se adúltera, a não ser que se trate de matrimônio falso [5]; e todo aquele que desposa [6] uma mulher rejeitada comete um adultério, defendendo e acentuando assim a indissolubilidade da união conjugal (Mt 5, 27-32).
    Jesus também ensinou que os homens nunca deviam jurar de modo algum, muito menos jurar falso (Mt 3, 33-37).

    Jesus apela também para não resistir ao mau, querendo isto dizer que, na medida dos possíveis, não devemos resistir fisicamente às agressões (se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra), mas também não devemos replicar no momento ou posteriormente em tribunal os golpes sofridos, revogando assim a famosa Lei do talião que defende a vingança e a retaliação. Ele exorta também para dar a quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado (Mt 5, 38-42).
    No fim desta reinterpretação da Lei de Deus feita por Jesus, Ele apela aos homens para, se eles quiserem ser os verdadeiros filhos de Deus, amar não só o seu próximo, mas também os seus inimigos, fazendo bem aos que vos odeiam e orando pelos que vos [maltratam e] perseguem, tal como Deus, que faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. No fim, Jesus exorta para todos os homens, com esta prática de amor incondicional e supremo (uma das ideias-chave do Cristianismo), serem perfeitos, tal como Deus Pai, que é também perfeito (Mt 5, 43-48).

    Ostentação, Pai-Nosso e perdão
    Jesus, a seguir à reinterpretação da Lei de Deus, começa a condenar a ostentação na prática de 3 obras fundamentais do Judaísmo, que são a esmola, o jejum e a oração. Ele não pretende condenar a observância fiel e honesta destas obras boas e o bom exemplo que estas acções produzem, mas somente o vão desejo de ostentar em frente de outras pessoas. Ele alerta para o facto de, se a finalidade das pessoas que praticam estas obras é ostentar, eles já foram recompensados na Terra por outros homens que as elogiaram.

    Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu.

    — (Mateus, 6:1)

    Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita. Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á.

    — (Mateus, 6:2-4)

    Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto. Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.

    — (Mateus, 6:16-18)

    Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á. Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais.

    — (Mateus, 6:5-8)
    Durante o seu discurso sobre a oração, Jesus deu aos homens uma célebre oração, o Pai-Nosso [7], para ensiná-los como rezar correctamente.

    Pai Nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

    — (Mateus, 6:9-13)
    Jesus afirma também que se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará. Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará (Mt 6, 14-15).
    Também sobre a oração, Ele exorta por fim aos seus discípulos que deviam sempre ter confiança na oração e particularmente em Deus, porque vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem durante a oração.

    Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á. Quem dentre vós dará uma pedra a seu filho, se este lhe pedir pão? E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem.

    — (Mateus, 7:7-11)
    Materialismo e Providência divina
    Jesus, condenando indirectamente o materialismo, exorta os seus discípulos para não preocupar demasiado com os seus bens e as suas necessidades materiais, mas sim, preocupar-se mais e em primeiro lugar em guardar tesouros no céu, para preparar o acesso ao Reino de Deus. Sobre a riqueza, Jesus alerta os seus discípulos para o facto de ser impossível servir ao mesmo tempo a Deus e à riqueza. E, relativamente às necessidades materiais dos homens e às suas preocupações quotidianas, Jesus apela para a confiança na Providência divina, afirmando que vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso [8] e que o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado (Mt 6, 19-34).

    Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração.

    — (Mateus, 6:19-21)

    Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.

    — (Mateus, 6:24)

    Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.

    — (Mateus, 6:31-34)
    Ostentação, Pai-Nosso e perdão
    Jesus, a seguir à reinterpretação da Lei de Deus, começa a condenar a ostentação na prática de 3 obras fundamentais do Judaísmo, que são a esmola, o jejum e a oração. Ele não pretende condenar a observância fiel e honesta destas obras boas e o bom exemplo que estas acções produzem, mas somente o vão desejo de ostentar em frente de outras pessoas. Ele alerta para o facto de, se a finalidade das pessoas que praticam estas obras é ostentar, eles já foram recompensados na Terra por outros homens que as elogiaram.

    Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu.

    — (Mateus, 6:1)

    Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita. Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á.

    — (Mateus, 6:2-4)

    Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto. Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.

    — (Mateus, 6:16-18)

    Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á. Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais.

    — (Mateus, 6:5-8)
    Durante o seu discurso sobre a oração, Jesus deu aos homens uma célebre oração, o Pai-Nosso [7], para ensiná-los como rezar correctamente.

    Pai Nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

    — (Mateus, 6:9-13)
    Jesus afirma também que se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará. Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará (Mt 6, 14-15).
    Também sobre a oração, Ele exorta por fim aos seus discípulos que deviam sempre ter confiança na oração e particularmente em Deus, porque vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem durante a oração.

    Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á. Quem dentre vós dará uma pedra a seu filho, se este lhe pedir pão? E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem.

    — (Mateus, 7:7-11)
    Materialismo e Providência divina
    Jesus, condenando indirectamente o materialismo, exorta os seus discípulos para não preocupar demasiado com os seus bens e as suas necessidades materiais, mas sim, preocupar-se mais e em primeiro lugar em guardar tesouros no céu, para preparar o acesso ao Reino de Deus. Sobre a riqueza, Jesus alerta os seus discípulos para o facto de ser impossível servir ao mesmo tempo a Deus e à riqueza. E, relativamente às necessidades materiais dos homens e às suas preocupações quotidianas, Jesus apela para a confiança na Providência divina, afirmando que vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso [8] e que o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado (Mt 6, 19-34).

    Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração.

    — (Mateus, 6:19-21)

    Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.

    — (Mateus, 6:24)

    Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.

    — (Mateus, 6:31-34)

    Ostentação, Pai-Nosso e perdão
    Jesus, a seguir à reinterpretação da Lei de Deus, começa a condenar a ostentação na prática de 3 obras fundamentais do Judaísmo, que são a esmola, o jejum e a oração. Ele não pretende condenar a observância fiel e honesta destas obras boas e o bom exemplo que estas acções produzem, mas somente o vão desejo de ostentar em frente de outras pessoas. Ele alerta para o facto de, se a finalidade das pessoas que praticam estas obras é ostentar, eles já foram recompensados na Terra por outros homens que as elogiaram.

    Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu.

    — (Mateus, 6:1)

    Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita. Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á.

    — (Mateus, 6:2-4)

    Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto. Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.

    — (Mateus, 6:16-18)

    Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á. Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais.

    — (Mateus, 6:5-8)
    Durante o seu discurso sobre a oração, Jesus deu aos homens uma célebre oração, o Pai-Nosso [7], para ensiná-los como rezar correctamente.

    Pai Nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

    — (Mateus, 6:9-13)
    Jesus afirma também que se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará. Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará (Mt 6, 14-15).
    Também sobre a oração, Ele exorta por fim aos seus discípulos que deviam sempre ter confiança na oração e particularmente em Deus, porque vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem durante a oração.

    Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á. Quem dentre vós dará uma pedra a seu filho, se este lhe pedir pão? E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem.

    — (Mateus, 7:7-11)
    Materialismo e Providência divina
    Jesus, condenando indirectamente o materialismo, exorta os seus discípulos para não preocupar demasiado com os seus bens e as suas necessidades materiais, mas sim, preocupar-se mais e em primeiro lugar em guardar tesouros no céu, para preparar o acesso ao Reino de Deus. Sobre a riqueza, Jesus alerta os seus discípulos para o facto de ser impossível servir ao mesmo tempo a Deus e à riqueza. E, relativamente às necessidades materiais dos homens e às suas preocupações quotidianas, Jesus apela para a confiança na Providência divina, afirmando que vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso [8] e que o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado (Mt 6, 19-34).

    Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração.

    — (Mateus, 6:19-21)

    Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.

    — (Mateus, 6:24)

    Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.

    — (Mateus, 6:31-34)

    Ostentação, Pai-Nosso e perdão
    Jesus, a seguir à reinterpretação da Lei de Deus, começa a condenar a ostentação na prática de 3 obras fundamentais do Judaísmo, que são a esmola, o jejum e a oração. Ele não pretende condenar a observância fiel e honesta destas obras boas e o bom exemplo que estas acções produzem, mas somente o vão desejo de ostentar em frente de outras pessoas. Ele alerta para o facto de, se a finalidade das pessoas que praticam estas obras é ostentar, eles já foram recompensados na Terra por outros homens que as elogiaram.

    Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu.

    — (Mateus, 6:1)

    Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita. Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á.

    — (Mateus, 6:2-4)

    Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto. Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.

    — (Mateus, 6:16-18)

    Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á. Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais.

    — (Mateus, 6:5-8)
    Durante o seu discurso sobre a oração, Jesus deu aos homens uma célebre oração, o Pai-Nosso [7], para ensiná-los como rezar correctamente.

    Pai Nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

    — (Mateus, 6:9-13)
    Jesus afirma também que se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará. Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará (Mt 6, 14-15).
    Também sobre a oração, Ele exorta por fim aos seus discípulos que deviam sempre ter confiança na oração e particularmente em Deus, porque vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem durante a oração.

    Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á. Quem dentre vós dará uma pedra a seu filho, se este lhe pedir pão? E, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem.

    — (Mateus, 7:7-11)
    Materialismo e Providência divina
    Jesus, condenando indirectamente o materialismo, exorta os seus discípulos para não preocupar demasiado com os seus bens e as suas necessidades materiais, mas sim, preocupar-se mais e em primeiro lugar em guardar tesouros no céu, para preparar o acesso ao Reino de Deus. Sobre a riqueza, Jesus alerta os seus discípulos para o facto de ser impossível servir ao mesmo tempo a Deus e à riqueza. E, relativamente às necessidades materiais dos homens e às suas preocupações quotidianas, Jesus apela para a confiança na Providência divina, afirmando que vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso [8] e que o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado (Mt 6, 19-34).

    Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração.

    — (Mateus, 6:19-21)

    Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.

    — (Mateus, 6:24)

    Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.

    — (Mateus, 6:31-34)

  182. Julgar os outros
    Neste sermão, Jesus condena também aqueles que julgam os outros, mas não sabem julgar-se a si próprio, não conseguindo reconhecer os seus próprios erros. E mais, ele alerta inclusivamente que nunca devíamos julgar os outros, para não sermos julgados, porque o único que tem capacidade e autoridade para julgar os homens é Deus.

    Não julgueis, e não sereis julgados [9]. Porque do mesmo modo que julgardes, sereis também vós julgados e, com a medida com que tiverdes medido, também vós sereis medidos. Por que olhas a palha que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu? Como ousas dizer a teu irmão: Deixa-me tirar a palha do teu olho, quando tens uma trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave de teu olho e assim verás para tirar a palha do olho do teu irmão.

    — (Mateus, 7:1-5)
    Regra de ouro

    Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles. Esta é a Lei e os Profetas.

    — (Mateus, 7:12)
    O verdadeiro discípulo e as suas dificuldades
    Jesus alerta para as dificuldades que os seus discípulos, que pretendem ser os verdadeiros filhos de Deus, irão encontrar no caminho estreito e apertado que conduz à vida eterna e ao Reino de Deus (o chamado caminho da vida).

    Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram.

    — (Mateus, 7:13-14)
    Jesus também alerta os homens para o facto de só reconhecerem que Ele é o Senhor não é suficiente para eles serem salvos e reconhecidos como os seus verdadeiros discípulos, mas sim, necessitando também de fazer verdadeiramente a vontade de Deus.

    Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos nós em vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres? E, no entanto, eu lhes direi: Nunca vos conheci. Retirai-vos de mim, operários maus!

    — (Mateus, 7:21-23)
    Os falsos profetas
    Jesus aconselhou os seus díscipulos a acautelarem dos falsos profetas, que, apesar de parecerem ovelhas, são na verdade uns lobos arrebatadores e maus que têm por finalidade desorientar as pessoas e levá-las à perdição.

    Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. Pelos seus frutos [10] os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinhos e figos dos abrolhos? Toda árvore boa dá bons frutos; toda árvore má dá maus frutos. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má, bons frutos. Toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada ao fogo. Pelos seus frutos os conhecereis.

    — (Mateus, 7:15-20)
    Edificar sobre a rocha
    Jesus, concluindo o seu sermão, exorta por fim aos seus díscipulos para, depois de escutar as suas palavras e ensinamentos, pô-los verdadeiramente em prática, para serem semelhantes a um homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha. A rocha é resistente a todas as tempestades, por isso, ela é uma excelente base ou fundamento para sustentar a casa, assemelhando-se à Palavra de Deus, que serve como fundamento e sustenta todas as pessoas que põe-na em prática, protegendo-as e ajudando-as a ultrapassar todos os obstáculos e dificuldades que elas poderão encontrar nas suas vidas.

    Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína.

    — (Mateus, 7:24-27)
    Fim narrativo
    No fim narrativo, o evangelista São Mateus descreve que a multidão que foi ouvir o sermão ficou impressionada com a sua doutrina, porque Jesus a ensinava como quem tinha autoridade e não como os escribas (Mt 7, 28-29).
    Interpretação segundo a Igreja Católica
    A Igreja Católica divide os ensinamentos deste sermão (e também doutros discursos de Jesus) em duas categorias: os preceitos ou ensinamentos gerais, que todos devem seguir para obter a salvação e a definitiva libertação (ou seja, atingir a santidade), e os conselhos específicos ou conselhos evangélicos. A obediência a estes últimos conselhos é necessário só para aqueles que querem ser perfeitos, tal como Deus Pai, que é também perfeito (Mt 5, 48). Mas, mesmo que não seja obrigatório, Jesus encoraja e exorta os seus discípulos a serem perfeitos, e não só salvos.
    Esta teoria foi iniciada por Santo Agostinho e desenvolvida na sua plenitude por São Tomás de Aquino, embora uma versão semelhante mas muito mais antiga foi já anunciada no famoso Didaquê, capítulo 6, versículo 2: Pois, se puderes portar todo o jugo do Senhor, serás perfeito; se não puderes, faze o que puderes para seres salvo (Did 6, 2).

  183. Notas
    1. ↑ A Lei e os Profetas são os ensinamentos do Antigo Testamento e, em sentido mais lato, todos os ensinamentos de Deus.
    2. ↑ As Bem-aventuranças encontram-se também, em versão sensivelmente diferente, no Evangelho de São Lucas, que afirma que Jesus proclamou as Bem-Aventuranças na margem de um lago
    3. ↑ Calcado significa mais ou menos pisado.
    4. ↑ antes que desapareça um jota, um traço da lei: isto significa que Jesus respeitará a Lei de Deus na sua integridade, sem tirar nada.
    5. ↑ Ou união ilegal
    6. ↑ Ou casar com
    7. ↑ O Pai-Nosso encontra-se também, embora num contexto diferente, no Evangelho de São Lucas
    8. ↑ de tudo isso: dos bens materiais (ex: comida, vestuário, habitação, etc.)
    9. ↑ Ou ainda Não julgueis, para não serdes julgados.
    10. ↑ Os frutos são os comportamentos das pessoas.
    Referências
    • Bíblia Ave Maria
    • Novo Testamento da Difusora Bíblica (Franciscanos Capuchinhos), edição de 2001.
    • Catecismo da Igreja Católica

    Ligações externas
    • O Sermão da Montanha na Bíblia
    • O Sermão da montanha Bíblia online
    Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Serm%C3%A3o_da_Montanha”
    Categorias: Evangelhos | Doutrina Católica
    Cristo
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    Dez Mandamentos
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    Nota: Para outros significados de Dez Mandamentos, ver Dez Mandamentos (desambiguação)

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  184. Moisés com as Tábuas da Lei, por Rembrandt
    Os Dez Mandamentos ou o Decálogo é o nome dado ao conjunto de leis que segundo a Bíblia, teriam sido originalmente escritos por Deus em tábuas de pedra e entregues ao profeta Moisés (as Tábuas da Lei). As tábuas de pedra originais foram quebradas, de modo que, segundo Êxodo 34:1, Deus teve de escrever outras. Encontramos primeiramente os Dez Mandamentos em Êxodo 20:2-17. É repetido novamente em Deuteronômio 5:6-21, usando palavras similares.
    Decálogo significa dez palavras (Ex 34,28). Estas palavras resumem a Lei, dada por Deus ao povo de Israel, no contexto da Aliança, por meio de Moisés. Este, ao apresentar os mandamentos do amor a Deus (os quatro primeiros) e ao próximo (os outros seis), traça, para o povo eleito e para cada um em particular, o caminho duma vida liberta da escravidão do pecado.
    De acordo com o livro bíblico de Êxodo, Moisés conduziu os israelitas que haviam sido escravizados no Egito, atravessando o Mar Vermelho dirigindo-se ao Monte Horeb, na Península do Sinai. No sopé do Monte Sinai, Moisés ao receber as duas “Tábuas da Lei” contendo os Dez Mandamentos de Deus, estabeleceu solenemente um Pacto (ou Aliança) entre YHWH(ou JHVH) e povo de Israel.
    Índice
    • 1 Os dez mandamentos
    o 1.1 Análise do texto bíblico
    o 1.2 Torá
    o 1.3 Divisão dos mandamentos
    o 1.4 Cristianismo
    • 2 Amor a DEUS (primeira tábua)
    • 3 Amor ao próximo (segunda tábua)
    • 4 Versão católica
    • 5 Tabela Comparativa
    • 6 Ligações externas

    Os dez mandamentos
    Análise do texto bíblico
    1. Eu sou YHWH, teu Deus [Elo.hím], que te fiz sair da terra do Egipto, da casa dos escravos. Não terás outros deuses em desafio a Mim [o Deus de Abraão].
    2. Não farás imagem esculpida [em hebraico péshel], referindo-se a ídolos, nem semelhança alguma do que há em cima nos ceús, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não adora-las-á, nem prestar-lhes-á culto, por que eu, YHWH, teu Deus, sou Deus zeloso ["Deus que exige devoção exclusiva" ou "Deus ciumento"; em hebraico El qan.ná e em grego Theós zelotes], e que puno o erro dos pais nos filhos até sobre a terceira geração e sobre a quarta geração dos que me odeiam, mas que uso de benevolência para com até a milésima geração dos que me amam e que guardam os meus mandamentos.
    3. Não tomarás o nome de YHWH, teu Deus, em vão [ou "dum modo fútil", blasfêmia], pois YHWH não considerá impune aquele que tomar seu nome em vão.
    4. Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o Sábado [em hebraico, shab.báth] de YHWH, teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez YHWH o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso YHWH abençoou o dia do Sábado, e o santificou.
    5. Honra a teu pai e a tua mãe, a fim de que os teus dias se prolonguem sobre o solo que YHWH, teu Deus, te dá.
    6. Não assassinarás [ou cometer homicídio, em hebraico lo tir cá.vit].
    7. Não cometerás adultério [em hebraico lo tin.àf].
    8. Não furtarás.
    9. Não levantarás falso testemunho contra teu próximo.
    10. Não cobiçarás [em hebraico, lo thahh.módh] a casa do teu próximo, nem a mulher do teu próximo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu touro, nem seu jumento, nem qualquer coisa que pertença ao teu próximo..
    Torá
    Os Dez Mandamentos foram entregues no Monte Sinai ao povo hebreu, por Deus, através de Moisés, separadamente do restante da Torá (ensinamentos). De acordo com a Bíblia, os Mandamentos escritos nas duas tábuas da Lei, foram escritas pelo dedo do próprio Deus sendo que os demais foram ditados e escritos em pergaminhos por Moisés e ambos falados diretamente ao povo. Em hebraico (língua original dos Mandamentos), o número de letras dos Dez Mandamentos é equivalente a 613, o número total dos mandamentos da Torá.
    Divisão dos mandamentos
    Os versículos 2 a 17 são a divisão natural dos Dez Mandamentos. Flávio Josefo separa o versículo 3 como o primeiro Mandamento, os versículos 4 a 6 como o segundo mandamento, o versículo 7 é o terceiro mandamento, os versículos 8 a 11 são o quarto mandamento (o mais longo), e os versículos 12 a 17 são o quinto ao décimo mandamento (um versículo para cada mandamento) (Antigüidades Judaicas, Vol. 3, Cap. 5 §5). Outros inclusive Agostinho consideravam os versículos 3 a 6 como 1 só mandamento, mas dividiam o versículo 17 em dois mandamentos, o nono contra cobiça da casa do próximo e o décimo contra cobiçar as coisas suas. A divisão de Agostinho foi adotada pela Igreja Católica Romana.
    Cristianismo
    Os cristãos reconhecem no Decálogo uma importância e um significado basilares. Algumas igrejas ordenam a sua completa observância. Outros enfatizam a importância de seguir seus princípios, acreditando que Cristo tivesse resumido todos os mandamentos no amor a Deus e ao próximo.
    Jesus interpreta a Lei do Amor da seguinte maneira: “Amarás a YHWH teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente e a teu próximo como a ti mesmo” Assim, Cristo dividiu a Lei conforme suas tábuas em o Amor a Deus na primeira tábua e o Amor ao próximo na segunda tábua. Estas palavras resumem a Lei, dada por Deus ao povo de Israel, no contexto da Aliança, por meio de Moisés. Você ama a Deus não transgredindo estes quatro primeiros Mandamentos, e ama o semelhante não transgredindo do 5 ao 10 Mandamento.
    Amor a DEUS (primeira tábua)
    • Não tendo outro deus diante Dele (primeiro mandamento no Êxodo 20)
    • Não fazer imagens de ídolos, não se prostrando diante deles e nem os cultuando. (segundo mandamento no Êxodo 20)
    • Não pronunciando o Seu Nome em vão (terceiro mandamento no Êxodo 20)
    • Não esquecer de santificar o dia de Sábado e, consagrar o dia de Sábado para honra do Senhor: “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do Sábado, e o santificou.” (quarto mandamento no Êxodo 20)
    “Amar a Deus sobre todas as coisas” é o maior e o primeiro dos mandamentos (Na Lei de Deus do 1 ao 4 mandamento). E o segundo é semelhante ao primeiro: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Na Lei de Deus do 5 ao 10 mandamento). Destes dois mandamentos (primeira e segunda tábuas) depende toda a Lei e os Profetas» (Mateus 22: 40).
    Amor ao próximo (segunda tábua)
    • Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que YHWH, teu Deus, te dá (quinto mandamento no Êxodo 20)
    • Não matarás (sexto mandamento no Êxodo 20)
    • Não adulterarás (sétimo mandamento no Êxodo 20)
    • Não furtarás (oitavo mandamento no Êxodo 20)
    • Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. (nono mandamento no Êxodo 20)
    • Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. (décimo mandamento no Êxodo 20)
    Versão católica
    No catecismo católico consta:
    1. Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas.
    2. Não invocar o Seu santo nome em vão.
    3. Guardar os domingos e festas.
    4. Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
    5. Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).
    6. Não pecar contra a castidade (em palavras ou em obras).
    7. Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
    8. Não levantar falsos testemunhos (nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo)
    9. Não desejar a mulher do próximo.
    10. Não cobiçar as coisas alheias.
    Tabela Comparativa
    A passagem dos mandamentos no Êxodo contém mais que dez afirmações, totalizando 14 ou 15 no total. Enquanto a própria Bíblia assina a contagem de “10”, usando a frase hebraica aseret had’varim— traduzida com as 10 palavras, afirmações ou coisas, essa frase não aparece nas passagens usualmente apresentadas como sendo “os Dez Mandamentos”.[1] Várias religiões dividem os mandamentos de modo diferente. A tabela abaixo aponta essas diferenças.

  185. Divisão dos Dez Mandamentos por religião/denominação

  186. Mandamento
    Judáico
    Anglicano, Presbiteriano, e Outras Cristãs
    Ortodoxa
    Católico-Romano, Luterano

    Eu sou o SENHOR, o teu Deus
    1-Prefácio

    Não terás outros deuses além de mim-1

    Não farás para ti nenhum ídolo 2 2
    Não tomarás em vão o nome do SENHOR, o teu Deus 3 3 3 2
    Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo 4 4 4 3
    Honra teu pai e tua mãe 5 5 5 4
    Não matarás 6 6 6 5
    Não adulterarás 7 7 7 6
    Não furtarás** 8 8 8 7
    Não darás falso testemunho contra o teu próximo 9 9 9 8
    Não cobiçarás (a mulher do teu próximo) 10 10 10 9
    Não cobiçarás (a casa do teu próximo) 10
    Notas:

    * Algumas igrejas luteranas usam uma divisão levemente diferente entre o Nono e o Décimo Mandamentos (9. Não cobiçarás a casa do teu próximo; 10. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem seus servos ou servas, nem seu boi ou jumento, nem coisa alguma que lhe pertença.[2]

    ** O Judaismo afirma que essa é uma referência ao seqüestro, enquanto para o Cristianismo Levítico 19:11 é a referência bíblica ao furto de propriedade. Esse entendimento se baseia nas Hermenéuticas Talmudicas conhecidas por דבר הלמד מעניינו/davar ha-lamed me-inyano, (literalmente: Algo provado pelo contexto), pelo qual isso deve referir-se a uma ofensa capital, sendo que os dois mandamentos anteriores se referem a ofensas capitais.[3]

    Ligações externas
    • Os Dez Mandamentos da Lei de Deus – Compêndio da Igreja Católica
    • Os Dez Mandamentos Bíblicos

    Categorias: Antigo Testamento | Torá

    Ícone de Cristo na antiga igreja de Santa Sofia, Istambul (Século XII)
    Cristo é o nome título dado pelos cristãos a Jesus de Nazaré. A palavra “Cristo” (em grego Χριστός (Christós), ou seja, “Ungido”) é uma tradução literal de Messias (mashiach). Este artigo explora as diferentes concepções da figura do Cristo ao longo da história do cristianismo (Cristologia).
    Índice
    • 1 Perspectivas segundo o Cristianismo
    o 1.1 O cumprimento das antigas profecias
    o 1.2 Ascendência de Jesus
    • 2 Perspectivas segundo o Cristianismo esotérico
    • 3 Perspectivas segundo a Doutrina Espírita
    • 4 Perspectivas segundo o Gnosticismo
    • 5 Perspectivas segundo o Islamismo
    • 6 Perspectivas segundo o Judaísmo
    • 7 Perspectivas segundo as religiões orientais
    • 8 Perspectivas segundo as tradições esotéricas
    • 9 Perspectivas segundo a filosofia Eubiótica
    • 10 Literatura de referência
    • 11 Ver também
    • 12 Ligações externas

    Perspectivas segundo o Cristianismo
    Então, o Filho de Deus se manifestou em carne, e aniquilou o pecado pelo sacrifício de si mesmo na cruz, pela vontade de seu Pai. Assim como as leis do Antigo Testamento foram instituídas no tempo de Moisés, um novo testamento foi assim instituído:
    “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16:16)
    Segundo os Evangelhos, no terceiro dia após sua morte (que ocorreu numa Sexta-feira, portanto seria o Domingo), ele ressuscitou, e subiu aos céus quarenta dias após a sua ressureição. (Atos 1:3)
    “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.” (Hebreus 9:27-28)
    O propósito de sua vinda até hoje ainda não foi entendido por muitos.
    “Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.” (I Tessalonicenses 4:14)

    O cumprimento das antigas profecias
    Cristianismo

    História do Cristianismo
    Teologia cristã
    Santíssima Trindade[Esconder]

    Deus, o pai

    Jesus, o filho

    Espírito Santo

    A Bíblia
    Igrejas Cristãs[Esconder]

    Igreja Católica

    Igreja Ortodoxa

    Igreja Anglicana

    Igreja Protestante

    Catolicismo
    Denominações cristãs
    Culto cristão
    Portal do Cristianismo

    Segundo o Cristianismo, para podermos descobrir quem seria esse Messias enviado por Deus (e por isso, teria o nome profético de Emanuel que significa “Deus Conosco” ou “Conosco está Deus”), Ele anunciou através de seus profetas diversos sinais para reconhecermos o seu escolhido:
    • Nasceria em Belém de Judá (Miquéias 5:2)
    • de uma virgem (gr. phanteros) (Isaías 7:14)
    • por intermédio de Deus (Salmos 2:7)
    • descendente de Jacó (Números 24:17)
    • da tribo de Judá (Gênesis 49:10)
    • iria para o Egito (Oséias 11:1)
    • surgiria da Galiléia (Isaías 9:1)
    • faria profecias (Deuteronômio 18:18)
    • o Espírito de Deus iria repousar sobre Ele (Isaías 11:2)
    • seria anunciado antes por um mensageiro do deserto (Malaquias 3:1)
    • abriria os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos (Isaías 35:5)
    • curaria os coxos e os mudos (Isaías 35:6)
    • falaria em parábolas (Salmos 78:2)
    • mesmo sendo pobre, seria aclamado rei, em um jumento (Zacarias 9:9)
    • seria rejeitado (Salmos 118:22)
    • traído por um amigo (Salmos 41:9)
    • por trinta moedas de prata (Zacarias 11:12)
    • moedas essas que seriam dadas a um oleiro (Zacarias 11:13)
    • seria ferido, e depois abandonado por seus discípulos (Zacarias 13:7)
    • seria acusado injustamente (Salmos 35:11)
    • seria ferido pelas nossas transgressões (Isaías 53:5)
    • não responderia aos seus acusadores (Isaías 53:7)
    • seria cuspido e esbofeteado (Isaías 50:6)
    • seria zombado depois de preso (Salmos 22:7,8)
    • teria os pés e mãos transpassados (Salmos 22:16)
    • na terra dos seus amigos (Zacarias 13:6)
    • junto com transgressores (Isaías 53:12)
    • oraria pelos seus inimigos (Salmos 109:4)
    • seria rejeitado e ferido por nossas iniquidades (Isaías 53:3-5)
    • lançariam sortes para repartir as suas vestes (Salmos 22:18)
    • o fariam beber vinagre (Salmos 69:21)
    • clamaria a Deus no seu desamparo (Salmos 22:1)
    • entregaria seu espírito a Deus (Salmos 31:5)
    • não teria os ossos quebrados (Salmos 34:20)
    • a Terra se escureceria, mesmo sendo dia claro (Amós 8:9,10)
    • um rico o sepultaria (Isaías 53:9)
    • assim como Jonas ficou três dias dentro do grande peixe (Jonas 1:17; Mat.16:21; Lucas 11:30)
    • Ele ressuscitaria (Salmos 30:3)
    • no terceiro dia (Oséias 6:2)
    • subindo também aos céus (Salm. 68:18; Atos 1:11)
    • e sendo recebido pelo seu Pai, à sua direita (Salm. 110:1; Atos 7:55)
    Então, há aproximadamente 2.000 anos atrás, cumprindo todas essas profecias a respeito de sua vinda, Jesus Cristo, o Messias prometido e enviado por Deus, celebrou sua última Páscoa judaica, pedindo para seus seguidores que a partir daquele dia comessem o pão e tomassem o cálice de vinho em sua memória, pois Ele entregaria o seu corpo e o seu sangue no lugar dos pecadores.
    Ascendência de Jesus
    Marcos e Mateus apresentam diferentes ascendências para Jesus. Cada evangelista expõe a genealogia de uma forma diferente, Lucas por exemplo nos mostra a genealogia partindo de Maria, representada por José até Adão. Na tradição judaica quando um homem se casava com uma mulher, era considerado filho dos sogros.[carece de fontes?]
    Segundo Marcos
    Jesus era filho de José, que era filho de Jacob, que era filho de Matan, que era filho de Eleazar, que era filho de Eliud, que era filho de Aquim, que era filho de Sadoc, que era filho de Azor, que era filho de Eliaquim, que era filho de Abiud, que era filho de Zorobabel, que era filho de Salatiel, que era filho de Jeconias, que era filho de de Josias, que era filho de Amon, que era filho de Manasses, que era filho de Ezequias, que era filho de Acaz, que era filho de Joatão, que era filho de Ozias, que era filho de Joroão, que era filho de Josafat, que era filho de Asa, que era filho de Abia, que era filho de Roboão, que era filho de Salomão, que era filho de David.
    Segundo Mateus e Lucas
    Jesus era filho de José, que era filho de Eli, que era filho de Matat, que era filho de Levi, que era filho de Melqui, que era filho de Joana, que era filho de José, que era filho de Matatias, que era filho de Amós, que era filho de Naúm, que era filho de Essi, que era filho de Nagai, que era filho de Maath, que era filho de Matatias, que era filho de Semei, que era filho de José, que era filho de Judá, que era filho de Joana, que era filho de Resa, que era filho de Zorobabel, que era filho de Salatiel, que era filho de Neri, que era filho de Melqui, que era filho de Adi, que era filho de Cuzan, que era filho de Elmudan, que era filho de Er, que era filho de José, que era filho de Eliezer, que era filho de Jurim, que era filho de Matat, que era filho de Levi, que era filho de Simeon, que era filho de Judá, que era filho de José, que era filho de Jonan, que era filho de Eliaquim, que era filho de Melea, que era filho de Mainan, que era filho de Matata, que era filho de Natan, que era filho de David. No evangelho de Lucas a genealogia segue-se até Adão.

  187. Perspectivas segundo o Cristianismo esotérico
    Na tradição ocidental esotérica [1], Essénia e mais tarde Rosacruciana, é realizada a distinção entre Jesus e o Cristo [2]. Jesus é considerado um elevado Iniciado da onda de vida humana (que evolui através do ciclo de renascimentos) e que possuía um tipo de mente singularmente puro, vastamente superior à grande maioria da humanidade actual. Ele foi instruído durante a juventude pelos Essénios para a mais elevada honra concedida a um ser humano: preparar o seu corpo físico e o corpo vital (ou etérico) puros, sem paixão, e altamente desenvolvidos (já sintonizados com as elevadas vibrações do ‘espírito de vida’) para os ceder, no momento do Baptismo, ao Cristo para o Seu ministério no plano ou mundo físico. Cristo é considerado o mais elevado Ser espiritual da onda de vida que se designa por Arcanjos e completou a sua união (“o Filho”) com o segundo aspecto de Deus (os três aspectos de Deus, segundo o Cristianismo esotérico, são: Vontade, Sabedoria e Actividade).
    Nesta tradição, é feita a distinção clara entre o Cristo Cósmico ou exterior e o Cristo Interno, sendo que o Cristo Cósmico auxilia cada indivíduo na formação do Cristo Interno (também designado por corpo-alma, tradução correcta da expressão “soma psuchicon” de Paulo de Tarso, ou o Dourado Manto Nupcial (Mateus 22:2,11)); contudo frisa-se que a formação do Cristo Interno é um trabalho da responsabilidade de cada indivíduo. O Cristo Interno é considerado o verdadeiro Salvador que necessita de nascer no interior de cada indivíduo para que o mesmo possa progredir para a futura Sexta Época na região etérica da Terra, isto é, na Nova Galileia: “uns novos céus, e uma nova terra”. De acordo com a presente tradição [3], o Segundo Advento do Cristo não é realizado no corpo físico mas sim no novo corpo-alma de cada indivíduo na região etérica [4] do planeta (“seremos arrebatados juntamente com eles sobre as nuvens, para irmos ao encontro do Senhor nos ares” (I Tessalonicenses 4:17)), e o Dia de consumação deste evento, conforme descrito na Bíblia, não é do conhecimento do homem. A tradição esotérica Cristã ensina que virá primeiro um periodo preparatório conforme o Sol entre por precessão em Aquarius: a Era de Aquarius que se irá iniciar.
    Perspectivas segundo a Doutrina Espírita

  188. Segundo a obra “Livro dos Espíritos”, Jesus é um modelo moral para os seres humanos (encarados como sendo espíritos encarnados), um exemplo de conduta a ser seguido na busca pelo auto-aperfeiçoamento a que todos estariam destinados. Igualmente, é um modelo moral para todos os espíritos desencarnados (todos os espíritos que habitam o Mundo Espiritual) que prosseguem na busca da perfeição moral e da pureza.
    Muitos espíritas (ou espiritistas) atribuem ainda a Jesus caracteres cosmológicos, considerando-o como “Governador Espiritual da Terra” e atribuindo-lhe responsabilidade moral, espiritual e administrativa sobre todo o planeta, a partir da literatura desenvolvida pelo médium brasileiro, Chico Xavier. Este está subordinado a Deus.
    Outros ainda, embasados nos escritos compilados pelo advogado francês Jean-Baptiste Roustaing, possuem uma visão extremamente assemelhada àquela preconizada pelo Docetismo sobre Jesus, sustentando que ele teria tido somente um corpo fluídico e não carnal. Conforme narra Allan Kardec, em sua Revista Espírita, “o livro do Sr. Roustaing não se afasta dos princípios de ‘O Livro dos Espíritos’ e de ‘O Livro dos Médiuns'”. Noutro momento, em obra intitulada “Catálogo Racional das Obras para se fundar uma Biblioteca Espírita”, o Codificador inclui a obra do advagdo francês entre as da seção “Obras diversas sobre o Espiritismo ou complementares da Doutrina”, onde se encontram, além desta, as de Léon Denis, Gabriel Delanne e Camille Flammarion.
    Perspectivas segundo o Gnosticismo
    Os gnósticos sustentam o mesmo ponto de vista do nestorianismo: Cristo e Jesus seriam seres distintos. Jesus seria um alto iniciado que pertence à humanidade atual. Cristo, contudo, seria um iniciado de uma outra onda de vida anterior à nossa, que são os atuais arcanjos. Como Cristo nunca teve a experiência de construir um corpo físico, foi outorgada a Jesus – que teve encarnações anteriores – a missão de preparar um corpo físico que seria usado por Cristo no momento do batismo.
    Para os gnósticos, a função de Jeová (identificado como o Espírito Santo, e não como o Deus Pai) foi a de um espírito de raça, que separou os homens em raças e tribos para que tomassem a consciência do indivíduo. Cristo teria vindo à Terra quando a função de Jeová já estava completa, e aí teria início a formação de uma fraternidade universal. Quando a missão de Cristo tiver sido concluída, será entregue a Deus a tarefa de ser o guia da humanidade. Veja também Tetragrama YHVH.
    Perspectivas segundo o Islamismo
    Para os muçulmanos, Jesus Cristo foi um profeta da mesma linhagem de Maomé, devendo, portanto, ser respeitado e reverenciado. Contudo, ao contrário do que é comumente aceito, os muçulmanos advogam o ponto de vista que Jesus Cristo não foi crucificado; Judas teria sido transformado em sósia de Jesus e crucificado no lugar dele, como punição pela traição.
    Perspectivas segundo o Judaísmo
    Muitas vertentes do Judaísmo consideram que Cristo tenha sido um profeta, tal como Jeremias, Ezequiel, entre outros. Entretanto, para a maioria dos judeus, Cristo foi apenas um falso messias, uma vez que, para eles, várias outras profecias a respeito de quem seria o Messias judaico não foram levadas em consideração, entre eles a de que o Messias formaria uma fraternidade universal.
    Perspectivas segundo as religiões orientais
    Muitas religiões orientais também consideram Jesus Cristo um ser iluminado enviado à terra para trazer mensagens de paz e fraternidade, assim como vários outros, como por exemplo Buda e Krishna.
    Perspectivas segundo as tradições esotéricas
    Algumas correntes ocultistas consideram que Cristo não é um indivíduo mas um cargo ou função da Hierarquia Espiritual. Maitreya tem sido o Cristo nos últimos 2.600 anos e ainda seguirá nessa função durante toda a Era de Aquário. Na Palestina, há cerca de 2.000 anos, Maitreya trabalhou através de seu então discípulo Jesus. Desde o batismo de Jesus no rio Jordão até sua crucificação, a consciência de Maitreya se fez presente com o pleno consentimento e cooperação de Jesus. Esse processo consciente, usado entre os mestres e seus discípulos, foi descrito pela ocultista Helena Blavatsky. Dessa forma, Maitreya pode assim mostrar ao mundo a grande força espiritual a que chamamos Amor. Em 1948, o iminente reaparecimento de Maitreya foi revelado no livro da médium Alice Bailey, A Reaparição do Cristo.
    Perspectivas segundo a filosofia Eubiótica

  189. Quanto ao termo Cristo, procede do grego Chrestus (ou Krestus, que tem o significado de Ungido, Sábio, Iluminado etc. Quem atinge este estado, não necessita mais do que uma encarnação apra se tornar um Buddha (ou Buda). Pelo que se vê , tanto Buda como Cristo não são nomes individuais, como julga a maioria, e sim dignidades ou graus a que podem chegar – tanto no Oriente como no Ocidente – aqueles que se sujeitarem a uma Iniciação integral, capaz de lhes afirmar uma autoridade espiritual muito superior à dos homens vulgares. Daí faz-se sempre questão de dizer: Gautama, o Buda; Jesus, o Cristo, na razão das iniciações oriental e ocidental.
    O Chestus de todas essas lutas terrenas, prévias e indispensáveis para ser alcançada a Perfeição absoluta, ao chegar ao fim do Caminho (o da Evolução) recebe o nome de Christos, termo que, como diz a incomparável Helena Petrovna Blavatsky, no seu Glossário Teosófico, “foi empregado no século V (a.C.) por Ésquilo, Heródoto e outros. Os manteumata pythocresta,”oráculos transmitidos por um deus Pítio”, através de uma pitonisa, são mencionados pelo primeiro (Ésquilo, cap. 901); e pythocrestus é derivado de crao. Chresterion não é apenas “o testemunho de um oráculo”, mas também, um oferecimento ao oráculo. Chrestes é aquele que explica os oráculos, um “profeta e adivinho”. E Chresterios, aquele que serve a um oráculo ou a um deus. O primeiro escritor cristão, Justino Mártir, em sua primeira Apologia, chama a seus correligionários de chrestians. ” O fato de os homens se chamarem a si mesmos cristãos, é a maior das ignorâncias”, diz Lactâncio (livro IV, cap. VII).
    Os termos Cristo, Cristãos, escritos originalmente, Chrest, Chrestians, foram extraídos do vocabulário dos templos pagãos . Nele Chrestos significa “discípulo posto à prova” (donde, as “provas” iniciáticas da antiga Maçonaria e de outras Ordens secretas), candidato que aspirava à dignidade de hierofante, e que, depois de haver alcançado esse grau por meio da iniciação, através de duras provas e sofrimentos, depois de ser ungido, transformava-se em Christos, ” o Purificado, o Ungido, o Iluminado”, em linguagem esotérica. Realmente, em simbologia mística, Cristes ou Christos, significava “que o caminho, a Vereda, havia sido percorrida, e a meta alcançada”; que os frutos do trabalho penoso para unir a Personalidade de barro, passageira (ou o “pote de algila” bíblico), com a indestrutível Individualidade, a transformava, no Ego Imortal. No fim do Caminho, de fato, se encontra o Christes, o Purificador. Uma vez levada a cabo essa união, o Chrestes, “o Homem da Dor”, converte-se ao mesmo Christos. Paulo, o Iniciado ( que também poderia ser chamado de Buda ou Cristo…), conhecia todas essas coisas, como prova quando diz, em linguagem velada e de tão má interpretação pelos que nada entendem do assunto: “Padeço de dores de parto até que seja formado o Cristo em vós” (Gálatas, IV, 19), cujo verdadeiro significado é: até que tenhais formado o Cristo dentro de vós.
    Referência: Livro: Ocultismo e Eubiose, Laurentus, Ed. Aquarius 1983
    Literatura de referência
    1. ^ Rodrigues, Francisco Marques (obra póstuma), Estudos Bíblicos – Ensinamentos da Tradição Esotérica Cristã (Vol. I), ISBN 972-9381-13-5, Portugal, 2005
    2. ^ Max Heindel, Conceito Rosacruz do Cosmos (Parte III, Cap. XV: Cristo e Sua Missão), Novembro 1909
    3. ^ Heindel, Max, Como Conheceremos Cristo Quando Ele Voltar?, Maio 1913 (relatório taquigrafado de uma palestra)

  190. 3. ^ Heindel, Max, Como Conheceremos Cristo Quando Ele Voltar?, Maio 1913 (relatório taquigrafado de uma palestra)
    Ver também

    Uma coleção de citações de ou sobre: Cristo.
    • Jesus
    • Jesus histórico
    • A Natureza de Jesus Cristo
    • Cristianismo
    • Cristianismo esotérico
    • Messias
    Ligações externas
    • Bíblia Católica Online» Bíblia em diversos idiomas, entre eles o português (Bíblia Ave Maria), o grego (Septuaginta + NT) e o latim (Vulgata Latina e Neo Vulgata Latina).
    • A Bíblia Sagrada Bíblia fiel ao antigo Texto Tradicional (TT), adotado pelos reformistas a partir do século XVI, após a Reforma Protestante: o texto Massorético para o Velho Testamento, e o texto Bizantino (Textus Receptus, ou TR) para o Novo Testamento.
    Tetragrama YHVH
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    (Redirecionado de YHWH)
    O Tetragrama YHVH (יהוה), refere-se ao nome do Deus de Israel em forma escrita já transliterada e, pois, latinizada, como de uso corrente na maioria das culturas atuais.
    Originariamente, em aramaico e hebraico, era escrito e lido horizontalmente, da direita para esquerda יהוה; ou seja, HVHY. Formado por quatro consoantes hebraicas — Yud י Hêi ה Vav ו Hêi ה ou יהוה, o Tetragrama YHVH tem sido latinizado para JHVH já por muitos séculos.

  191. As letras da direita para esquerda segundo o alfabeto hebraico são:
    Hebraico Pronúncia Letra
    י Yodh ou Yud “Y”
    ה He ou Hêi “H”
    ו Waw ou Vav “V”
    ה He ou Hêi “H”
    O Tetragrama aparece mais de 6.800 vezes — sozinho ou em conjunção com outro “nome” — no texto hebraico do Antigo Testamento, a indicar, pois, tratar-se de nome muito conhecido e que dispensava a presença de sinais vocálicos auxiliares (as vogais intercalares).
    Os nomes YaHVeH (vertido em português para Javé), ou YeHoVaH (vertido em português para Jeová), são transliterações possíveis nas línguas portuguesas e espanholas , mas alguns eruditos preferem o uso mais primitivo do nome das quatro consoantes YHVH, já outros eruditos favorecem o nome Javé (Yahvéh ou JaHWeH). Ainda alguns destes estudiosos concordam que a pronúncia Jeová (YeHoVaH ou JeHoVáH), seja correcta, sendo esta última, a pronúncia mais popular do Nome de Deus em vários idiomas.

    (Letras Hebraicas י (yod) ה (heh) ו (vav) ה (heh), ou Tetragrama YHVH
    Índice
    • 1 Na Bíblia Hebraica e Septuaginta Grega
    • 2 Outros conceitos sobre Deus YHWH
    • 3 Temerosos em Transgredir a Lei de Deus
    • 4 A origem da superstição
    • 5 A pronúncia do Tetragrama YHWH
    • 6 Frequência nos escritos originais
    • 7 Uso Moderno
    • 8 Outros usos de YHWH
    o 8.1 Na Cabala judaica
    o 8.2 “Jeová” ou “Javé”?
    o 8.3 Transcrição em diferentes Idiomas
    • 9 Veja também
    • 10 Referências
    • 11 Ligações externas

    Na Bíblia Hebraica e Septuaginta Grega

  192. YHWH grafado em páleo-hebraico, em fragmento da Septuaginta Grega ainda usada no 1.º Século d.C.
    A antiguidade e legitimidade do Tetragrama como O Nome de Deus para os judeus pode ser comprovada na conceituada tradução para o grego da Bíblia Hebraica, chamada Septuaginta Grega, onde o Tetragrama aparece escrito em hebraico arcaico ou páleo-hebraico. Foram encontrados em fragmentos de cópias primitivas da LXX (Papiro LXX Lev. b, Caverna n.º 4 de Qumran, datado como sendo do 1.º Século a.C.) onde o Tetragrama YHWH’ é representado em letras gregas (Levítico 3:12; 4:27).
    Estudos revelam que apenas em cópias posteriores da Septuaginta Grega, datadas do final do 1.º Século d.C. em diante, os copistas começaram a substituir o Tetragrama YHWH por Kýrios, que significa SENHOR (em letras maiúsculas) e por Theós, que significa Deus. Foi devido a isto, a razão de YHWH ter desaparecido graficamente do texto do Novo Testamento em algumas traduções bíblicas.
    Outros conceitos sobre Deus YHWH
    Outros estudiosos encaram YHWH como um deus da natureza adorado no Sul de Canaã e pelos nómades dos desertos circundantes, intimamente ligado ao Monte Horebe, na Península do Sinai. Segundo o livro bíblico de Génesis, foi o Deus YHWH que se revelou ao semita Abrão (depois chamado de Abraão) em Ur, na Baixa Mesopotâmia. Historicamente, surge aqui o princípio do monoteísmo hebraico no interior de uma sociedade fortemente politeísta.
    O Deus YHWH é deste modo identificado como a Divindade que causou o Dilúvio Bíblico. É o Deus de Adão, de Abel, de Enoque e de Noé. É o Criador do Universo e de todas as formas de vida na Terra. É também chamado por Adonaí (Soberano Senhor), Elohím (Deus, e não deuses, visto que trata-se de plural majestático), Ha Adhóhn (o [Verdadeiro] Senhor), Elyóln (Deus Altíssimo) e El-Shadai (Deus Todo-poderoso).
    Assim, o Deus YHWH se assume como um deus familiar, o “Deus de Abraão, de Isaque e Jacó”, protector da linhagem do “descendente” [ou "semente"] de Abraão. De seguida, torna-se no Deus das 12 tribos de Israel. É o Deus Libertador do povo de Israel da escravidão no Egipto e quem o faz conquistar a terra de Canaã. Para tal, revela-se a Moisés, a quem entrega seus Dez Mandamentos no monte Sinai. Para sua adoração e cumprimento de sua Lei, são constituídos sacerdotes os da tribo de Levi, ou Levitas, sob a liderança do Sumo Sacerdote, da linhagem de Aarão.
    Com o estabelecimento da Monarquia do Antigo Israel, e mesmo após a divisão do Reino, emerge o papel dos profetas do Antigo Testamento como porta-vozes especiais do Deus YHWH. Tornam-se desse modo figuras-chave na vida religiosa, com uma autoridade única. Também consolidam a ideia da vinda do Messias como o “Ungido” de YHWH, descendente da Tribo de Judá e da Casa Real de David.
    Temerosos em Transgredir a Lei de Deus

  193. O Tetragrama YHWH no alfabeto fenício, aramaico e hebraico moderno.
    O Tetragrama que aparece milhares de vezes nas escrituras sagradas era um nome muito conhecido na época de Jesus Cristo, contudo com a passar do tempo o significado fonético se perdeu. Para alguns estudiosos da literatura judaica, esse que deveria ser o nome de Deus era impronunciável, e segundo a explicação cientifica dos judeus, passaram a não pronunciar o nome do Deus Todo Poderoso, porque sentiam-se temerosos em transgredir o terceiro mandamento de Deus no Decálogo.
    Não tomarás o nome de YHVH, teu Deus, em vão [ou "dum modo fútil", blasfêmia], pois YHVH não considerá impune aquele que tomar seu nome em vão.
    Assim, em determinado período, surgiu entre os judeus uma idéia supersticiosa, de que era errado até mesmo pronunciar o Tetragrama YHWH. Não se sabe exatamente em que se baseou a descontinuidade do uso deste nome. Alguns sustentam que o nome era considerado sagrado demais para ser proferido por lábios imperfeitos. Mas uma pesquisa no Velho Testamento não revela nenhuma evidência de que quaisquer dos adoradores de YHWH alguma vez hesitassem em proferir o nome Dele. Documentos hebraicos não-bíblicos, tais como as chamadas Cartas de Laquis, mostram que YHWH era usado na correspondência comum na Palestina na última parte do 7.º Século A.C.
    Outro conceito sustenta que se pretendia impedir que povos não-judaicos (gentios) conhecessem O Nome e possivelmente o usassem mal. Todavia, o antigo Testamento afirma que o próprio YHWH faria com que Seu nome “fosse declarado em toda a Terra”, para ser conhecido até mesmo aos seus adversários. (Êxodo 9:16; Isaías 64:2; Jonas 1:1,17) O Nome do Deus de Israel era conhecido e usado por nações pagãs [politeístas] tanto antes da Era Cristã como nos primeiros séculos dela.[1]
    A origem da superstição

    Texto massorético com pontos vocálicos
    Não existem certezas do(s) motivo(s) originalmente apresentado(s) para se descontinuar a pronúncia correcta do Tetragrama YHWH, assim como também há muita incerteza quanto à época em que tal conceito supersticioso se iniciou. Alguns afirmam que começou após o Exílio Babilónico. Mas o profeta Malaquias, foi um dos últimos escritores do Velho Testamento (na última metade do 5.º Século a.C., dá grande destaque ao Nome Divino.
    Outras obras de referência sugerem que O Nome deixou de ser usado por volta de 300 a.C.. Evidência para esta data foi supostamente encontrada na ausência do tetragrama (ou de uma transliteração dele) na tradução Septuaginta Grega, iniciada por volta de 280 a.C.. É verdade que as cópias mais completas dos manuscritos da Septuaginta Grega agora conhecidas seguem uniformemente o costume de substituir o Tetragrama YHWH por expressões substitutas. Estes manuscritos principais, remontam apenas ao 4.º e ao 5.º séculos d.C. Mas descobriram-se recentemente cópias mais antigas da Septuaginta Grega que continham o Tetragrama YHWH, embora em forma fragmentária.
    Uma delas, descoberta no Egipto, são os restos fragmentários dum rolo de papiro da LXX com uma parte de Deuteronómio (32:3,6) identificado como Papiro Fouad Inventário n.° 266. Apresenta 49 vezes o Tetragrama YHWH, escrito em caracteres hebraicos quadrados, em cada ocorrência no texto hebraico traduzido. Registram-se mais três ocorrências de YHWH em fragmentos não identificados (116, 117 e 123). Os peritos datam este papiro como do Século I a.C. , e neste caso, foram escritos quatro ou cinco séculos antes dos manuscritos já mencionados.
    Comentando que os fragmentos mais antigos da Septuaginta Grega realmente contêm YHWH, o Dr. P. Kahle diz:
    “Sabemos agora que o texto grego da Bíblia [a Septuaginta], no que tange a ter sido escrito por judeus para judeus, não traduziu o nome divino por Kýrios, mas o Tetragrama escrito com letras hebraicas ou gregas foi retido em tais manuscritos. Foram os cristãos que substituíram o Tetragrama por Kýrios, quando o nome divino em letras hebraicas não era mais entendido’.”[2]

    Assim, pelo menos em forma escrita, não existe evidência sólida de qualquer desaparecimento ou abandono da pronúncia do Tetragrama YHWH no período a.C..
    No 1.º Século, surge pela primeira vez alguma evidência duma atitude supersticiosa para com esse nome. Flávio Josefo, historiador judeu que descendia duma família sacerdotal, após narrar a revelação que Deus forneceu a Moisés no local do espinheiro ardente, ao falar sobre pronúncia do Nome de Deus do tetragrama YHWH menciona apenas:
    “O Nome sobre o qual estou proibido de falar.”[3]

    Esta mudança ocorreu nas traduções gregas da Septuaginta nos séculos que se seguiram à morte de Jesus Cristo (YEHSHUA) e de seus apóstolos. Na versão grega de Áquila, que data do 2.º século d.C., e na Hexapla de Orígenes, que data por volta de 245 a.C., YHWH ainda aparecia em caracteres hebraicos.[4]
    Ainda no 4.º Século d.C., Jerônimo, perito bíblico e tradutor da Vulgata Latina, diz no seu prólogo dos livros bíblicos de Samuel e de Reis:
    “E encontramos o nome de Deus, o Tetragrama, em certos volumes gregos mesmo hoje, expresso em letras antigas.”[5]
    A pronúncia do Tetragrama YHWH

    O Códice Leningrado, do 11.º Século d.C.
    Na segunda metade do primeiro milénio na nossa era, os escribas conhecido por massoretas introduziram um sistema de sinais vocálicos para facilitar a leitura do texto consonantal em hebraico que poderia conduzir a inumeros significados e em vez de inserir os sinais vocálicos correctos de YHWH, colocaram outros sinais vocálicos para lembrar ao leitor que ele devia dizer Adhonaí (“Soberano Senhor”) ou Elohím (“Deus”).
    O Códice de Leningrado, do 11.º Século d.C., tem no Tetragrama YHWH, sinais vocálicos para rezar Yehvíh, Yehváh e Yehováh. A edição de Ginsburg do texto massorético tem sinais vocálicos para que reze Yehováh. (Génenis 3:14) Os hebraístas em geral são a favor de Yahvéh como a pronúncia mais provável. Salientam que a forma abreviada do nome é Yah (ou Jah, na forma latinizada), como no Salmo 89:8 e na expressão HaeluYah (que significa “Louvai a Jah!”; em português, é vertida por Aleluia). Também as formas Yehóh, Yoh, Yah e Yáhu, encontradas na grafia hebraica dos nomes Jeosafá, Josafá, Sefatias e outros, podem todas ser derivadas de Yahwéh. As transliterações gregas feitas pelos primitivos escritores cristãos indicam uma direcção algo similar. Ainda assim, de modo algum há unanimidade sobre o assunto entre os peritos.
    A posição actual das Testemunhas de Jeová sobre este ponto resume-se ao seguinte: Visto que, actualmente, não se pode ter certeza absoluta da pronúncia, parece não haver nenhum motivo para abandonar, em português, a forma bem conhecida, Jeová, em favor de Javé. Se tal mudança fosse feita, então, a bem da coerência, deviam ser feitas alterações na grafia e na pronúncia de uma infinidade de outros nomes encontrados na Bíblia. Por exemplo, Jeremias seria mudado para Yir.meyáh, Isaías se tornaria Yesha.yá.hu, e Jesus seria pronunciado Yehoh.shú.a em hebraico ou I.e.soús, no grego.
    No entanto reconhecem no livro Estudo Perspicaz das Escrituras:
    “Na segunda metade do primeiro milênio EC, peritos judeus introduziram um sistema de sinais para representar as vogais ausentes no texto consonantal hebraico. Com referência ao nome de Deus, em vez de inserir os sinais vocálicos corretos dele, colocaram outros sinais vocálicos para lembrar ao leitor que ele devia dizer ’Adho•naí (que significa “Soberano Senhor”) ou ’Elo•hím (que significa “Deus”).”[6]
    Assim, Para a denominação religiosa Testemunhas de Jeová, conhecer e divulgar o nome pessoal de Deus é considerado muito importante.

  194. Frequência nos escritos originais

    Soletração do Tetragrama no texto massorético Hebraico com pontos vocálicos em vermelho. (Clicar na imagem para ampliar.)
    Muitos eruditos e tradutores da Bíblia defendem que se siga a tradição de eliminar o nome de Deus. Alegam que a incerteza a respeito da pronúncia do Tetragrama YHWH justifica a eliminação, e também sustentam que a supremacia e a existência ímpar do Verdadeiro Deus tornam desnecessário que Ele tenha um nome específico para se identificar dos “demais deuses”. Mas este conceito não encontra apoio na Bíblia, quer no Antigo Testamento, quer no Novo Testamento.
    O Tetragrama YHWH ocorre 6.828 vezes no texto hebraico da Bíblia Hebraica de Kittel (BHK) e da Bíblia Hebraica Stuttgartensia (BHS). A frequência em que aparece o Tetragrama atesta a sua importância. Seu uso em todas as Escrituras ultrapassa em muito, o de quaisquer nomes-títulos, tais como “Soberano Senhor (em hebr. Adhonaí)”, “o [Verdadeiro] Senhor” (em hebr. Ha Adhóhn), Altíssimo (em hebr. Elyóln) “o [Verdadeiro] Deus” (em hebr. Ha Elohím) e “Deus” (em hebr. Elohím).
    É digno de nota a importância atribuída aos próprios nomes entre os povos semíticos.
    O Prof. G. T. Manley indica:
    “O nome não é simples rótulo, mas é representativo da verdadeira personalidade daquele a quem pertence. … Quando uma pessoa coloca seu nome numa coisa ou em outra pessoa, esta passa a ficar sob sua influência e proteção.”[7]
    Uso Moderno
    Algumas versões da Bíblia, transcrevem o Tetragrama como Jeová:
    • A King James Version (autorizada), 1611:
    o Transcreve quatro vezes como o nome pessoal do Deus (todos em textos considerados de importância), por exemplo, Êxodo 6:3; Salmo 83:18; Isaías 12:2; Isaías 26:4; e três vezes junto a nomes de lugares: Gênesis 22:14; Êxodo 17:15; e Juízes 6:24.
    • A Versão de Padrão Americana, edição 1901:
    o Traduz consistentemente o Tetragrama como Je-ho’vah em todos os 6.823 lugares onde ocorre nas Escrituras Hebraicas.
    • A Nova bíblia Inglesa:
    o Publicada pela imprensa da Universidade de Oxford, 1970, por exemplo Génesis 22:14; Êxodo 3:15,16; 6:3; 17:15; Juízes 6:24 ;
    • A Bíblia Viva:
    o Publicada por Publishers de Tyndale House, Illinois 1971, por exemplo Génesis 22:14, Êxodo 4:1 – 27; 17:15; Levítico 19:1 – 36; Deuteronômio 4:29, 39; 5:5, 6; Juízes 6:16, 24; Salmos 83:18; 110:1; Isaías 45:1, 18; Amós 5:8; 6:8; 9:6;
    • A Versão de João Ferreira de Almeida, a Almeida Revista e Corrigida, de 1693:
    o Empregou milhares de vezes na forma JEHOVAH, como se pode ver na reimpressão, de 1870, da edição de 1693. A Edição Revista e Corrigida (1954) retém o Nome em sua forma moderna (Jeová) em lugares tais como Salmo 83:18; Isaías 12:2 dentre outros, e extensivamente, no livro de Isaías, Jeremias e Ezequiel.[8]
    • La Santa Bíblia – Version Reina-Valera (1909):
    o Traduz quase todas as vezes integralmente como Jehova.
    • A Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas:
    o Publicada pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, New York, Inc. , 1961 e revisada em 1984. Traduz o Tetragrama quase 7.000 vezes.
    Visto que a pronunciação original de יהוה é desconhecida, e visto que já por séculos o uso da tradução Jeová passou a ser amplamente divulgado e estabelecido entre muitos cristãos, tornando-se uma pronúncia familiar em muitos idiomas, vários grupos religiosos, mais notavelmente as Testemunhas de Jeová, continuam a usá-la, ainda que muitos outros grupos religiosos favoreçam a pronúncia Javé ou Yahvé, ou mesmo o titulo SENHOR.
    • Alguns exemplos do uso do Tetragrama YHVH:
    o Gênesis 27:36;
    o I Samuel 25:25;
    o Salmos 20:1;
    o Provérbios 22:1.n.
    Outros usos de YHWH

    Geneva Bible, 1560. (Salmo 83:18)

  195. Sendo amplamente conhecido, durante seculos antes da era comum não havia dúvidas quanto a sua pronúncia, o que explica a ausência de um abjad – um sistema de escrita com símbolos das letras que representam as consoantes.
    A tradição religiosa dos judeus, especialmente a sua tradição esotérica e mística, a cabala, considera o Nome de Deus tão sagrado quanto impronunciável. Não se sabe ao certo a origem de tal tradição, ou como ela se desenvolveu com o tempo. Crê-se que se tenha originado no alegado receio de desobedecer o 3º dos Dez Mandamentos dados a Moisés. “Não pronunciarás em falso o nome de Yahvé [YHWH] teu Deus, porque Yahvé [YHWH] não deixará impune aquele que pronunciar em falso o seu nome.” (Êxodo 20:7, BJ – A proibição seria sobre o mau uso do Nome Divino, não sobre o seu uso.)
    De qualquer maneira, os judeus em algum período pós-exílico, adotaram a palavra hebraica Adhonai (que significa “Soberano Senhor”) ao pronunciarem o Tetragrama Sagrado. Assim, YHWH recebeu sinais vocálicos – colocados por copistas judeus chamados massoretas – de forma que fosse pronunciado Adonai. Sendo assim, ficou reservado apenas aos copistas e sacerdotes a correcta pronúncia de YHWH codificada num sistema de sinais vocálicos.
    A pronúncia Jeová, além de aparecer em algumas versões bíblicas, também é usada pelos maçons, e rosacruzes. As correntes ligadas ao Cristianismo Esotérico, tais como a Gnose e a Rosacruz, identificam esse tetragrama como designação do Espírito Santo, e não do Deus-Pai.
    Na Cabala judaica
    Segundo a Cabala judaica, a Torá teria sido revelada a Moisés no alto do Monte Sinai, e ele teria registrado de forma escrita aquilo que só poderia ser entendido directamente de Deus, garantindo assim que permaneça impronunciável. Afirmam uma eventual relação do Tetragrama com o nome de Adão (Yode) e Eva (Chavah) no Génesis, já que Yode-cHaVaH é exactamente YHWH, o Tetragrama Sagrado, dando a entender uma relação mais profunda ainda entre o “Senhor Deus” e sua obra.
    Com o decorrer do tempo, os judeus adoptaram outras expressões substitutas para se referir ao Tetragrama Sagrado: “O Nome”, “O Bendito” ou “O Céu”.
    Na Cabala, as palavras correspondem a valores que são calculados usando-se uma atribuição de valores às letras do alfabeto hebraico. Isto chama-se gematria. É considerado um dos mais importantes mecanismos de interpretação do texto bíblico usados pelos cabalistas e místicos judeus. Usando gematria, os cabalistas calculam o valor numérico do Tetragrama Sagrado como sendo 26 (Yode = 10, Hê = 5, Vau = 6, Hê = 5; 10 + 5 + 6 + 5 = 26 ), cujo número menor é 8 (2+6). Para os rabinos, o número 26 também é sagrado pois identifica-se com o Tetragrama YHWH. Os ocultistas interpretam o Tetragrama YHWH e outros símbolos cabalisticos como signos mágicos poderosos capazes de abrir as portas da consciência humana.
    “Jeová” ou “Javé”?

  196. O nome IEHOVAH exibido numa Igreja Católica de Olten, Suíça, 1521.
    Os estudos eruditos continuarão. Os judeus deixaram de pronunciar o nome de Deus antes dos massoretas desenvolverem o sistema de pontos vocálicos. Não há como se provar quais vogais acompanhavam as consoantes YHWH (יהוה).
    Ainda assim, os nomes próprios de personagens bíblicos fornecem indício da antiga pronúncia do nome de Deus. Assim, alguns eruditos concordam que a pronúncia “Jeová”, seja correcta.
    A pronúncia original de יהוה é desconhecida, mas por séculos o uso da tradução Jeová[11], passou a ser amplamente divulgado e estabelecido entre muitos cristãos, tornando-se uma pronúncia familiar e popular em muitos idiomas, assim vários grupos religiosos, mais notavelmente as Testemunhas de Jeová, continuam a usá-la, ainda que muitos outros grupos religiosos favoreçam a pronúncia Javé ou Yahvéh, ou mesmo o titulo SENHOR. Segundo elas, os diversos nomes próprios existentes são muitas vezes pronunciados de maneiras diferentes à língua original, e assim como o nome “Jesus”, transliterado do original Ye•shú•a‘ ou [vindo de Josué] Yehohshú•a‘, não se deveria abandonar o uso do nome “Jeová” simplesmente por não se saber a pronúncia exata deste[12].
    Transcrição em diferentes Idiomas
    Africâner
    Jehóva Romeno
    Iehova
    Árabe
    Igova/Jahova [1]يهوه
    Māori
    Ihowa
    Awabakal
    Yehóa Motu
    Iehova
    Bósnio
    Jehova Macedônio
    Јахве
    Bugotu
    Jihova Narrinyeri
    Jehovah
    Búlgaro
    Йехова Nembe
    Jihova
    Croata
    Jehova / Jahve Petats
    Jihouva
    Dinamarquês
    Jahve (/ Jehova) Polonês
    Jehowa / Jahwe
    Holandês
    Jehova / Jahwe(h) Português
    Iavé (Javé) Yahweh / Jeová
    Efik
    Jehovah Ewe (Ʋegbe)
    Yehowah
    Inglês
    Jehovah / Yahweh Russo
    Иегова / Яхве
    Fijian
    Jiova Samoan
    Ieova
    Finlandês
    Jahve / Jehova Sérvio
    Јехова / Jehova
    Francês
    Yahvé / Jéhovah SeSotho
    Jehova
    Futuna
    Ihovah Espanhol
    Yavé Yahveh /Jehová
    Alemão
    Jehova / Jahwe KiSwahili
    Yehova
    Grego
    Iehova / Yiahve Ιεχωβά / Γιαχβέ Sueco
    Jehova / Jahve
    Húngaro
    Jahve / Jehova Tagalo
    Jehova/Yahweh
    Igbo
    Jehova Taitiano
    Jehovah
    Indonésio
    Yehuwa Tongan
    Jihova
    Italiano
    Geova / Jahve Turco
    Yehova
    Japonês
    EHOBA/YAHAWE エホバ / ヤハウェ XiVenda
    Yehova
    Coreano
    Yeohowa 여호와 / Yahwe 야훼 Xhosa
    u Yehova
    Mandarim chinês tradicional Yéhéhuá / Yǎwēi / Yǎwēi 耶和華/雅威/雅巍 Yoruba
    Jehofah
    Mandarim chinês simples Yéhéhuá / Yǎwēi / Yǎwēi 耶和华/雅威/雅巍 Zulu
    u Jehova

    Categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Tetragrama YHVH

    • Aleluia
    • Jah
    • Bíblia Hebraica Stuttgartensia
    • Judaísmo
    • Nomes de Deus
    • Testemunhas de Jeová
    Referências
    1. ↑ A Enciclopédia Judaica, 1976, Vol. 12, pág. 119.
    2. ↑ A Genizá do Cairo, Oxford, 1959, pág. 222, em inglês.
    3. ↑ Antiguidades Judaicas”, Vol. II, pág. 276
    4. ↑ A Revista de Estudos Teológicos, Oxford, Vol. XLV, 1944, pág. 158-9, em inglês
    5. ↑ Papiros Bíblicos Gregos, de F. Dunand, Cairo, 1966, pág. 47, n.º 4
    6. ↑ Estudo Perspicaz das Escrituras Volume 2 página 495
    7. ↑ Novo Dicionário da Bíblia, editado por J. D. Douglas, 1985, pág. 430.
    8. ↑ Revista A BÍBLIA NO BRASIL 2001 N.192 paginas 13-16; Biblia Sagrada_ edição especial ilustrada_2001 Revista e actualizada no Brasil, apresentação da página 5; Bíblia de referencia THOMPSON Suplemento da página 1377; A Bíblia em português João Ferreira de Almeida_ quem era ele? Anuário das testemunhas de Jeová- 1997, pag.128-129
    9. ↑ Biblical Archaeology Review
    10. ↑ The Five Books of Moses: A New English Translation with Commentary and Notes, 1995
    11. ↑ Página oficial da Torre de Vigia – A batalha contra o nome de Deus
    12. ↑ Revista A Sentinela, 1984, 1° de junho, páginas 4-7
    Ligações externas
    em português
    • Motivos para se usar o Nome de Deus – watchtower.org
    • Bíblia Sagrada (editora Ave Maria) – Êxodo 3:15 – JAVÉ
    • Tradução Revista e Corrigida de João Ferreira de Almeida – Êxodo 6:2-8 – JEOVÁ
    em inglês
    • Tetragrama Sagrado por H. P. Blavatsky
    • É Javé o “Nome Divino” de Deus?
    • Tetragrama encontrado em antigas cópias da Septuaginta
    • Biblia Hebraica Stuttgartensia – O Tetragrama com transliteração para o inglês – JEHOVAH
    • Versão Rei Jaime – Psalms 83:18 -(JEHOVAH) King James Version
    • O Nome Divino na Noruega
    em espanhol
    • La Santa Biblia – Version Reina-Valera (1909) – Êxodo 3:15 – JEHOVÁ
    em alemão
    • Archiv-Vegelahn
    Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Tetragrama_YHVH”
    Categorias: Nomes de Deus no judaísmo | Bíblia | Cristianismo
    Vistas
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    Cabala
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    Para outros usos deste termo, veja Camarilha.

    Árvore da Vida
    Cabala (também Kabbalah, Qabbala, cabbala, cabbalah, kabala, kabalah, kabbala) é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah (קבלה QBLH) é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.
    Índice
    • 1 Origem
    • 2 Antiguidade do misticismo esotérico
    • 3 Gnosticismo e Cabala
    • 4 Dualidade Cabalística
    • 5 Doutrinas Místicas nos Tempos do Talmude
    • 6 Cabala no Cristianismo e na sociedade não Judaica
    • 7 Principais textos judeus
    • 8 Ensinamentos cabalísticos sobre a alma humana
    • 9 Predizendo o Futuro
    • 10 Cabala e a Tradição Esotérica Ocidental
    • 11 Cabala Qliphótica
    • 12 Bibliografia
    • 13 Ver também:
    • 14 Ligações externas

    Origem
    A “Cabala” é uma doutrina esotérica que visa conhecer a Deus e o Universo, sendo afirmado que nos chegou como uma revelação para eleger santos de um passado remoto, e reservada apenas a alguns privilegiados.
    Formas antigas de misticismo judaico consistiam inicialmente de doutrina empírica. Mais tarde, sob a influência da filosofia neoplatônica e neopitagórica, assumiu um carácter especulativo. Na era medieval desenvolveu-se bastante com o surgimento do texto místico, Sefer Yetzirah, ou Sheper Bahir que significa Livro da Luz, do qual há menção antes do século XIII. Porém o mais antigo monumento literário sobre a Cabala é o Livro da Formação (Sepher Yetsirah), considerado anterior ao século VI, onde se defende a idéia de que o mundo é a emanação de Deus.
    Transformou-se em objeto de estudo sistemático do eleito, chamado o “baale ha-kabbalah-kabbalah” (בעלי הקבלה “possuidores ou mestres da Cabala “). Os estudantes da Cabala tornaram-se mais tarde conhecidos como maskilim (משכילים “o iniciado”). Do décimo terceiro século em diante ramificou-se em uma literatura extensiva, ao lado e frequentemente na oposição ao Talmud.
    Grande parte das formas de Cabala ensinam que cada letra, palavra, número, e acento da Escritura contêm um sentido escondido e ensina os métodos de interpretação para verificar esses significados ocultos.
    Alguns historiadores de religião afirmam que devemos limitar o uso do termo Cabala apenas ao sistema místico e religioso que apareceu depois do século XX e usam outros termos para referir-se aos sistemas esotéricos-místicos judeus de antes do século XII. Outros estudiosos vêem esta distinção como sendo arbitrária. Neste ponto de vista, a Cabala do pós século XII é vista como a fase seguinte numa linha contínua de desenvolvimento que surgiram dos mesmos elementos e raízes. Desta forma, estes estudiosos sentem que é apropriado o uso do termo Cabala para referir-se ao misticismo judeu desde o primeiro século da Era Comum. O Judaismo ortodoxo discorda de ambas as escolas filosóficas, assim como rejeita a idéia de que a Cabala causou mudanças ou desenvolvimento histórico significativo.
    Desde o final do século XIX, com o crescimento do estudo da cultura dos Judeus, a Cabala também tem sido estudada como um elevado sistema racional de compreensão do mundo, mais que um sistema místico. Um pioneiro desta abordagem foi Lazar Gulkowitsch.
    Antiguidade do misticismo esotérico
    Formas iniciais de misticismo esotérico existem já há 2.000 anos. Ben Sira alerta sobre isto ao dizer: “Você não deve ter negócios com coisas secretas” (Sirach) ii.22; compare com o Talmud Hagigah 13a; Midrash Genesis Rabbah viii.
    Literatura Apocalíptica pertence aos séculos II e I do pré-Cristianismo contendo alguns elementos da futura Kabbalah e, segundo Josephus, tais escritos estavam em poder dos Essênios, e eram cuidadosamente guardados por eles para evitar sua perda, o qual eles alegavam ser uma antiguidade valiosa (veja Fílon de Alexandria, “De Vita Contemplativa”, iii., e Hipólito, “Refutation of all Heresies”, ix. 27).
    Estes muitos livros contém tradições secretas mantidas ocultas pelos “iluminados” como declarado em IV Esdras xiv. 45-46, onde Pseudo-Ezra é chamado a publicar os vinte e quatro livros canônicos abertamente, de modo a que merecedores e não merecedores pudessem igualmente ler, mas mantendo sessenta outros livros ocultos de forma a “fornece-los apenas àqueles que são sábios” (compare Dan. xii. 10); pois para eles, estes são a primavera do entendimento, a fonte da sabedoria, e a corrente do conhecimento.
    Instrutivo ao estudo do desenvolvimento da Cabala é o Livro dos Jubilados, escrito no reinado do Rei João Hircano, o qual refere a escritos de Jared, Cainan, e Noé, e apresenta Abraão como o renovador, e Levi como o guardião permanente, destes escritos antigos. Ele oferece uma cosmogênese baseada nas vinte e duas letras do alfabeto hebraico, e conectada com a cronologia judaica e a messianologia, enquanto ao mesmo tempo insiste na Heptade como número sagrado ao invés do sistema decádico adotado por Haggadistas posteriores e pelo “Sefer Yetzirah”. A idéia Pitagórea do poder criador de números e letras, sobre o qual o “Sefer Yetzirah” está fundamentado, o qual era conhecido no tempo da Mishnah (antes de 200DC).
    Gnosticismo e Cabala
    A literatura gnóstica dá testemunho da antiguidade da Cabala. Gnosticismo — isto é, a “Chochmah” cabalística (חכמה “sabedoria”) – parece ter sido a primeira tentativa por parte dos sábios judeus em fornecer uma tradição mística empírica, com ajuda de idéias Platônicas e Pitagóricas (ou estóicas), um retorno especulativo. Isto conduziu ao perigo da heresia pela qual as personalidades rabínicas judias Akiva e Ben Zoma esforçaram-se por libertar-se e assim foi.
    Dualidade Cabalística
    O sistema dualístico de poderes divinos bons e maus, o qual provêm do Zoroastrismo, pode ser encontrado no Gnosticismo; tendo influenciado a cosmologia da antiga Cabala antes de ela ter atingido a idade média. Assim é o conceito em torno da árvore cabalística (árvore da vida), onde o lado direito é fonte de luz e pureza, e o esquerdo é fonte de escuridão e impureza, encontrado entre os Gnósticos. O fato também que as Kelippot (קליפות as “cascas” primevas de impureza), os quais são tão proeminentes na Cabala medieval, são encontradas nos velhos encantamentos babilônicos, é evidência em favor da antiguidade da maioria das idéias cabalísticas.
    Doutrinas Místicas nos Tempos do Talmude

    Nos tempos do Talmude os termos “Ma’aseh Bereshit” (Trabalhos da Criação) e “Ma’aseh Merkabah” (Trabalhos do Divino Trono/Carruagem) claramente indicam a vinculação com o Midrash nestas especulações; elas eram baseadas em Gen. i. e Ezequiel i. 4-28; enquanto os nomes “Sitre Torah” (Talmude Hag. 13a) e “Raze Torah” (Ab. vi. 1) indicam seu carater secreto. Em contraste com a afirmação explícita das Escrituras que Deus criou não somente o mundo, mas também a matéria da qual ele foi feito, a opinião é expressa em tempos muito recentes que Deus criou o mundo da matéria que encontrou disponível — uma opinião provavelmente atribuida a influência da cosmogênese platônica.
    Eminentes professores rabinos conservam a teoria da preexistência da matéria (Midrash Genesis Rabbah i. 5, iv. 6), em contrariedade com Gamaliel II. (ib. i. 9).
    Ao discorrer sobre a natureza de Deus e do universo, os místicos do período Talmúdico afirmaram, em contraste com o transcedentalismo Bíblico, que “Deus é o lugar-morada do universo; mas o universo não é o lugar-morada de Deus”. Possivelmente a designação (“lugar”) para Deus, tão frequentemente encontrada na literatura Talmúdica-Midrashica, é devida a esta concepção, assim como Philo, ao comentar sobre Gen. xxviii. 11 diz, “Deus é chamado ‘ha makom’ (המקום “o lugar”) porque Deus abarca o universo, mas Ele próprio não é abarcado por nada” (“De Somniis,” i. 11).
    Spinoza devia ter esta passagem em mente quando disse que os antigos judeus não separavam Deus do mundo. Esta concepção de Deus pode ser panteísta. Isto também postula a união do homem com Deus; ambas as idéias foram posteriormente desenvolvidas na Cabala mais recente.
    Até em tempos bem recentes,teologos da Palestina e de Alexandrei reconheceram dois atributos de Deus,”middat hadin”,o atributo da justiça,e missa ha-rahamim”, o atributo da misericórdia(Midrash Sifre,Deut.27);e esse é o contraste entre misericórdia e justiça,uma doutrina fundamental da Cabala.

  197. Cabala no Cristianismo e na sociedade não Judaica
    O termo “Cabala” veio a ser usado até meados do século XI, e naquele tempo referia-se à escola de pensamento (Judaica) relacionada ao misticismo esotérico.
    Desde esses tempos, trabalhos Cabalísticos ganharam uma audiência maior fora da comunidade Judaica. Assim versões Cristãs da Cabala começaram a desenvolver-se; no início do século XVIII a cabala passou a ter um amplo uso por filósofos herméticos, neo-pagãos e outros novos grupos religiosos. Hoje esta palavra pode ser usada para descrever muitas escolas Judaicas, Cristãs ou neo-pagãs de misticismo esotérico. Leve-se em conta que cada grupo destes tem diferentes conjuntos de livros que eles mantem como parte de sua tradição e rejeitam as interpretações de cada um dos outros grupos.
    Principais textos judeus
    O primeiro livro na Cabala a ser escrito, existente ainda hoje, é o Sefer Yetzirah (“Livro da criação”). Os primeiros comentários sobre este pequeno livro foram escritos durante o século X, e o texto em si é citado desde o século VI. Sua origem histórica não é clara. Como muitos textos místicos Judeus, o Sefer Yetzirah foi escrito de uma maneira que pode parecer insignificante para aqueles que o lêem sem um conhecimento maior sobre o Tanakh (Bíblia Judaica) e o Midrash.
    Outra obra muito importante dentro do misticismo judeu é o Bahir (“iluminação”), também conhecido como “O Midrash do Rabino Nehuniah ben haKana”. Com aproximadamente 12.000 palavras. Publicado pela primeira vez em 1176 em Provença, muitos judeus ortodoxos acreditam que o autor foi o Rabino Nehuniah ben haKana, um sábio Talmúdico do século I. Historiadores mostraram que o livro aparentemente foi escrito não muito antes de ter sido publicado.
    O trabalho mais importante do misticismo judeu é o Zohar (זהר “Esplendor”). Trata-se de um comentário esotérico e místico sobre o Torah, escrito em aramaico. A tradição ortodoxa judaica afirma que foi escrito pelo Rabino Shimon ben Yohai durante o século II. No século XII, um judeu espanhol chamado Moshe de Leon declarou ter descoberto o texto do Zohar, o texto foi então publicado e distribuído por todo o mundo judeu. Célebre historiador e estudante da Cabala, Gershom Scholem mostrou que o próprio de Leon era o autor do Zohar. Entre suas provas, uma era que o texto usava a gramática e estruturas frasais da língua espanhola do século XII, e que o autor não tinha um conhecimento exato de Israel. O Zohar contém e elabora sobre muito do material encontrado no Sefer Yetzirah e no Sefer Bahir, e sem dúvida é a obra cabalística por excelência.
    Ensinamentos cabalísticos sobre a alma humana
    O Zohar propõe que a alma humana possui três elementos, o nefesh, ru’ach, e neshamah. O nefesh é encontrado em todos os humanos e entra no corpo físico durante o nascimento. É a fonte da natureza física e psicológica do indivíduo. As próximas duas partes da alma não são implantadas durante o nascimento, mas são criadas lentamente com o passar do tempo; Seu desenvolvimento depende das ações e crenças do indivíduo. É dito que elas só existem por completo em pessoas espiritualmente despertas. Uma forma comum de explicar as três partes da alma é como mostrado a seguir:
    • Nefesh – A parte inferior ou animal da alma. Está associada aos instintos e desejos corporais.
    • Ruach – A alma mediana, o espírito. Ela contém as virtudes morais e a habilidade de distinguir o bem e o mal.
    • Neshamah – A alma superior, ou super-alma. Essa separa o homem de todas as outras formas de vida. Está relacionada ao intelecto, e permite ao homem aproveitar e se beneficiar da pós-vida. Essa parte da alma é fornecida tanto para judeus quanto para não-judeus no nascimento. Ela permite ao indivíduo ter alguma consciência da existencia e presença de Deus.
    A Raaya Meheimna, uma adição posterior ao Zohar por um autor desconhecido, sugere que haja mais duas partes da alma, a chayyah e a yehidah. Gershom Scholem escreve que essas “eram consideradas como representantes dos níveis mais elevados de percepção intuitiva, e estar ao alcance somente de alguns poucos escolhidos”.
    • Chayyah ( – A parte da alma que permite ao homem a percepção da divina força.
    • Yehidah – O mais alto nível da alma, pelo qual o homem pode atingir a união máxima com Deus
    Tanto trabalhos Rabínicos como Kabalísticos sugerem que haja também alguns outros estados não permanentes para a alma que as pessoas podem desenvolver em certas situações. Essas outras almas ou outros estados da alma não tem nenhuma relação com o pós-vida.
    • Ruach HaKodesh – Um estado da alma que possibilita a profecia. Desde o fim da era da profecia clássica, ninguém mais recebeu a alma da profecia.
    • Neshamah Yeseira – A alma suplementar que o Judeu demonstra durante o Shabbat. Ela permite um maior prazer espiritual do dia. Ela existe somente quando se observa o Shabbat e pode ser ganha ou perdida dependendo na observação do Shabbat da pessoa.
    • Neshoma Kedosha – Cedida aos Judeus quando alcançam a maioridade (13 anos para meninos, 12 para meninas), e está relacionada com o estudo e seguimento dos mandamentos da Torah; pode ser ganha ou perdida dependendo do estudo e prática da Torah pela pessoa.
    Predizendo o Futuro
    Um pequeno número de Cabalistas tentou predizer acontecimentos pela cabala. A palavra passou a ser usada como referência às ciências secretas em geral, à arte mística, ou ao mistério.
    Depois disso, a palavra cabala veio a significar uma associação secreta de uns poucos indivíduos que buscam obter posição e poder por meio de práticas astuciosas.
    Outros termos que originalmente se referiam a associações religiosas mas que passaram a se referir de alguma forma a comportamentos perigosos e suspeitos incluem fanático, assassino, e brutamontes
    Cabala e a Tradição Esotérica Ocidental
    A Tradição Esotérica Ocidental (ou Hermética) é a maior precursora dos movimentos do Neo-Paganismo e da Nova Era, que existem de diversas formas atualmente, estando fortemente intrincados com muitos dos aspectos da Cabala. Muito foi alterado de sua raiz Judaica, devido à prática esotérica comum do sincretismo. Todavia a essência da tradição está reconhecidamente presente.
    A Cabala “Hermética”, como é muitas vezes denominada, provavelmente alcançou seu apogeu na “Ordem Hermética do Alvorecer Dourado” (Hermetic Order of the Golden Dawn), uma organização que foi sem sombra de dúvida o ápice da Magia Cerimonial (ou dependendo do referencial, o declínio à decadência). Na “Alvorecer Dourado”, princípios Cabalísticos como as dez emanações (Sephirah), foram fundidas com deidades Gregas e Egípcias, o sistema Enochiano da magia angelical de John Dee, e certos conceitos (particularmente Hinduístas e Budistas) da estrutura organizacional estilo esotérico- (Maçónica ou Rosacruz).
    Muitos rituais da Alvorecer Dourado foram expostos pelo lendário ocultista Aleister Crowley e foram eventualmente compiladas em formato de Livro, por Israel Regardie, autor de certa notoriedade.
    Crowley deixou sua marca no uso da Cabala, em vários de seus escritos; destes, talvez o mais ilustrativo seja Líber 777. Este livro é basicamente um conjunto de tabelas relacionadas: às várias partes das cerimônias de magias religiosas orientais e ocidentais; a trinta e dois números que representam as dez esferas e vinte e dois caminhos da Arvore da Vida Cabalística.
    A atitude do sincretismo demonstrada pelos Kabalistas Herméticos é planamente evidente aqui, bastando checar as tabelas, para notar que Chesed corresponde a Júpiter, Isis, a cor azul (na escala Rainha), Poseidon, Brahma e ametista – nada, certamente, do que os Cabalistas Judeus tinham em mente.

    Cabala Qliphótica
    Desenvolvida a partir da Cabala Hermética, a Cabala Qliphótica é o foco da assim chamada Cabala Draconiana, que aborda também as forças consideradas sinistras do universo e do homem (o subconsciente). Tem sido por muito tempo uma matéria renegada pela maioria dos cabalistas e ocultistas e, por isto, pouco compreendida. A Cabala Draconiana procura estudar a Luz e as Trevas em vários níveis da constituição humana e cósmica, sendo um sistema cabalístico muito prático que envolve a Magia Sexual, ritualística, meditações sombrias, invocações e evocações, etc. Seu escopo está no trabalho com as Qliphoth, ou as Sephiroth reversas, o outro lado da Árvore da Vida. Não é vista como magia negra por seus adeptos, pois respeita o livre-arbítrio, os direitos humanos e a própria Natureza como um todo.

    Atualmente os mais importantes estudiosos e divulgadores da Cabala Draconiana são: o inglês Kenneth Grant (“Nightside of Eden”), o sueco Thomas Karlsson (“Qabalah, Qliphoth and Goetic Magic”), o luso-brasileiro Adriano Camargo Monteiro (“A Cabala Draconiana”) e a americana Linda Falorio (“The Shadow Tarot”).
    Bibliografia
    • “A Cabala Mística”, Dion Fortune. Editora Pensamento.
    • “A Cabala Draconiana”, Adriano Camargo Monteiro. Madras Editora.
    • “A Cabala das Feiticeiras”,Ellen Cannon Reed. Bertrand.
    • “Uma Introdução ao Estudo da Cabala”, William Wynn Westcott. Madras Editora.
    • “A Kabbalah Revelada”, Knorr von Rosenroth. Madras Editora.
    Ver também:
    • Hermetismo
    • Ocultismo
    • Leis herméticas
    • Esoterismo
    • Judaísmo
    • Zohar
    • Misticismo
    • Sephiroth
    • Golem
    • Árvore da Vida (Cabala)
    • Adam Kadmon
    • Ain Soph
    Ligações externas
    • Cabala dicionário com mais do que 5000 palavras (em Inglês)
    • Árvore da vida (em Inglês)
    Torá
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Nota: Se procura pelo grupo indígena do Brasil, consulte Torás.
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    Torá | Neviim | Ketuvim
    Livros da Torá
    Bereshit
    Gênesis

    Shemot
    Êxodo

    Vaicrá
    Levítico

    Bamidbar
    Números

    Devarim
    Deuteronômio

    Torá (do hebraico תּוֹרָה, significando instrução, apontamento, lei) é o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh (também chamados de Hamisha Humshei Torah, חמשה חומשי תורה – as cinco partes da Torá) e que constituem o texto central do judaísmo. Contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Deus com Abraão e seus filhos, e a libertação dos filhos de Israel do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. Inclui também os mandamentos e leis que teriam sido dadas a Moisés para que entregasse e ensinasse ao povo de Israel.
    Chamado também de Lei de Moisés (Torah Moshê, תּוֹרַת־מֹשֶׁה), hoje a maior parte dos estudiosos são unânimes em concordar que Moisés não é o autor do texto que possuímos, mas sim que se trate de uma compilação posterior. Por vezes o termo “Torá” é usado dentro do judaísmo rabínico para designar todo o escopo da tradição judaica, incluindo a Torá escrita, a Torá oral (ver Talmud) e os ensinamentos rabínicos. O cristianismo baseado na tradução grega Septuaginta também conhece a Torá como Pentateuco, que constitui os cinco primeiros livros da Bíblia cristã.
    Índice
    • 1 Divisão da Torá
    • 2 Origens e desenvolvimento da Torá
    • 3 Conteúdo
    • 4 Ver também
    • 5 Ligações externas

  198. Divisão da Torá
    As cinco partes que constituem a Torá são nomeadas de acordo com a primeira palavra de seu texto, e são assim chamadas:
    • בראשית, Bereshit – No princípio conhecido pelo público não-judeu como Gênesis
    • שמות, Shemot – Os nomes ou Êxodo
    • ויקרא, Vaicrá – E chamou ou Levítico
    • במדבר, Bamidbar- No ermo ou Números
    • דברים, Devarim – Palavras ou Deuteronômio
    Geralmente suas cópias feitas à mão, em rolos, e dentro de certas regras de composição, usadas para fins litúrgicos, são conhecidas como Sefer Torá, enquanto suas versões impressas, em livro, são conhecidas como Chumash.
    Origens e desenvolvimento da Torá
    A tradição judaica mais antiga defende que a Torá existe desde antes da criação do mundo e foi usada como um plano mestre do Criador para com o mundo, humanidade e principalmente com o povo judeu. No entanto, a Torá como conhecemos teria sido entregue por D-us a Moisés, quando o povo de Israel após sair do cativeiro no Egito, peregrinou em direção à terra de Canaã. As histórias dos patriarcas, aliados ao conjunto de leis culturais, sociais, políticas e religiosas serviram para imprimir sobre o povo um sentido de nação e de separação de outras nações do mundo.
    De acordo com algumas tradições, Moisés é o autor da Torá, e até mesmo a parte que discorre sobre sua morte (Devarim Deuteronômio 32:50-52) teria sido fruto de uma visão antecipada dada por D-us. Outros defendem que, ainda que a essência da Torá tenha sido trazida por Moisés, a compilação do texto final foi executada por outras pessoas. Este problema surge devido ao fato de existirem leis e fatos repetidos, narração de fatos que não poderiam ter sido escritos na época em que foram escritos e incoerência entre os eventos, que mostra a Torá como sendo fruto de fusões e adaptações de diversas fontes de tradição. A Torá seria o resultado de uma evolução gradual da religião israelita.
    A primeira tentativa de sistematizar o estudo do desenvolvimento da Torá surgiu com o teólogo e médico francês Jan Astruc. Ele é o pioneiro no desenvolvimento da teoria que a Torá é constituída por três fontes básicas, denominadas jeovista, eloísta e código sacerdotal, e mais outras fontes além destas três. Deve-se enfatizar que, quando se fala destas fontes, não se refere a autores isolados, mas sim a escolas literárias.
    Um estudo sobre a história do antigo povo de Israel mostra que, apesar de tudo, não havia uma unidade de doutrina e desconhecia-se uma lei escrita até os dias de Josias. As fontes jeovista e eloísta teriam sua forma plenamente desenvolvida no período dos reinos divididos entre Judá e Israel (onde surgiria também a versão conhecida como Pentateuco Samaritano). O livro de Deuteronômio só viria a surgir no reinado de Josias (621 a.C.). A Torá como conhecemos viria a ser terminada nos tempos de Esdras, onde as diversas versões seriam finalmente fundidas. Vemos então o início de práticas que eram desconhecidas da maioria dos antigos israelitas, e que só seriam aceitas como mandamentos na época do Segundo Templo como a Brit milá, Pessach e Sucót por exemplo.
    Conteúdo
    Em Bereshit é narrada a criação do mundo e do homem sob o ponto de vista judaico, e segue linearmente até o pacto de D-us com Abraão. São apresentados os motivos dos sofrimentos do mundo, a constante corrupção do gênero humano e a aliança que D-us faz com Abraão e seus filhos, justificados pela sua fé monoteísta, em um mundo que se torna mais idólatra e violento. Nos é apresentada a genealogia dos povos do Oriente Médio, e as histórias dos descendentes de Abraão, até o exílio de Jacó e de seus doze filhos no Egito.
    Em Shemot mostram-se os fatos ocorridos neste exílio, quando os israelitas tornam-se escravos na terra do Egito, e D-us se manifesta a um israelita-egípcio, Moisés, e o utiliza como líder para libertação dos israelitas, que pretendem tomar Canaã como a terra prometida aos seus ancestrais. Após eventos miraculosos, os israelitas fogem para o deserto, e recebem a Torá dada por D-us. Aqui são narrados os primeiros mandamentos para Israel enquanto povo (antes a Bíblia menciona que eram seguidos mandamentos tribais), e mostra as primeiras revoltas do povo israelita contra a liderança de Moisés e as condições da peregrinação.
    Em Vaicrá são apresentados os aspectos mais básicos do oferecimento das korbanot, das regras de cashrut e a sistematização do ministério sacerdotal.
    Em Bamidbar continuam-se as narrações da saga dos israelitas no deserto, as revoltas do povo no deserto e a condenação de D-us à peregrinação de quarenta anos no deserto.
    Em Devarim estão compilados os últimos discursos de Moisés antes de sua morte e da entrada na Terra de Israel.
    Ver também
    • Chumash
    • Pentateuco
    • Pentateuco samaritano
    • Sefer Torá
    • Visão islâmica da Torá
    • Tanakh

  199. Ligações externas
    • União Sefardita Hispano-Portuguesa de Beneficência
    • Torá
    • Jewish Encyclopedia: Torah
    • Torah.Org
    • Torah Studies
    • Lidrosh Institute of Torah Education Aúdio em MP3
    • YUTorah, Arquivo da Torá da Yeshiva University

  200. Este artigo é um esboço sobre Judaísmo..

    Moisés
    Origem:
    Nota: Se procura por alguma outra definição de Moisés, consulte Moisés (desambiguação)

    Moisés com as Tábuas da Lei, por Rembrandt.
    Moisés (lat. Moyses, heb. משה, Moshe), profeta israelita da Bíblia Hebraica (conhecida entre os cristãos como Antigo Testamento), da Tribo de Levi. De acordo com a tradição judaico-cristã, Moisés foi o autor dos 5 primeiros livros do Antigo Testamento (veja também Pentateuco). É encarado pelos judeus como o seu principal legislador e um de seus principais líderes religiosos. Para os muçulmanos, Moisés (em ár. Musa, موسى) foi um grande profeta.
    Segundo o Livro do Êxodo, Moisés foi adotado pela filha do Faraó (não identificado) e educado na corte como um princípe do Egipto. Aos 40 anos, após ter matado um feitor egípcio levado pela sua “justa” cólera, é obrigado a partir para exílio, a fim de escapar à pena de morte. Fixa-se na região montanhosa de Midiã, situada a leste do Golfo de Acaba. Quarenta anos depois, no Monte de Horebe, é finalmente “comissionado pelo Deus de Abraão” como o “Libertador de Israel”.
    Ele conduziu o povo de Israel até ao limiar de Canaã, a Terra Prometida a Abraão. No início da jornada, acurralados pelo Faraó, que se arrependera de te-los deixado partir, ocorre um dos fatos mais conhecidos da Bíblia: A divisão das águas do Mar Vermelho, para que o povo, por terra seca, fugisse dos egípcios, que tentando o mesmo, se afogaram. Andaram em círculos no deserto por 40 anos até que no Monte de Horebe, na Península do Sinai, Moisés recebeu as Tábuas dos Dez Mandamentos do Deus de Abraão, escritos “pelo dedo de Deus”. As tábuas eram guardadas na Arca do Concerto. Depois, o seu código de leis é ampliado para cerca de 600 leis. É comumente chamado de Lei Mosaica. Os judeus, porém, a consideram como a Lei (em hebr. Toráh) de Deus dada a Israel por intermédio de Moisés.

  201. Durante 40 anos (segundo a maioria dos historiadores, no período entre 1250 a.C. e 1210 a.C.), conduz o povo de Israel na peregrinação pelo deserto. Moisés morre aos 120 anos, após contemplar a terra de Canaã no alto do Monte Nebo, na Planície de Moabe. Josué, seu ajudante, sucede-lhe como líder, chefiando a conquista de territórios na Transjordânia e de Canaã.
    No Cristianismo, Moisés prefigura o “Moisés Maior”, o prometido Messias (em grego, o Cristo). O relato do Êxodo de Israel, sob a liderança por Moisés, prefigura a libertação da escravidão do pecado, passando os cristãos a usufruir a liberdade gloriosa pertencente aos filhos de Deus.
    Na Igreja Católica e Igreja Ortodoxa, é venerado como santo, sendo sua festa celebrada em 4 de setembro.
    Nome de Moisés
    A origem do nome Moisés é controversa. As evidências apontam para a origem egípcia do nome sem o elemento teofórico. Més (ou na sua forma grega, mais divulgada, Mósis), deriva da raiz filho), correlata da forma verbal msy, que significa “gerar” (note-se que na língua egípcia, à semelhança de outras do Próximo Oriente, a escrita renunciava ao uso das vogais). Més significa assim “gerado”, “nascido” ou “filho”. Tome-se como exemplo os nomes dos faraós Ahmés (Amósis), que significa “filho de [deus] Amon-Rá”, Tutmés (Tutmósis), significando (“filho de [deus] Tut), ou ainda Ramsés, com o significado de “filho de [deus] Rá”.

  202. De acordo com Êxodo 2:10 (ALA), é explicado que “quando o menino era já grande, ela [a mãe natural] o trouxe à filha de Faraó, a qual o adoptou; e lhe chamou Moisés, dizendo: Porque das águas o tirei.” Para os judeus, o nome Moisés, em hebr. Móshe (מֹשֶׁה), é associado homofonicamente ao verbo hebr. mashah, que têm o significado de “tirar”. Na etimologia judaica popular, têm o significado de “retirado [isto é, salvo]” da água. Veja também Antiguidades Judaicas, Flávio Josefo, Livro II, Cap. 9 § 6.
    Estudiosos da História acreditam que o período que Moisés passou entre os egípcios serviu para que ele aprendesse o conceito do “Monoteísmo”, criado pelo faraó Akhenaton, o faraó revolucionário, levando tal conceito ao povo judeu.
    Identidade de Moisés
    Família: ‘Coatitas, da Tribo de Levi
    Nome: Moisés
    Significado: Mósis, em egípcio, significa “filho”.
    Para os judeus, significa “retirado” das àguas.
    Avô: Coate, 2.º filho de Levi

    Mãe: Joquebede, Tia de Arnão

    Pai: Anrão, filho de Coate

    Esposa: Ziporá, ou Seforá (em hebraico tzipora)
    Sogro: Jetro

    Irmãos: Miriã / Aron (Aron ou Aarão)

    Filhos: Gersom / El Moisés (em hebraico, Moshe, משה), profeta israelita da Bíblia Hebraica (conhecida entre os cristãos como Antigo Testamento), da Tribo de Levi.
    Sobrinhos: Nadabe / Abíu / Eleazar / Itamar
    Local de Nascimento: Egipto
    Localização Temporal: Crê-se que c. de 1500 a.C.
    Tempo de Vida: 120 anos
    Motivo de Morte: Não há relatos específicos de sua morte
    Local de Morte: Monte Nebo, Planíce de Moabe

  203. • Jetro, sogro de Moisés?
    • José – no tempo do qual judeus foram viver para o Egipto
    • Aarão, irmão de Moisés, e 1.º Sumo Sacerdote de Israel
    • 70 anciãos de Israel

    Este artigo é somente um esboço sobre a Bíblia.

    BIOGRAFIAS
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    Profetas do islão no Alcorão

    Adam
    Idris
    Nuh
    Hud
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    Ibrahim
    Lut
    Ismail
    Ishaq
    Yaqub
    Yusuf
    Ayub

    آدم ادريس نوح هود صالح ابراهيم لوط اسماعيل اسحاق يعقوب يوسف أيوب
    Adão
    Enoque
    Noé
    Éber
    Selá
    Abraão

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  204. Aramaico
    Origem:
    Aramaico
    (ארמית Arāmît, ܐܪܡܝܐ Ārāmāyâ)
    Pronúncia: /arɑmiθ/, /arɑmit/, /ɑrɑmɑjɑ/, /ɔrɔmɔjɔ/
    Falado em: Arménia, Azerbeijão, Índia (sob Ashoka o Grande), Irão, Iraque; Israel; Territórios palestinianos; Geórgia; Líbano; Rússia; Síria; Turquia.

    Região: Oriente Médio, Ásia Central, Europa, Américas and Austrália

    Total de falantes: ~445,000
    Família:
    Afro-Asiática
    Semítica
    Semítica ocidental
    Semítica central
    Semítica norte-ocidental
    Aramaico
    Escrita:
    Aramaica
    Códigos de língua
    ISO 639-1:
    Nenhuma
    ISO 639-2: Arc
    SIL:
    ABV
    Aramaico é a designação que recebem os diferentes dialetos de um idioma com alfabeto próprio e com uma história de mais de três mil anos, utilizado por povos que habitavam o Oriente Médio. Foi a língua administrativa e religiosa de diversos impérios da Antiguidade, além de ser o idioma original de muitas partes dos livros bíblicos de Daniel e Esdras, assim como do Talmude.
    Pertencendo à família de línguas afro-asiáticas, é classificada no subgrupo das línguas semíticas, à qual também pertencem o árabe e o hebraico.
    O aramaico foi, possivelmente, a língua falada por Jesus e ainda hoje é a língua materna de algumas pequenas comunidades no Oriente Médio, especialmente no interior da Síria; e sua longevidade se deve ao fato de ser escrito e falado pelos aldeões cristãos que durante milênios habitavam as cidades ao norte de Damasco, capital da Síria, entre elas reconhecidamente os vilarejos de Maalula e Yabrud, esse último “onde Jesus Cristo hospedou-se por 3 dias” além dessas outras aldeias da Mesopotâmia reconhecidamente católicas por onde Cristo passou, como Tur’Abdin ao sul da Turquia, fizeram com que o aramaico chegasse intacto até os dias de hoje.
    No início do século passado, devido a perseguições políticas e religiosas, milhares desses cristãos fugiram para o ocidente onde ainda hoje restam poucas centenas, vivendo nos Estados Unidos da América, na Europa e na América do Sul e que curiosamente falam e escrevem fluentemente o idioma falado por Jesus Cristo.
    Índice
    • 1 Distribuição geográfica
    • 2 Datas importantes
    o 2.1 O Aramaico Recente do Oriente Antigo
    o 2.2 O Aramaico Antigo Ocidental Recente
     2.2.1 O dialeto falado na época de Jesus
    • 3 Aramaico Médio
    o 3.1 Aramaico Médio Oriental
     3.1.1 Siríaco Médio
     3.1.2 O Aramaico Médio Judeu Babilônico
     3.1.3 Mandaico
    o 3.2 Aramaico do Oriente Médio
     3.2.1 Aramaico Judeo-Palestino Médio
     3.2.2 Aramaico Samaritano
     3.2.3 Aramaico Cristão-Palestino
    • 4 Aramaico Moderno
    o 4.1 Aramaico Moderno Oriental
    o 4.2 Aramaico Ocidental Moderno
    • 5 Ver também
    • 6 Referências bibliográficas
    o 6.1 Ligações externas
     6.1.1 Em português:
     6.1.2 Em inglês:
     6.1.3 Em italiano
     6.1.4 Em alemão

    Distribuição geográfica
    Durante o século XII a.C., os arameus, os originais falantes do aramaico, começaram a se estabelecer em grande número nas regiões onde atualmente situam-se a Síria, o Iraque e a Turquia oriental. Adquirindo importância, passou a ser falado por toda a costa Mediterrânea do Levante. A partir do século VII, o aramaico, que era utilizado como língua franca no Oriente Médio foi substituído pela Língua árabe. Entretanto, o aramaico continua sendo usado, literária e liturgicamente, entre os judeus e alguns cristãos. Guerras e dissensões políticas nos dois últimos séculos ocasionaram a dispersão de inúmeros indivíduos que se utilizam do aramaico como língua materna pelo mundo.
    Datas importantes

    A história do aramaico pode ser dividida em três períodos:
    • Arcaico 1100 a.C.–200 D.C.), incluindo:
    o O Aramaico Bíblico do Hebraico.
    o O Aramaico de Jesus.
    o O Aramaico dos Targums.
    • Aramaico Médio (200–1200), incluindo:
    o Língua Siríaca literária.
    o O Aramaico do Talmude e do Midrashim.
    • Aramaico Moderno (1200–presente)
    (Classificação baseada na de Klaus Beyer Referências bibliográficas: Beyer*).

    Targum do séc. 11 da Bíblia Hebraica
    O Aramaico Nabateano é a língua do Reino Árabe de Petra. O reino (c. 200 A.C. – 106 D.C.) compreendia a área entre a margem leste do Rio Jordão, a Península do Sinai e o norte da Arábia. Talvez por causa da importância do comércio das caravanas, os Nabateanos começaram a preferir a usar o Aramaico ao Velho Árabe do Norte. O dialeto é baseado no Aquemênido com um pouco de influência do Árabe: o ‘l’ freqüentemente se transforma em ‘n’ e há algumas poucas palavras tomadas do Árabe. Algumas inscrições Aramaicas Nabateanas existem dos dias mais antigos desse reino, mas a maioria é dos primeiros quatro séculos d.C. A língua é grafada em escrita cursiva, que é a precursora do Alfabeto Árabe moderno. O número de palavras emprestadas do Árabe aumentou através dos séculos, até que, no século IV, o Nabateano se fundiu definitivamente com o Árabe.
    O Aramaico Palmireno é o dialeto que se usava na cidade de Palmira no Deserto Sírio, de 44 a.C. até 274 d.C. Era grafada em escrita arredondada, que mais tarde originou a escrita cursiva. Como o Nabateano, o Palmireno foi influenciado pelo Árabe, mas em um grau menor.
    O Aramaico Arsácido era a língua oficial do Império Parto (247 a.C.–224d.C.). Ela, mais que qualquer outro dialeto pós-Aquemênido, continua a tradição de Dario I. Naquele tempo, no entanto, ela ficou sob a influência do Aramaico contemporâneo falado, do Georgeano do Persa. Após a conquista dos Partos sobre os Sassânidos, que falavam Persa, a Arsácida externou uma influência considerável sobre a nova língua oficial.
    O Aramaico Recente do Oriente Antigo
    Os dialetos mencionados na última seção descenderam todos do Aramaico Imperial Aquemênido. Contudo, os diversos dialetos regionais do Aramaico Antigo mais recente continuaram junto com essas, freqüentemente como simples línguas faladas. Evidências antigas dessas línguas faladas só são conhecidas por suas influências em palavras e nomes num dialeto mais padrão. Porém, esses dialetos regionais se tornaram línguas escritas no século II a.C. Os mesmos refletem um tipo de Aramaico que não depende o Aramaico Imperial e mostra uma divisão clara entre as regiões da Mesopotâmia, Babilônia e o leste, e Palestina e oeste.
    No leste, os dialetos de Aramaico Palmireno e Arsácido se uniram com línguas regionais para criar línguas com um pé no Imperial e um pé no Aramaico. Muito mais tarde, o Arsácido se tornou a linguagem litúrgica da religião Mandeana, a língua Mandaica.
    No reino de Osrhoene, centrado em Edessa e fundado em 132 a.C., o dialeto regional se tornou a língua oficial: o Velho Siríaco, na margem superior do rio Tigre, o Aramaico Mesopotâmico do Oriente floresceu, com evidências em Hatra, Assur e Tur Abdin. Tatian, o autor do evangelho harmônico Diatessaron veio da Assíria e talvez tenha escrito seu trabalho (172 a.C.) em Mesopotâmico do Oriente, ao invés de Siríaco ou Grego. Na Babilônia, o dialeto regional foi usado pela comunidade judaica, o Velho Judeu Babilônico (c. 70a.C.). Essa língua do cotidiano cresceu sob a influência do Aramaico Bíblico e do Targúmico Babilônico.
    O Aramaico Antigo Ocidental Recente
    Os dialetos regionais do oeste de Aramaico seguiram um curso similar àqueles do leste. Eles são muito diferentes dos dialetos do leste e do Aramaico Imperial. As línguas semitas da Palestina rumaram ao Aramaico durante o século IV a.C. A língua Fenícia, contudo, seguiu até o século I a.C.

  205. A forma do Aramaico Antigo Ocidental Recente usado pela comunidade judaica é mais bem atestada e geralmente chamada de Antigo Palestino Judeu. Sua forma mais antiga é o Antigo Jordaniano do Leste, que provavelmente vem da região da cidade de Cesaréia de Filipo. Essa é a língua do manuscrito mais antigo de Enoque, da Bíblia (c. 170 a.C.). A próxima fase distinta da língua é chamada de Velho Judaico (no segundo século d.C.). Literaturas do Velho Judaico podem ser encontradas em várias inscrições e cartas pessoais, citações preservadas no Talmude e recibos de Qumran. A primeira edição de Guerra Judaica do historiador Josephus foi escrita em Velho Judaico.
    O Antigo Jordaniano do Leste continuou a ser usado no primeiro século antes de Cristo pelas comunidades pagãs que viviam ao leste do Jordão. Seu dialeto é freqüentemente chamado, então, de Antigo Palestino Pagão, e era escrito de forma cursiva de certa forma similar ao Velho Siríaco. Um dialeto Antigo Palestino Cristão pode ter nascido do pagão, e esse dialeto pode estar por detrás de algumas das tendências do Aramaico Ocidental encontradas nos evangelhos orientais em velho Siríaco (veja Pechita).
    O dialeto falado na época de Jesus
    Sete dialetos do Aramaico Ocidental eram falados na época de Jesus. Eles eram provavelmente distintos ainda que mutuamente inteligíveis. O Velho Judaico era o dialeto proeminente de Jerusalém e da Judéia. A região de Ein Gedi-Engedi tinha o Judaico do Sudeste. A Samaria tinha seu Aramaico Samaritano distinto, onde as consoantes ‘he’, ‘heth’ e ‘`ayin’ todas se tornaram pronunciadas como ‘aleph’. O Aramaico Galileu, a língua da região natal de Jesus só é conhecida de alguns poucos lugares, das influências no Targúmico Galileu, de alguma literatura dos rabinos e algumas poucas cartas privadas. Ela parece ter um número de características distintas, como: ditongos nunca são simplificados a “monotongos”. A leste do Jordão, os vários dialetos de Jordaniano Oriental eram falados. Na região de Damasco e no Líbano, o Aramaico Damasceno era falado (deduzido na sua maioria do Aramaico Ocidental Moderno. Finalmente, bem ao norte, como em Aleppo, o dialeto do Aramaico de Orontes era falado.
    Além desses dialetos de Aramaico, o Grego era usado extensivamente nos centros urbanos. Há pouca evidência do uso do Hebraico durante esse período. Algumas palavras em Hebraico continuaram como parte do vocabulário Aramaico Judeu (em sua maior parte palavras religiosas, mas também algumas do cotidiano, como `ēṣ, árvore) e a língua escrita do Tanakh era lida e entendida pelas classes cultas. Contudo, o Hebraico deixou de ser a língua do dia a dia. Em adição, as várias palavras no contexto Grego do Novo Testamento que não são traduzidas, são claramente Aramaico ao invés de Hebraico. Tirando da pouca evidência que existe, esse Aramaico não é o Aramaico Galileu, mas o Velho Judeano. Isso sugere que as palavras de Jesus foram transmitidas no dialeto da Judéia e Jerusalém ao invés do de sua cidade natal.
    O filme A Paixão de Cristo (2004) é notável pelo seu uso de diálogos em Aramaico especialmente reconstruído por apenas um professor, William Fulco. Contudo, falantes modernos da língua consideraram a linguagem usada pouco familiar.
    Aramaico Médio
    O século III d.C é tido como o limiar entre o Aramaico Antigo e o Médio. Durante aquele século, a natureza das várias línguas aramaicas começaram a mudar. As descendentes do Aramaico Imperial deixaram de existir como línguas vivas e as línguas regionais do leste e oeste começaram a formar literaturas novas e vitais. Diferente de muitos dos dialetos do Antigo Aramaico, muito se sabe do vocabulário e gramática do Aramaico Médio.
    Aramaico Médio Oriental
    Somente dois dos idiomas do Aramaico Oriental Antigo continuaram nesse período. No norte da região, o Antigo Siríaco evoluiu para o Siríaco Médio. No sul, o Velho Judeu Babilônico se tornou o Judeu Babilônico Médio. O dialeto pós-Aquemênido, Arsácido, se tornou o fundo da nova língua Mandaica.

  206. Manuscrito do séc. IX escrito no alfabeto siríaco Estrangela, da Homilia sobre o Evangelho de João de John Chrysostom
    Veja Siríaco para mais informações.
    O Siríaco Médio é, até hoje, a linguagem clássica, literária e litúrgica dos Cristãos Siríacos. Sua época de ouro foi do séc. IV ao séc. VI. Esse período começou com a tradução da Bíblia nessa língua: a Pechita e a prosa e poema de mestre de Éfrem, o Sírio. O Siríaco Médio, diferentemente de seu ancestral, é uma língua completamente Cristã, embora no tempo ela tenha se tornado a língua daqueles que se opuseram à liderança Bizantina da Igreja no leste. A atividade missionária levou a espalhar o Siríaco pela Pérsia, até a Índia e China.
    O Aramaico Médio Judeu Babilônico
    O Médio Judeu Babilônico é a língua do Talmud Babilônico (que foi completado no século 7). Apesar de ser a principal língua do Talmud, em seu conjunto, vários trabalhos em Hebraico (reconstruído) e dialetos mais antigos de Aramaico são cuidadosamente dispostos. O Médio Judeu Babilônico é também a língua por trás do sistema Babilônico de apontamento (marcando as vogais em um texto que seria primordialmente feito somente com consoantes) da Bíblia Hebraica e o seu Targum.
    Mandaico
    Veja Língua Mandaica para maiores informações.
    O mandaico é um dialeto muito próximo do aramaico judeo-babilônico,embora linguisticamente e culturalmente diferente. O mandaico clássico é a língua no qual a literatura religiosa dos mandeus foi composta. Caracteriza-se por uma ortografia altamente fonética.
    Aramaico do Oriente Médio
    Os dialetos do Aramaico do Velho Ocidente continuaram com o dialeto Judeu da Média Palestina (em Hebreu, alfabeto Hebreu do script quadrado), o dialeto Aramaico Samaritano (no alfabeto Fenício, script Hebreu velho) e o dialeto Cristão Palestino (em Siríaco cursivo, alfabeto de script Siríaco). Destes três, somente o dialeto Judeu da Média Palestina continuou como uma língua escrita.
    Aramaico Judeo-Palestino Médio
    Em 135, depois da revolta de Bar Kokhba, vários líderes judeus, expulsos de Jerusalém, se mudaram para a Galiléia. O dialeto galileano então saiu da obscuridade para se tornar o padrão entre judeus no ocidente. Este dialeto era falado não somente na Galiléia, mas também nos arredores. Constituiu o pano de fundo lingüístico para o Talmude de Jerusalém (completado no século V), do targumim palestino (versões em aramaico das escrituras judaicas) e do midrashim (comentários e ensinamentos bíblicos). O padrão moderno para a pontuação de vogais na Bíblia Hebraica, o sistema Tiberiano do século VII, foi desenvolvido a partir do dialeto Galileano do aramaico judeo-palestino médio. A vocalização do hebraico clássico, portanto, ao representar o hebraico deste período, provavelmente reflete a pronúncia contemporânea deste dialeto aramaico.
    O judeiano médio, descendente do judeiano antigo, não é mais o dialeto dominante e foi usado apenas na Judéia do Sul (o dialeto engedi, continuou por todo este período). Da mesma forma, o jordaniano médio-oriental continuou como um dialeto menor do velho jordaniano oriental. As inscrições na sinagoga em Dura-Europos estão tanto em jordaniano médio-oriental quanto em judeano médio.
    Aramaico Samaritano
    O dialeto aramaico da comunidade dos samaritanos foi comprovado anteriormente por uma tradição documentária que pode ser datada do século IV. Sua pronúncia moderna é baseada na forma usada no século X.
    Aramaico Cristão-Palestino
    A língua dos cristãos que falavam o aramaico do ocidente é evidenciada como sendo do século VI, mas provavelmente existia desde dois séculos mais cedo. A língua por si vem do velho palestino cristão, mas suas convenções de escrita foram baseadas no antigo siríaco médio e foi fortemente influenciada pelo grego. O nome Jesus, apesar de Yešû` em aramaico, é escrito Yesûs no palestino cristão.
    Aramaico Moderno
    Mais de quatrocentas mil pessoas falam algum dialeto do aramaico moderno (ou neo-aramaico) hoje em dia como língua nativa. São judeus, cristãos, muçulmanos e mandeanos, vivendo em áreas remotas e preservando suas tradições com impressos e agora com mídia eletrônica. As línguas neo-aramaicas estão agora mais distantes em termos de compreensão entre si do que já estiveram antes. Os últimos duzentos anos não foram bons para os falantes do Aramaico; a instabilidade no Oriente Médio levou a uma diáspora mundial de falantes de aramaico. O ano de 1915 é especialmente relevante para os cristãos que falavam aramaico: chamado de Sayfo ou Shaypā (a espada em siríaco), todos os grupos cristãos do leste da Turquia (assírios, armênios e outros) foram submetidos ao genocídio que marcou o fim do Império Otomano. Para os judeus que falavam aramaico, 1950 é um ano da mudança: a fundação do Estado de Israel e a consequente expulsão dos judeus dos países árabes, como o Iraque, levou a maioria dos judeus que falavam aramaico a migrar para lá. Contudo, a mudança para Israel levou o neo-aramaico judeu a ser substituído pelo hebraico moderno entre os filhos dos imigrantes. Na prática, a extinção de muitos dialetos judeus parece iminente.
    Aramaico Moderno Oriental
    O aramaico moderno oriental existe em uma ampla variedade de dialetos e línguas. Há uma diferença significante entre o aramaico falado por judeus, cristãos e mandeanos.
    As línguas cristãs são chamadas frequentemente de siríaco moderno (ou neo-siríaco, especialmente no que se refere à sua literatura), sendo fortemente influenciado pela língua literária e litúrgica do siríaco médio. Entretanto, elas têm suas raízes em diversos dialetos aramaicos locais, que não foram escritos, e não são exclusivamente as descendentes diretas da língua de Efraim o Sírio.
    O siríaco ocidental moderno (também chamado de neo-aramaico, estando entre o neo-aramaico ocidental e o neo-siríaco oriental) é representado geralmente pelo idioma turoyo, a língua de Tur Abdin. Um idioma aparentado, Mlahsô se extinguiu recentemente.
    As línguas orientais cristãs (siríaco moderno oriental ou neo-aramaico oriental) são chamadas frequentemente de Sureth ou Suret, a partir de um nome nativo. São também chamadas às vezes de assírias ou caldéias, porém estes nomes não são aceitos por todos os nativos. Os dialetos não são todos mutuamente inteligíveis. As comunidades siríacos orientais geralmente são membros ou da Igreja Católica Caldéia ou da Igreja Assíria do Oriente.
    As línguas judeo-aramaicas modernas são faladas principalmente em Israel hoje em dia, e a maioria delas estão entrando em extinção (os falantes mais antigos não estão passando a língua às gerações mais jovens). Os dialetos judeus que vieram de comunidades que viviam entre o lago Urmia e Mosul não são todos inteligíveis entre si. Em alguns lugares, como Urmia, cristãos e judeus falam dialetos incompreensíveis entre si do aramaico moderno oriental, embora habitem os mesmos lugares. Em outros, como nas planícies próximas a Mosul, por exemplo, os dialetos das duas comunidades são similares o bastante para permitir a interação.
    Alguns poucos mandeanos que vivem na província do Khuzistão, no Irã, falam o mandaico moderno. É bem diferente de qualquer outro dialeto aramaico.
    Aramaico Ocidental Moderno
    Resta muito pouco do aramaico ocidental. Ele ainda é falado na vila cristã de Maalula, na Síria, e na vilas muçulmanas de Baca e Jubadin, no lado sírio do Anti-Líbano, assim como por algumas pessoas que migraram destas vilas para Damasco e outras grandes cidades da Síria. Todos os falantes de aramaico ocidental moderno são fluentes em árabe, que já se tornou o principal idioma nestas vilas.
    Ver também
    • Línguas semíticas
    • Arameu
    Referências bibliográficas
    • Beyer, Klaus (1986). The Aramaic language: its distribution and subdivisions. Göttingen: Vandenhoeck und Ruprecht. ISBN 3-525-53573-2.
    • Casey, Maurice (1998). Aramaic sources of Mark’s Gospel. Cambridge University Press. ISBN 0-521-633141-1.
    • Frank, Yitzchak (2003). Grammar for Gemara & Targum Onkelos (expanded edition). Feldheim Publishers / Ariel Institute. ISBN 1-58330-606-4.
    • Heinrichs, Wolfhart (ed.) (1990). Studies in Neo-Aramaic. Atlanta, Georgia: Scholars Press. ISBN 1-55540-430-8.
    • Rosenthal, Franz (1961). A grammar of Biblical Aramaic. Otto Harrassowitz, Wiesbaden.
    • Stevenson, William B. (1962). Grammar of Palestinian Jewish Aramaic (2nd ed.). Clarendon Press. ISBN 0-19-815419-4.
    Ligações externas

    Em português:
    • Aramaico Brasil – Lingua, escrita, tradiçao.
    • Aramaico – em, Bet chabat
    • Reconstrução do Aramaico – Folha Online
    • Aramaico – Cultura e Tradição
    Em inglês:
    • Ethnologue report for Aramaic
    • Comprehensive Aramaic Lexicon — at the Hebrew Union College, Cincinnati
    • Jewish Language Research Website: Jewish Aramaic
    • The Syriac Catholic Youth Club
    • Jerusalem Post article on Aramaic use in Israel
    Em italiano
    • Documento etnologico sull’Aramaico
    • Semitisches Tonarchiv: Dokumentgruppe “Aramäisch” — documenti testimonianza del moderno Aramaico (text in German)
    • Comprehensive Aramaic Lexicon — all’Hebrew Union College, Cincinnati
    • di ricerca ebraico
    • Articolo del Jerusalem Post sull’uso dell’Aramaico in Israele
    Em alemão
    • aramäer.de Linkliste
    • Semitisches Tonarchiv: Dokumentgruppe “Aramäisch”
    • Ist der Koran aramäischer Herkunft?

  207. Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Aramaico”
    Categorias: Línguas litúrgicas e sagradas | Línguas semíticas | Línguas judaicas
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    Egipto
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    Nota: Se procura por outras definições de Egipto ou Egito, consulte Egipto (desambiguação).
    جمهوريّة مصرالعربيّة
    (Gumhūriyyat Miṣr al-ʿArabiyyah)
    República Árabe do Egipto / Egito

    (Bandeira)
    (Brasão de armas)

    Língua oficial
    Árabe

    Capital
    Cairo

    Maior cidade Cairo

    Presidente
    Hosni Mubarak

    Primeiro-ministro
    Ahmed Nazif

    Área
    – Total
    – % água 29º 1 001 449 km²
    0.6%
    População

    – Censo (1996)
    – Estimativa (2008)
    – Densidade
    15º

    59 312 914
    81 713 517 [1]
    81,59/km²
    IDH (2007)
    0,708 (112º) – médio

    Independência

    – data do Reino Unido

    28 de Fevereiro de 1922

    Moeda
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    O Egipto (português europeu) ou Egito (português brasileiro) (em egípcio Kemet; em copta Ⲭⲏⲙⲓ, transl. Kīmi; em árabe مصر, transl. ‎Miṣr, pronunciado Máṣr pelos egípcios; nome oficial: República Árabe do Egipto) é um país do norte da África que inclui também a península do Sinai, na Ásia, o que o torna um Estado transcontinental.
    Com uma área de cerca de 1 001 450 km², o Egipto limita a oeste com a Líbia, ao sul com o Sudão e a leste com a Faixa de Gaza e Israel. O litoral norte é banhado pelo mar Mediterrâneo e o litoral oriental, pelo mar Vermelho. A península do Sinai é banhada pelos golfos de Suez e de Acaba. Sua capital é a cidade do Cairo.
    O Egipto é um dos países mais populosos da África. A grande maioria da população, estimada em 80 milhões de habitantes (2007), vive às margens do rio Nilo, a única área cultivável do país, com cerca de 40 000 kmª. As regiões mais amplas do deserto do Saara são pouco habitadas. Cerca de metade da população egípcia vive nos centros urbanos, em especial no Cairo, em Alexandria e nas outras grandes cidades do Delta do Nilo, de maior densidade demográfica.
    O país é conhecido pela sua antiga civilização e por alguns dos monumentos mais famosos do mundo, como as pirâmides de Gizé e a Grande Esfinge. Ao sul, a cidade de Luxor abriga diversos sítios antigos, como o templo de Karnak e o vale dos Reis. O Egipto é reconhecido como um país política e culturalmente importante do Médio Oriente.
    Os gentílicos para o país são “egípcio”, “egipciano” e “egipcíaco”.[2]
    Índice
    1 Etimologia
    • 2 História
    • 3 Política
    • 3.1 Política externa
    • 4 Subdivisões
    • 5 Geografia
    5.1 Clima
    • 6 Economia
    • 7 Demografia
    • 8 Cultura
    • 9 Religião
    • 10 Tópicos diversos
    • 11 Ligações externas
    • 12 Notas

    Etimologia
    km.t (Kemet) em hieroglifos é

    Um dos antigos nomes egípcios para o país, Kemet (kṃt), ou “terra negra” (de kem, “negro”), advém do solo fértil negro depositado pelas cheias do Nilo, distinto da “terra vermelha” (dechret, dšṛt) do deserto. O nome passou às formas kīmi e kīmə na fase copta da língua egípcia e aparece no grego primitivo como Χημία (Khēmía). Outro nome era t3-mry (“terra da ribeira”). Os nomes do Alto e do Baixo Egipto eram Ta-Sheme’aw (t3-šmˁw), “terra da junça”, e Ta-Mehew (t3 mḥw) “terra do norte”, respectivamente.
    Miṣr, o nome árabe moderno e oficial para o país (na pronúncia egípcia, Maṣr), é de origem semita, diretamente relacionado a outros termos semíticos para o Egipto, como o hebraico מִצְרַיִם (Mizraim), literalmente “os dois estreitos” (referência ao Alto e Baixo Egiptos).[3] A palavra possuía originalmente a conotação de “metrópole” ou “civilização” e também significa “país” ou “terra de fronteira”.
    O termo português “Egipto” foi recebido do grego antigo Αίγυπτος (Aígyptos), por meio do latim Aegyptus, e já era registrado no vernáculo no século XIII.[4] A forma grega, por sua vez, advém do egípcio Ha-K-Phtah, “morada de Ptá”, denominação de Mênfis, capital do Antigo Império.[5]
    História
    Ver artigos principais: História do Antigo Egipto, História do Egipto.
    Os vestígios de ocupação humana no vale do Nilo desde o Paleolítico assumem a forma de artefactos e petróglifos em formações rochosas ao longo do rio e nos oásis. No décimo milénio a.C., uma cultura de caçadores-coletores e de pescadores substituiu outra, de moagem de grãos. Em torno de 8000 a.C., mudanças climáticas ou o abuso de pastagens começou a ressecar as terras pastoris do Egipto, de modo a formar o Saara. Povos tribais migraram para o Vale do Nilo, onde desenvolveram uma economia agrícola sedentária e uma sociedade mais centralizada.[6]
    Por volta de 6000 a.C., a agricultura organizada e a construção de grandes edifícios havia surgido no Vale do Nilo. Durante o Neolítico, diversas culturas pré-dinásticas desenvolveram-se de maneira independente no Alto e no Baixo Egiptos. A cultura badariense e sua sucessora, a nagadiense, são consideradas as precursoras da civilização egípcia dinástica. O sítio mais antigo conhecido no Baixo Egipto, Merimda, antecede os badarienses em cerca de 700 anos. As comunidades do Baixo e do Alto Egiptos coexistiram por mais de dois mil anos, mantendo-se como culturas separadas, mas com contatos comerciais frequentes. Os primeiros exemplos de inscrições hieroglíficas egípcias apareceram no período pré-dinástico, em artefactos de cerâmica de Nagada III datados de cerca de 3200 a.C.[7]
    tAwy (‘Duas Terras’) em hieroglifos é

    Em cerca de 3150 a.C., o Rei Mena fundou um reino unificado e estabeleceu a primeira de uma sequência de dinastias que governaria o Egipto pelos três milénios seguintes. Posteriormente, os egípcios passaram a referir-se a seu país unificado com o termo tawy, “duas terras” e, em seguida, kemet (kīmi, em copta), “terra negra”. A cultura egípcia floresceu durante este longo período e manteve traços distintos na religião, arte, língua e costumes. Às duas primeiras dinastias do Egipto unificado seguiriam-se o período do Império Antigo (c. 2700-2200 a.C.), famoso pelas pirâmides, em especial a pirâmide de Djoser (III Dinastia) e as pirâmides de Gizé (IV Dinastia).

  209. A Grande Esfinge e as pirâmides de Gizé, erguidas durante o Império Antigo, são hoje ícones nacionais no centro da indústria egípcia do turismo.
    O Primeiro Período Intermédio foi uma época de distúrbios que durou cerca de 150 anos. Mas as cheias mais vigorosas do Nilo e a estabilização do governo trouxeram prosperidade ao país no Império Médio (c. 2040 a.C.), que atingiu o zênite durante o reinado do Faraó Amenemhat III. Um segundo período de desunião prenunciou a chegada da primeira dinastia estrangeira a governar o Egipto, a dos hicsos semitas. Estes invasores tomaram grande parte do Baixo Egipto por volta de 1650 a.C. e fundaram uma nova capital, em Aváris. Foram expulsos por uma força do Alto Egipto chefiada por Amósis I, quem fundou a XVIII Dinastia e transferiu a capital de Mênfis para Tebas.
    O Império Novo (c. 1550-1070 a.C.) teve início com a XVIII Dinastia e marcou a ascensão do Egipto como uma potência internacional que, no seu auge, expandiu-se para o sul até Jebel Barkal, na Núbia, e incluía partes do Levante, no leste. Alguns dos faraós mais conhecidos pertencem a este período, como Hatchepsut, Tutmés III, Akhenaton e sua mulher Nefertiti, Tutankhamon e Ramsés II. A primeira expressão do monoteísmo é desta época, com o atonismo. O país foi posteriormente invadido por líbios, núbios e assírios, mas terminou por expulsá-los todos.

    Construída pela primeira vez no século III ou IV, a Igreja Suspensa é a mais famosa igreja ortodoxa copta do Cairo.
    A XXX Dinastia foi a última de origem nativa a governar o país durante a era dos faraós. O último faraó nativo, Nectanebo II, foi derrotado pelos persas em 343 a.C. Posteriormente, o Egipto foi conquistado pelos gregos e, em seguida, pelos romanos, num total de mais de dois mil anos de controle estrangeiro.
    O cristianismo foi trazido ao Egipto por São Marcos no primeiro século da era cristã. O reinado de Diocleciano marcou a transição entre os Impérios Romano e Bizantino no país, quando um grande número de cristãos foi perseguido. Naquela altura, o Novo Testamento foi traduzido para a língua egípcia. Após o Concílio de Calcedônia, em 451, uma Igreja Copta Egípcia foi firmemente estabelecida.[8]
    Os bizantinos recuperaram o controle do país após uma breve invasão persa no início do século VII, mantendo-o até 639, quando o Egipto foi tomado pelos árabes muçulmanos sunitas. Os egípcios começaram então a misturar sua nova fé a crenças e práticas locais que sobreviveram através do cristianismo copta, o que deu orrigem a diversas ordens sufistas que existem até hoje.[9] Os governantes muçulmanos eram nomeados pelo Califado islâmico e mantiveram o controle do país pelos seis séculos seguintes, inclusive durante o período em que o Egipto foi a sede do Califado fatímida. Com o fim da dinastia aiúbida, a casta militar turco-circassiana dos mamelucos tomou o poder em 1250 e continuou a governar até mesmo após a conquista do Egipto pelos turcos otomanos em 1517.
    A breve invasão francesa do Egipto em 1798, chefiada por Napoleão Bonaparte, resultou num grande impacto no país e em sua cultura. Os egípcios foram expostos aos princípios da Revolução Francesa e tiveram a oportunidade de exercitar o auto-governo.[10] À retirada francesa seguiu-se uma série de guerras civis entre os turcos otomanos, os mamelucos e mercenários albaneses, até que Mehmet Ali, de origem albanesa, tomou o controle do país e foi nomeado vice-rei do Egipto pelos otomanos em 1805. Ali promoveu uma campanha de obras públicas modernizadoras, como projectos de irrigação e reformas agrícolas, bem como uma maior industrialização do país, tarefa continuada e ampliada por seu neto e sucessor, Ismail Paxá.
    A Assembléia dos Delegados foi fundada em 1866 com funções consultivas e veio a influenciar de maneira importante as decisões do governo.[11] A abertura do canal de Suez pelo Quediva Ismail, em 1869, tornou o Egipto um centro mundial de transporte e comércio, mas fez com que o país contraísse uma pesada dívida junto às potências europeias. Como resultado, o Reino Unido tomou o controle do governo egípcio em 1882 para proteger seus interesses financeiros, em especial os relativos ao canal.
    Logo após intervir no país, o Reino Unido enviou tropas para Alexandria e para a zona do canal, aproveitando-se da fraqueza das forças armadas egípcias. Com a derrota do exército egípcio na batalha de Tel el-Kebir, as tropas britânicas alcançaram o Cairo, eliminaram o governo nacionalista e dissolveram as forças armadas do país. Tecnicamente, o Egipto permaneceu como uma província otomana até 1914, quando o Reino Unido derrubou Abaz II, último quediva egípcio, e formalmente declarou o Egipto um protetorado seu. Hussein Kamil, tio de Abaz, foi então nomeado sultão do Egipto.[12]
    Entre 1882 e 1906, surgiu um movimento nacionalista que propunha a independência. O Incidente de Dinshaway (em que soldados britânicos abriram fogo contra um grupo de egípcios) levou a oposição egípcia a adotar uma posição mais forte contra a ocupação do país pelo Reino Unido. Fundaram-se os primeiros partidos políticos locais. Após a Primeira Guerra Mundial, Saad Zaghlul e o Partido Wafd chefiaram o movimento nacionalista egípcio, ganhando a maioria da assembleia legislativa local. Quando os britânicos exilaram Zaghlul e seus correligionários para Malta em 8 de março de 1919, o país levantou-se na primeira revolta de sua história moderna. As constantes rebeliões por todo o país levaram o Reino Unido a proclamar, unilateralmente, a independência do Egipto, em 22 de fevereiro de 1922.[13]
    O novo governo egípcio promulgou uma constituição em 1923, com base num sistema parlamentarista representativo. Saad Zaghlul foi eleito para o cargo de primeiro-ministro pelo voto popular, em 1924. Em 1936, foi assinado o tratado anglo-egípcio, pelo qual o Reino Unido se comprometia a defender o Egipto e recebia o direito de manter tropas no canal de Suez. A continuidade da ingerência britânica no país e o aumento do envolvimento do rei do Egipto na política levaram à queda da monarquia e à dissolução do parlamento, por meio de um golpe militar conhecido como a Revolução de 1952. Este “Movimento dos Oficiais Livres” forçou o Rei Faruk a abdicar em favor de seu filho Fuad.
    A República do Egipto foi proclamada em 18 de junho de 1953, presidida pelo General Muhammad Naguib. Em 1954, Gamal Abdel Nasser – o verdadeiro arquitecto do movimento de 1952 – forçou Naguib a renunciar, colocando-o em prisão domiciliar. Nasser assumiu a presidência e declarou a total independência do Egipto com relação ao Reino Unido, em 18 de junho de 1956, com a conclusão da retirada das tropas britânicas. Em 26 de julho daquele ano, nacionalizou o canal de Suez, deflagrando a Crise do Suez.
    Nasser faleceu em 1970, três anos após a Guerra dos Seis Dias, na qual Israel invadiu e ocupou a peninsula do Sinai. Sucedeu-o Anwar Sadat, que afastou o país da União Soviética e aproximou-se dos Estados Unidos, expulsando os conselheiros soviéticos em 1972. Promoveu uma reforma económica chamada “Infitá” e suprimiu de maneira violenta tanto a oposição política quanto a religiosa.
    Em 1973, o Egipto, juntamente com a Síria, deflagrou a Guerra de Outubro (ou do Yom Kippur), um ataque-surpresa contra as forças israelitas que ocupavam a península do Sinai e as colinas de Golã. Os EUA e a URSS intervieram e chegou-se a um cessar-fogo. Embora não tenha resultado num sucesso militar, a maioria dos historiadores concorda em que o conflito representou uma vitória política que lhe permitiu posteriormente recuperar o Sinai em troca da paz com Israel.
    A histórica visita de Sadat a Israel, em 1977, levou ao tratado de paz de 1979, que estipulava a retirada israelita completa do Sinai. A iniciativa de Sadat causou enorme controvérsia no mundo árabe e provocou a expulsão do Egipto da Liga Árabe, embora fosse apoiada pela grande maioria dos egípcios.[14] Um soldado fundamentalista islâmico assassinou Sadat no Cairo, em 1981. Sucedeu-o Hosni Mubarak. Em 2003, foi lançado o “Movimento Egípcio pela Mudança”, que busca o retorno à democracia e a ampliação das liberdades civis.
    Política
    Ver artigo principal: Política do Egipto
    O Egipto é uma república desde 18 de junho de 1953. Mohamed Hosni Mubarak assumiu a presidência do país em 14 de outubro de 1981, após o assassinato de Anwar Sadat, e, em 2008, estava no seu quinto mandato. Mubarak é o chefe do Partido Democrático Nacional, no poder.
    Embora o país seja formalmente uma república semipresidencialista multipartidária, na qual o poder executivo é compartilhado entre o presidente e o primeiro-ministro, na prática o presidente controla o governo e tem sido eleito em pleitos com candidato único há mais de cinquenta anos. A última eleição presidencial ocorreu em setembro de 2005.
    Em fevereiro de 2005, Mubarak anunciou uma reforma na lei eleitoral, de modo a permitir uma eleição presidencial multipartidária. Entretanto, a nova lei instituiu restrições draconianas para as candidaturas a presidente, impedindo que políticos conhecidos se candidatassem e permitindo a reeleição de Mubarak em setembro daquele ano.[15] O pleito foi criticado por alegadas acusações de interferência governamental, fraude e violência policial contra manifestantes da oposição.[16] Como resultado, muitos egípcios parecem céticos quanto ao processo de redemocratização, já que menos de 25% dos 32 milhões de eleitores compareceram às urnas em 2005.
    Em 19 de março de 2007, o parlamento aprovou 34 emendas constitucionais que proíbem os partidos de usar a religião como base para actividades políticas, autorizam o presidente a dissolver o parlamento e impedem a supervisão judicial das eleições.[17]
    O poder legislativo é exercido pela Assembleia Popular, um parlamento unicameral composto por 454 membros. Destes, 444 são eleitos por voto popular para um mandato de cinco anos; os restantes 10 são nomeados pelo presidente da República. Entre as funções da Assembleia Popular estão aprovar o orçamento, fixar os impostos e aprovar os programas de governo. Para além da Assembleia, existe um Conselho Consultivo composto por 264 membros, 176 dos quais são eleitos através de voto popular e 88 nomeados pelo presidente.
    Diversas organizações locais e internacionais de direitos humanos, como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch, criticam o histórico egípcio referente aos direitos humanos. As violações mais sérias incluem tortura, detenções arbitrárias e julgamentos perante tribunais militares e de segurança do Estado.[18] Também há críticas relativas ao estatuto da mulher e das minorias religiosas.
    Política externa
    O Egipto exerce uma grande influência política na África e no Médio Oriente[carece de fontes?] e suas instituições intelectuais e islâmicas estão no centro do desenvolvimento social e cultural da região. A sede da Liga Árabe encontra-se no Cairo; tradicionalmente, o secretário-geral da organização é egípcio.
    O Egipto foi o primeiro país árabe a estabelecer relações diplomáticas com Israel depois da assinatura dos acordos de Camp David, em 1979.
    O ex-vice-primeiro-ministro Boutros Boutros-Ghali foi secretário-geral das Nações Unidas entre 1991 e 1996.
    Subdivisões

  210. Ver artigo principal: Subdivisões do Egipto

    Mapa político do Egipto.
    O Egipto divide-se administrativamente em 27 províncias (mohafazat, em árabe; governorates, em inglês), administradas por governadores nomeados pelo presidente:
    • Dakahlia
    • Mar Vermelho
    • Al-Buhaira
    • Faium
    • Garbia
    • Alexandria
    • Ismaília
    • Guizé
    • Monufia
    • Minya
    • Cairo
    • Qaliubia
    • Luxor
    • Vale Novo
    • Xarqia
    • Suez
    • Assuão
    • Assiut
    • Beni Suef
    • Porto Said
    • Damieta
    • Sinai do Sul
    • Kafr el-Sheikh
    • Matruh
    • Qina
    • Sinai do Norte
    • Sohag

    Geografia
    Ver artigo principal: Geografia do Egipto

    Deserto Branco, em Farafra.

    Mapa por satélite do Delta do Nilo e da península do Sinai. NASA.
    Com uma área de 1 001 450 km²,[19] o Egipto é o 29º maior país do mundo, um pouco maior do que o estado brasileiro do Mato Grosso e duas vezes o território da França. Entretanto, devido à aridez do clima do país, os centros urbanos estão concentrados ao longo do estreito vale do rio Nilo e no Delta do Nilo, razão pela qual 99% da população egípcia usam apenas 5,5% da área total.[20]

    Mapa topográfico do Egipto.
    O Egipto faz fronteira com a Líbia a oeste, o Sudão a sul e Israel e a Faixa de Gaza a nordeste. O país controla o canal de Suez, que liga o Mediterrâneo ao mar Vermelho e, por conseguinte, ao oceano Índico.
    Também pertence ao Egipto a península do Sinai, na Ásia, a qual, ligada ao restante do país pelo istmo de Suez, caracteriza-o como um Estado transcontinental.
    Fora do vale do Nilo, a maior parte do território egípcio é composto por desertos de areia, onde os ventos criam dunas que podem ultrapassar 30 m de altura. O país inclui partes do deserto do Saara e do deserto da Líbia, a “terra vermelha”, como os chamavam os antigos egípcios, que protegia o reino dos faraós de ameaças a oeste.
    Além da capital, Cairo, as outras cidades importantes do Egipto são Alexandria, Almançora, Assuão, Assiut, El-Mahalla El-Kubra, Gizé, Hurghada, Luxor, Kom Ombo, Port Safaga, Porto Said, Sharm el Sheikh, Shubra El-Khema, Suez e Zagazig. Os principais oásis são Bahariya, Dakhleh, Farafra, Kharga e Siwa.
    Clima
    A precipitação é baixa no Egipto, exceto nos meses de inverno.[21] Ao sul do Cairo, a precipitação média é de apenas cerca de 2 a 5 mm ao ano, em intervalos de muitos anos. Numa faixa estreita do litoral norte, chega a 410 mm,[22] concentrada principalmente entre outubro e março. As montanhas do Sinai e algumas cidades litorâneas ao norte, como Damieta, Baltim, Sidi Barrany e, mais raramente, Alexandria, vêem neve.
    As temperaturas médias situam-se entre 27º e 32º C no verão, chegando a 43º no litoral do mar Vermelho, e entre 13 e 21º C no inverno. Um vento constante de noroeste ajuda a baixar a temperatura no litoral mediterrâneo. Outro vento, o Khamsin, sopra do sul na primavera, trazendo areia e poeira, e pode elevar a temperatura no deserto para mais de 38º C.
    Economia
    Ver artigo principal: Economia do Egipto

    O Cairo é um importante centro de negócios.

    O turismo é uma grande fonte de renda para o Egipto. Na imagem, turismo no Templo de Luxor.
    A economia do Egipto baseia-se principalmente na agricultura, media, exportações de petróleo e turismo. Mais de três milhões de egípcios trabalham no exterior, em especial na Arábia Saudita, no golfo Pérsico e na Europa. A construção da barragem de Assuão e do lago Nasser, em 1971, alterou a influência histórica do rio Nilo sobre a agricultura e a ecologia do país. O rápido crescimento da população, a quantidade limitada de terra cultivável e a dependência do Nilo continuam a sobrecarregar os recursos e a economia.
    O governo tem lutado para preparar a economia para o novo milênio, por meio de reformas econômicas e investimentos maciços em comunicações e infra-estrutura física. Desde 1979, o Egipto recebe em média 2,2 mil milhões de dólares em ajuda dos Estados Unidos. Sua principal fonte de renda, porém, é o turismo, bem como o tráfego do canal de Suez.
    O país dispõe de um mercado de energia desenvolvido e que se baseia no carvão, petróleo, gás natural e hidrelétricas. O nordeste do Sinai possui depósitos de carvão consideráveis, que são explorados à taxa de cerca de 600 000 toneladas ao ano. Produzem-se petróleo e gás nas regiões desérticas a oeste, no golfo de Suez e no delta do Nilo. As reservas egípcias de gás são enormes, estimadas em mais de 1 100 000 metros cúbicos nos anos 1990, e o país exporta GLP.
    Após um período de estagnação, a economia começou a melhorar, com a adopção de políticas económicas mais liberais, que se juntaram ao aumento das receitas turísticas e a um mercado de ações em alta. No seu relatório anual, o FMI avaliou o Egipto como um dos principais países do mundo a empreender reformas económicas, que incluem um corte dramático das tarifas de importação. Um novo código tributário, promulgado em 2005, reduziu de 40% para 20% o imposto de renda das pessoas jurídicas e permitiu aumentar a arrecadação em 100% em 2006.
    A captação de investimento estrangeiro direto (IED) aumentou consideravelmente nos últimos anos, chegando a mais de 6 mil milhões de dólares em 2006, devido às medidas de liberalização económica. Espera-se que o Egipto ultrapasse a África do Sul como maior captador africano de IED em 2007.
    Um dos principais obstáculos com que se defronta a economia é a distribuição de renda. Muitos egípcios criticam o governo pelos altos preços de produtos básicos, já que seu padrão de vida e poder aquisitivo permanecem relativamente estagnados.
    O PIB do Egipto alcançou 107,484 mil milhões de dólares em 2006[23]. Os principais parceiros comerciais do Egipto são os EUA, a Itália, o Reino Unido e a Alemanha.
    Demografia
    Ver artigo principal: Demografia do Egipto

    ATENÇÃO: Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências, em desacordo com a política de verificabilidade. Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto ou em notas de rodapé.

    A população do Egipto, concentrada nas margens do Nilo, no Delta e na região próxima ao canal de Suez, é estimada em 81 milhões de habitantes (2008), o que o faz o segundo mais populoso de África.
    A esperança média de vida ao nascer é de 71,85 anos (estimativa de 2008), distribuída em 69,3 anos para homens e 74,52 anos para mulheres.
    Os egípcios são um grupo étnico resultante da fusão dos descendentes da população autóctone do Antigo Egipto com gregos, árabes (a partir do século VII) e turcos.
    Cerca de 42% dos egípcios vivem em cidades. As mais populosas são o Cairo (a cidade mais populosa do continente africano com 6 789 000 habitantes, segundo dados de 1998) e Alexandria (3 328 000 habitantes). Ao longo do século XX verificou-se uma migração das populações rurais para as cidades, o que se traduziu no surgimento nestas de problemas de saneamento básico, poluição e falta de habitações condignas.
    Os núbios são um grupo minoritário do país, oriundo de uma região corresponde ao sul do Egipto e ao norte do Sudão. Quando as suas terras foram submergidas pelo Lago Nasser, tiveram que mudar-se para Kom Ombo. No século XIX fixaram-se no Egipto comunidades estrangeiras compostas por gregos, italianos, britânicos e franceses; desde que se deu a independência do país, estas populações têm diminuído. A outrora vibrante comunidade judaica egípcia praticamente desapareceu; alguns judeus visitam o país em ocasiões religiosas.
    [editar] Cultura
    Ver artigo principal: Cultura do Egipto
    Feriados
    Data Nome em português Nome local Observações
    13/04 Festa da Águia Aguy Misr Pap
    Religião
    Segundo dados oficiais, 90% dos egípcios são muçulmanos sunitas, menos de 1% muçulmanos xiitas e 8% são cristãos.
    A população cristã egípcia habita sobretudo no sul do país e nas cidades do Cairo e de Alexandria. A maioria destes cristãos pertencem à Igreja Ortodoxa Copta. Outras comunidades cristãs presentes no país são a arménia apostólica, a católica, a grega ortodoxa e a síria ortodoxa. Os protestantes incluem dezesseis denominações. As Testemunhas de Jeová e a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, embora presentes no território, não são reconhecidas pelo estado.
    Geografia de Israel
    Origem:
    I

    Artigo parte da série
    Geografia de Israel
    Terra de Israel
    Distritos – Cidades
    Mediterrâneo – Mar Morto
    Mar da Galiléia
    Mar Vermelho
    Golã – Negev
    Galiléia – Gush Dan
    Golfo de Aqaba

    Outros
    Kibutz

    Série Israel

    Imagem de satélite de Israel
    Israel ocupa uma área de 20.700 km². Capitais: Tel-Aviv e Jerusalém (não reconhecida pela ONU)
    O tamanho do país pode ser comparado, em área (km²), com o estado de Sergipe no Brasil ou um pouco menos do que a região do Alentejo em Portugal, contudo, a distância, em linha recta, entre a extremidade norte e sul do país é a mesma entre Viseu e Portimão (Portugal).
    A norte de Israel, nasce o Rio Jordão, importante rio para a região, que cruza o país de norte a sul e que serve de fronteira com a Jordânia, alimentando o Mar da Galileia e desaguando no Mar Morto numa zona de depressão 400 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo.
    O formato meridional e litorâneo fornece ao país um micro-clima bem diversificado, florísticas e geológicas.
    É possível esquiar no norte do país e ir a uma praia quente no sul em poucas horas.
    Subdivisões
    Ver artigo principal: Subdivisões de Israel
    Israel está dividido administrativamente em seis distritos, conhecidos em hebraico como Mehozot (singular: mahoz) e em 13 sub-distritos, conhecidos como nafot (singular: nafat):
    Distrito de Jerusalém (Mehoz Yerushalayim). Capital: Jerusalém.
    Distrito de Tel Aviv (Mehoz Tel-Aviv). Capital: Tel Aviv.
    Distrito Norte (Mehoz HaTzafon). Capital: Haifa.
    Sub-distritos: Safed; Kinneret; Yizre’el; Acre; Golan e Hadera.
    Distrito Central (Mehoz HaMerkaz). Capital: Ramla.
    Sub-distritos: Sharon; Petah Tiqwa; Ramla e Rehovot.
    Distrito Sul (Mehoz HaDarom). Capital: Berseba.
    Sub-distritos: Ascalon e Berseba.
    Principais Cidades
    Jerusalém (670 mil habitantes), Telaviv (358.800), Haifa (272.200), Rishon Leziyyon (207.900) e Ashdod (181.100) (Dados do Censo de 2001).
    Administração Municipal
    Ver artigo principal: Governo local em Israel
    O governo local em Israel (Rashut Mekomit) é a organização administrativa municipal em Israel, cujo vereadores são eleitos pela população acima de 18 anos cada cinco anos. Em Israel o ministro de assuntos domésticos declara a definição de cada governo local. Há três tipos de governos locais em Israel:
    Cidade (em hebraico: ir): É um município urbano com normalmente mais de 20 mil habitantes.
    Conselho Local: Um município de uma região urbana que normalmente tem população abaixo de 20 mil habitantes.
    Conselho Regional: Um município que é conjunto de várias vilas, kibutzim e/ou moshavim que são situados numa distinta região geográfica.
    __NOTOC__
    os estudos bilicos faltam as fotos indicadas, não a com eviar, e havendo uma manrira de enivir, eu não conheço , como disse não tenho conhecimento total de conput , estou estudando em uma escola de computação com mais de 20 anos de experiencia, mas com a compotuçâo é um estudo muito crande o que depende o que ate agora foi evoluido neste campo muito tempo para saber um pouco, espero comprençao do leitor, ainda estou no passado da computação e quando eu chegar no presente ainda exite o futuro para proceder como sabe o computador teve inicio em 1880 nos estado Unidos, para fazer o senso e demorou para sua invesão com ajuda de 30.000 pessoas em 1980 para ser usado na guerra mundial de 1914 = 34 anos para seu inicio, medindo 30 m de comprimento i metro de lragura e três de largura, e só foi aperfeçoado para o micro computador em 1988, montado numa garagem de uma residencia nos E U A.
    DAI IMAGINAMOS QUANDO EU CHEGAE AMANHÃ A SABER O QUE HOJE NÃO SEI ESTOU NO MESMO LUGAR DE HOJE DEVIDO A EVOLUÇÃO TECNOLOGICA QUE NÃO CONSEGUIMOS ACOMPANHAR.
    OBRIGADO
    Newton

  211. OS COMENTÁEIOS ACIMAS TEM FUDAMENTOS SEGUROS NÃO CONVIVO COM HIPÓTESES. E COM INFITUDES.
    BRASILIA 30 DE SETEMBRO DE 2008

  212. JUDAÍSMO
    ________________________________________
    Única religião essencialmente monoteísta (na teoria e na prática), refere-se ao povo hebreu, formado a partir da volta do exílio babilônico (538 antes de Cristo), e no qual se formou o Cristianismo.
    Os hebreus (significa aqueles que vieram do outro lado do rio – no caso Jordão) foi um povo semita da antiguidade – do qual descendem os atuais judeus que ficaram no Egito, aproximadamente, 400 ou 250 anos.
    Entretanto, os israelitas que viviam no Egito ainda não eram chamados de Judeus e sim de Hebreus.
    A palavra judaísmo está relacionada ao mesmo tempo com uma região geográfica (a Judéia), um agrupamento humano (os judeus) e uma religião (o judaísmo).
    Essa série de referências revela a originalidade de uma religião que se caracteriza pelo pacto da aliança entre um deus – Javé, e um povo – Israel, compondo uma unidade étnico-religiosa, ou mais precisamente, uma nação religiosa.
    A religião têm várias correntes, como a liberal e a conservadora. O judaísmo tradicional é o ortodoxo. Acreditam na ressurreição. Uma criança tem que nascer de uma mãe judia para ser um judeu. É necessário se ter 10 homens para se fazer uma oração. O número 7 é associado a perfeição, ao completo…
    Desde a época de Abraão, designou-se que Deus é único, onipotente e responsável pela criação do Universo. Não existe “antes” ou “depois” de Cristo, mas sim o tempo de existência da humanidade.
    Os três homens mais importantes, chamados de Patriarcas, são Abraão (Abraham), seu filho Isac (Isaac) e seu neto Jacó (Jacob), todos mostrados nos selos abaixo, emitidos em 23/09/1997.

    O selo do meio mostra “O Sacrifício de Isac”… A Bíblia conta que o Altíssimo quis provar a fé de Abraão… Então lhe disse:
    – “Toma Isaac, teu filho único, a quem amas, e vai ao território de Mória, e aí oferece-o em holocausto sobre um dos montes que eu te mostrar” (Id. 22, 2).
    Abraão não hesitou um instante. Chamou Isaac, pôs-lhe aos ombros um feixe de lenha e, portando uma adaga, dirigiram-se para o local indicado por Deus.
    Isaac, entretanto, não vendo a vítima, no alto do monte, preparada a lenha para a fogueira, Abraão pediu a Isaac que se deitasse sobre ela.
    O adolescente nada replicou, obedecendo fielmente a seu pai. Este, levantando o braço, ia desferir com a adaga o golpe sobre a vítima, quando um anjo do Senhor o chamou pelo nome e disse-lhe da parte do Altíssimo:
    – “Não estendas a tua mão sobre o menino, e não lhe faças mal algum; agora conheci que temes a Deus e não perdoaste teu filho único por amor de mim” (Id. ib., 12).
    E vendo Abraão perto um carneiro preso a um arbusto pelos chifres, pegou-o e ofereceu-o em holocausto ao Senhor.
    Esse ato heróico de fidelidade ao Primeiro Mandamento – Amar a Deus sobre todas as coisas – mereceu a Abraão que Deus renovasse com ele sua aliança…
    Abaixo, ilustração sobre o Judaísmo. Em destaque, a imagem mostra Moisés com a Tábua dos 10 Mandamentos, os quais são chamados Decálogo.
    JUDAÍSMO – HISTÓRIA
    Aprendi com Hélio Daniel Cordeiro (Editora Brasiliense)
    O texto abaixo está ilustrado com duas séries de Israel:
    1. “As Matriarcas da Bíblia” – 4 selos emitidos em 16/08/1977. Os selos mostram: Sara (0,70), Rebeca (1,50) Raquel (2,00) e Léa (3,00).
    2. “Os Patriarcas da Bíblia” – 3 selos emitidos em 22/08/1978 (Yvert: 710/712, Scott: 701/703), para comemorar o Ano Novo (5.739). Os selos mostram: Abraão e Isac (1,10), Isac (5,20) e Jacob (6,60).
    O rio Jordão estava localizado em uma antiga região chamada Babilônia que significa porta de Deus, palavra derivada de Babel, a qual quer dizer confusão.
    A Babilônia compreende o período Sumério, que teve o desenvolvimento da escrita cuneiforme, de 3.000 a 2.000 antes de Cristo.
    Jericó é considerada a cidade mais antiga do mundo porque é a única cidade amuralhada (3000 a.C.), naquela época Ur não tinha muralhas.
    Abraão, surge na história, aproximadamente, 1.500 anos antes de Cristo. Ele nasceu em Ur. Muda-se para Canaã e casa-se com Sara – que era linda e estéril…
    Observação: Canaã é uma antiga cidade localizada acima do mar Morto, entre o Egito e a Mesopotâmia (local dos povos Caldeus e Sumérios). Em Canaã viviam vários povos: Amoreus, Eteus, Cananeus, Periseus, entre outros. Vizinhos de Canaã estavam ainda outros povos: os Filisteus (povo bíblico comprovado pela história), os Fenícios (povo adiantado de pele escura que quer dizer comerciante) e os Sírios… Já Semita é a família etnográfica que abrange os Hebreus, Assírios, Arameus, Fenícios e Árabes…
    SEGUNDA GERAÇÃO – ISMAEL E ISAC
    Sara tinha uma escrava chamada Asgar, a qual serviu Abraão e teve um filho chamado Ismael… Entretanto, Ismael, primogênito de Abraão, só é considerado como primeiro filho para os muçulmanos…
    Enquanto que para os judeus é considerado o primeiro filho de Abraão, Isac ou Isaac (que significa riso) – nome derivado da risada de Sara que não acreditou que teria um filho já com idade avançada… Quando Isac cresce, casa-se com uma mulher vinda de Ur, Rebeca…
    Rebeca ou Ifica (que quer dizer ovelha), sente que em seu ventre os seus filhos gêmeos lutam e Deus diz à ela que de seus dois filhos nascerão dois povos, Isaur o mais velho servirá Jacó o mais novo.
    TERCEIRA GERAÇÃO – ISAUR E JACÓ
    Isaur é o primeiro neto de Abraão. Trabalha no campo, tem personalidade mais agitada, é mais materialista (visão com foco no presente). Casou-se com uma das filhas de Ismael (sua prima por parte de pai).
    Jacó ou Iacof (em hebraico) = Israel (aquele que briga com Deus), tem uma personalidade introspectiva, é mais caseiro e esperto, tomou o direito de primogenitura (visão com foco futurista).
    Jacó briga com o irmão Isaur e parte para Ur. Lá, Jacó casou-se com Léa e teve Rúben. Foi traído e teve que trabalhar 7 anos para ficar com sua amada, irmã mais nova de Léa, sua cunhada…
    Já casado com Raquel, seu verdadeiro amor, teve José – seu filho preferido. Volta com toda a família para Canaã. Jacó morre no Egito, depois de 17 anos.

  213. Erro: por favor preencha os campos requeridos (nome, email).O COMO ESQUECI DE OS CAMPOS REQUERIDOS REQUER A PAGIAN PARA QUE SEJA PREEN…

  214. Só a leve esperança em toda vida,
    Disfarsada éstá a pena de viver do nada;
    Não somos uma espernça malograda,
    De uma existencia resumida.

    A felidade que nos supomos é uma árvore milhagrosa que sonhamos.
    existe … mas, que nunca alcasamos,
    Nunca estamaos onde queremos e nunca queremos onde estamos.
    ´Só quem um dia ver seu ideal puro derrubado,
    e sentir sem jamais ter reclamado,
    E voltando de novo a vida;
    purificando em sua propria dor ;
    Este pode , dizer de alma comovida,
    que ama a vida com imenso amor.
    Mas, para quem sempre viveu em brancas nuvéns ;
    e nunca sentiu o frio da desgraça,
    e em placido adormeceu,
    não foi homem.
    Foi ex-pectro de homem .
    passou pela vida e nunca viveu.
    como bem segue o velho Tema.
    Só a leve espwrança esperança emto da vida,
    disfaça apena de viver mais nada,
    Nem e mais uma existencia resumida,
    Que uma GRANDE ESPERANÇA malograda.

    o etrno sonho da alma desterrada,
    Sonho que o traz ansiosa e embrevecida,
    é UMA HORA FELIZ , SEMPRE ADIADA
    E que não chega em toda vida.
    Essa felicidade que supomos,
    Árvore milhagrosa que sonhamos,

    Existe simsim; mas nós não alcasamos
    Por que esta semore apenas onde a pomos
    E nunca opomos onde estamos.
    Vicente Crvalho.
    ;

  215. Segunda-feira, 9 de Julho de 2007
    Município Fagundes Varela

    Fagundes Varela é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 28º52’51” sul e a uma longitude 51º41’51” oeste, estando a uma altitude de 610 metros. Sua população estimada em 2004 era de 2 429 habitantes.
    Possui uma área de 132,23 km².
    Postado por Casimro J. M. De Abreu às 13:13 0 comentários

    Poemas
    Cântico do Calvário
    À Memória de Meu Filho Morto a l l de Dezembro de 1863.
    Eras na vida a pomba predileta Que sobre um mar de angústias conduziaO ramo da esperança. — Eras a estrela Que entre as névoas do inverno cintilava Apontando o caminho ao pegureiro. Eras a messe de um dourado estio. Eras o idílio de um amor sublime. Eras a glória, — a inspiração, — a pátria, O porvir de teu pai! — Ah! no entanto, Pomba, — varou-te a flecha do destino! Astro, — engoliu-te o temporal do norte! Teto, caíste! — Crença, já não vives! Correi, correi, oh! lágrimas saudosas, Legado acerbo da ventura extinta, Dúbios archotes que a tremer clareiam A lousa fria de um sonhar que é morto! Correi! Um dia vos verei mais belas Que os diamantes de Ofir e de Golgonda Fulgurar na coroa de martírios Que me circunda a fronte cismadora! São mortos para mim da noite os fachos, Mas Deus vos faz brilhar, lágrimas santas, E à vossa luz caminharei nos ermos! Estrelas do sofrer, — gotas de mágoa, Brando orvalho do céu! — Sede benditas! Oh! filho de minh’alma! Última rosa Que neste solo ingrato vicejava! Minha esperança amargamente doce! Quando as garças vierem do ocidente Buscando um novo clima onde pousarem, Não mais te embalarei sobre os joelhos, Nem de teus olhos no cerúleo brilho Acharei um consolo a meus tormentos! Não mais invocarei a musa errante Nesses retiros onde cada folha Era um polido espelho de esmeralda Que refletia os fugitivos quadros Dos suspirados tempos que se foram! Não mais perdido em vaporosas cismas Escutarei ao pôr do sol, nas serras, Vibrar a trompa sonorosa e leda Do caçador que aos lares se recolhe! Não mais! A areia tem corrido, e o livro De minha infanda história está completo! Pouco tenho de anciar! Um passo ainda E o fruto de meus dias, negro, podre, Do galho eivado rolará por terra! Ainda um treno, e o vendaval sem freio Ao soprar quebrará a última fibra Da lira infausta que nas mãos sustento! Tornei-me o eco das tristezas todas Que entre os homens achei! O lago escuro Onde ao clarão dos fogos da tormenta Miram-se as larvas fúnebres do estrago! Por toda a parte em que arrastei meu manto Deixei um traço fundo de agonias! … Oh! quantas horas não gastei, sentado Sobre as costas bravias do Oceano, Esperando que a vida se esvaísse Como um floco de espuma, ou como o friso Que deixa n’água o lenho do barqueiro! Quantos momentos de loucura e febre Não consumi perdido nos desertos, Escutando os rumores das florestas, E procurando nessas vozes torvas Distinguir o meu cântico de morte! Quantas noites de angústias e delírios Não velei, entre as sombras espreitando A passagem veloz do gênio horrendo Que o mundo abate ao galopar infrene Do selvagem corcel? … E tudo embalde! A vida parecia ardente e douda Agarrar-se a meu ser! … E tu tão jovem, Tão puro ainda, ainda n’alvorada, Ave banhada em mares de esperança, Rosa em botão, crisálida entre luzes, Foste o escolhido na tremenda ceifa! Ah! quando a vez primeira em meus cabelos Senti bater teu hálito suave; Quando em meus braços te cerrei, ouvindo Pulsar-te o coração divino ainda; Quando fitei teus olhos sossegados, Abismos de inocência e de candura, E baixo e a medo murmurei: meu filho! Meu filho! frase imensa, inexplicável, Grata como o chorar de Madalena Aos pés do Redentor … ah! pelas fibras Senti rugir o vento incendiado Desse amor infinito que eterniza O consórcio dos orbes que se enredam Dos mistérios do ser na teia augusta! Que prende o céu à terra e a terra aos anjos! Que se expande em torrentes inefáveis Do seio imaculado de Maria! Cegou-me tanta luz! Errei, fui homem! E de meu erro a punição cruenta Na mesma glória que elevou-me aos astros, Chorando aos pés da cruz, hoje padeço! O som da orquestra, o retumbar dos bronzes, A voz mentida de rafeiros bardos, Torpe alegria que circunda os berços Quando a opulência doura-lhes as bordas, Não te saudaram ao sorrir primeiro, Clícía mimosa rebentada à sombra! Mas ah! se pompas, esplendor faltaram-te, Tiveste mais que os príncipes da terra! Templos, altares de afeição sem termos! Mundos de sentimento e de magia! Cantos ditados pelo próprio Deus! Oh! quantos reis que a humanidade aviltam, E o gênio esmagam dos soberbos tronos, Trocariam a púrpura romana Por um verso, uma nota, um som apenas Dos fecundos poemas que inspiraste! Que belos sonhos! Que ilusões benditas! Do cantor infeliz lançaste à vida, Arco-íris de amor! Luz da aliança, Calma e fulgente em meio da tormenta! Do exílio escuro a cítara chorosa Surgiu de novo e às virações errantes Lançou dilúvios de harmonias! — O gozo Ao pranto sucedeu. As férreas horas Em desejos alados se mudaram. Noites fugiam, madrugadas vinham, Mas sepultado num prazer profundo Não te deixava o berço descuidoso, Nem de teu rosto meu olhar tirava, Nem de outros sonhos que dos teus vivia! Como eras lindo! Nas rosadas faces Tinhas ainda o tépido vestígio Dos beijos divinais, — nos olhos langues Brilhava o brando raio que acendera A bênção do Senhor quando o deixaste! Sobre o teu corpo a chusma dos anjinhos, Filhos do éter e da luz, voavam, Riam-se alegres, das caçoilas níveas Celeste aroma te vertendo ao corpo! E eu dizia comigo: — teu destino Será mais belo que o cantar das fadas Que dançam no arrebol, — mais triunfante Que o sol nascente derribando ao nada Muralhas de negrume! … Irás tão alto Como o pássaro-rei do Novo Mundo! Ai! doudo sonho! … Uma estação passou-se, E tantas glórias, tão risonhos planos Desfizeram-se em pó! O gênio escuro Abrasou com seu facho ensangüentado Meus soberbos castelos. A desgraça Sentou-se em meu solar, e a soberana Dos sinistros impérios de além-mundo Com seu dedo real selou-te a fronte! Inda te vejo pelas noites minhas, Em meus dias sem luz vejo-te ainda, Creio-te vivo, e morto te pranteio! … Ouço o tanger monótono dos sinos, E cada vibração contar parece As ilusões que murcham-se contigo! Escuto em meio de confusas vozes, Cheias de frases pueris, estultas, O linho mortuário que retalham Para envolver teu corpo! Vejo esparsas Saudades e perpétuas, — sinto o aroma Do incenso das igrejas, — ouço os cantos Dos ministros de Deus que me repetem Que não és mais da terra!… E choro embalde. Mas não! Tu dormes no infinito seio Do Criador dos seres! Tu me falas Na voz dos ventos, no chorar das aves, Talvez das ondas no respiro flébil! Tu me contemplas lá do céu, quem sabe, No vulto solitário de uma estrela, E são teus raios que meu estro aquecem! Pois bem! Mostra-me as voltas do caminho! Brilha e fulgura no azulado manto, Mas não te arrojes, lágrima da noite, Nas ondas nebulosas do ocidente! Brilha e fulgura! Quando a morte fria Sobre mim sacudir o pó das asas, Escada de Jacó serão teus raios Por onde asinha subirá minh’alma.
    Névoas
    Nas horas tardias que a noite desmaia Que rolam na praia mil vagas azuis, E a lua cercada de pálida chama Nos mares derrama seu pranto de luz, Eu vi entre os flocos de névoas imensas, Que em grutas extensas se elevam no ar, Um corpo de fada — sereno, dormindo, Tranqüila sorrindo num brando sonhar. Na forma de neve — puríssima e nua — Um raio da lua de manso batia, E assim reclinada no túrbido leito Seu pálido peito de amores tremia. Oh! filha das névoas! das veigas viçosas, Das verdes, cheirosas roseiras do céu, Acaso rolaste tão bela dormindo, E dormes, sorrindo, das nuvens no véu? O orvalho das noites congela-te a fronte, As orlas do monte se escondem nas brumas, E queda repousas num mar de neblina, Qual pérola fina no leito de espumas! Nas nuas espáduas, dos astros dormentes — Tão frio — não sentes o pranto filtrar? E as asas, de prata do gênio das noites Em tíbios açoites a trança agitar? Ai! vem, que nas nuvens te mata o desejo De um férvido beijo gozares em vão!… Os astros sem alma se cansam de olhar-te, Nem podem amar-te, nem dizem paixão! E as auras passavam — e as névoas tremiam — E os gênios corriam — no espaço a cantar, Mas ela dormia tão pura e divina Qual pálida ondina nas águas do mar! Imagem formosa das nuvens da Ilíria, — Brilhante Valquíria — das brumas do Norte, Não ouves ao menos do bardo os clamores, Envolto em vapores — mais fria que a morte! Oh! vem; vem, minh’alma! teu rosto gelado, Teu seio molhado de orvalho brilhante, Eu quero aquecê-los no peito incendido, — Contar-te ao ouvido paixão delirante!… Assim eu clamava tristonho e pendido, Ouvindo o gemido da onda na praia, Na hora em que fogem as névoas sombrias – Nas horas tardias que a noite desmaia. E as brisas da aurora ligeiras corriam. No leito batiam da fada divina… Sumiram-se as brumas do vento à bafagem, E a pálida imagem desfez-se em — neblina
    Juvenília VII
    Ah! quando face a face te contemplo, E me queimo na luz de teu olhar, E no mar de tua alma afogo a minha, E escuto-te falar; Quando bebo no teu hálito mais puro Que o bafejo inefável das esferas, E miro os róseos lábios que aviventam Imortais primaveras, Tenho medo de ti!… Sim, tenho medo Porque pressinto as garras da loucura, E me arrefeço aos gelos do ateísmo, Soberba criatura! Oh! eu te adoro como a noite Por alto mar, sem luz, sem claridade, Entre as refegas do tufão bravio Vingando a imensidade! Como adoro as florestas primitivas, Que aos céus levantam perenais folhagens, Onde se embalam nos coqueiros presas Como adoro os desertos e as tormentas, O mistério do abismo e a paz dos ermos, E a poeira de mundos que prateia A abóbada sem termos! … Como tudo o que é vasto, eterno e belo; Tudo o que traz de Deus o nome escrito! Como a vida sem fim que além me espera No seio do infinito.
    Postado por Casimro J. M. De Abreu às 13:01 0 comentários

    Luís Nicolau Fagundes Varela, (Rio Claro, 17 de agosto de 1841 — Niterói, 18 de fevereiro de 1875) foi um poeta brasileiro, Patrono na Academia Brasileira de Letras.
    Era filho do magistrado Emiliano Fagundes Varela e de Emília de Andrade, ambos de ricas famílias cariocas.
    Poeta romântico e boêmio inveterado, Fagundes Varela foi um dos maiores expoentes da poesia brasileira, em seu tempo. Tendo ingressado no curso de Direito (e freqüentado as faculdades de São Paulo e Recife), abandonou o curso no quarto ano.
    Diria, reafirmando sua vocação exclusiva para a arte, no poema “Mimosa”, na boca duma personagem: “Não sirvo para doutor”…
    Casando-se muito novo (aos vinte anos) com Alice Guilhermina Luande, filha de dono de um circo, teve um filho que veio a morrer aos três meses. Este fato inspirou-lhe o poema “Cântico do Calvário”, expressão máxima de seus versos, tão jovem ainda. Sobre estes versos, analisou Manuel Bandeira:
    “…uma das mais belas e sentidas nênias da poesia em língua portuguesa. Nela, pela força do sentimento sincero, o Poeta atingiu aos vinte anos uma altura que, não igualada depois, permaneceu como um cimo isolado em toda a sua poesia.”
    Casou-se novamente com uma prima – Maria Belisária de Brito Lambert, sendo novamente pai de duas meninas e um menino, também falecido prematuramente.
    Embriagando-se e escrevendo, viveu até a morte ainda jovem, às custas do pai, boa parte do tempo no campo – seu ambiente predileto.
    Fagundes Varela foi um dos poetas mais populares no Brasil de sua época. E nasceu em 1841,e morreu em 1875.
    Postado por Casimro J. M. De Abreu às 12:49 0 comentários
    Domingo, 8 de Julho de 2007

    Casimiro José Marques de Abreu nasceu na Freguesia da Sacra Família da Vila de Barra de São João, na então província do Rio de Janeiro, no dia 4 de janeiro de 1839, filho de José Joaquim Marques de Abreu e de D. Luiza Joaquina das Neves.
    Os primeiros tempos de sua vida, a sua “infância querida”, passou-os no torrão natal. Partiu em seguida para Nova Friburgo, onde cursou durante alguns anos o Instituto Freese. Foi aí que, uma tarde, à hora em que na sua casa paterna deviam estar merendando, lembrou-se de seu lar, viu nele a mãe querida, e então, assaltado pela saudade, chorou e compôs sua primeira poesia. Infelizmente, em momento de desânimo e desgosto rasgou-a, embora mais tarde viesse arrepender-se do que fizera, e sentisse tanto haver destruído aquela produção que, para recuperá-la, daria todo o volume de “As Primaveras”, o livro que o tornaria imortal em nossa literatura.
    Não terminados completamente seus estudos de humanidades, foi para o Rio de Janeiro trabalhar no escritório do pai, que à fina força, queria encaminhá-lo na carreira comercial. Casimiro submeteu-se, mas não se resignou, e essa contrariedade foi grande amargura na vida do poeta.
    Depois de um ano de permanência no Rio, o pai manda-o para Portugal. No exílio, atormenta-o a nostalgia do torrão natal e da família, sobretudo da irmã e da mãe, a quem Casimiro amava extremosamente, de quem fala mais de uma vez nos seus escritos e para quem fez aquela poesia tão transbordante de saudade e ternura filial, de uma forma poética tão adequada, que dificilmente se encontrará outra que iguale na força do seu sentimento e na formosura da expressão.
    Costuma-se dizer que no exílio lhe apareceram os primeiros sintomas da tísica pulmonar, que havia de matá-lo. Isto constitui, porém, um ponto por elucidar na biografia de Casimiro, pois em cartas autografadas do poeta, existentes no arquivo da Academia Brasileira de Letras, parecia que ele gozava de boa saúde. Ao amigo, destinatário da referida correspondência e para o qual abria sua alma de par em par, conta que voltou de Portugal, e nem então e nem depois alude a enfermidade alguma, a não ser a varíola de que ficara marcado, mas de que já se restabelecera; e pelo contrário, certa ocasião chega a lastimar-se da monotonia da boa saúde, em lugar do qual queria a tísica com todas as suas peripécias para ir definhando liricamente até acabar de morte romântica sob o céu azul da Itália (desejo muito do gosto da época, e que nosso poeta exprime, talvez, com algum humorismo). Ainda em carta de 11 de janeiro de 1860, isto é, nove meses antes de sua morte, escrevia: “eu continuo sempre bom do físico e sempre enfermo do moral”.
    Há, contudo, uma carta de 17 de maio, sem indicação do lugar nem ano, mas que supõe-se ser de 1859, na qual se lêem as seguintes palavras:
    “Vivo muito triste e padeço mesmo um pouco do físico; a minha saúde vai-se estragando e eu desconfio que o canastro não dura muito tempo. Adeus; estima-me sempre e lamenta.
    o teu velho amigo. Casimiro”…
    Postado por Casimro J. M. De Abreu às 15:57 0 comentários
    Municipio Casimiro De Abreu

    O Município de Casimiro de Abreu está situado na Zona da Baixada de Araruama, datando do início do século XVIII o desbravamento de seu território. O município atual originou-se da antiga aldeia dos índios Guarulho, fundada pelo capuchinho italiano Francisco Maria Táli, no lugar hoje conhecido como Aldeia Velha. Em 1748 foi erguida a primeira capela dedicada à Sacra Família, tendo a povoação nascente recebido, em 1761, foros de freguesia, sob a denominação de Sacra Família de Ipuca, declarada perpétua em 1800. Arruinada a capela, e devido à ocorrência freqüente de surtos de epidemias na localidade, foi a sede da freguesia transferida para junto da foz do rio São João, onde depois se edificou uma igreja consagrada a São João Batista.
    Em 1843, o Governo Provincial aprovou a demarcação dos limites da povoação de Barra de São João. Três anos mais tarde, o progresso verificado na florescente localidade era tal, que o governo elevou-a à categoria de vila, com a denominação de Barra de São João, conservando os limites da freguesia em que ela estava colocada.
    Logo de início, esse município teve regular desenvolvimento no que concerne à agricultura e, até os fins do século XIX, conseguiu manter essa situação. O Porto de Barra de São João florescia, com a função de coletar e exportar para o Rio de Janeiro a produção cafeeira de Cantagalo. À exportação da produção, se somava a importação clandestina de escravos, que deveriam fortalecer o núcleo portuário. Com a Lei Áurea, a exemplo do que sucedeu com os demais municípios fluminenses, Barra de São João também sofreu um declínio notável na sua produção agrícola.
    Por volta de 1880, foi construída a linha férrea, com vistas a levar a Macaé os trilhos da futura Leopoldina Railway. Junto às estações, nasceram os povoados de Indaiaçú, Professor Souza, Rio Dourado e Rocha Leão. Mais tarde, com a decadência da atividade portuária, a sede da comuna foi deslocada ora para Indaiaçú, ora para Barra de São João, até que em 1925 foi fixada em Indaiaçú, que passou a denominar-se Casimiro de Abreu.

    Casa de casimiro De Abreu

    Po stado por Casimro J. M. De Abreu às 15:42 0 comentários

    Poemas

    Canção do exílio

    Se eu tenho de morrer na flor dos anos
    Meu Deus! não seja já;
    Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
    Cantar o sabiá!
    Meu Deus, eu sinto e tu bem vês que eu morro
    Respirando este ar;
    Faz que eu viva, Senhor! dá-me de novo
    Os gozos do meu lar!
    O país estrangeiro mais belezas
    Do que a pátria não tem;
    E este mundo não vale um só dos beijos
    Tão doces duma mãe!
    Dá-me os sítios gentis onde eu brincava
    Lá na quadra infantil;
    Dá que eu veja uma vez o céu da pátria,
    O céu do meu Brasil!
    Se eu tenho de morrer na flor dos anos
    Meu Deus! não seja já!
    Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
    Cantar o sabiá!
    Quero ver esse céu da minha terra
    Tão lindo e tão azul!
    E a nuvem cor-de-rosa que passava
    Correndo lá do sul!
    Quero dormir à sombra dos coqueiros,
    As folhas por dossel;
    E ver se apanho a borboleta branca,
    Que voa no vergel!
    Quero sentar-me à beira do riacho
    Das tardes ao cair,
    E sozinho cismando no crepúsculo
    Os sonhos do porvir!
    Se eu tenho de morrer na flor dos anos,
    Meu Deus! não seja já;
    Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
    A voz do sabiá!
    Quero morrer cercado dos perfumes
    Dum clima tropical,
    E sentir, expirando, as harmonias
    Do meu berço natal!
    Minha campa será entre as mangueiras,
    Banhada do luar,
    E eu contente dormirei tranqüilo
    À sombra do meu lar!
    As cachoeiras chorarão sentidas
    Porque cedo morri,
    E eu sonho no sepulcro os meus amores
    Na terra onde nasci!
    Se eu tenho de morrer na flor dos anos,
    Meu Deus! não seja já;
    Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,
    Cantar o sabiá!
    Desejo

    Se eu soubesse que no mundo
    Existia um coração,
    Que só’ por mim palpitasse
    De amor em terna expansão;
    Do peito calara as mágoas,
    Bem feliz eu era então!
    Se essa mulher fosse linda
    Como os anjos lindos são,
    Se tivesse quinze anos,
    Se fosse rosa em botão,
    Se inda brincasse inocente
    Descuidosa no gazão;
    Se tivesse a tez morena,
    Os olhos com expressão,
    Negros, negros, que matassem,
    Que morressem de paixão,
    Impondo sempre tiranos
    Um jugo de sedução;

    Se as tranças fossem escuras,
    Lá castanhas é que não,
    E que caíssem formosas
    Ao sopro da viração,
    Sobre uns ombros torneados,
    Em amável confusão;

    Se a fronte pura e serena
    Brilhasse d’inspiração,
    Se o tronco fosse flexível
    Como a rama do chorão,
    Se tivesse os lábios rubros,
    Pé pequeno e linda mão;

    Se a voz fosse harmoniosa
    Como d’harpa a vibração,
    Suave como a da rola
    Que geme na solidão,
    Apaixonada e sentida
    Como do bardo a canção;

    E se o peito lhe ondulasse
    Em suave ondulação,
    Ocultando em brancas vestes
    Na mais branda comoção
    Tesouros de seios virgens,
    Dois pomos de tentação;

    E se essa mulher formosa
    Que me aparece em visão,
    Possuísse uma alma ardente,
    Fosse de amor um vulcão;
    Por ela tudo daria…
    — A vida, o céu, a razão!

    Que é – simpatia

    Simpatia – é o sentimento
    Que nasce num só momento,
    Sincero, no coração;
    São dois olhares acesos
    Bem juntos, unidos, presos
    Numa mágica atração.

    Simpatia – são dois galhos
    Banhados de bons orvalhos
    Nas mangueiras do jardim;
    Bem longe às vezes nascidos,
    Mas que se juntam crescidos
    E que se abraçam por fim.

    São duas almas bem gêmeas
    Que riem no mesmo riso,
    Que choram nos mesmos ais;
    São vozes de dois amantes,
    Duas liras semelhantes,
    Ou dois poemas iguais.

    Simpatia – meu anjinho,
    É o canto de passarinho,
    É o doce aroma da flor;

    São nuvens dum céu d’agosto
    É o que m’inspira teu rosto…
    – Simpatia – é quase amor!

    Deus

    Eu me lembro! Eu me lembro! -Era pequeno
    E brincava na praia; o mar bramia,
    E, erguendo o dorso altivo, sacudia,
    A branca espuma para o céu seren
    E eu disse a minha mãe nesse momento:
    “Que dura orquestra! Que furor insano!
    Que pode haver de maior do que o oceano
    Ou que seja mais forte do que o vento?

    ” Minha mãe a sorrir, olhou pros céus
    E respondeu: – Um ser que nós não vemos,
    É maior do que o mar que nós tememos,
    Mais forte que o tufão, meu filho, é Deus
    No Túmulo Dum Menino
    Um anjo dorme aqui; na aurora apenas,
    Disse adeus ao brilhas das açucenas
    Sem ter da vida alevantado o veú
    – Rosa tocada do cruel granizo
    -Cedo finou-se e no infantil sorriso
    Passou do berço pra brincar no céu!
    Assim!
    A M. * * *Viste o lírio da campina?
    Lá s’inclinaE murcho no hastil pendeu!
    – Viste o lírio da campina?Pois, divina,
    Como o lírio assim sou eu!
    Nunca ouviste a voz da flauta,A dor da nauta
    Suspirando no alto mar?- Nunca ouviste a voz da flauta?
    Como o nautaÉ tão triste o meu cantar!
    Não viste a rola sem ninho
    No caminhoGemendo, se a noite vem?
    – Não viste a rola sem ninho?Pois, anjinho,
    Assim eu gemo, também!Não viste a barca perdida,
    SacudidaNas asas dalgum tufão?- Não viste a barca fendida?
    Pois queridaAssim vai meu coração!

    VELADA POR NEWTON Monteiro Guimarães. Em 30/08/1989.

  216. CHEAREMOS A DOIS MIL E QUANDO FUTURO SEVRI ADVIR ENTO A VIA HEIDE EXISTIR CONTRARIO A VIA QUE NÃO CONSIGO ENTENDER PORTANTO TENHO DIZER: QUE EMAUANTO VIA EI DE ESCREVER SEM ENDER OS QUE ÉS VIA MI
    NMG

  217. vamos esperar um pouco, porwue é muito….

  218. estou edtudando o que comentar com veracidade.

  219. É de se notar que ao fazer uma pergunta no “GLOOGUE” Com todo respito: essa foi a pergunta vejam. dizem que cada cabeça tem uma sentença, não é verdade que assim dizem! pensando assim então perguntei: “se em cada cabeça a uma senteça, qual a senteça da cabeça de Deus? ” mesmo conciderando o mistisimo humano, uma coisa é certa, não devemos ter duvidas de que Deus em condição de mente humana é um mito.
    Na verdade todas religiões, e organizões secretas, que estuda o ocultimos, busca seus fundamentos em uma suposta fé.
    Estudando a cabala o torá, APARTIR DA ERA ADANKADIMO toda discursão a respito da veracidade gira em torno de uma fé, que nada tem prova concreta, salvo a existencia cosmica. o que conheço como o proprio Deus de toda humanidade, e é tudo que existe nos universos , o que na verdade não se pode negar sua existencia por ser concreto o que ja conhecemos e inconcreto o que aida temos a conhecer.
    É de notar-se que nos seres humanos estamos sempre buscando o desconhecido e esquesemos o que ja conhecemos, quer seja no huniverso ou no mundo humano.
    quando o mundo humano de humanidade não temos nada apenas o nome, vejá, quantos humanos padecem no nosso sistema e a culpa é destina a deus como gastigo… E quantos seres humanos quantos seres humanos praticam o humanismo teis como uma infinidade de interpretaçãos E se plocamam ser filhos da luz da “viuva” COM OS VARIOS PRINCIPIOS como igualdade, liberdade, e fraternidade, amor justiça e verdade, prova Maat, deus de nosso coração em busca da luz maior, união e liberdade tanto se vê; no judaismo, no taoismo, no islanismo, maomismos budismo entre outras que se seguem seus cleros. onde deus é a causa. Onde estão os efeitos? Plocamam o segredo, a verdade e a vida, falam de um céu um inferno, um pulgatorio. mas onde está estes indicativos localizados em um ponto do cósmos?
    Falam de um segredo, de uma herança de deus onde se concideram os escolhidos, os previlegiados que estão são e salvos com ´seus lgares reservado em uma cidadde santa no Céu. mas, obs, que Deus éta no céu , ao mesmo tempo em todo lugar, entendo assim que todo lugar é o céu. e se tradando de segredo “relativo” nos indica tudo o que ainda não sabemos “é o desconhecido” a ser desvendado assi desvendadado já não é mais segredo, muitos são chamados poucos os escolhidos a vida, a verdade o caminho a luz.
    primeiro: o que é a verdade?
    segundo?
    o que é a vida?
    o que é o caminho cosmico?
    o que é a luz?
    Na casa de meu pai tem muitas moradas!
    quem vê a mim vê meu pai.
    A tanto tempo esta comigo e ainda não mim conhecem.
    se amr -a-me de todo vosso coração tambem poderás fazer coisas que eu fiz e muito mais que já tenho feito desde que guarde os meus mandamentos, e muita coisas eu anda tenho a vós dizer mas não é chegada a hora.
    Dizem que SANTA MARIA É MÃE DE DEUS? segundo este entendimento Deus teve principio em sua mãe! informou que antes de ser já existia? informa ser a luz do mundo, e a brilhante estrela da manhã, informa se alfa e honmegao pricipio e o fim, este dois indicativi em ligua grega= a primeira letra e a ultima, o que informa um começo e um fim ” meu reino não é deste mundo/ não vim mudar a lei mas cumprir-lo?
    Sendo Deus não pode morrer em uma cruz… os mandamentos fora editados duas vezes com 633 leis em 10 madamets e depois mudado para dois, amar a deus e o proximo? quem ama a Deus e o proximo? quem conhece a vida e a morte? quem conhece o espelho de si mesmo? Como conhecer-a-te mesmo para depois conhecer a Deus e todo universo e ter dominio da vida? onde é o outro mundo universal ? no meu ponto de vista só existe um; oproprio Deus o cosmos.

  220. vamos a uma concordancia.
    A definição dada a palavra” som” no dicionario dos simbolos segundo a obra de JeanChevalier e AlainGreerbrant ebora um pouco tecnica ée interenssante porque estabelecem um paralelo entre o verbo, e sons vocalicos e os maNTRAS COMO ESSE PARALELO É INVOCADO LEI ANTECIOSAMENTE:

    O son é que ocasiona o ouvido pelo efeito dos movimentos vibratorios É nesse aspecto que a india faz dele um simbolo fundamental. O som tem sua origem no cosmo.
    Se a palavra o verb (Vãk)produziu o universo, foi pelos efeito da vibrações ritmicas do som(nada).Nda é a manisfestaçãodo som (shabda), da qualidade sonora que conrresponde ao elemento Éter (Akasha) Tudo que é percebido como som , dizem os textos, é Shakry, ou seja poder divino. o que é desprovido de som é o principio Propriamente dito. O som pode não ser não-manifesto(pára), sutil(pashayanti).ou articulado(vaikhari) O som é percebido antes da forma, pois o ouvido é anterior á visão. de shabida nasce o bindu, ou germe da manifestação. Por nalogia , o nascimento individual é as vezes desingnado como um som.
    O conhecimento aparece como uma visão mas támbem como uma percepção auditiva (luz articular, diz o tratado da FLOR DE OURO, onde a influência tântricaé patente)
    É a percepção dos Ecos da Vibração Primordial manifestada pelos mantras, dos quais o monossilabo Om é o maisperstigioso que reproduz o processo da manifesção.
    Os MANTRAS OU FÓRMULIULAS MENTAIS CUJA ORIGEM É REMONTADA AO MANU, o Legislador Primordial estão carregados com todo o poder que se exerce até mesmo no plano fisico. Mas eles permitem sobretudo obter a audiçãono coração (anãhata) de sons inaudiveis, o que conrresponde,em outras palavras, a visão de Branha pelo olho do coração, existem numerosas tecnicas hindus de percpção interior, comparada com o som do sino, da concha, etc.; e mesmo o ioga do som (shabdayoga). Essas tradições também estão ligadas á pratica muçulmana do dhikr
    “dicionário dos símolos”

  221. seguiremos mais na frete em wue ponto est´fundamentado o poder do som vocalico.

  222. JUDAÍSMO

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    Única religião essencialmente monoteísta (na teoria e na prática), refere-se ao povo hebreu, formado a partir da volta do exílio babilônico (538 antes de Cristo), e no qual se formou o Cristianismo.

    Os hebreus (significa aqueles que vieram do outro lado do rio – no caso Jordão) foi um povo semita da antiguidade – do qual descendem os atuais judeus que ficaram no Egito, aproximadamente, 400 ou 250 anos.

    Entretanto, os israelitas que viviam no Egito ainda não eram chamados de Judeus e sim de Hebreus.

    A palavra judaísmo está relacionada ao mesmo tempo com uma região geográfica (a Judéia), um agrupamento humano (os judeus) e uma religião (o judaísmo).

    Essa série de referências revela a originalidade de uma religião que se caracteriza pelo pacto da aliança entre um deus – Javé, e um povo – Israel, compondo uma unidade étnico-religiosa, ou mais precisamente, uma nação religiosa.

    A religião têm várias correntes, como a liberal e a conservadora. O judaísmo tradicional é o ortodoxo. Acreditam na ressurreição. Uma criança tem que nascer de uma mãe judia para ser um judeu. É necessário se ter 10 homens para se fazer uma oração. O número 7 é associado a perfeição, ao completo…

    Desde a época de Abraão, designou-se que Deus é único, onipotente e responsável pela criação do Universo. Não existe “antes” ou “depois” de Cristo, mas sim o tempo de existência da humanidade.

    Os três homens mais importantes, chamados de Patriarcas, são Abraão (Abraham), seu filho Isac (Isaac) e seu neto Jacó (Jacob), todos mostrados nos selos abaixo, emitidos em 23/09/1997.

  223. O selo do meio mostra “O Sacrifício de Isac”… A Bíblia conta que o Altíssimo quis provar a fé de Abraão… Então lhe disse:

    – “Toma Isaac, teu filho único, a quem amas, e vai ao território de Mória, e aí oferece-o em holocausto sobre um dos montes que eu te mostrar” (Id. 22, 2).

    Abraão não hesitou um instante. Chamou Isaac, pôs-lhe aos ombros um feixe de lenha e, portando uma adaga, dirigiram-se para o local indicado por Deus.

    Isaac, entretanto, não vendo a vítima, no alto do monte, preparada a lenha para a fogueira, Abraão pediu a Isaac que se deitasse sobre ela.

    O adolescente nada replicou, obedecendo fielmente a seu pai. Este, levantando o braço, ia desferir com a adaga o golpe sobre a vítima, quando um anjo do Senhor o chamou pelo nome e disse-lhe da parte do Altíssimo:

    – “Não estendas a tua mão sobre o menino, e não lhe faças mal algum; agora conheci que temes a Deus e não perdoaste teu filho único por amor de mim” (Id. ib., 12).

    E vendo Abraão perto um carneiro preso a um arbusto pelos chifres, pegou-o e ofereceu-o em holocausto ao Senhor.

    Esse ato heróico de fidelidade ao Primeiro Mandamento – Amar a Deus sobre todas as coisas – mereceu a Abraão que Deus renovasse com ele sua aliança…

    Abaixo, ilustração sobre o Judaísmo. Em destaque, a imagem mostra Moisés com a Tábua dos 10 Mandamentos, os quais são chamados Decálogo.

  224. JUDAÍSMO – HISTÓRIA
    Aprendi com Hélio Daniel Cordeiro (Editora Brasiliense)

    O texto abaixo está ilustrado com duas séries de Israel:

    “As Matriarcas da Bíblia” – 4 selos emitidos em 16/08/1977. Os selos mostram: Sara (0,70), Rebeca (1,50) Raquel (2,00) e Léa (3,00).
    “Os Patriarcas da Bíblia” – 3 selos emitidos em 22/08/1978 (Yvert: 710/712, Scott: 701/703), para comemorar o Ano Novo (5.739). Os selos mostram: Abraão e Isac (1,10), Isac (5,20) e Jacob (6,60).
    O rio Jordão estava localizado em uma antiga região chamada Babilônia que significa porta de Deus, palavra derivada de Babel, a qual quer dizer confusão.

    A Babilônia compreende o período Sumério, que teve o desenvolvimento da escrita cuneiforme, de 3.000 a 2.000 antes de Cristo.

    Jericó é considerada a cidade mais antiga do mundo porque é a única cidade amuralhada (3000 a.C.), naquela época Ur não tinha muralhas.

    Abraão, surge na história, aproximadamente, 1.500 anos antes de Cristo. Ele nasceu em Ur. Muda-se para Canaã e casa-se com Sara – que era linda e estéril…

    Observação: Canaã é uma antiga cidade localizada acima do mar Morto, entre o Egito e a Mesopotâmia (local dos povos Caldeus e Sumérios). Em Canaã viviam vários povos: Amoreus, Eteus, Cananeus, Periseus, entre outros. Vizinhos de Canaã estavam ainda outros povos: os Filisteus (povo bíblico comprovado pela história), os Fenícios (povo adiantado de pele escura que quer dizer comerciante) e os Sírios… Já Semita é a família etnográfica que abrange os Hebreus, Assírios, Arameus, Fenícios e Árabes…

    SEGUNDA GERAÇÃO – ISMAEL E ISAC

    Sara tinha uma escrava chamada Asgar, a qual serviu Abraão e teve um filho chamado Ismael… Entretanto, Ismael, primogênito de Abraão, só é considerado como primeiro filho para os muçulmanos…

    Enquanto que para os judeus é considerado o primeiro filho de Abraão, Isac ou Isaac (que significa riso) – nome derivado da risada de Sara que não acreditou que teria um filho já com idade avançada… Quando Isac cresce, casa-se com uma mulher vinda de Ur, Rebeca…

    Rebeca ou Ifica (que quer dizer ovelha), sente que em seu ventre os seus filhos gêmeos lutam e Deus diz à ela que de seus dois filhos nascerão dois povos, Isaur o mais velho servirá Jacó o mais novo.

    TERCEIRA GERAÇÃO – ISAUR E JACÓ

    Isaur é o primeiro neto de Abraão. Trabalha no campo, tem personalidade mais agitada, é mais materialista (visão com foco no presente). Casou-se com uma das filhas de Ismael (sua prima por parte de pai).

    Jacó ou Iacof (em hebraico) = Israel (aquele que briga com Deus), tem uma personalidade introspectiva, é mais caseiro e esperto, tomou o direito de primogenitura (visão com foco futurista).

    Jacó briga com o irmão Isaur e parte para Ur. Lá, Jacó casou-se com Léa e teve Rúben. Foi traído e teve que trabalhar 7 anos para ficar com sua amada, irmã mais nova de Léa, sua cunhada…

    Já casado com Raquel, seu verdadeiro amor, teve José – seu filho preferido. Volta com toda a família para Canaã. Jacó morre no Egito, depois de 17 anos.

    QUARTA GERAÇÃO – OS DOZE

    Jacó tem 12 filhos homens com 4 mulheres: duas escravas, Léa e sua irmã Raquel. Os 12 filhos de Jacó formaram 12 tribos, sendo a principal a tribo de Judá ou Judah (daí vem os judeus).

    As 12 tribos foram formadas em todo o território que compreende, hoje, o Estado de Israel, e ainda depois do rio Jordão, na região norte da Jordânia. Em ordem alfabética: Aser, Benjamim, Dã, Gade, Issacar, José, Judá, Levi, Naftali, Rúben, Simeão e Zebulão.

    Abaixo, série de 12 selos emitida em 3 datas diferentes (08/11/1955, 10/01/1956 e 05/06/1956) que mostram os Emblemas das 12 Tribos de Israel: Judá, Levi, Simeão, Rúbem, Aser, Gade, Naftali, Dã, Benjamim, José, Zebulão e Issacar.

    Judá (teus irmãos te louvam), principal povo que se formou através dele ao sul. Judá gerou Tamar, Farés e Zara. Na cidade de Hebrom.
    Levi (violência, espadas)
    Simeão ou Simeon ou Shimon (violência, espadas). Com a cidade Berseba.
    Rúben ou Reuben ou Rubem, filho primogênito de Jacó com Léa. Com o Monte Nebo.

    Aser ou Asher (seu pão será abundante e ele motivará delícias reais)
    Gade ou Gad (cidade de Sitim, do outro lado do rio Jordão)
    Naftali ou Naphtali ou Neftali (é uma gazela solta, de sua boca sairão palavras formosas)
    Dã ou Dan ou Daniel (julgador, serpente)

    Benjamin (lobo voraz), tribo formada ao sul, em volta de Jerusalém.
    José ou Joseph – ramo frutífero, dos seus braços vem a força de Jacó, benções dos céus e dos infernos. Efraim e Manassés ou Manasseh formaram a tribo de José.
    Zebulão ou Zebulun ou Zebulom (servirá de porto para os navios)
    Issacar ou Issachar ou Isacaar (acomodado, preguiça). Aos pés do Monte Tabor.

    José é biblicamente filho de Jacó e Raquel. José teria vivido no Egito entre 1.700 a 1.600 antes de Crsito. José tinha muitos sonhos. Seus irmãos vendem-no como escravo para uma caravana que vai para o Egito… Ele decifra o sonho do faraó: que os primeiros 7 anos serão de abundância e os outros 7 serão de miséria. E assim transforma-se em governador do Egito.

    A mulher do faraó, Potifá, tenta seduzir José. Este esquiva-se para manter seu estatus. Ela furiosa, diz ao seu marido que José tentou seduzí-la. José volta para a prisão… Depois, novamente por causa das interpretações dos sonhos, ele ganha fama, importância e fortuna no Egito.

    A Bíblia enfatiza muito o lado que José está como presidiário (pobre) e depois a sua promoção por causa dos sonhos, dos desígnios de Deus.

    Os dez filhos de Jacó vão para o Egito em busca de alimentos, a pedido do pai. José reconhece os irmãos, mas estes não, pois quando o viram pela última vez (quando venderam ele como escravo) ele era muito jovem. Ele disfarça e manda prender os irmãos julgando-os de espiões.

    Depois de 3 dias José diz que um deles deveria continuar preso em prova de honestidade: Simeão, e manda todos de volta para Canaã levando comida para o seu povo, e que só libertaria Simião se lhe trouxessem Benjamim – o filho mais novo.

    Nota: o período de escravidão no Egito se deu entre 1.600 a 1.300 antes de Cristo.

    Cozem ou Bozem compreendia uma região dentro do Egito onde viviam tribos semitas (hebreus). Os faraós de origem semíticas são considerados hebreus.

    Já os faraós de origem não semíticas, pois não reconhecem os descendentes de Jacó e nem o que José fez pelo Egito, são aqueles que escravizaram todos os hebreus.

    Entre 700 antes de Cristo até 700 depois de Cristo é o período de declínio de Israel…

    Haviam 10 povos do norte que constituíam a antiga Israel e duas ao sul, Judá e Benjamim. Depois da destruição total do norte, Judá cresceu muito para continuar o povo judeu…

    Algumas considerações históricas do período pré-estatal de Israel (história, reis):

    As primeiras sementes plantadas sobre o judaísmo foram por Moisés.
    O Judaísmo tem 613 mandamentos que se dividem em o que se pode fazer ou não, os quais partiram dos 10 principais Mandamentos da Tábua de Moisés, escrita pelo dedo de Deus.
    Ioshua ou Josué foi quem suscedeu Moisés. Josué separou doze pedras e, nelas, escreveu os nomes das doze tribos (Js 4:1-10).
    O período dos juízes e dos profetas compreende entre 1200 ao ano 1000 antes de Cristo, quando profetas e juízes são os grandes líderes do povo (juízes, leis, sentenças aplicadas).
    A pressão e a vontade do povo é pela monarquia, assim foi escolhido o primeiro rei Saú. O período da monarquia começou aproximadamente no ano 1.000 antes de Cristo.
    Rabino Tito – século I depois de Cristo.
    Maomé (Meca) aparece no ano de 700 d.C. com ele nasce o islamismo.
    Cabala significa tradição recebida, e é essencialmente mística. Só são iniciados os homens acima de 40 anos. Ela aparece no sul da França e na Espanha no século XIII, de forma mais evidente.
    A Bíblia foi escrita em hebraico a primeira vez entre 1200 a 1125 a.C. Depois foi impressa em livro em 1480 d.C.
    Fernando de Aragón e Isabela de Castela expulsaram os judeus da Espanha no período muçulmano de 1492.

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    SÍMBOLOS

    O “Maguen David” é a estrela de seis pontas que representa a união dos contrários, dos opostos, a interação entre o masculino e o feminino, entre o visível e o invisível, da água com a terra e do fogo com o ar. Entre os judeus, é um símbolo de fé. Conhecido também por Hexagrama ou ainda pelo nome “Estrela de Davi”, a qual está na bandeira do Estado de Israel.

    Festa de Bar-Mitzva (festa comemorativa aos 13 anos do filho homem)…

    Torá (Lei, rolo, Livro Sagrado) – A palavra lei indica o conjunto de leis e determinações religiosas e civis, colecionadas no Pentateuco. Os israelitas usam o termo Torah que na forma causativa significa instruir. O termo Torah indica toda espécie de determinações, não necessariamente jurídicas, dadas por Javé, através de sacerdotes ou profetas (Is 8, 20; Jer 2, 8). O Torá é a Bíblia dos judeus. A quinta letra do alfabeto hebraico, Hei, representa Deus e os cinco livros do Torá (analogia com o Tarô: O Hierophante).

    A Menorá ou “Menorah” é um candelabro de sete braços, uma das características mais importantes do Tabernáculo e dos Templos. Também é o emblema oficial do Estado de Israel, cuja forma teria sua origem na planta de sete galhos moriá, conhecida desde a antigüidade. Os ramos de oliveira dos dois lados representam o anseio de Israel por paz. A menorá de ouro era um dos principais objetos de culto no Templo do Rei Salomão, em Jerusalém. Através dos tempos, ela tornou-se um símbolo da herança e tradição judaica, em sem número de lugares e com grande variedade de formas.

    O Candelabro, por sua vez, simboliza luz, salvação e iluminação espiritual. Na Idade Média, o candelabro de sete braços já representava o Judaísmo. Abaixo (no centro), máximo postal emitido por Portugal, obliterado em Lisboa no dia 20/05/2004.

    Sinagogas – com a destruição do segundo templo de Jerusalém, casas transformaram-se em centros comunitários, com funções sociais na qual crianças estudam. Abaixo (nas laterais), dois selos emitidos pela Itália em comemoração aos 100 Anos da 1ª Sinagoga de Roma. Veja o selo postal sobre a Primeira Sinagoga das Américas!

    O Pentagrama, conhecido também por Pentáculo – estrela de cinco pontas, signo do infinito e do absoluto, é um dos antigos símbolos que representa o homem. O mesmo que “Triângulo de Salomão” ou “Selo de Salomão”.

    Do grego “pente” que quer dizer cinco e “gramme” que quer dizer linha, é o signo do microcosmo; da unidade. Ele exprime a dominação do Espírito sobre os elementos e os elementais. Representação da união do 2 (princípio feminino terrestre) com o 3 (princípio masculino celeste). O número 5 é um número de transição e passagem, pois sucede o 4 que é um número completo mais a adição do 1 que é o número do começo. O 5 sempre é um número de multiplicidade e irradiação, e tal fato se dá, porque sua base concreta é o 4, por isso que representa um número de realização. O Pentagrama investe-nos de uma vontade capaz de intervir na Luz Astral, que nada mais é que a alma física dos quatro elementos, os espíritos elementais, tornando-se submissos a esse símbolo.

    A estrela de 5 pontas aparece nas bandeiras de países africanos onde a maioria da população é cristã, Angola e Etiópia, por exemplo, assim como em países árabes que professam o islamismo, como Argélia, Comoros, Djibouti, Ilhas Comores, Marrocos, Mauritânia, Saara, Somália e Tunísia… Ainda em países de outros continentes, por exemplo, Iraque, Jordânia, Síria e Turquia…

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    Livros e indicações interessantes:

    Noções de Hebraico Bíblico – Paulo Mendes (Letras de como se escreve o hebraico)
    Camões escreveu uma poesia em relação a Léa.
    Machado de Assis escreveu sobre Isaur e Jacó.
    O Talmud (Tao – ensinamento) é uma obra que relata vários temas discutidos pelos rabinos sobre o Torá. O Talmud foi escrito em aramaico – linguagem mais popular usada paralelamente com o hebraico – língua que Jesus falava.
    Uma das Fontes: The Bible Odyssey on Israeli Stamps

    http://www.bible-study-online.juliantrubin.com/biblestamps.html

    Há meio século, o grupo de visionários Leon Feffer, Manoel Epstein, Isaac Fischer, Rubens Frug, Moti Coifman, Maurício Fischer e Moti Frug, responsável pela idéia de criar um novo clube não imaginava que depois de poucas décadas a Hebraica seria o mais importante centro comunitário judeu do Brasil e um dos mais completos do mundo…

    A HEBRAICA – Ponto de encontro da comunidade judáica, em São Paulo.
    culturajudaica@hebraica.org.brhttp://www.hebraica.org.br/

    Última atualização: 23/04/2008.

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  225. Espero que o leitorfaça relfecção a respeito deste estudo. O fato dos comentario que escrevoesse ou aquele assunto sententize o pensamento e , por consequencia salientar os pontos essenciais dos mesmos.
    ao meu ponto de vista um som vocalico emitido pela voz humana e dotado de valor esotrico, depende de três elementos principais que devemos ter em mente; a ideia -força que ele contem em essência, os orgãosfonadores utilixados para para entoa-los e a nota musical que devem ser utilizada. E nescessario examinar estes tres elementos para que vc tenha uma boa compreenção dos principios que devem ser levados em conta a fim de que si beneficie de seus efeitos , deve ter maxima atenção que não estitiem em rele-lavarias vezes visto que isso referem ao ponto muito importante do estudo comenetado.
    Embora seja dificil de compreender do ponto de vista intectual, tdos os sons contem uma idéia-força em essência cada um deles é formado por letras cuja combinação representa a leis comisca determida.O simplis fato de nos visualiza-los nos permitem sentir o seus efeitosnaturalmente na condição de conhecermos é entrar em sitonia comcom seu poder virtual. Pra fazer uma analogia, quando você escreve “ai” logo pensa no sofrimento que pode sentir de quqndo se machuca. essa associação de idéia se deve ao fato de que seu subconciente asimilou definitivamente o sentido que você atribui objitivamente a onomatopéia O seu eu interior conhece a lei cosmisca e os efeitos que essas leis representapra vc e cumprem-se sob o impulso dos pensamentos sejam positivos ou negativos acontecem …
    Em outras palavras infude em suas ideias -força e sua única aspiração é expresa-lo. agindo assim++ e – mentalmentepermite essa força idéialiberar-se e agir em nós ou em nossa voçta com um objetivo preciso. o importante é vôce ter a ideai da inluiencia psiquica, fisica e espiritual que eexecem sobre vc liberando a ideia força por intrmedio de sua voz. depois estudaremos neste cometario : não confundir sons com mantras.

    OS MANTRAS O PROXIMO ASSUNTO.

  226. Analizando as doze pedras de que seviu Judá ver “Judaismo esplicado acima” veremos que de cada pedra surgiu um civilização “no pasado conhecida por tribus” das tribos surgiram as civilizaçoes com seus costumes, dai a razão de que existem as difenentes liguas e maneira diferentes de se pensar em um relacionamento religioso atribuindo ao Deus ou “CIADOR DE TODAS AS COISAS”

    Vejamos como exemplo; o Budismo: Muitos estudantes de mistisimo confudem” sons vocalicos ‘ com as “mantras” isso é estamos falando do budismo o que não se deve cunfudir com o Clero Romano entre outras religiões, bem ainda entender que essa ou aquela religião é a unica a mais perfeita amais iluminada ou seja a escolhida como o principio da salvação assim como admitem os seguidores de cada uma entendendo ter encontrado um lugar no céu e que só eles estão seguindo o caminho correto e que tudo que estiver contra seus pricipios estão ja no inferno eu digo que está maneira de pensar é errada… Duus não tem igreja, constituida por uma nação ou uma civilização escolhida para a salvação “cada ser humano é templo de Deus ou seja do criador universal” A maneira da interpretção é que surgem as diferenças o que não é simplis explicação, não vou tecer comentario sobre este aspecto ” cada um segue a fé que abraça” para não ficar esquecido lembro que não são só as igrejas, também as organições, o que poço dizer é tudo é licito segue cada um o que lhe convem, como disse; volto a repetir: Santo só depois que morre depois que chega o céu independente de que fé ou organizção.

  227. isso é onde é ceu se Deus está em todo lugar?

  228. para cometarmo primeiro temo que ir ao primcipio do porquê e estamos comentando do Budismos religioes indueropeias. Tudo inicio assim: O busdismo surgiu de um principe chamado Buda sindakta, este principe era dono de um grande reino, e em seu pensmento ligado a Deus queria saber o porque do sofrimento humano, e para o fim abandou mulher, filhos em fim tudo inclusive o seu poderoso reino e se refugiou cavalgando em seu cavalo em uma floresta onde conseguiu contato com alguns mongens “mestres” mas não teve a resposta que buscava abandounou os mestre e proseguiu em sua busca, ao ser iluminado por Deus, descobriu que a causa do sofrimento humano, são as ambisões , o sactarismos racional e religioso, em fin tudo que não esta de acordo com a lei divina. assi descobriu que o hoem só é puro em essencia, mas impuro em seus atos e de pouco amor a Deus, e a partir dai com a iluminção divina ele criu os mandamentos ou seja seguiu os mandamento da dividade de dos mandamentos que foi editado por deus no primeiro e segundo edito de Deus, e o escreveu em sua linguagem, dai surgiu o budismo que iluminou o oriente assim como Jesus iluminou o ocidente.

  229. veja: no oriente o uso das mantras é frequente um trmo importante a concidrar muitos seguidores das religioes hidueropeias confundem os sons com os mantras, mas há entre ambos diferenças que merecem menssão. Os MANTRAS geralmente apresentam na forma de uma palavra provinda de um texto religioso e tem um sentido precioso. Em certos casos trata-se de uma expreção ou frases completa. Os mantras, são muito mais numerosos que os sons vocalicos, elem dissoseus efeitos não são baseados em sua entoaçãomas muito mais em suas repetições durante horas em certos casos. na maior parte do tempo essas repetiçoes tem por finalidade provocar um estado intermediario favorável á meditação ou a prece. acompahada de certos movimentods do corpo, como o balanço para frente e para traz ou de um ldo para outro.

  230. NAS RELIGIOES ORIENTAIS O USSO DOS MANTRAS SÃO FREQUENTES
    UM DOS MAIS CONHECIDOS MANTRAS É A EXPREÇÃO” OM, MANI,PADME,HUM” que significa literalmente ” a Joia do centro de lotos”, simbolizando a sabedoria de Brahama, ou sabedoria de Deus cpm olotos representando a alma humana.
    Essa expressão é objeto de veneração especial por parte do budismo como tambem cada civilisação venera o criador o que muda é só a ligua tudo diz em a mesma coisa, pode ser diferente ao nosso entendimento mas o criador tudo entende
    os butistas tibetanos representa para eles a essencia da criação e os quatros estados conciência transpostos para que atinja o que chama de nirvana q significa para eles “perfeição” estes quatros estados são definidos da seguinte forma: o Srotappati ( o Neofito) o novo ser a ser… o Sakridagamim ( o iniciado), o anagamim ( o adepto o que chamamos de seguidor da fé) e o Arhat ( o iluminado) alem disso cada um a da seis silabas desse mantra é associada aos seis mundos assim como admitem eles, aos seis mundos de Buda: o que definiu em seus ensinamentos como Jesus nos ensinou de forma difente em ligua mas com o mesmo significado e amor ao ser humano. os ensinamentos de Buda: OM- os deuses os homens a imagem de Deus, MA – os ante deuses ou seja o ante Cristo. NI – os seres humanos: PAD- os animais; ME – os mortos, HUM – o inferno.

  231. OS seguidores de buda como de Jesus cada uma em sua lingua passam a repetição dessas silabas como repetimos o treço e assim entramos em comunhanão com atman a alma eterna universal de DEUS Ou seja em nossa ligua ou em qualquer lingua uma prese com Deus ” dizemos entre outras oraçoes “vae Maria , PAI NOSSO QUE ESTA NO CÉU E ASSIM POR DIANTE…

  232. Nas organizções secretas; os Rosacruznão exitem mantras no sentido corrente desse termo. Naturalmente crtas palavras, expreções e frases produzem no sentidos imaginario piscologiamente uma resonancia que concideram especial e suficientemente o essencial para o fim assim como nas religioões sitadas ou em todas… cada uma segue o que entende como melhor … quando escreve ler, diz ora, resa,mentalmente ou em voz alta como no termo Rosacruz”Deus do nosso coração” ou a frase ” A lei cósmica se cumprem” e outras como palavra perdida “MATHREM” Já esplicada acima. representa por si mesmo uma combinação de leis iniversais e exercem uma influencia mistica bem definida. Não obstante não utilizam como mantras, pois nenhuma delas pé objeto de repetição, como é o caso do pai nosso nas igrejas. mas, é objrto de repetição em cada ritual que vise induzir detrminado estado de conciencia. não entoados os sons como fazem num contexto religioso, que fazem com a finalidade de venerar essa ou aquela divindade.
    Como ex; MAÇONARIA TEM COMO DEUS O ORGULHO:. AO;. GRANDE:. ARQUITETO;. DO;. UNIVERSO;. e seus rituais no sentido de venerar a Deus.
    foi apenas uma ilustração sutil. só para ter uma idéia das diferenças. dai é que para envitar conflitos cada um deve seguir a fé que abraçam, e lembro mais uma vez; “onde é facil de entrar é dificil de sair e onde é dificil de entrar é facil de sair” -selo-

  233. “Tudo que decidires fazer;realiza-o imentiatamente. Não deixes para a tarde o que puderes realizar pela manhã.

  234. APOS TER MOSTRADO AS PAIXÕES DA ALMA TEM GRANDE PODER, DEVO DIZER, ADEMAIS, QUE NÃO EXITEM MENOS VIRTUDESNAS PALAVRAS E NOS NOMES DAS COISAS, AS MAIORES DE TODAS SENDO ENCONTRADAS NAS PALAVRAS E NOS GETOS. POR ISSO DIFERIMOS PORTANTO DIFERIMOS DAS FERAS E SOMOS CHAMADOS “RACIONAIS” AS PALAVRAS,SÃO O INTERMEDIO MELHOR ADAPTADOENTRE AQUELEQUE FALA E AQUELE QUE ESCUTA, POIS ELAS LEVAM CONSIGO O CONCEITO E A VIRTUDE DE QUEM FALA, ISTO COM UMA CERTEIRA EFICACIA QUE ALCANÇA OS QUE SABEM OUVIR; ELAS TEM UM PODER TAÃO GRANDE QUE MUITAS VEZES MUDAM, NÃO SÓ AQUELES QUE ESCUTAM, MAS TAMBÉM OUTROS CORPOS E OUTRAS COISASDESPROVIDAS DE VIDA. -ORA, CERTAS PALAVRAS REPRESENTAM COISAS MAIS ELEVADAS- INTELCTUAIS,CELESTES, E SOBRENATURAIS – E SÃO MAIS EFICAIS QUE OUTRAS; E SÃO MAIS ESPRESSAMENTE QUANTO MAIS SEJAM MISTERIOSAS. AS QUE PROVEM DA LIGUAGEM MAIS DIGNA OU QUE PERTENCEM A ORDEM DE UMA COISA MAIS SANTAS(FALO DE CERTOS SIGNOS E CERTOS SIMBLOS) RECEBÉM UM PODER QUE É O PODER DAS COISAS DE NATUREZA CELETES E SUPRACELESTES; RECEBEM RECEBEM O PODER QUE PROVEM DA VIRTUDE DAS COISAS DE QUE ELAS SÃO O VEICULO ALEM DE RECEBER O PODER NELAS INSERIDOS PELA VIRTUDE DE QUEM AS PRONUCIAM. POIS BEM AS PALAVRAS PRONUCIADAS SÃO MAIS EFICAZES PORQUE EXPRESSAM MELHOR E REPRESSENTA MAIS MISTÉRIOSAMENTE, POR UM LADO AS MAIORES COISAS – A SABER, AS INTELECTUAIS, AS CELESTES , E AS SOBRENATURAIS – E POR OUTRO LADO O QUE FOI ESTABELECIDO OU ORDENADO PELA LINGUA MAIS DIGNA E NA MAIS SANTA DIGNIDADE.
    HERIN CORNELIUS AGRIPPA ( 1486 -1553) a infliencia misticas das palavras tem ligaçoes com as leis cómiscas e cuja origm é uma liguagem sagrada. eis a citação acima. embora sua leitura seja um tanto abstruso sua leitura atenta dara a oprtunidade de compreender o essencial, respeitanto meus semelhantes nos seus sentimentos e seguimentos e no amor que os conduz sem desmerecelos em qualuer ponto de vida crença, raça, ou fé intelecto seja qual for seu pensamento tambem sera o meu respeito ” Deus que o ilumine a cada um com vossos pessamentos e religioes e organizçãoes, e cada pais ou nação somos todos irmão das dozes pedras de Jaco.
    com a palavra Jesus cristo é o nosso senhor the kigs of the kigs NJRJ – O GADU. R+C E V V V V V etc……………. ajuda-te que os céus te ajudara.

  235. voltemos agora nos proximos comentario a leis fusicas e metafisicas, e as leis cosmicas rogo a Deus que da-a-mim seu espirito de saber para que posso proseguir ao bem de toda humanidade seja quem seja for o que importa-me é ser meu semelhante e ser humano com poder , sem poder , ou prediciario etc para mi o importante é ser humano, ‘ A MUITAS INJUSTIÇA SOBRE A TERRA.
    A MUITO TEMPO QUERO FAZER UMA PERGUNTA AO MUNDO HUMANO: ONDE ESTÁ A IGREJA DOS ANIMAIS. se tem quem possa responder= nm.guimaraes@hotmail.com

  236. O som é a matéria prima do Universo.
    Diz o Evangelho de São João que: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Tudo foi feito por Ele e nada do que tem sido feito, foi feito sem Ele. N’Ele estava a Vida, e a Vida era a Luz dos homens”.
    Os mundos e seres que compõem o Cosmos foram constituídos pelo som, pela palavra, que emanou como o primeiro hálito divino. Pelo som, o “caos primitivo” se ordenou, se sistematizou nos mundos que conhecemos. O som, no mundo físico, desperta um som correspondente nos reinos invisíveis, e incita a ação de uma força ou de outra, no lado oculto da natureza. O som é o mais eficaz e poderoso agente mágico e a primeira das chaves para abrir a porta de comunicação entre mortais e imortais. Cada letra tem seu significado oculto, a sua razão de ser; produz efeitos que serão a cauda de novos efeitos. Como regra geral, todos os rituais religiosos são cantados; não há seita, por menos espiritualizada que seja, que não tenha os seus hinos ou cânticos.
    Como música, o som é o veículo ideal, tanto para a libertação como para a escravidão dos homens. Mantém os seres humanos, e disso também se ressentem os animais, num estado emocional característico que os predispõe a tomar atitudes, às vezes as mais disparatadas. O som é a grande arma de homens e Deuses. Em si não é bom nem mau; o seu emprego fasto ou nefasto depende exclusivamente da vontade do homem.

  237. Os sons que elevam o espírito são os mantras, os sons místicos ou sagrados. A origem dos mantras está num dos textos sagrados da Índia (os Vedas) mais amplo e mais antigo de todos, chamado Rig Veda, que é um livro de cantos métricos divididos em dez partes denominadas mandalas. Por essa razão, muitos traduzem a palavra mantra do sânscrito, como significado “hino” ou “discurso cantado”. Outros autores a consideram praticamente equivalente à nossa palavra “magia” ou “encantamento” uma vez que, sob o ponto de vista esotérico, os mantras são antes invocações mágicas, usadas para encantamentos, do que orações religiosas.
    Etmologicamente, em sânscrito, “man” significa mente e “tran” significa controle, ou seja, mantra também poderia ser definido como sendo a combinação de sons que nos dá o controle da mente. Mantras são peças idiomáticas consagradas pelo uso superior, com seu culto variando conforme as diversas fraternidades iniciáticas, doutrinas espiritualistas e credos religiosos. Podem se constituir de uma palavra, um verso, um aforismo ou uma fórmula espiritual; suas letras e sílabas são de articulação harmoniosa e quando pronunciadas num ritmo ou sonoridade peculiar, e sob forte concentração mental, elas despertam no organismo físico do homem um energismo incomum que lhe proporciona certo desprendimento ou euforia espiritual.
    Todas essas combinações de sílabas ou palavras, através de sua repetição rítmica e contínua mediante as quais se originam certas vibrações, produzem determinados efeitos ocultos. Um mantra não deve, apenas, ser tocado ou cantado; precisa ser acompanhado por um pensamento, de acordo com a combinação de sons; precisa ser vivido. As palavras mantrânicas possuem poder de ação no corpo etéreo e astral do homem, pois aceleram, harmonizam e ampliam as funções dos chacras do duplo-etérico. Elas auxiliam a melhor sintonização do pensamento sobre o sistema neurocerebral e as demais manifestações da vida física.
    Há nas palavras sublimes certa musicalidade terna e vigorosa, que acionada progressivamente, pode alcançar a intimidade atômica da matéria e alterar-lhe a coesão íntima, causando modificações inesperadas.

    Não se constroem mantras, pois não despertariam efeitos espirituais superiores na alma humana. Em verdade, são as próprias palavras que se consagram em “mantras” pelo seu uso elevado, transformando-se em verdadeiras “chaves verbais”, de ação espiritual incomum, sobre os diversos veículos ocultos e físicos, de que se compõe o homem.
    Elas congregam as energias e as próprias idéias dos que entoam os mantras, associando-as com as forças psíquicas benfeitoras, que depois se convertem em rigorosos despertadores espirituais.
    A palavra escrita ou falada expressa a linguagem do homem, da tribo, do povo, da nação ou da raça. Em conseqüência, ela também define o temperamento, o idealismo, a religiosidade, a conduta moral, o senso artístico, a cultura e a ciência, e portanto, o grau de espiritualidade ou progresso espiritual. Por isso, as palavras mágicas ou mantras revelam também, na sua enunciação disciplinada e no seu ritmo ascendente, o caráter, a força, a sublimidade e a ternura espiritual de um povo. Todas as características de um povo, também criam-lhe um timbre ou cunho esotérico firmado no mundo oculto, pela sua energia mental.
    Por todas essas razões, acima descritas, é que os mantras de um povo para outro, se revelam matizes diferentes.

    Uma simples palavra pode desencadear, no psiquismo humano, quadros mórbidos de toda espécie. Conforme assegura a medicina moderna, essa disposição mental produz as mais variadas alterações físicas, como modificações nas correntes sangüínea e linfática e nos sistemas endócrino e nervoso.
    Ante a palavra “guerra”, por exemplo, que podemos considerar um mantra negativo, o homem desata na mente uma série de imagens e lembranças mórbidas. Ainda há pouco tempo, a humanidade terrena comprovou o efeito terrificante dos mantras negativos ou malévolos, quando o nazismo divulgou pela Alemanha fórmulas, distintivos, insígnias e símbolos, que, tanto pela imagem como verbalmente, visavam despertar as emoções belicosas dos alemães. A cruz suástica, sob a tonalidade excitante da cor vermelha, funcionou como um poderoso dinamizador; os uniformes negros dos S.S. evocavam, no subconsciente das criaturas, as próprias forças trevosas, que alimentam e compõem, a egrégora infernal do mundo diabólico. Tudo isso estimulou o temperamento guerreiro e destrutivo do povo alemão, despertando mágoas, ressentimentos e humilhações sofridas em tempos passados, e ansiosos de desforra contra as demais nações. Os povos vencidos pagaram durante o transbordamento mórbido dos nazistas; Hitler, mediunizado pelos “mentores das sombras”, usou e abusou da força da palavra no evento nazista, praticando o “feitiço verbal” mais chocante e pernicioso na história do mundo.

    Quanto mais pronunciamos determinada palavra e pensamos nela, tanto mais energética, coesa e nítida é a sua representação idiomática e vibração psicofísica.

    Palavras como Amor, Paz, Perdão, Esperança, Bondade, embora sejam vocábulos comuns e de uso no mundo profano, já possuem sentido para servirem como verdadeiros mantras, desde que sejam pronunciadas dentro do ritmo sonoro e da disciplina que lhe é própria. São de vibração sublime e acumulam forças criadoras, pela expressão moral da idéia superior, que as mesmas traduzem.
    A palavra “Buda” é um poderoso mantra de evocação esotérica e o nome “Krisna” significa o mesmo na Índia. O vocábulo “Cristo” representa a mais alta expressão mantrânica, para o homem ocidental despertar no seu espírito as virtudes do Amor, da Renúncia, Bondade e Pureza. Os iniciados que sabem dar curso à vibração sonora sideral do vocábulo “Cristo”, são tomados de esperança e júbilo e são imunes às vicissitudes e crueldades do mundo. Os cristãos, ao morrerem nos circos romanos, entoavam o cântico “Ave Cristo”; muitos deles desencarnavam completamente anestesiados, apenas sob o efeito sonoro vibratório dessa palavra sublime.

    Como diz nosso mentor Ramatis: “E ainda, há homens que falam no ‘Cristo’, com a mesma displicência com que mencionam a marca do cigarro preferido”.

    Os mantras operam de muitas maneiras, por exemplo: certas formas de palavras trazem consigo idéias definidas, e mudam completamente a corrente de nossos pensamentos e sentimentos, como é o caso do hino nacional de um país; os hinos e cantos de Natal; os gritos de guerra, que desempenharam papel tão proeminente nas batalhas medievais.

    As religiões possuem mantras que operam pela fé, como a grande invocação maometana oriunda do alto dos mirantes: “Não há nenhum Deus, senão Deus”. A igreja católica possui os seus mantras, os quais quando recitados religiosamente e pela música sacra, reajustam energias espirituais, dispersam emoções desagradáveis e associam sentimentos sublimes nos fiéis, ensejando purificações emotivas e mentais. Um dos seus mantras mais famosos é o “Hoc est Corpus Meum” (“Este é o Meu Corpo”); o próprio Cristo fez um pacto, de que sempre que essas palavras são pronunciadas, em qualquer língua, por um de seus sacerdotes devidamente ordenados, Ele lhe responderá. Produz-se, então, uma certa transformação maravilhosa no pão, sobre o qual ele as profere, de sorte que, embora a aparência externa do pão permaneça a mesma, seus princípios ou contrapartes superiores são substituídos pela própria vida do Cristo, e assim se torna tão exatamente seu veículo, como foi o corpo que Ele usou na Palestina.

    Há mantras que operam só pelo som. A vibração que o som põe em movimento repercute nos vários corpos do homem, e tende a pô-los em harmonia com ela. O som é uma ondulação no ar, e cada som musical tem um número de modulações que ele também põe em movimento. Quatro, cinco ou mais modulações são detectadas e reconhecidas na música, mas as oscilações se estendem muito além, do que o ouvido pode acompanhar. Numa matéria muito superior e mais sutil, se erguem ondas correspondentes, e por isso, o canto de uma ou mais notas, produz efeitos sobre os veículos superiores. Há sons que são demasiado sutis para afetar o ar; não obstante, põe a matéria etérica em movimento, e essa matéria etérica comunica as suas oscilações à pessoa que recita o mantra e para quem ou o que, ela o dirige. Tais mantras, usualmente, consistem de diversos sons ordenados, de caráter muito ressonante e sonoro. Às vezes, emprega-se uma simples sílaba, como a Palavra Sagrada.

    Há mantras universais, cujos sons e vibrações identificam a mesma idéia-mater em toda a face do planeta. É o caso do vocábulo “Aum”, que se pronuncia mais propriamente “OM”, pois é o mantra mais poderoso, em qualquer lugar. No seu ritmo iniciático, é a representação universal da própria idéia de Deus, a Unidade, o Absoluto. Essa palavra sagrada hindu corresponde à egípcia “Amén”.
    Há diversas maneiras de proferí-la, que produzem resultados diferentes, de acordo com as notas em que as sílabas são cantadas e o modo como são pronunciadas. O efeito desta palavra, quando pronunciada adequadamente no começo da meditação ou de uma reunião, assemelha-se sempre a uma chamada de atenção. Ela dispõe as partículas dos corpos sutis, de maneira muito semelhante à atuação de uma corrente elétrica sobre os átomos de uma barra de ferro. Antes da passagem de tal corrente, os átomos do metal estão apontando em várias direções, mas quando a barra é magnetizada pela eletricidade, eles se viram e se inclinam numa direção única. Do mesmo modo, ao som da palavra sagrada, cada partícula em nós responde, e então nos achamos na melhor condição para sermos beneficiados pela meditação ou estudo que se segue. Ao mesmo tempo, ela age como uma chamada a outros seres humanos e não-humanos, que logo se reúnem em volta, alguns com compreensão do significado e poder da palavra, e outros trazidos pelo som estranhamente atrativo.

    Todos os mantras que dependem do poder do som, são valiosos apenas na língua em que foram dispostos; se traduzirmos um deles em outra língua, teremos outro mantra, por ter um grupo diferente de sons.

    Os mantras negativos, utilizados para fins maldosos, são de caráter violento e dilacerador e são pronunciados com furiosa energia e rancor; estão relacionados com cerimônias de magia negra como, por exemplo, de vudu.
    Nossa conexão com mantras deve ser somente com os de natureza benéfica e agradável, e jamais com os maléficos. Mas, os bons e os maus usam, igualmente, o mesmo método de trabalho; todos eles visam produzir vibrações nos corpos sutis, tanto do recitador como daqueles a quem se dirige o mantra.
    Tudo o que fazemos por meio de um mantra poderíamos fazer por nossa própria vontade, sem ele. Mas o mantra estabelece as vibrações requeridas, fazendo parte do trabalho por nós e em conseqüência facilitando-o.

    Outro ponto referente aos mantras é que não se deve recitá-los em proveito próprio ou na presença de pessoas grosseiras ou mal-intencionadas; porque o poder de um mantra intensificará tanto o bem como o mal. Uma pessoa, que estivesse presente, e que não pudesse responder às vibrações em sua forma superior, poderia ser prejudicada por ele que provavelmente, fortaleceria o mal existente nela.
    Conforme nos diz Ramatis, “o que dá força à palavra transformada em mantra, além de sua significação superior ou consagração sublime, é a vontade, a ternura, a vibração pessoal e o amor de quem recita, em fusão com a vibração individual do próprio Espírito Cósmico. O recitativo mantrânico, disciplinado pelas leis de magia do mundo oculto, transborda de poder e força no campo mental, astral e etérico do homem”.
    É poderoso detonador psíquico, que liberta as energias do espírito imortal e o conduz ao arrebatamento, à suspensão dos sentidos comuns, pela fugaz contemplação do “Mundo Divino”.

    Por tudo que foi transcrito até aqui, a recitação mantrânica da sílaba sagrada “Aum” é amorosamente entoada, no início dos trabalhos do Grupo de Estudos Ramatis. O momento em que essa prática foi introduzida no Grupo é relatado a seguir, pela sua dirigente:
    “Lá pelos idos de 1983 ou 1984, eu fazia parte da ‘Ordem dos 49′, sediada em Piracicaba (São Paulo) e, dirigida por Polo Noel Atan, autor do livro “A Cidade dos 7 Planetas”.
    A bem da verdade, aprendi muito com aquelas aulas por correspondência, através de apostila mensal. Fazia parte daquele estudo a recitação do mantra “Aum”, e eu sempre me esquecendo de cumprir aquela norma. Um belo dia, que eu não vou esquecer nunca, tive um sonho inusitado, que me serviu de marco para o surgimento de atividades no Grupo de Estudos Ramatis. Aliás, sempre tive desde os meus cinco anos, sonhos extraordinários em matéria de premonição e avisos. Sonhei naquela noite que me encontrava ao ar livre, tendo diante dos meus olhos maravilhados, um extenso horizonte a perder de vista. Olhei para cima e o céu estava limpo, muito azul, sem nuvens se deslocando, bastante tranqüilo mesmo. Nisto, aparecem em caracteres bem grandes, as três letras que constituem o mantra-raiz, de onde se originam todos os demais. Ele é o Princípio e o Fim de todas as coisas. É Cósmico, Galáctico, Solar e Planetário. É o que dá origem a todos os sons e, conseqüentemente, a todas as músicas. Eis como eu vi em sonho.

    AUM = OM

    Fiquei fascinada olhando o fenômeno no céu, ao tempo em que, telepaticamente, me diziam para eu recitá-lo conforme instrução recebida. Acordei instantaneamente! A partir dali, passei a encarar o assunto com muito mais respeito e seriedade. Tempos depois, tive a feliz idéia de introduzi-lo em nosso Grupo de Estudos Ramatis nos dias de reunião, o qual foi acatado carinhosamente, e com muita alegria, por todos os componentes. Os anos se passaram e eu me desliguei da Ordem dos 49, assim como já havia me desligado de muitas outras, pois o estudo por correspondência acabava por me cansar; todavia, o canto do “Aum” ficou engastado como uma linda pedra preciosa no Grupo de Estudos Ramatis, sendo recitado com muito respeito, uma vez por semana em nossas reuniões.
    É emocionante, comovedor mesmo, se ouvir os companheiros médiuns contarem de suas vivências extra-sensoriais, dos seus desdobramentos, de suas vidências no local ou alhures, no presente, passado ou futuro, tudo impulsionado nesses momentos sublimes, pela força uníssona das vozes, catalizadora de energias, desencadeadas pelas vibrações do cântico. Energias essas que são aproveitadas pelos “Irmãos Maiores” e encaminhadas para várias áreas nos planos espirituais, libertando espíritos ainda jungidos aos despojos carnais em cemitérios ou enterrados às escondidas; outros irmãos presos no fundo do mar ou ligados aos seus barcos ou navios, às vezes “fantasmas” como eles; e a maioria, em zonas purgatoriais no astral inferior.
    Essa energia, também já foi utilizada por irmãos extraterrestres em dificuldades em sua rota, bem como já auxiliou a intraterrestres, quando num imprevisto, precisaram de nós e o Pai nos permitiu auxiliá-los. Detalharemos esse assunto, se nos for possível, noutro livro”.

    Agora, passamos na íntegra algumas mensagens que têm ligação com o mantra, ou melhor, que foram estimuladas por ele.

    Vidência e mensagem de extraterrestres abordando a utilização das energias do mantra

    Boa noite, queridos irmãos!
    Graças a Deus, estamos novamente reunidos. Luzes e Paz nos rodeiam. Todos estamos sendo preparados e testados para o “grande momento”. Todos sabemos da grande responsabilidade. E, é por isso, que resolvi falar a vocês. A cada qual, caberá um papel importante, dentro do que está sendo selado.
    A compreensão que vocês têm da situação, é a chave com a qual vão trabalhar no momento apropriado. Continuem trabalhando, estudando e se preparando em todos os sentidos, desde o campo mental equilibrado até a alimentação condizente com a harmonia cósmica.
    Mantenham sempre o pensamento ligado a nós, no sentido de se precaverem de problemas e desvios da tarefa, provocados por irmãos que não amam a Paz.
    Hoje, estamos usando a luz do mantra, para iluminar regiões abissais sob as águas e libertar seres aprisionados a embarcações desaparecidas.
    Outro facho de luz, foi dirigido para a Ilha de Páscoa, de onde saiu em direção a todo o Cosmos, em forma de harmoniosa saudação ao Criador.
    Não nos agradeçam por nada, pois somos todos irmãos; não existe barreira onde floresça o Amor, Lei Divina, válida em todo o Universo.
    Paz a todos.

    Ashtron, um extraterrestre

    Obs.: No momento em que foi iniciada a oração para abertura da vigília realizada em Ponta da Fruta (ES), em 01/12/92, vi chegar uma nave espacial pequena, de onde saíram Ashtron e uma companheira. Depois de uma pequena saudação, dirigiram-se ao mar. Lá, sobre as águas escuras (era noite chuvosa), estavam três naves paradas e operando com um aparelho em forma de semi-círculo com tubos em volta de sua superfície; difícil descrevê-lo.
    Mais tarde, durante o cântico do mantra, a luz emitida foi conduzida para aquele aparelho que a absorvia e depois a devolvia pelos tubos, seguindo várias direções por sobre as ondas, penetrando em seguida nas profundezas do mar. Logo depois recebi a mensagem de Ashtron descrita acima.

    Visita a uma nave

    Estávamos todos numa nave espacial, estacionada sobre a sede do Grupo Espírita Servos de Jesus. Ela era transparente, parecia feita de cristal. No seu interior, havia uma mesa redonda transparente com uma espécie de orifício no centro; era linda e parecia feita de cristal. Sentamos em volta dela e observei que na sua parte central, havia um símbolo desenhado do qual não pude saber o significado. Nesse desenho, a figura que mais chamou a minha atenção, foi a de dois triângulos superpostos, de forma invertida, e feitos em cores bem vivas. À proporção que recitávamos o mantra, tudo ia ficando mais bonito, transparente e iluminado, as pessoas ao redor da mesa e o próprio interior da nave.
    Os sons tinham cores e formas, lindas e variadas, parecendo um arco-íris. Essa energia ia se expandindo, para todos os lados, iluminando tudo por onde passava.

    Descrição de uma viagem astral – Limpeza do Astral Inferior

    Boa noite queridos irmãos.
    Que a Paz e o Amor de Deus estejam em toda parte. A reunião desta noite, assim como as outras, tem tido um objetivo muito especial. O cântico do mantra, principalmente, tem sido o momento máximo de vibração para os nossos projetos de iluminar o interior do Planeta Terra. A nova arquitetura desta “Nave” que flutua no espaço, tem que estar limpa em seu interior que se encontra muito mais saturado que a crosta, embora a maioria das pessoas acreditem que seja o contrário. Por centenas de anos, tudo que havia de ruim era levado para o subsolo, a fim de proteger a vida na superfície. Porém, agora que o Planeta está sendo higienizado, urge que se limpe o interior, que terá de luzir como luz no cristal. Há semanas estamos canalizando luzes e vibrações de amor e paz para um grande abismo, com população imensa de “formas pensamento” prodigiosas, vindas de todas as partes da Terra, em todos os tempos, ali presas para se proteger os humanos; elas agora precisam ser dispersadas e só o Amor tem poder para tal. Os labirintos escuros se iluminam, e os “seres criados” desaparecem fugindo da luz; é um trabalho demorado, mas que precisa ser feito e são vocês que nos dão a matéria necessária para esta tarefa.
    Em se tratando da cidade no Astral que temos trabalhado, digo que é agora um jardim sempre iluminado. Seus governantes continuam lá para receber as emanações de amor, constantemente renovadas, que lá transitam oriundas de várias partes da Terra, mas principalmente da “nossa casa”. Mas o trabalho não termina aqui; existem muitos abismos e cidadelas no astral precisando de luz.
    É uma obra incansável e demorada mas da qual não podemos fugir, porque é vontade do Amado Jesus que este trabalho se intensifique nestes dez próximos anos. Continuemos unidos e incansáveis porque temos a proteção de Deus e dos nossos Mestres.
    Boa Noite.

    Shama Hare

    Grupo de Estudos Ramatis – Vitória, ES

    http://orbita.starmedia.com/~redengco/cap1.htm

    Os Vedas dizem: “Não há necessidade de entender a linguagem do mantra, nem existe necessidade de especulação mental ou ajuste mental para cantar estes mantras védicos. Eles se espalham automaticamente da plataforma espiritual e qualquer
    pessoa pode fazer parte nestas vibrações de som
    transcedentais sem nenhuma qualificação prévia.

    APROVEITO A OPORTUNIDADE PARA INFORMAR QUE MINHA QUALIFICAÇÃO TEM MUIDA IDADE E CONHECIMENTO E NÃO É COBRADDA PARA QUEM TANTO EXIGEM DEVE SE INDETIFIAR PARA SABER QUEM EU SOU O QUE SOU
    OBRIGADO, SE TENS CONHECIMENTO NÃO PODES IMPERDIR RETER CONHECIMENTO É PERDELO OU AINDA NÃO SABEIS SE SOIS INDENTIFIQUEM SERA UM PARAZER SE MERECER SABER QUM SOU A PRICIPIO NÃO SOU NADA , APENAS UM GOTA PERTO DO CENO QUE TENTAS ABRAÇAR

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  238. SE VOACE IRMÃO ESTUDOS RANMANTIS- VITORIA -ES não conhecem como sabem o que esta dizendo ou coibindo, guardou um lugar no sol ou seja no cosmo só para você onde esta sua esopada flamigera esta na hora de enrrolar as mangas da camisa e irnmos a luta vamos nesta ou vai esperar a hora vjá chegou

  239. Os sons que elevam o espírito são os mantras, os sons místicos ou sagrados. A origem dos mantras está num dos textos sagrados da Índia (os Vedas) mais amplo e mais antigo de todos, chamado Rig Veda, que é um livro de cantos métricos divididos em dez partes denominadas mandalas. Por essa razão, muitos traduzem a palavra mantra do sânscrito, como significado “hino” ou “discurso cantado”. Outros autores a consideram praticamente equivalente à nossa palavra “magia” ou “encantamento” uma vez que, sob o ponto de vista esotérico, os mantras são antes invocações mágicas, usadas para encantamentos, do que orações religiosas.
    Etmologicamente, em sânscrito, “man” significa mente e “tran” significa controle, ou seja, mantra também poderia ser definido como sendo a combinação de sons que nos dá o controle da mente. Mantras são peças idiomáticas consagradas pelo uso superior, com seu culto variando conforme as diversas fraternidades iniciáticas, doutrinas espiritualistas e credos religiosos. Podem se constituir de uma palavra, um verso, um aforismo ou uma fórmula espiritual; suas letras e sílabas são de articulação harmoniosa e quando pronunciadas num ritmo ou sonoridade peculiar, e sob forte concentração mental, elas despertam no organismo físico do homem um energismo incomum que lhe proporciona certo desprendimento ou euforia espiritual.
    Todas essas combinações de sílabas ou palavras, através de sua repetição rítmica e contínua mediante as quais se originam certas vibrações, produzem determinados efeitos ocultos. Um mantra não deve, apenas, ser tocado ou cantado; precisa ser acompanhado por um pensamento, de acordo com a combinação de sons; precisa ser vivido. As palavras mantrânicas possuem poder de ação no corpo etéreo e astral do homem, pois aceleram, harmonizam e ampliam as funções dos chacras do duplo-etérico. Elas auxiliam a melhor sintonização do pensamento sobre o sistema neurocerebral e as demais manifestações da vida física.
    Há nas palavras sublimes certa musicalidade terna e vigorosa, que acionada progressivamente, pode alcançar a intimidade atômica da matéria e alterar-lhe a coesão íntima, causando modificações inesperadas.

  240. Não se constroem mantras, pois não despertariam efeitos espirituais superiores na alma humana. Em verdade, são as próprias palavras que se consagram em “mantras” pelo seu uso elevado, transformando-se em verdadeiras “chaves verbais”, de ação espiritual incomum, sobre os diversos veículos ocultos e físicos, de que se compõe o homem.
    Elas congregam as energias e as próprias idéias dos que entoam os mantras, associando-as com as forças psíquicas benfeitoras, que depois se convertem em rigorosos despertadores espirituais.
    A palavra escrita ou falada expressa a linguagem do homem, da tribo, do povo, da nação ou da raça. Em conseqüência, ela também define o temperamento, o idealismo, a religiosidade, a conduta moral, o senso artístico, a cultura e a ciência, e portanto, o grau de espiritualidade ou progresso espiritual. Por isso, as palavras mágicas ou mantras revelam também, na sua enunciação disciplinada e no seu ritmo ascendente, o caráter, a força, a sublimidade e a ternura espiritual de um povo. Todas as características de um povo, também criam-lhe um timbre ou cunho esotérico firmado no mundo oculto, pela sua energia mental.
    Por todas essas razões, acima descritas, é que os mantras de um povo para outro, se revelam matizes diferentes.

    Uma simples palavra pode desencadear, no psiquismo humano, quadros mórbidos de toda espécie. Conforme assegura a medicina moderna, essa disposição mental produz as mais variadas alterações físicas, como modificações nas correntes sangüínea e linfática e nos sistemas endócrino e nervoso.
    Ante a palavra “guerra”, por exemplo, que podemos considerar um mantra negativo, o homem desata na mente uma série de imagens e lembranças mórbidas. Ainda há pouco tempo, a humanidade terrena comprovou o efeito terrificante dos mantras negativos ou malévolos, quando o nazismo divulgou pela Alemanha fórmulas, distintivos, insígnias e símbolos, que, tanto pela imagem como verbalmente, visavam despertar as emoções belicosas dos alemães. A cruz suástica, sob a tonalidade excitante da cor vermelha, funcionou como um poderoso dinamizador; os uniformes negros dos S.S. evocavam, no subconsciente das criaturas, as próprias forças trevosas, que alimentam e compõem, a egrégora infernal do mundo diabólico. Tudo isso estimulou o temperamento guerreiro e destrutivo do povo alemão, despertando mágoas, ressentimentos e humilhações sofridas em tempos passados, e ansiosos de desforra contra as demais nações. Os povos vencidos pagaram durante o transbordamento mórbido dos nazistas; Hitler, mediunizado pelos “mentores das sombras”, usou e abusou da força da palavra no evento nazista, praticando o “feitiço verbal” mais chocante e pernicioso na história do mundo.

    Quanto mais pronunciamos determinada palavra e pensamos nela, tanto mais energética, coesa e nítida é a sua representação idiomática e vibração psicofísica.

    Palavras como Amor, Paz, Perdão, Esperança, Bondade, embora sejam vocábulos comuns e de uso no mundo profano, já possuem sentido para servirem como verdadeiros mantras, desde que sejam pronunciadas dentro do ritmo sonoro e da disciplina que lhe é própria. São de vibração sublime e acumulam forças criadoras, pela expressão moral da idéia superior, que as mesmas traduzem.
    A palavra “Buda” é um poderoso mantra de evocação esotérica e o nome “Krisna” significa o mesmo na Índia. O vocábulo “Cristo” representa a mais alta expressão mantrânica, para o homem ocidental despertar no seu espírito as virtudes do Amor, da Renúncia, Bondade e Pureza. Os iniciados que sabem dar curso à vibração sonora sideral do vocábulo “Cristo”, são tomados de esperança e júbilo e são imunes às vicissitudes e crueldades do mundo. Os cristãos, ao morrerem nos circos romanos, entoavam o cântico “Ave Cristo”; muitos deles desencarnavam completamente anestesiados, apenas sob o efeito sonoro vibratório dessa palavra sublime.

    Como diz nosso mentor Ramatis: “E ainda, há homens que falam no ‘Cristo’, com a mesma displicência com que mencionam a marca do cigarro preferido”.

    Os mantras operam de muitas maneiras, por exemplo: certas formas de palavras trazem consigo idéias definidas, e mudam completamente a corrente de nossos pensamentos e sentimentos, como é o caso do hino nacional de um país; os hinos e cantos de Natal; os gritos de guerra, que desempenharam papel tão proeminente nas batalhas medievais.

    As religiões possuem mantras que operam pela fé, como a grande invocação maometana oriunda do alto dos mirantes: “Não há nenhum Deus, senão Deus”. A igreja católica possui os seus mantras, os quais quando recitados religiosamente e pela música sacra, reajustam energias espirituais, dispersam emoções desagradáveis e associam sentimentos sublimes nos fiéis, ensejando purificações emotivas e mentais. Um dos seus mantras mais famosos é o “Hoc est Corpus Meum” (“Este é o Meu Corpo”); o próprio Cristo fez um pacto, de que sempre que essas palavras são pronunciadas, em qualquer língua, por um de seus sacerdotes devidamente ordenados, Ele lhe responderá. Produz-se, então, uma certa transformação maravilhosa no pão, sobre o qual ele as profere, de sorte que, embora a aparência externa do pão permaneça a mesma, seus princípios ou contrapartes superiores são substituídos pela própria vida do Cristo, e assim se torna tão exatamente seu veículo, como foi o corpo que Ele usou na Palestina.

    Há mantras que operam só pelo som. A vibração que o som põe em movimento repercute nos vários corpos do homem, e tende a pô-los em harmonia com ela. O som é uma ondulação no ar, e cada som musical tem um número de modulações que ele também põe em movimento. Quatro, cinco ou mais modulações são detectadas e reconhecidas na música, mas as oscilações se estendem muito além, do que o ouvido pode acompanhar. Numa matéria muito superior e mais sutil, se erguem ondas correspondentes, e por isso, o canto de uma ou mais notas, produz efeitos sobre os veículos superiores. Há sons que são demasiado sutis para afetar o ar; não obstante, põe a matéria etérica em movimento, e essa matéria etérica comunica as suas oscilações à pessoa que recita o mantra e para quem ou o que, ela o dirige. Tais mantras, usualmente, consistem de diversos sons ordenados, de caráter muito ressonante e sonoro. Às vezes, emprega-se uma simples sílaba, como a Palavra Sagrada.

    Há mantras universais, cujos sons e vibrações identificam a mesma idéia-mater em toda a face do planeta. É o caso do vocábulo “Aum”, que se pronuncia mais propriamente “OM”, pois é o mantra mais poderoso, em qualquer lugar. No seu ritmo iniciático, é a representação universal da própria idéia de Deus, a Unidade, o Absoluto. Essa palavra sagrada hindu corresponde à egípcia “Amén”.
    Há diversas maneiras de proferí-la, que produzem resultados diferentes, de acordo com as notas em que as sílabas são cantadas e o modo como são pronunciadas. O efeito desta palavra, quando pronunciada adequadamente no começo da meditação ou de uma reunião, assemelha-se sempre a uma chamada de atenção. Ela dispõe as partículas dos corpos sutis, de maneira muito semelhante à atuação de uma corrente elétrica sobre os átomos de uma barra de ferro. Antes da passagem de tal corrente, os átomos do metal estão apontando em várias direções, mas quando a barra é magnetizada pela eletricidade, eles se viram e se inclinam numa direção única. Do mesmo modo, ao som da palavra sagrada, cada partícula em nós responde, e então nos achamos na melhor condição para sermos beneficiados pela meditação ou estudo que se segue. Ao mesmo tempo, ela age como uma chamada a outros seres humanos e não-humanos, que logo se reúnem em volta, alguns com compreensão do significado e poder da palavra, e outros trazidos pelo som estranhamente atrativo.

    Todos os mantras que dependem do poder do som, são valiosos apenas na língua em que foram dispostos; se traduzirmos um deles em outra língua, teremos outro mantra, por ter um grupo diferente de sons.

    Os mantras negativos, utilizados para fins maldosos, são de caráter violento e dilacerador e são pronunciados com furiosa energia e rancor; estão relacionados com cerimônias de magia negra como, por exemplo, de vudu.
    Nossa conexão com mantras deve ser somente com os de natureza benéfica e agradável, e jamais com os maléficos. Mas, os bons e os maus usam, igualmente, o mesmo método de trabalho; todos eles visam produzir vibrações nos corpos sutis, tanto do recitador como daqueles a quem se dirige o mantra.
    Tudo o que fazemos por meio de um mantra poderíamos fazer por nossa própria vontade, sem ele. Mas o mantra estabelece as vibrações requeridas, fazendo parte do trabalho por nós e em conseqüência facilitando-o.

    Outro ponto referente aos mantras é que não se deve recitá-los em proveito próprio ou na presença de pessoas grosseiras ou mal-intencionadas; porque o poder de um mantra intensificará tanto o bem como o mal. Uma pessoa, que estivesse presente, e que não pudesse responder às vibrações em sua forma superior, poderia ser prejudicada por ele que provavelmente, fortaleceria o mal existente nela.
    Conforme nos diz Ramatis, “o que dá força à palavra transformada em mantra, além de sua significação superior ou consagração sublime, é a vontade, a ternura, a vibração pessoal e o amor de quem recita, em fusão com a vibração individual do próprio Espírito Cósmico. O recitativo mantrânico, disciplinado pelas leis de magia do mundo oculto, transborda de poder e força no campo mental, astral e etérico do homem”.
    É poderoso detonador psíquico, que liberta as energias do espírito imortal e o conduz ao arrebatamento, à suspensão dos sentidos comuns, pela fugaz contemplação do “Mundo Divino”.

    Por tudo que foi transcrito até aqui, a recitação mantrânica da sílaba sagrada “Aum” é amorosamente entoada, no início dos trabalhos do Grupo de Estudos Ramatis. O momento em que essa prática foi introduzida no Grupo é relatado a seguir, pela sua dirigente:
    “Lá pelos idos de 1983 ou 1984, eu fazia parte da ‘Ordem dos 49′, sediada em Piracicaba (São Paulo) e, dirigida por Polo Noel Atan, autor do livro “A Cidade dos 7 Planetas”.
    A bem da verdade, aprendi muito com aquelas aulas por correspondência, através de apostila mensal. Fazia parte daquele estudo a recitação do mantra “Aum”, e eu sempre me esquecendo de cumprir aquela norma. Um belo dia, que eu não vou esquecer nunca, tive um sonho inusitado, que me serviu de marco para o surgimento de atividades no Grupo de Estudos Ramatis. Aliás, sempre tive desde os meus cinco anos, sonhos extraordinários em matéria de premonição e avisos. Sonhei naquela noite que me encontrava ao ar livre, tendo diante dos meus olhos maravilhados, um extenso horizonte a perder de vista. Olhei para cima e o céu estava limpo, muito azul, sem nuvens se deslocando, bastante tranqüilo mesmo. Nisto, aparecem em caracteres bem grandes, as três letras que constituem o mantra-raiz, de onde se originam todos os demais. Ele é o Princípio e o Fim de todas as coisas. É Cósmico, Galáctico, Solar e Planetário. É o que dá origem a todos os sons e, conseqüentemente, a todas as músicas. Eis como eu vi em sonho.

    AUM = OM

    Fiquei fascinada olhando o fenômeno no céu, ao tempo em que, telepaticamente, me diziam para eu recitá-lo conforme instrução recebida. Acordei instantaneamente! A partir dali, passei a encarar o assunto com muito mais respeito e seriedade. Tempos depois, tive a feliz idéia de introduzi-lo em nosso Grupo de Estudos Ramatis nos dias de reunião, o qual foi acatado carinhosamente, e com muita alegria, por todos os componentes. Os anos se passaram e eu me desliguei da Ordem dos 49, assim como já havia me desligado de muitas outras, pois o estudo por correspondência acabava por me cansar; todavia, o canto do “Aum” ficou engastado como uma linda pedra preciosa no Grupo de Estudos Ramatis, sendo recitado com muito respeito, uma vez por semana em nossas reuniões.
    É emocionante, comovedor mesmo, se ouvir os companheiros médiuns contarem de suas vivências extra-sensoriais, dos seus desdobramentos, de suas vidências no local ou alhures, no presente, passado ou futuro, tudo impulsionado nesses momentos sublimes, pela força uníssona das vozes, catalizadora de energias, desencadeadas pelas vibrações do cântico. Energias essas que são aproveitadas pelos “Irmãos Maiores” e encaminhadas para várias áreas nos planos espirituais, libertando espíritos ainda jungidos aos despojos carnais em cemitérios ou enterrados às escondidas; outros irmãos presos no fundo do mar ou ligados aos seus barcos ou navios, às vezes “fantasmas” como eles; e a maioria, em zonas purgatoriais no astral inferior.
    Essa energia, também já foi utilizada por irmãos extraterrestres em dificuldades em sua rota, bem como já auxiliou a intraterrestres, quando num imprevisto, precisaram de nós e o Pai nos permitiu auxiliá-los. Detalharemos esse assunto, se nos for possível, noutro livro”.

    Agora, passamos na íntegra algumas mensagens que têm ligação com o mantra, ou melhor, que foram estimuladas por ele.

    Vidência e mensagem de extraterrestres abordando a utilização das energias do mantra

    Boa noite, queridos irmãos!
    Graças a Deus, estamos novamente reunidos. Luzes e Paz nos rodeiam. Todos estamos sendo preparados e testados para o “grande momento”. Todos sabemos da grande responsabilidade. E, é por isso, que resolvi falar a vocês. A cada qual, caberá um papel importante, dentro do que está sendo selado.
    A compreensão que vocês têm da situação, é a chave com a qual vão trabalhar no momento apropriado. Continuem trabalhando, estudando e se preparando em todos os sentidos, desde o campo mental equilibrado até a alimentação condizente com a harmonia cósmica.
    Mantenham sempre o pensamento ligado a nós, no sentido de se precaverem de problemas e desvios da tarefa, provocados por irmãos que não amam a Paz.
    Hoje, estamos usando a luz do mantra, para iluminar regiões abissais sob as águas e libertar seres aprisionados a embarcações desaparecidas.
    Outro facho de luz, foi dirigido para a Ilha de Páscoa, de onde saiu em direção a todo o Cosmos, em forma de harmoniosa saudação ao Criador.
    Não nos agradeçam por nada, pois somos todos irmãos; não existe barreira onde floresça o Amor, Lei Divina, válida em todo o Universo.
    Paz a todos.

    Ashtron, um extraterrestre

    Obs.: No momento em que foi iniciada a oração para abertura da vigília realizada em Ponta da Fruta (ES), em 01/12/92, vi chegar uma nave espacial pequena, de onde saíram Ashtron e uma companheira. Depois de uma pequena saudação, dirigiram-se ao mar. Lá, sobre as águas escuras (era noite chuvosa), estavam três naves paradas e operando com um aparelho em forma de semi-círculo com tubos em volta de sua superfície; difícil descrevê-lo.
    Mais tarde, durante o cântico do mantra, a luz emitida foi conduzida para aquele aparelho que a absorvia e depois a devolvia pelos tubos, seguindo várias direções por sobre as ondas, penetrando em seguida nas profundezas do mar. Logo depois recebi a mensagem de Ashtron descrita acima.

    Visita a uma nave

    Estávamos todos numa nave espacial, estacionada sobre a sede do Grupo Espírita Servos de Jesus. Ela era transparente, parecia feita de cristal. No seu interior, havia uma mesa redonda transparente com uma espécie de orifício no centro; era linda e parecia feita de cristal. Sentamos em volta dela e observei que na sua parte central, havia um símbolo desenhado do qual não pude saber o significado. Nesse desenho, a figura que mais chamou a minha atenção, foi a de dois triângulos superpostos, de forma invertida, e feitos em cores bem vivas. À proporção que recitávamos o mantra, tudo ia ficando mais bonito, transparente e iluminado, as pessoas ao redor da mesa e o próprio interior da nave.
    Os sons tinham cores e formas, lindas e variadas, parecendo um arco-íris. Essa energia ia se expandindo, para todos os lados, iluminando tudo por onde passava.

    Descrição de uma viagem astral – Limpeza do Astral Inferior

    Boa noite queridos irmãos.
    Que a Paz e o Amor de Deus estejam em toda parte. A reunião desta noite, assim como as outras, tem tido um objetivo muito especial. O cântico do mantra, principalmente, tem sido o momento máximo de vibração para os nossos projetos de iluminar o interior do Planeta Terra. A nova arquitetura desta “Nave” que flutua no espaço, tem que estar limpa em seu interior que se encontra muito mais saturado que a crosta, embora a maioria das pessoas acreditem que seja o contrário. Por centenas de anos, tudo que havia de ruim era levado para o subsolo, a fim de proteger a vida na superfície. Porém, agora que o Planeta está sendo higienizado, urge que se limpe o interior, que terá de luzir como luz no cristal. Há semanas estamos canalizando luzes e vibrações de amor e paz para um grande abismo, com população imensa de “formas pensamento” prodigiosas, vindas de todas as partes da Terra, em todos os tempos, ali presas para se proteger os humanos; elas agora precisam ser dispersadas e só o Amor tem poder para tal. Os labirintos escuros se iluminam, e os “seres criados” desaparecem fugindo da luz; é um trabalho demorado, mas que precisa ser feito e são vocês que nos dão a matéria necessária para esta tarefa.