Depois da fama Andréia Schwartz diz não ter nada a ver com prostituição. Você acredita?

De volta ao Brasil depois de dez anos no exterior e 21 meses de prisão, Andréia Schwartz diz que não era cafetina, não era prostituta e não foi informante no escândalo que levou à renúncia do governador de Nova York. Sua principal defesa: “Os homens me acostumaram mal”

Num dos episódios da série Sex and the City, a colunista de jornal nova-iorquina Carrie Bradshaw (vivida por Sarah Jessica Parker) faz uma contagem de seus sapatos e conclui que gastou cerca de US$ 4 mil em escarpins e sandálias. O valor foi escolhido pelos roteiristas da série para dar idéia da extravagância da personagem. Mas ali, na mesma ilha de Manhattan, e na vida real, uma jovem brasileira tinha um closet que deixava o de Carrie no chinelo. Segundo os cálculos da capixaba Andréia Schwartz, de 31 anos, sua coleção de sapatos, bolsas e vestidos consumiu US$ 200 mil, entre Manolo Blahniks e Alaia Azzedines, os preferidos de Victoria Beckham e Raquel Welch. Eram o símbolo de sucesso dessa morena de 1,65 metro, 52 quilos e manequim 38 que um dia andou descalça pisando no barro e usou vestidos de chita em Colatina, interior do Espírito Santo, e agora trajava longos da Dior e freqüentava festas privadas nos Hamptons, uma espécie de Angra dos Reis da Costa Leste americana. No auge de sua vida social, Andréia convivia com gente como o ator Bruce Willis, a cantora Beyoncé, políticos como Eliot Spitzer, ex-governador de Nova York, e executivos como Wayne Pace, vice-presidente do grupo Time Warner, com quem namoraria durante quatro anos. Tirando o sexo e a cidade dessa história, o enredo poderia até ser confundido com algum conto de fadas da Disney. Isso se não houvesse cadeia, traição e muitas lacunas na trama.

Presa em 1o de junho de 2006, acusada de controlar uma rede de prostituição, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, Andréia cumpriu 21 meses de prisão em Rikers Island, Nova York. De acordo com os jornais americanos, teria sido informante no caso que ligou o então governador de Nova York, Eliot Spitzer, à rede de prostituição Emperors Club VIP, indicando inclusive a garota por quem ele pagava US$ 4 mil por hora. Spitzer renunciou alguns dias depois de o caso vir à tona.

Segundo a imprensa americana, Andréia trabalhou como prostituta de luxo no Emperors Club Vip e depois montou a própria rede em seu apartamento. Lá, a polícia encontrou 7 gramas de cocaína. Ela não chegou a ir a júri. Declarou-se culpada para pegar uma pena menor. Seus advogados dizem que ela foi pressionada a aceitar o acordo. De volta ao Brasil e a sua cidade natal, Vitória, Espírito Santo, Andréia encontrou-se com a reportagem de ÉPOCA. Num primeiro momento, estava arredia. Para falar, queria um contrato e dinheiro. Depois aceitou conversar, em troca apenas da paciência para ouvir sua história com calma.

Vaidosa, fez questão de passar num salão de bairro, em Maruípe, Vila Velha, para retirar o loiro-platinado com que coloriu os cabelos assim que chegou ao Brasil. A intenção era passar despercebida, mas o efeito foi o contrário. O salão em nada lembrava o elegante Biguine, na Quinta Avenida, onde uma escova chega a custar US$ 250. Uma escova em Maruípe não passa de R$ 15. “Fico melhor assim, mais (Luiza) Brunet”, disse. Nossa primeira conversa durou cerca de quatro horas, na terça-feira. Andréia estava com seu natural castanho-médio e leves mechas douradas. O segundo encontro foi na quarta-feira, para a sessão de fotos que ilustram a reportagem.

Antes das fotos, ela diz que jamais foi informante do governo americano ou do FBI. “Eles me ofereceram em 16 de março que eu ajudasse na investigação do caso do governador, mas eu disse que não sei de nada. Nunca vi, nem conheço essa Ashley (a garota de programa com quem Spitzer saía). Não sou prostituta nem cafetina.” Ela diz também que nunca foi favorecida por delação premiada, que foi solta porque não havia evidências que a condenassem pelos crimes de que foi acusada. Seus advogados brasileiros, Arthur Stephan de Melo e Marcelo Rodrigues, afirmam que ela não assinou nenhuma confissão. Dizem, inclusive, que têm informações de que os policiais que fizeram a prisão dela foram demitidos, depois da deportação de Andréia, por crimes de extorsão. Mas o nome deles segue em segredo de Justiça até a conclusão do caso.

Se ela nega todos esses crimes, por que a polícia iria bater à porta de seu elegante apartamento avaliado em US$ 1 milhão, no Central Park? Se ela nunca agenciou ninguém, por que foi chamada de cafetina e por que cheques de grandes investidores foram parar em sua conta? Para responder a essa série de perguntas, Andréia nos contou a história de sua vida, que ela pretende que em breve se torne um livro, publicado em português e inglês. ÉPOCA adianta alguns dos capítulos.

Andréia nasceu em Vitória, em 2 de março de 1977, filha de Elza Dias e Eliezer Schwartz. A mãe, uma morena vistosa, deixou o pai e foi morar com o segundo marido, que não aceitou as duas filhas dela. Então, Andréia, com 4 anos, e Marléia, com 3, foram para a casa do pai, em Colatina, quase na divisa com a Bahia, onde cresceram brincando no barro, usando chita e colhendo o café que era plantado no pequeno sítio.

Com 13 anos, Andréia voltou para a casa da mãe. Pequena, mas com corpo já bem formado, trabalhava como modelo da loja de biquínis que dona Elza tinha com uma irmã, chamada Pamlice (junção do nome das primas: Pamela e Alice). Chamava a atenção dos rapazes. O filho do pastor da igreja batista que a família freqüenta, Luciano Bonela, foi o primeiro menino da turma que teve aulas com Andréia de como deveria ser um primeiro beijo. “Mas não tivemos nada, não. Eu já estava interessada em outro”, disse Andréia. O outro era Wilson Oliveira, um rapaz três anos mais velho, de quem ela engravidou aos 15.

Tiveram um filho, que se chama Tiago, nome de apóstolo. Ele hoje está com 14 anos e estuda em um colégio particular no bairro de Cobilândia, em Vila Velha. A mensalidade, de R$ 190, é paga pelo pai. Com Tiago ainda pequeno, cerca de 2 anos, Andréia ia ao Paraguai, onde comprava eletrônicos para revender. “Trazia brinquedos e televisão daquelas pequenas. Só tinha eu adolescente no ônibus, passava a noite com todas as sacoleiras, depois fazia um bom dinheiro”, disse.

A vida de sacoleira acabou, segundo ela, quando os representantes de uma marca de carros de fibra de vidro se encantaram com ela, numa exposição de carros em Vila Velha. “Eu me mudei para o Rio para fazer promoção para eles.” Morou em Copacabana, na Rua Siqueira Campos, na casa da irmã do pai, tia Maria. Nas horas vagas, Andréia patinava nos supermercados de Copacabana, como promotora de iogurtes. O filho, Tiago, ficou com Wilson.

Foi numa dessas quebradas de Copacabana para Ipanema que ela diz ter conhecido seu primeiro namorado internacional, o italiano Marcello Fontana, que trabalhava no mercado financeiro. “Eu não queria ir para a Itália, era muito patriota, mas ele fez questão que eu estudasse italiano e conseguiu meu visto de lavoro (trabalho).” Em 1997, ela estava em Modena, no norte da Itália. Diz que morava em um apartamento alugado por ele. Marcello, 12 anos mais velho que Andréia, vivia com os pais. “Italiano é assim, né? Não sai nunca da casa dos pais. Mas nós nos víamos todos os dias, estávamos apaixonados”, afirma.

Aos 20 anos, Andréia diz ter ganho o primeiro carro: um BMW, modelo 318, preto. “Imagina, eu menina de tudo, na Itália, com cartão de crédito dele com US$ 10 mil de limite e com um BMW. Não tenho culpa de gostar do que é bom, foram os italianos que começaram a mimar. A vida é engraçada, eu não procurei nada, eles é que me acostumaram mal”, disse, com sorriso de menina e um leve jogar de cabeça para tirar a franja da testa, de mulher.

Ela afirma que não vivia apenas de dondoquices. Trabalhava com o designer Louis Di Carlo fazendo modelagem das roupas. “Eu era a modelo de padronagem, provava para ver se a roupa ia ser P, M ou G. Assim, ganhava meu dinheirinho.” Nessa mesma época, Marcello ajudou Andréia a comprar um apartamento no Rio de Janeiro, uma cobertura na Siqueira Campos, 263. “Eu alugava esse imóvel, o que me rendia quase US$ 2 mil por mês. E o dinheiro que o Marcello me dava eu guardava. Sempre fui muito econômica.”

Com um ano e meio de namoro, quando voltava de uma festa em que comemoravam o segundo lugar de uma amiga, Vanessa Villafane, como Miss Itália, Andréia perdeu a direção do BMW e caiu em um barranco na região de Bérgamo. “Amassei a C1 e C2 (vértebras), os médicos disseram que por milagre não fiquei paralítica. Fiquei três meses deitada, imóvel, e mais dois com aquele colar que não deixa você mover o pescoço.” Germano, o irmão mais velho, filho do segundo casamento da mãe dela, e dona Elza se revezaram em Modena para cuidar de Andréia. Ela diz que, no período em que estava se recuperando, percebeu que o relacionamento com Marcello não ia bem e resolveu se mudar para Londres. “Sempre quis aprender inglês, tinha amigos lá, economias e minha irmã já morava lá. Era uma ótima oportunidade.”

Ela conta que por seis meses estudou na escola para estrangeiros Frances King, em Londres, morando na casa de uma família inglesa. Lá, diz ter conhecido Ian Bird, também cerca de dez anos mais velho. “Ele fazia desenho animado para televisão e morava em Covent Garden (um bairro conhecido pelas lojas de jovens artistas). Meu irmão passou seis meses na casa dele aprendendo inglês.” Andréia afirma que não era muito apaixonada por ele, que a relação era “quase paternal”.

“Acho que, como tive de crescer muito rápido, vi meu pai sofrer muito a perda da minha mãe e tive de me virar sozinha cedo, fiquei muito carente e me apego muito às pessoas.” O pastor José Antônio Bonela, de 62 anos, que conhece Andréia desde os 8, diz que isso acontece porque ela foi abandonada pela família. “Ela teve de morar de favor em casas de conhecidos porque o pai não tinha condições e o marido da mãe não aceitava as meninas (ela e a irmã). Elas nunca tiveram quem zelasse por elas, por isso não formaram bem os valores delas.” Foi com o pastor que Andréia trocou cartas, durante os 21 meses de prisão, em Nova York. “Ela me contava as injustiças que estavam acontecendo com ela e eu mandava a palavra do Senhor a ela. Sempre terminava com os Salmos 23 (o Senhor é meu pastor e nada me faltará…) e o 91 (aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará).” Para o pastor, os namorados mais velhos são carência paternal, mas ele acredita no “coração de ouro da menina de cara de anjo” e que, assim como Jesus deu a mão a Maria Madalena, ele a estendeu a Andréia e ela terá a chance de provar sua inocência e mudar de vida.

Andréia diz ter deixado o namorado inglês porque, durante uma viagem com ele aos Estados Unidos, recebeu uma proposta para trabalhar com brinquedos educativos. “Aí, sim, me apaixonei: por Nova York! As luzes, as lojas, a vida noturna, os clubes elegantes…” Por coincidência, diz ela, Louis DiCarlo, o italiano com quem ela trabalhara em Modena, estava abrindo uma loja em Manhattan. “Ele me convidou para novamente ser modelo e manager (gerente) do business (negócio).” Nesse ambiente é que ela teria começado a conhecer mulheres bonitas. E, nas festas às quais Louis a levava, travou contato com pessoas influentes de Nova York.

No simbolismo da Idade Média, a Roda da Fortuna classifica quatro estágios na vida de uma pessoa, de acordo com a obra da abadessa do Mosteiro de Odile, na França, Herrade de Landsberg (1130-1195). Em uma roda, que gira da esquerda para a direita, uma figura à esquerda com o braço erguido é aquela que “reinará”. No topo da roda, vem a figura que “reina”, em geral representada com uma coroa. Do lado direito, vem aquela que “reinou”. A decadência se segue até uma figura que aparece tentando se agarrar à roda para não despencar. Andréia Schwartz pode dizer que viveu todas essas fases num girar de dois anos.

Ainda ilegal em Nova York, ela afirma que se sustentava com o dinheiro que recebia da butique Louis DiCarlo Couture, com o rendimento do aluguel de seu apartamento no Rio e da atividade que ela qualifica como de “entrepreneur” (empreendedora): usar sua rede de relacionamentos para fazer a conexão entre pessoas. “Tenho uma amiga que tem uma agência de turismo em Nova York, eu conseguia clientes para ela. Se eles fechassem pacotes ou comprassem passagens, eu ganhava uma porcentagem”, disse. Esse foi o começo. Em pouco tempo, circulando em uma festa no hotel Four Seasons, com Louis Di Carlo, conheceu Wayne Pace, então vice-presidente da empresa de mídia Time Warner. Nesse meio tempo, Andréia, que conhecia mulheres lindas e pessoas influentes carentes, apresentava uns aos outros. “Tem homem que gasta mais de US$ 200 em sites de relacionamentos, eu apenas apresentava um para o outro, se uma das partes era casada, isso não é problema meu”, afirma. Se ela ganhava presentes por isso? “Claro que sim, mas nunca peguei dinheiro de menina nenhuma, isso sim seria cafetinagem.

Ela conta que, entre idas e vindas, namorou por quatro anos com Wayne Pace. Nesse tempo de namoro, ela lembra que certa vez levou de sua terra uma típica panela de barro para fazer para ele uma autêntica moqueca capixaba. “Ele adorou, mas tive de fazer umas adaptações. Usei sea bass (saint peter), o único peixe disponível por lá”, disse. Andréia conta que Wayne a ajudava financeiramente. “Foi ele que me deu US$ 300 mil para dar entrada no meu primeiro apartamento americano.” Segundo ela, juntou o pouco de dinheiro guardado, mais o presente de Wayne e pediu em um banco US$ 600 mil emprestados. Assim, comprou seu primeiro apartamento em Nova York, que ficava na 17th com a 7th, em Chelsea, o bairro das galerias de arte. Em uma das separações com o chefão da Time Warner, casou-se com o americano Forrest Cannon para ter o green card (cobiçado visto de residência americano), em 2002. Mas ele não cobrou nada por isso? “O.k.”, diz quase sempre que começa uma frase e faz voz de boneca: “Não, nós estávamos apaixonados e namoramos por um ano e meio”. Ela conta que Forrest foi morar em Hong Kong porque trabalha como investidor financeiro, mas soube de seu caso. “Os pais do Forrest, médicos supertradicionalistas, e as irmãs escreveram cartas para os juízes dizendo que eu era ingênua e que havia caído em uma armadilha”, disse.

Nessa época, já com o visto, Andréia tentou levar o filho para Nova York. “Mas minha vida era muito tumultuada. Cheguei a contratar babá, colocá-lo numa escola, mas ele quis voltar. A partir daí, entendi que a distância é muito mais psicológica do que física.” Assim, ela aceitou a decisão do menino de ficar no Brasil. Comprou uma pizzaria de bairro, chamada Mama Bela, em Vila Velha, para o pai de seu filho. Manda presentes sempre para o garoto. Segundo ela, ele tem iPod, computador e agora está na fase de pedir roupas. “Adolescente é assim, mas ele não é de pedir. Sou muito preocupada com a alimentação dele, sou totalmente hipocondríaca”, disse.

Se Andréia faz confusões com palavras, o mesmo não acontece com números. Para uma moça que mal completou o ensino médio, ela demonstra facilidade com cálculos. “Em dois anos, comprei o primeiro apartamento por US$ 1 milhão e vendi por US$ 1.565. Com esse dinheiro investi naquele que fica na 58a com a 6a, em frente ao Central Park, e que o governo americano me roubou”, afirmou.

Por que a polícia estava de olho em você?, pergunto. “Não faço idéia. Dizer que eu nunca vi drogas, isso é mentira, tem muita festa em que os movie stars (estrelas de cinema) acham trend (tendência) esse negócio de cocaína, mas eu sou careta.” Para ter idéia de por onde Andréia circulava, ela conta que o cantor Lenny Kravitz (autor de sucessos como “Always on the Run” e ex-namorado da modelo brasileira Adriana Lima) namorou uma das moças com quem ela diz ter dividido uma casa, a modelo brasileira Camila Alves, atualmente grávida do ator Mattew McConaughey. Ele foi reconhecido pela revista People como um dos solteiros mais cobiçados dos Estados Unidos. E o governador de Nova York? “Sim, eu o conheci em festas privadas nos Hamptons, mas não tenho a menor idéia de com quem ele saía. Acredito que muitas dessas mulheres belas saíam com esses homens poderosos por dinheiro, mas eu não. Eu tinha namorado.” E seu namorado não a ajudou quando você foi presa? Ela conta que os cheques de Wayne Pace foram encontrados na conta dela e automaticamente a imprensa o apelidou de sugar daddy (o papai doce, o homem mais velho que sustenta sua amante). “Eles me perguntavam aos berros: ‘quem é ele?’ Eu dizia que era meu namorado.” Ela diz que Wayne pagou o advogado que cuidou do caso nos primeiros meses. Hoje, ela não tem contato com o empresário.

Quem pagou a fiança de US$ 500 mil para a libertação que não aconteceu, na época da prisão, foi o americano Joseph Ienco. Ele diz que era parceiro de Andréia no negócio da compra dos seis primeiros andares do hotel Plaza, em Nova York. Um exemplo de sua ação como “entrepreneur”. “Nós conseguimos patrocinadores para transformá-lo em um museu. Nunca tive nada com Andréia, mas se fechássemos esse negócio levaríamos US$ 5 milhões só de comissão”, disse, por telefone. O senhor não acha que meio milhão de dólares é muito dinheiro para ajudar um amigo? O senhor é muito rico? “Não, mas tenho meus investimentos. Paguei porque acredito na inocência de Andréia”, afirmou.

Sem ter como justificar a entrada de dinheiro em sua conta, os bens de Andréia Schwartz estão confiscados pelo governo americano. Para evitar assédio da imprensa, principalmente internacional, ela tem se hospedado na casa de amigos. Em uma mala vermelha média de rodinhas, ela começa novamente a reunir as peças de roupa. Nada como um casaco de mink russo, ou os relógios Cartier e Rolex, “que não passava sem”. Agora, Andréia vê as horas num Dumont brasileiro de fundo rosa, emprestado pela mãe. “Mas a vida é assim, tem dias que a gente está por baixo e outros que está por cima, não é? Eu vou me reerguer!”

Fonte: Revista Época


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7 Responses to Depois da fama Andréia Schwartz diz não ter nada a ver com prostituição. Você acredita?

  1. diego^SCFC disse:

    Isso ela deve ter dito no dia 1º de Abril 😛

  2. Roberto de Oliveira Lima disse:

    O que acho que a impressa está dando muita cartaz para está prostituta, inclusive estão querendo que ela pose nua na Playboy, que ela está onde as putas gostam de sair peladas.Pois acho que todas que posam para está revista acima, são todas umas prostitutas de segunda categoria.Onde qualquer dinheiro compra estas vagabundas.Mais está impresa que temos são sujas como está vagabundas, ficam dando margem para dar notícias desta vagabundas.

  3. phuongnana disse:

    CONGRATULATIONS from
    blogrank.info
    for the hot post

  4. luzimar disse:

    NO BRASIL E ASSIM MESMO, VIADO, PUTA E OS ESCANDALOS POLITICOS, ACABAM EM REVISTA E DAR MUITO IBIPE, OTARIO SOMOS NOS QUE DAMOS ATENÇÃO A ESTES PUTOS.
    TO PUTO

  5. Carlinha disse:

    Bem,ela ñao é a primeira e nem vai ser a última.
    Inclusive eu conheço,uma que está em Miami,fazendo o mesmo papel que a nossa famosa cafetina,e na minha cidade ela está compramdo os apartamentos mais chiques,alguns na planta,tudo feito para extrangeiro.
    Daqui uns dias,vamos ter noticia de Clarice também.

  6. g2-ff62ff5af18f9a398a8b39de3ebb57eb disse:

    O inacreditavem mesmo é a imrensa que acolhe a todo mundo como se fossem anjos.
    Mostram para o mundo interio estes babacas como se na conduta deles estiver a verdadeira panaceia ou sabedoria universal.
    Abraços, Ramiro

  7. juliana de colatina disse:

    para mim que andreia uma menina criada onde eu me criei tem todo direito de faser do corpo o que qeira.teve sorte na vida porq nascer e crescer onde nòs crescemos nao è facil , è isso aì andreia levanmta sacode a poeira e dà a volta por cima.beijos a todos

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