Dicas para não ficar escravo do Google

O Google já era. Já era? Vamos com calma. Essa é a companhia mais valorizada do mundo.  O Google continua reinando na web 2.0 com seu correio, seus serviços de escritório, seus mapas, seus blogs… E aí a gente quase esquece que o Google começou como um simples mas muito eficiente sistema de buscas na internet. Sabemos o resultado disso. Hoje não fazemos buscas na rede. Damos um Google. Pois se o Google não se cuidar, passaremos a inventar novas expressões. Apesar de todo seu crescimento, continua a procurar as coisas mais ou menos do mesmo jeito. Às vezes acha. Às vezes nos confunde. Uma nova geração de serviços de busca foi capa recente da revista Newsweek. Veja alguns abaixo:

 – Quintura www.quintura.com

Você busca uma palavra. O nome procurado surge como uma nuvem, cercada por outras palavras-nuvens relacionadas a ela. Basta apontar o mouse para uma dessas variações, que novas combinações surgirão. É um conceito de procura gráfica, intuitiva. Você vaga de nuvem em nuvem até achar exatamente o que quer. A idéia é muito boa. Mas ainda trava bastante.  

– Hakia www.hakia.com

Ele organiza sua busca em forma de pastas. A busca chega organizadinha: notícias separadas por perfil, biografia, discografia, filmografia, imagens, vídeos, blogs, entrevistas, mitos, sites, contatos. Perto dessa organização, a busca do Google é um caos.  

– Powerset www.powerset.com

Ainda não está operando plenamente. Mas aceita inscrições via e-mail de quem quer saber novidades sobre o lançamento do novo serviço e de quem quer trabalhar nos seus escritórios em São Francisco, na Califórnia. Eles falam em usar uma tecnologia de linguagem natural, mas não deixam claro o que isso significa. De qualquer jeito, não é para já. 

– Lexxe www.lexxe.com

Também promete linguagem natural, e explica um pouco melhor. A idéia é que o programa reconheça pesquisas tipo Google e responda a buscas específicas. Deve aceitar perguntas iniciadas com “como”, “quando”, “por que”, “onde” etc.  

– Mahalo www.mahalo.com

A homepage parece uma versão do Yahoo! organizada por diretórios, com tema havaiano e fotos bem escolhidas. Eu parecia estar lendo uma publicação popular, colorida e atraente. Mas é um site voltado para o público americano. Teclei “Varig” e o Mahalo não conseguiu nada. Me mandou para o Google! 

– ChaCha www.chacha.com

Este é realmente original. A diferença? Atendimento personalizado. Testei o serviço perguntando o paradeiro de um músico obscuro de rock, Doug Ingle, sumido desde 1997. Fui atendido por chat por uma certa Dorenda, que educadamente pediu que esperasse. Não conseguiu encontrar. Passou para a atendente Brenda, que pesquisou e me passou alguns sites sobre o tal músico. Continuo sem saber por onde anda Doug Ingle, mas o Chacha mostrou uma possibilidade promissora para o futuro.

Fonte: Revista Info

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