Se andiante ao sucesso, conheça “O Século do crime” a nova inspiração do diretor de Meu nome não é Jonny

Tudo indica que Mauro Lima, o diretor do campeão de bilheteria Meu nome não é Jonny, irá produzir um filme inspirado nessa intrigante obra invetigativa.

O crime organizado desafia, hoje, a noção de uma ordem jurídica internacional. As máfias, baseadas em 23 países, faturam cerca de
US$ 900 bilhões por anos (quase dois PIBs do Brasil), soma gerada a partir de US$ 200 bilhões movimentados pelo narcotráfico. Empregam milhares de pessoas no comércio de drogas, armas (eventualmente, até nucleares) e tecnologias, de escravas brancas e crianças, de órgãos humanos e passaportes falsificados, além das práticas “tradicionais” de suborno, extorsão, exploração da prostituição e controle de regiões com base no terror.

Grupos mafiosos associados — as antigas máfias italianas e americanas, a Yakuza japonesa, as Tríades de Hong Kong, os novos grupos em expansão na África Ocidental e Rússia (surgidas com o fim da União Soviética) — estendem sua influência a todo o planeta. Estimuladas pela desregulamentação das transações financeiras e pela facilidade de deslocamento de capitais pelo computador, as máfias detêm agilidade infinitamente maior do que os Estados e polícias nacionais. Operando a partir de “paraísos financeiros”, injetam recursos no mercado de capitais, transformando “dinheiro sujo” em capital especulativo, em geral muito bem recebidos por países como Rússia, Brasil, México e Argentina.

O Brasil, um dos grandes corredores de exportação de drogas, é palco privilegiado de atuação dos grupos mafiosos internacionais. O leitor de O Século do Crime terá oportunidade de travar um íntimo contato com esse mundo subterrâneo. Saberá, por exemplo, como foi rastreado e eliminado, em 1989, Francisco Marin Martins, representante, no Brasil, dos narcotraficantes Pablo Escobar e general Manoel Antônio Noriega (o livro traz um depoimento exclusivo de um dos responsáveis pela execução de Marin). Conhecerá também as ramificações que vinculam o crime organizado no Brasil à máfia internacional. E terá acesso a documentos inéditos do DEA (Serviço de Combate às Drogas dos Estados Unidos) sobre a política externa do governo de FHC.

Fonte: Bointempo Editorial

O Século do Crime é resultado de vinte anos de trabalhos jornalísticos acumulados por seus autores. O livro sintetiza reportagens feitas em mais de trinta países, de Moscou a Nova York, das quentes areias do deserto do Afeganistão às praias de Miami, passando pela China, Cambodja, (ex) União Soviética, América Central e Colômbia, e, mais particularmente, pelas ruas, delegacias e instituições de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Sobre os autores
Claudio Julio Tognolli é um dos mais experientes e bem-informados repórteres policiais do Brasil. Trabalhou na Folha de S. Paulo, entre 1986 e 1995, quando acumulou também experiência como correspondente internacional (cobriu, em Miami, o julgamento de Noriega). Atualmente, é repórter do Jornal da Tarde.

José Arbex Jr. foi correspondente da Folha de S. Paulo em Nova York (1987) e Moscou (1988-90). Cobriu, como enviado especial, as guerras da Nicarágua (1986), Afeganistão (1988) e Cambodja (1989), a primavera de Pequim e a queda do Muro de Berlim (1989). Entrevistou Iasser Arafat (1991 e 1995) e Mikhail Gorbatchov (1992).

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