Como fazer webmarketing no crowdfunding

11 janeiro, 2016

Colocar uma boa ideia para funcionar e conseguir impactar pessoas é a realização do sonho de qualquer empreendedor, o crowdfunding — financiamento coletivo — é uma das maneiras para chegar ao resultado buscado e que vem sendo muito utilizada por todo tipo de negócio. O que poucos sabem é que o resultado de um financiamento coletivo está diretamente relacionado às estratégicas de marketing digital em torno do projeto.

Não importa a finalidade — política, produto ou projeto — alguns fatores permeiam o sucesso ou o fracasso no engajamento de uma ação de financiamento coletivo:

  • Uma ideia com potencial de engajamento
  • O desenho do projeto
  • Um sistema de bonificação ou recompensas para pequenos doadores
  • O planejamento das ações de arrecadação
  • A escolha correta da plataforma e do modelo de arrecadação
  • A presença em mídia social
  • Uma comunicação segmentada

Para isso, o todas as ferramentas de marketing digital devem ser usadas: marketing pelo whatsapp, marketing pelo Facebook, marketing na internet, marketing online, marketing outbound, marketing seo, marketing web, mobile marketing, search marketing, seo marketing, strategy marketing, web marketing e outros.

O que é marketing digital?

No Brasil, poucos são os cursos de soluções digitais de qualidade em que o aluno sai com uma visão prática do mercado e de como fazer uma campanha de marketing digital.

Focada na solução destes desafios,  a ESPM desenvolveu junto com o especialista de marketing digital, Marcelo Vitorino , o curso de extensão de marketing digital, Estratégias Digitais para Resultados em seu Negócio

Com o objetivo de promover o aperfeiçoamento teórico e prático sobre planejamento e aplicação de soluções digitais em diversos ramos de negócios, nos setores público e privado. O curso vai permitir ao estudante conhecer em profundidade, por meio de exemplos reais, como funciona o meio digital e desenvolver competências para o desenvolvimento e aplicação de estratégias e ações que gerem resultados para pessoas físicas ou jurídicas.

O conteúdo passa por conceitos importantes do mundo digital como database marketing, in bound marketing, marketing mix, blog marketing, marketing digital facebook.


Como fazer uma campanha política na era digital

5 janeiro, 2016

Quando se fala sobre marketing político digital o primeiro exemplo que vem à mente, mesmo no Brasil, é a campanha presidencial do Obama em 2008. Passados 8 anos, nenhum político brasileiro foi capaz de se destacar em campanhas políticas de sucesso na internet. Mas este cenário está prestes a mudar, segundo Marcelo Vitorino, consultor de marketing digital e professor em cursos de marketing político digital em São Paulo e Brasília.

Para Vitorino, a reforma política em vigor desde o ano passado e que vai impactar as eleições 2016, vai mudar como fazer campanha eleitoral, que será cada vez mais focada no planejamento digital.

Mudança na campanha eleitoral 2016

Dentre todas as alterações trazidas pela reforma, podemos elencar as principais: redução do tempo de televisão, de 45 para 30 dias; proibição das doações empresariais; limite de gastos em campanhas e; uma das mais relevantes, mas pouco comentadas, a permissão aos candidatos de se apresentarem publicamente a qualquer tempo, o que antes só era possível após as convenções partidárias, próximas às eleições.

Estes elementos mudam totalmente o planejamento de campanha eleitoral. No modelo anterior de marketing político havia muito dinheiro disponível, o que muda em 2016. Metade de todo o investimento era destinado à televisão e o tempo de exposição do candidato era limitado ao período eleitoral, inferior a 120 dias.

“Com pouco dinheiro, as campanhas precisam se reinventar e, desde já, colocar o carro na rua, dada a liberação da exposição dos candidatos. O investimento, que antes se concentrava em dois meses, e que na eleição 2016 será muito menor, precisará ser alocado em, no mínimo, seis meses. Será muito difícil para os candidatos investir em militância paga, o que era uma prática muito comum nas campanhas brasileiras”, afirma Vitorino.

Em seu curso de marketing político digital, Vitorino apresenta dados de uma pesquisa realizada por sua empresa que mostram que “o eleitor conectado não quer discursos ensaiados, conversa fiada ou frases motivacionais. Ele quer saber o que o político pensa sobre a descriminalização da maconha, da legislação sobre o aborto, da definição de família e de qualquer outra pauta que altere a vida da sociedade”.

O que o eleitor conhecerá na eleição 2016 será uma campanha política diferente. A dúvida é: quais candidatos vão entender as novas oportunidades e se elegerem?